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A Carreira de Douglas Costa em Números

2020.09.19 23:41 futebolstats A Carreira de Douglas Costa em Números

Quando cita-se um dos melhores jogadores de futebol do Brasil neste momento, o nome de Douglas Costa que atualmente joga pela Juventus da Itália e que também atua pela Seleção Brasileira, deve ser levado em conta.
Douglas Costa de Souza nasceu em 14/09/1990 em Sapucaia do Sul, no estado do Rio Grande do Sul. Antes de jogar pela Juventus, Douglas Costa iniciou sua carreira como profissional no Grêmio e em seguida, atuou por mais duas equipes antes de jogar pela equipe italiana. Porém, o que mais se sabe sobre Douglas Costa? Por quais clubes atuou? Quais feitos atingiu ao longo de sua carreira?

Juvenil

Antes de jogar pelo Grêmio, Douglas deu os seus primeiros passos no futebol quando ingressou nas categorias de base do clube de sua cidade natal – Sapucaiense – em 1999 e quando completou 11 anos de idade, no ano de 2001, ingressou nas categorias de base do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, clube que é popularmente conhecido como Grêmio.
Douglas Costa na época em que atuava pelo Sapucaiense
A Carreira de Douglas Costa em Números

Grêmio

Categorias de Base

Depois de ingressar nas categorias de base no Grêmio, Douglas Costa foi queimando etapas até chegar ao profissional do clube no ano de 2008, quando Celso Roth – técnico do Grêmio nessa época – o integrou ao time principal do clube.

2008

Em 4 de outubro de 2008, em jogo da 28ª rodada do Brasileirão (Campeonato Brasileiro), Douglas Costa fez a sua estreia como profissional e logo no seu primeiro jogo da carreira, o jovem atacante de 18 anos marcou um dos gols da vitória por 2-1 sobre o Botafogo no Olímpico (antigo estádio do Grêmio). Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 08/10/2008, Douglas Costa foi um dos destaques da vitória por 2-0 sobre o Santos com assistências para os gols de Richard Morales e de Soares respectivamente.
Posteriormente, Douglas Costa jogou mais duas partidas como titular e outras duas saindo do banco de reservas.
Em suma, na sua 1ª temporada como profissional, Douglas Costa disputou 6 partidas, fez 1 gol e proveu duas assistências. Quanto ao Grêmio, foi vice-campeão desta edição do Brasileirão, terminou em 5º lugar no Campeonato Gaúcho, foi eliminado na 2ª fase da Copa do Brasil e caiu na 1ª fase da Copa Sul-Americana.
PdGmACACVMj no ano de 2008
61 2 00397
Pd – Partidas disputadas; Gm – Gols marcados; A – Assistências; CA – Cartões amarelos; CV – Cartões vermelhos e Mj* – Minutos jogados

2009

Em 26 de fevereiro de 2009, na estreia do Grêmio na fase de grupos da Copa Libertadores da América, Douglas Costa entrou em campo aos 34 minutos da segunda etapa no lugar do zagueiro Léo, contudo mesmo com ele em campo, o “Tricolor Gaúcho” – Grêmio – e a Universidad de Chile empataram em 0-0 no Olímpico.
Posteriormente, devido à uma fissura do ligamento intra-articular, o jovem atacante de 18 anos ficou de fora dos gramados por cerca de um mês. Em 05/04/2009, após uma derrota no “Grenal” – nome dado ao clássico entre Grêmio e Internacional – no Campeonato Gaúcho, Celso Roth acabou demitido e com sua saída, o clube resolveu apostar suas fichas em Paulo Autuori. Apesar de jogar os minutos finais do segundo confronto das oitavas de final da Libertadores em 07/05/2009, Douglas Costa voltou a sentir dores e como consequência, ficou de fora dos gramados por mais um tempo.
Em junho, o Manchester United da Inglaterra tentou contratar Douglas Costa por um período de testes de 20 dias, antes de efetivar a compra do atacante. Contudo, o Grêmio rejeitou esta oferta.
Em 02/08/2009, em jogo da 16ª rodada do Brasileirão, livre de lesões, Douglas Costa fez sua estreia como titular no campeonato e contando com o jovem atacante de 18 anos entre os titulares, o Grêmio venceu o Cruzeiro por 4-1 no Olímpico.
Na reta final do Brasileirão, Paulo Autuori passou a escalar Douglas Costa como titular, porém com um empate em 1-1 com o São Paulo no Olímpico em 04/11/2009, em jogo da 34ª rodada do Brasileirão, onde o atacante de 19 anos proveu assistência para o gol de Rafael Marques e a equipe adversária teve 2 jogadores expulsos, chegou-se a um consenso que Paulo Autuori não deveria ser mantido no cargo de treinador, pois Celso Roth conseguiu fazer o time render mais no ano anterior, e em decorrência da demissão de Autuori, Marcelo Rospide comandou o time até o fim do campeonato.
Pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 29/11/2009, Douglas Costa marcou seu 1º e último tento nesse ano na vitória por 4-2 sobre o Grêmio Barueri no Olímpico. Na rodada seguinte do campeonato em 06/12/2009, o jovem atacante de 19 anos foi um dos destaques do time no revés por 2-1 ante o Flamengo no Maracanã ao prover assistência para o gol de Roberson.
Em suma, na sua última temporada com a camisa do “Imortal” – Grêmio -, Douglas Costa disputou 31 jogos, fez 1 gol e proveu 4 assistências. Quanto ao Grêmio, terminou em terminou em 8º lugar no Campeonato Brasileiro, foi vice-campeão gaúcho e chegou à semifinal da Copa Libertadores da América.
PdGmACACVMj no ano de 2009
311 4 31253
Gol marcado no Brasileirão

Shakhtar Donetsk

2009-10

Em 10 de janeiro de 2010, Douglas assinou um contrato por 5 temporadas com o Shakhtar Donetsk da Ucrânia. O clube ucraniano desembolsou 6 milhões de euros (cerca de 37,3 milhões de reais) para contar com o futebol do jovem atacante de 19 anos.
A estreia de Douglas Costa pela nova equipe ocorreu em 18/02/2010, no primeiro confronto da fase de 16 avos da Europa League contra o Tottenham da Inglaterra, quando Mircea Lucescu – técnico do Shakhtar nessa época – o colocou em campo aos 30 minutos da segunda etapa no lugar de Jádson, porém esta foi uma estreia para se esquecer, pois a equipe inglesa venceu esse jogo por 2-1. Em 25/02/2010, no segundo confronto contra o Fulham, Douglas entrou em campo aos 8 minutos do segundo tempo no lugar de Willian e mesmo dando o passe para o gol de Jádson, o jogo acabou empatado em 1-1 e consequentemente, a equipe inglesa se classificou para a fase seguinte.
Pela 18ª rodada da Premier Liha – Campeonato Ucraniano – em 28/02/2010, Douglas Costa fez sua estreia como titular na vitória por 1-0 sobre o Vorskla na Donbass Arena (estádio do Shakhtar Donetsk).
Em 14/03/2010, em jogo da 20ª rodada da Premier Liha, o jovem atacante brasileiro de 19 anos marcou seu primeiro tento pelo novo clube no triunfo por 2-1 sobre o Metalist Kharkiv na Donbass Arena. Duas semanas depois – em 28/03/2010 – em jogo da 22ª rodada do campeonato nacional, Douglas Costa entrou em campo aos 20 minutos do segundo tempo no lugar de Jádson e nos acréscimos, fez o gol que fechou o placar do jogo; vitória do Shakhtar Donetsk por 3-1 sobre o Arsenal Kiev.
Após o gol marcado contra o Arsenal Kiev, Douglas Costa só voltou a balançar as redes em 25/04/2010, em partida válida pela 27ª rodada do Campeonato Ucraniano, a qual iniciou entre os titulares e marcou o segundo gol da vitória por 3-0 sobre o Chernomorets Odessa na Donbass Arena. Na rodada seguinte do campeonato nacional, Douglas entrou em campo aos 17 minutos da segunda etapa no lugar de Ilsinho e nos minutos finais, marcou o gol que selou o resultado da partida; vitória do Shakhtar Donetsk por 2-0 sobre o Metalurh Zaporizhya fora de casa.
Em 09/05/2010, em jogo da última rodada (30ª) desta edição da Premier Liha, Douglas Costa atuou como titular e encerrou essa temporada marcando o terceiro gol da vitória por 3-2 sobre o Tavriya Simferopol.
Em suma, na sua 1ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 15 partidas, fez 5 gols e proveu duas assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão do Campeonato Ucraniano, chegou à semifinal da Copa da Ucrânia e caiu na fase de 16 avos da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2009-10
155 2 30630
Gols marcados na Premier Liha

2010-11

No primeiro jogo do Shakhtar Donetsk nessa temporada – decisão da Supercopa da Ucrânia – em 4 de julho de 2010, Douglas Costa iniciou essa temporada como titular do time e nesse jogo, proveu assistência para o gol de Jádson na goleada por 7-1 sobre o Tavriya Simferopol. Com este resultado, o Shakhtar Donetsk iniciava essa temporada celebrando a conquista de um título.
Em 30/07/2010, em jogo da 4ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 do Shakhtar – Douglas Costa – marcou seu primeiro doblete – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – da carreira na vitória por 3-1 sobre o Arsenal Kiev. Além de ter feito 2 gols, também proveu assistência para o gol marcado pelo compatriota Luiz Adriano. Na rodada seguinte do campeonato, em 07/08/2010, o jovem atacante de 19 anos marcou seu 3º tento nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o Sevastopol na Donbass Arena.
Em 28/09/2010, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League (Liga dos Campeões), Douglas Costa foi um dos principais destaques da vitória por 3-0 sobre o Braga de Portugal fora de casa com 1 gol e assistências para os 2 gols marcados por Luiz Adriano.
Após o gol marcado diante do Braga, o camisa 20 dos “Hinyrky” – Shakhtar Donetsk – só voltou a balançar as redes em 28/11/2010, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, ao qual marcou 1 dos gols da goleada por 4-0 sobre o Arsenal Kiev na Donbass Arena.
Em 16 de fevereiro de 2011, pelo primeiro confronto das oitavas de final da Liga dos Campeões, Douglas Costa foi um dos destaques do triunfo por 3-2 sobre a Roma da Itália fora de casa com 1 gol e assistência para 1 dos 2 tentos marcados por Luiz Adriano. Posteriormente, o Shakhtar Donetsk venceu a equipe italiana na Donbass Arena por 3-0 no segundo confronto e com isso, classificou-se para a fase seguinte do torneio sendo eliminada pelo Barcelona da Espanha.
Pela 23ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 01/04/2011, o jovem atacante brasileiro de 20 anos entrou em campo aos 22 minutos do segundo tempo no lugar de Alex Teixeira e nos acréscimos, fez o gol que definiu o resultado da partida; vitória dos “Hinyrky” por 3-1 sobre o Illichivets Mariupol.
Em suma, na sua 2ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 42 jogos, fez 7 gols e proveu 11 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão de todas as competições nacionais (Supercopa da Ucrânia, Copa da Ucrânia e Campeonato Ucraniano) e chegou às quartas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2010-11
427 11 602610
7 gols dos quais 5 foram pela Premier Liha e 2 pela UEFA Champions League

2011-12

Diferentemente da temporada anterior, o Shakhtar iniciou esta temporada com uma derrota por 3-1 ante o Dínamo de Kiev em 5 de julho de 2011 e como consequência, teve de se contentar como vice-campeão da Supercopa da Ucrânia. Vale ressaltar que Douglas Costa jogou os 90 minutos desta decisão.
Em 09/09/2011, em jogo da 9ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” entrou em campo aos 16 minutos da segunda etapa no lugar de Dentinho e nos minutos finais, fez o gol que fechou o placar do jogo; goleada do Shakhtar por 5-1 sobre o Volyn Lutsk na Donbass Arena.
Pela 12ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 02/10/2011, o jovem atacante de 21 anos marcou seu 2º tento nessa temporada na goleada por 4-1 sobre o Zorya Luhansk na Donbass Arena.
Em 06/11/2011, em jogo da 16ª rodada da Premier Liha, Douglas Costa entrou em campo logo após o intervalo no lugar de Dentinho e a partida mal reiniciou e ele marcou um tento, o gol que selou o placar da partida: vitória do Shakhtar Donetsk por 2-0 sobre o Obolon Kiev fora de casa.
Em 27/11/2011, em partida válida pela 18ª rodada do Campeonato Ucraniano, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu 4º tento na temporada de pênalti na goleada por 5-0 sobre o Kaparty fora de casa. Posteriormente, nas duas rodadas seguintes do campeonato nacional, mais 2 gols de Douglas: goleadas por 5-0 e 4-0 sobre o Arsenal Kiev e Kryvbas respectivamente.
Em 27 de abril de 2012, em confronto válido pela semifinal da Copa da Ucrânia, Douglas Costa entrou em campo aos 23 minutos do segundo tempo no lugar de Henrikh Mkhitaryan e novamente, marcou nos minutos finais o gol da vitória por 4-3 sobre o Volyn Lutsk. Posteriormente, em 06/05/2012, o camisa 20 do Shakhtar jogou parte da vitória por 2-1 sobre o Metalurg Donetsk na final e com isso, pela 2ª temporada consecutiva, os comandados de Mircea Lucescu sagravam-se campeões da Copa da Ucrânia.
Em suma, na sua 3ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 37 partidas, fez 7 gols e proveu 3 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, além de ter sido campeão da Copa da Ucrânia, também foi campeão do Campeonato Ucraniano, vice-campeão da Supercopa da Ucrânia e por ter terminado em 4º lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões, ficou de fora do mata-mata das competições europeias.
PdGmACACVMj na temporada 2011-12
377 3 501986
7 gols dos quais 6 foram pela Premier Liha e 1 pela Copa da Ucrânia

2012-13

No primeiro jogo do Shakhtar Donetsk nessa temporada – decisão da Supercopa da Ucrânia – em 10 de julho de 2012, Douglas Costa marcou o segundo gol da vitória por 2-0 sobre o Metalurg Donetsk e sendo assim, o Shakhtar iniciava essa temporada como o campeão da Supercopa da Ucrânia.
Após o gol marcado contra o Metalurg Donetsk na decisão da Supercopa da Ucrânia, Douglas Costa amargou um “jejum de gols”, ao qual pôs um fim em 03/11/2012, em jogo da 14ª rodada da Premier Liha, ao qual o Shakhtar venceu o Metalurh Zaporizhya por 2-0 na Donbass Arena.
Em 24/11/2012, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” saiu do banco para entrar no lugar de Darijo Srna aos 10 minutos do segundo tempo e 7 minutos depois, fez o 4º gol da goleada por 5-1 sobre o Hoverla Uzhhorod.
Durante a fase de grupos desta edição da Liga dos Campeões, Douglas Costa atuou apenas por 3 partidas e vale ressaltar que ele entrou no decorrer destes jogos, totalizando 23 minutos jogados, com o Shakhtar terminando em 2º lugar no grupo E, atrás da Juventus, campeã italiana, enquanto eliminava o Chelsea, atual campeão da competição.
Pelo primeiro confronto das oitavas de final da Champions League, contra o Borussia Dortmund da Alemanha, em 13 de fevereiro de 2013, o atacante brasileiro de 22 anos entrou em campo aos 17 minutos da segunda etapa no lugar de Taison e 6 minutos depois, marcou o segundo gol do Shakhtar no empate em 2-2 com a equipe alemã na Donbass Arena. Posteriormente, o Borussia Dortmund venceu o time ucraniano por 3-0 na Alemanha e deixou o Shakhtar pelo caminho.
Em 01/03/2013, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, Douglas Costa atuou como titular e marcou seu 5º tento na temporada na goleada por 4-1 sobre o Volyn Lutsk.
Em 26/05/2013, em partida válida pela última rodada desta edição do Campeonato Ucraniano, o camisa 20 dos “Hinyrky” encerrou essa temporada com 1 gol e assistência para o tento marcado por Taison na goleada por 4-0 sobre o Metalurg Donetsk na Donbass Arena.
Em suma, em mais uma temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 36 partidas, fez 7 gols e proveu 3 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão de todas as competições nacionais (Supercopa da Ucrânia, Copa da Ucrânia e Campeonato Ucraniano) e foi eliminado nas oitavas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2012-13
367 3 101575
7 gols dos quais 5 foram pela Premier Liha, 1 pela UEFA Champions League e 1 pela Supercopa da Ucrânia

2013-14

Em 10 de julho de 2013, o Shakhtar Donetsk fez a sua estreia nessa temporada com uma vitória por 3-1 sobre o Chernomorets Odessa na decisão da Supercopa da Ucrânia e assim como ocorreu na temporada anterior, iniciava mais uma temporada como o campeão da Supercopa.
Em 28/07/2013, em jogo da 3ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu primeiro tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Chernomorets Odessa na Donbass Arena.
Pelo confronto da 9ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 13/09/2013, Douglas Costa marcou seu 2º tento nessa temporada no revés por 3-2 ante o Karpaty fora de casa.
Após o gol marcado contra o Karpaty, o brasileiro só voltou a balançar as redes em 27/11/2013, em partida válida pela 5ª rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, a qual marcou um doblete na goleada por 4-0 sobre a Real Sociedad da Espanha. Além dos 2 tentos marcados, também proveu assistência para o gol de Luiz Adriano.
Em janeiro de 2014, Douglas Costa ajudou o Shakhtar a vencer a Supertaça United 2014, um torneio disputado entre os dois primeiros colocados dos Campeonatos Russo e Ucraniano, tornando-se o artilheiro do torneio ao lado de Darijo Srna.
Em 30/03/2014, em jogo da 23ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu 5º tento nessa temporada no triunfo por 4-2 sobre o Metalist Kharkiv fora de casa. Além do gol marcado, também contribuiu com assistências para os gols de Eduardo da Silva e Luiz Adriano.
Em confronto válido pela final da Copa da Ucrânia, em 15/05/2014, Douglas Costa marcou seu último tento nessa temporada no revés por 2-1 ante o Dínamo de Kiev.
Em suma, em mais uma temporada com a camisa dos “Hinyrky”, Douglas Costa disputou 39 partidas, fez 7 gols e proveu 14 assistências, sendo 11 destas na Premier Liha, o que fez dele o jogador com mais assistências no campeonato. Quanto ao Shakhtar Donetsk, além de ser campeão do Campeonato Ucraniano e da Supercopa da Ucrânia, foi vice-campeão da Copa da Ucrânia, terminou em 3º lugar na fase de grupos da UEFA Champions League e sendo assim, herdou uma vaga na fase de mata-mata da UEFA Europa League, onde caiu logo na fase de 16 avos.
PdGmACACVMj na temporada 2013-14
397 14 303043
7 gols dos quais 4 foram pela Premier Liha, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Ucrânia

2014-15

Diferentemente das temporadas anteriores, onde atuou nas decisões da Supercopa da Ucrânia, Douglas Costa não jogou na vitória por 2-0 sobre o Dínamo de Kiev.
Em 17 de outubro de 2014, em jogo da 9ª rodada da Premier Liha, Douglas entrou em campo logo após o intervalo no lugar de Marlos e marcou o quinto gol da goleada por 6-2 sobre o Volyn Lutsk e também deu o passe para o gol de Darijo Srna. Quatro dias depois, em partida válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Champions League, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou o terceiro gol da goleada por 7-0 sobre o BATE Borisov de Belarus.
Em 28 de fevereiro de 2015, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Ucraniano, Douglas Costa marcou seu 3º tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Vorskla na Donbass Arena.
Pela 19ª rodada da Premier Liha, em 11/04/2015, o camisa 20 do Shakhtar marcou seu 4º tento nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o Chernomorets Odessa.
Em 09/05/2015, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Ucraniano, Douglas Costa marcou seu último tento na temporada na goleada por 7-3 sobre o Hoverla Uzhhorod em plena Avangard (estádio do Hoverla). Além do gol marcado, também contribuiu com assistência para 1 dos 2 gols marcados por Oleksandr Hladkyy.
Em suma, na sua última temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 33 partidas, fez 5 gols e proveu 7 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão da Supercopa da Ucrânia, vice-campeão do Campeonato Ucraniano e da Copa da Ucrânia e foi eliminado nas oitavas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2014-15
335 7 502181
5 gols dos quais 4 foram pela Premier Liha e 1 pela UEFA Champions League
Títulos que conquistou pelo Shakhtar Donetsk - Premier Liha2009-10, 2010-11, 2011-12, 2012-13 e 2013-14 - Copa da Ucrânia2010-11, 2011-12 e 2012-13 - Supercopa da Ucrânia2010, 2012 e 2013
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores momentos de Douglas Costa com a camisa do Shakhtar Donetsk - Este vídeo foi publicado no YouTube em 25 de junho de 2015por BAYERN SERBIA

Bayern de Munique

2015-16

Antes de se transferir para o Bayern de Munique da Alemanha, Douglas Costa recebeu uma ligação surpreendente: do outro lado da linha estava Pep Guardiola, então treinador do Bayern perguntando ao brasileiro se ele estaria “pronto para aprender a jogar futebol” e em 1º de julho de 2015, Douglas foi anunciado como o novo reforço dos bávaros (Bayern de Munique).
Douglas Costa e Joshua Kimmich sendo apresentados como novos reforços do BayernO clube alemão desembolsou 30 milhões de euros (cerca de 187,9 milhões de reais) para contar com Douglas Costa por 5 temporadas. A taxa de transferência de 30 milhões de euros foi a 4ª maior da história do Bayern até então. Ele recebeu a camisa de número 11, anteriormente usada por Xherdan Shaqiri.
Em 01/08/2015, na decisão da Supercopa da Alemanha, Guardiola promoveu a estreia de Douglas Costa como titular e no seu primeiro jogo pelo novo clube, o time bávaro empatou em 1-1 com o Wolfsburg no tempo regulamentar e na prorrogação, este resultado se manteve o mesmo. Na disputa por pênaltis, Douglas Costa foi o última jogador a cobrar e a converter um pênalti pelo time, contudo Xabi Alonso teve seu pênalti defendido e como consequência, o Wolfsburg levou a melhor e venceu por 5-4.
Em 14/08/2015, na estreia do Bayern nesta edição da Bundesliga (Campeonato Alemão), o novo camisa 11 do time bávaro marcou um dos gols da goleada por 5-0 sobre o Hamburgo na Allianz Arena, em Munique. Além do gol marcado, proveu assistência para o 1 dos 2 gols de Thomas Müller. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 22/08/2015, Douglas Costa foi um dos destaques da vitória por 2-1 sobre o Hoffenheim com assistências para os gols de Thomas Müller e de Robert Lewandowski respectivamente.
Pela 2ª rodada da fase de grupos da Champions League em 29/09/2015, o camisa 11 do Bayern marcou o primeiro gol da goleada por 5-0 sobre o Dínamo Zagreb da Croácia e também contribuiu com assistência para 1 dos 3 gols marcados por Lewandowski.
Em 27/10/2015, em confronto válido pela 2ª fase da Copa da Alemanha, o atacante brasileiro marcou seu 3º tento nessa temporada no triunfo por 3-1 sobre o Wolfsburg.
Em 07/11/2015, em jogo da 12ª rodada da Bundesliga, Douglas Costa marcou o segundo gol da goleada por 4-0 sobre o Stuttgart na Allianz Arena. Além do tento marcado, contribuiu com assistência para o gol marcado por Arjen Robben.
Pela 5ª rodada da fase de grupos, em 24/11/2015, o camisa 11 do time bávaro marcou seu 5º tento nessa temporada na goleada por 4-0 sobre o Olympiacos da Grécia na Allianz Arena. Após esse jogo, através de exames, constatou-se uma lesão muscular em Douglas Costa e em decorrência disso, ficou de fora dos gramados por cerca de 1 mês.
Vale destacar que Douglas Costa se saiu muito bem na primeira metade desta temporada, onde fez 5 gols e proveu 13 assistências. Porém, após a lesão não conseguiu repetir o mesmo desempenho da 1ª metade desta temporada.
Em 23 de abril de 2016, em jogo da 31ª rodada da Bundesliga, o camisa 11 do time bávaro marcou seu último tento nessa temporada no triunfo por 2-0 sobre o Hertha Berlin fora de casa.
Em 21/05/2016, em confronto válido pela final da Copa da Alemanha, Bayern e Borussia Dortmund empataram em 0-0 no tempo regulamentar e este placar persistiu na prorrogação e com isso, a definição do campeão saiu nos pênaltis, onde Douglas Costa foi o último a cobrar e a converter e sendo assim, definiu o resultado desta disputa: vitória do Bayern nos pênaltis por 4-3.
Em suma, na sua 1ª temporada na Alemanha, Douglas Costa disputou 43 partidas, fez 7 gols e proveu 18 assistências, sendo 9 destas na Bundesliga 2015-16, o que fez dele o 5º jogador com mais assistências no campeonato. Quanto ao Bayern de Munique, além de ter sido campeão da Copa da Alemanha, também foi campeão do Campeonato Alemão, vice-campeão da Supercopa da Alemanha e chegou à semifinal da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2015-16
437 18 403408
7 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Alemanha

2016-17

Após o fim da temporada 2015-16, Pep Guardiola deixou o comando do Bayern para comandar o Manchester City da Inglaterra e com a saída do técnico espanhol, o clube resolveu apostar suas fichas em um técnico italiano, trata-se de Carlo Ancelotti. Como já era de se esperar, o novo treinador fez mudanças no time e dentre estas, deu mais oportunidades a Franck Ribéry do que Douglas Costa.
Devido à uma lesão no tendão, Douglas perdeu alguns jogos do Campeonato Alemão e da Liga dos Campeões e no seu retorno aos gramados, em 22 de outubro de 2016, em jogo da 8ª rodada da Bundesliga, ao qual Ancelotti o escalou como titular e o brasileiro retribuiu essa confiança dada pelo técnico marcando o gol que fechou o placar do jogo; vitória do Bayern de Munique por 2-0 sobre o Borussia Mönchengladbach na Allianz Arena.
Em 23/11/2016, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Champions League, o camisa 11 do time bávaro marcou seu 2º tento nessa temporada no revés por 3-2 ante o Rostov da Rússia fora de casa.
Em 10/12/2016, em jogo da 14ª rodada da Bundesliga, Douglas Costa entrou em campo aos 32 minutos do segundo tempo no lugar de Ribéry e 9 minutos depois, fez o gol que selou o resultado do jogo; goleada do Bayern por 5-0 sobre o Wolfsburg na Allianz Arena. Na rodada seguinte do campeonato, em 18/12/2016, o camisa 11 do time bávaro marcou o único gol da vitória sobre o Darmstadt fora de casa.

PdGmACACVMj na temporada 2016-17
347 9 201925
7 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Alemanha
Títulos que conquistou no Bayern de Munique - Bundesliga2015-16 e 2016-17 - Copa da Alemanha2015-16
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores momentos de Douglas Costa com a camisa do Bayern de Munique - Este vídeo foi publicado no YouTube em 11 de julho de 2017por colo99

Juventus

2017-18


PdGmACACVMj na temporada 2017-18
476 13 302912
6 gols dos quais 4 foram pela Serie A e 2 pela Copa da Itália

2018-19


PdGmACACVMj na temporada 2009-10
251 1 21969
Gol marcado na Serie A

2019-20


PdGmACACVMj na temporada 2019-20
293 7 201084
3 gols dos quais 1 foi pela UEFA Champions League, 1 pela Serie A e 1 pela Copa da Itália
Títulos que conquistou na Juventus - Serie A2017-18, 2018-19 e 2019-20 - Copa da Itália2017-18 - Supercopa da Itália2018
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores lances de Douglas Costa com a camisa da Juventus - Este vídeo foi publicado no YouTube em 23 de agosto de 2020por Real Football

Números de Douglas Costa na Seleção Brasileira

Brasil

Seleções de Base


Seleção Principal


Copa América 2015


PdGmACACVMj
31 0 0075

Copa do Mundo FIFA de 2018


PdGmACACVMj
20 1 0077

Pós-Copa do Mundo


Prêmios individuais - 63º melhor jogador do ano de 2016 (The Guardian) - 74º melhor jogador do ano de 2016 (Marca)

Considerações Finais

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2020.08.23 07:31 altovaliriano GRRM entra com processo para reaver direitos de filmagem de 'O Troca-Peles'

A novela 'O Troca-Peles' é uma obra de terror originalmente publicada em 1988 que, na síntese publicada no portal Gelo & Fogo, conta a história da "investigadora Randi Wade, que busca, depois de muitos anos, resolver o estranho assassinato de seu pai e uma série de outros, onde as vítimas são deixadas sem pele".
Segundo informações do The Hollywood Reporter, George entrou com um processo para reaver os direitos audiovisuais da obra, vendidos à produtora Mike the Pike em 2009 e subsequetemente à Blackstone Manor. As produtoras tinham 5 anos para filmar, mas não realizou o projeto e, no fim do prazo, diante da perspectiva de ver os direitos voltarem à mão de Martin, a Blackstone gravou apenas algumas cenas com elenco e equipe muito pequenos.
Martin alega que a jogada da produtora teve a únicas intenção de privá-lo injustamente de seus direitos. Werthead informa que uma jogada semelhante havia sido feito contra Robert Jordan pelos direitos de filmagem de A Roda do Tempo, o que levou à produtora que não cumpriu sua parte do acordo ter conseguido um acordo extrajudicial que lhes garantiu participação na atual adaptação sendo feita pela Sony/Amazon Prime).
O advogado de Martin ainda afirma que a medida judicial só foi tentada porque a produtora havia ameaçado processar GRRM se ele tentasse usufruir dos direitos, mesmo que agora após o prazo de 5 anos. Diz-se que a produtora alega ter cumprido suas obrigações e agora tem direito perpétuos sobre a adaptação audiovisual da obra.
Werthead opina que o caso Martin vs Blackstone não parece que vai ter o mesmo fim daquele envolvendo A Roda do Tempo, pois, se por um lado GRRM hoje tem poder financeiro para bater de frente com a produtora, por outro as alegações lhe soam como indicando que já há outros interessados nos direitos de 'O Troca-Peles' (Werthead cita a HBO como potencial interessada).
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2020.08.10 04:47 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 6)

Se Martin gosta de histórias de corações em conflito consigo mesmo, Stannis Baratheon levou um coração em guerra consigo mesmo a seu próprio estandarte.
Muitas contradições são postas à prova para Stannis na sequência da derrota no Água Negra. Mas como a história de Stannis é toda sobre a dicotomia entre homem político e héroi mítico, suas contradições também podem ser reduzidas a duas motivações. Encarar que é um pretendente cujo “orgulho obstinado” se provou inútil ou assumir que é um salvador predestinado cuja derrota serviu a um propósito maior?
De volta a Pedra do Dragão, é natural pensarmos que Stannis gostaria de ouvir umas boas desculpas de Melisandre. Porém, a sacerdotisa sabe muito bem que ficar na defensiva seria uma péssima estratégia. Especialmente quando estava bem claro que o rei havia apenas dispensado porque Bryce Caron havia pertubado sua vaidade. Então, quando Davos estava ausente e os Florents dominavam o cenário de Pedra do Dragão, Melisandre aproveitou para dizer “eu te avisei” sem oposições.
[…] Se eu estivesse com vocês, sua batalha teria tido um final diferente. Mas Sua Graça estava rodeado de descrentes, e seu orgulho mostrou-se mais forte do que sua fé. A punição foi severa, mas aprendeu como erro.
(ASOS, Davos III)
Estivesse Davos por perto facilmente ele poderia apontar os custos em vidas humanas que a suposta lição tomou, inclusive de seus próprios filhos. Porém, a determinação que diversos dias no Rochedo do Rei Bacalhau (que tradução horrível…) construiu minguou conforme o Cavaleiro das Cebolas definhava nas masmorras de Pedra do Dragão.
Quando finalmente o rei e o cavaleiro se encontraram, a urgência de ambos havia passado. Stannis não está dando ouvidos a qualquer tipo de estratégia para tomar o Trono de Ferro a força porque sabe que seria apenas mais uma partida de um jogo que ter certeza que não ganhará.
Sor Axell gostaria de me levar a retomar a guerra – disse o Rei Stannis a Davos. – Os Lannister acham que estou acabado e derrotado, e os senhores meus vassalos abandonaram-me, quase todos. Até Lorde Estermont, pai de minha própria mãe, dobrou o joelho a Joffrey. Os poucos homens leais que me restam vão perdendo o ânimo. Desperdiçam seus dias bebendo e jogando e lambem as feridas como vira-latas enxotados.
(ASOS, Davos IV)
Mas Stannis não quer perder, por isso não age. Muitas opções lhe são apresentadas por seus conselheiros. Sua primeira Mão, Alester Florent propõe que aceite a derrota e Stannis fecha esta porta ao depô-lo e aprisioná-lo.
Que Lorde Stannis retiraria sua pretensão ao Trono de Ferro e se retrataria de tudo o que havia dito a respeito da bastardia de Joffrey, sob a condição de ser aceito de volta à paz do rei e confirmado como Senhor de Pedra do Dragão e Ponta Tempestade. Jurei fazer o mesmo, em troca da devolução da Fortaleza de Águas Claras e de todas as nossas terras. Pensei... Lorde Tywin compreenderia o bom senso de minha proposta. Ele ainda precisa lidar com os Stark e também com os homens de ferro. […] E Stannis deu-me seu selo, deu-me licença para governar. A Mão fala coma voz do rei.
Nisso, não. – Davos não era cortesão, e sequer tentou amaciar as palavras. – A rendição não existe em Stannis, enquanto souber que suas razões são justas. Da mesma forma que não pode desdizer as palavras contra Joffrey, quando as crê verdadeiras.
(ASOS, Davos III)
Seu candidato a segunda Mão, Axell Florent, pede que Stannis parta para a guerra, pois uma vitória curaria as feridas de uma derrota. Ele construiu um plano de ataque a Ilha da Garra com Salladhor Saan que teria o triplo benefício de ter alta chance de êxito, atingiria um traidor e permitiria a pilhagem de uma grande fortuna.
Enquanto eu entendo que Saan tinha a intenção de ganhar dinheiro com este plano, vejo em Sor Axell uma obsessão com punir traidores, muito parecida com a sanha justiceira que muitas pessoas veem em Stannis. O cavaleiro Florent parece ter menos empatia do que Stannis Baratheon, mas ainda assim é um simulacro do comportamento do rei.
Talvez por isso que Baratheon dava ouvidos ao plano de Axell. E talvez por isso Melisandre pede a Stannis que ouça Davos (“foi Melisandre quem me disse para mandar buscar você quando Sor Axell quis entregá-lo a R’hllor” – ASOS, Davos IV). Se Axell era uma projeção do rei, Melisandre mandou buscar Davos para salvar Stannis dele mesmo.
E é exatamente o que Davos faz. Quando Stannis pede ao cavaleiro das cebolas que opine sobre o plano de atacar a Ilha da Garra, Davos se expressa com brutal honestidade, a despeito da ameaça da Axell. E então vemos o quão Stannis e Axell são espelho um do outro:
[Sor Axell] – Nem todos os homens de Celtigar foram mortos na Água Negra. Centenas foram capturados como seu senhor e dobraram o joelho quando ele o fez.
Quando ele o fez – repetiu Davos. – Eram seus homens. Estavam juramentados a ele. Que alternativa foi dada a eles?
Todo homem tem alternativas. Podiam ter se recusado. Alguns se recusaram e morreram por isso. Mas morreram honestos e leais.
Alguns homens são mais fortes do que outros. – Era uma resposta fraca, e Davos sabia disso. Stannis Baratheon era um homem com determinação de ferro, que nem compreendia nem perdoava a fraqueza nos outros. Estou perdendo, pensou, desesperando-se.
É dever de todos os homens permanecerem leais ao seu legítimo rei, mesmo se o senhor que servem se revela falso – declarou Stannis num tom que não admitia discussões.
(ASOS, Davos IV)
Percebam que Stannis não está agora discutindo a lealdade de Lorde Celtigar, mas a de seus subalternos. É comum que homens que nasceram dentro dos privilégios da nobreza imaginem que os homens são livres para escolher onde depositar sua aliança. Este tipo de pensamento ignora que a independência do vassalo no contexto feudal é sinônimo de rebelião. Assim, cabe a Davos, então, puxar o tapete de Stannis.
Um desvario desesperado dominou Davos, uma temeridade próxima da loucura.
Tal como o senhor permaneceu leal ao Rei Aerys quando seu irmão convocou os vassalos? – deixou escapar.
(ASOS, Davos IV)
A forma como Davos expõe a hipocrisia do rei é brilhante. Entretanto, não é menos magnífica a reação de Stannis à crítica. Afinal, quando Eddard expõs a covardia do plano para assassinar Daenerys, Robert removeu o amigo do cargo, furioso. Stannis, ao contrário, faz Davos sua nova Mão, pedindo explicitamente apenas “aquilo que sempre me deu. Honestidade. Lealdade. Serviço.
O filho do meio de Steffon Baratheon vive querendo se distanciar da sombra de seu irmão mais velho. Entretanto, quando o assunto é a capacidade de fazer e manter aliados, este abismo é tratado como uma espécie de deficiência, mesmo para o próprio Stannis.
A voz do rei estava carregada de fúria. – Meu irmão tinha um dom para inspirar lealdade. Até nos adversários. Em Solarestival ganhou três batalhas num só dia, e trouxe Lorde Grandison e Lorde Cafferen para Ponta Tempestade como prisioneiros. […] Eu teria atirado Grandison e Cafferen numa masmorra, mas ele transformou-os em amigos. […]. Meu irmão fez com que o amassem, mas, ao que parece, eu só inspiro traição. Até no meu próprio sangue e família. Irmão, avô, primos, tio da esposa…
(ASOS, Davos IV)
E, de fato, logo antes da fazer Davos sua nova Mão, Stannis novamente recitando uma ode à falta de misericórdia que ele chama de “justiça”.
Um rei – concordou Davos. – Um rei significa a paz.
Eu trarei justiça a Westeros. Algo que Sor Axell compreende tão mal quanto compreende a guerra. A Ilha da Garra não me traria nada... e seria uma coisa maligna, como você disse. Celtigar tem de pagar o preço da traição pessoalmente. E quando eu subir ao trono, pagará. Cada homem colherá o que semeou, do mais alto dos senhores ao mais baixo rato de sarjeta. E alguns perderão mais do que as pontas dos dedos, garanto. Fizeram o meu reino sangrar, e não me esqueço disso.
(ASOS, Davos IV)
Entretanto, esse discurso cai logo no capítulo seguinte. Diante da perspectiva de os nortenhos e os homens de ferro terem perdido os reis por meio dos quais executaram rebeliões contra os Lannisters, o Rei do Coração Flamejante, tal qual havia feito com os Senhores da Tempestade, prontamente pensa em oferecer indultos totais para quem se bandeie para sua causa.
O lobo não deixa herdeiros, a lula gigante deixa muitos. Os leões vão devorá-los, a menos que... Saan, vou precisar de seus navios mais rápidos para levar enviados às Ilhas de Ferro e a Porto Branco. Oferecerei indultos. – O modo como cerrou os dentes mostrou o pouco que gostava da palavra. – Indultos totais, para todos aqueles que se arrependerem da traição e jurarem lealdade ao seu legítimo rei. Têm de compreender...
Não compreenderão. – A voz de Melisandre era suave. – Lamento, Vossa Graça. […] Vi nas chamas.
(ASOS, Davos V)
Esta é mais uma demonstração de como Stannis está completamente distante da figura que Varys e Mindinho pintavam dele em A Guerra dos Trono. Além de evidenciar que a visão que Donal Noye tem de Stannis (“Stannis é de ferro puro, negro, duro e forte, é verdade, mas quebradiço, como acontece com o ferro. Quebrará antes de dobrar” – ACOK, Jon I) é de alguma forma equivocada. Na cabeça do ferreiro, o rei ainda é aquele rapaz de 20 anos de idade que ele viu guardando Ponta Tempestade para o irmão. Noye não esteve com Stannis nos últimos 16 anos para verificar que tipo de homem Stannis se tornou.
Na verdade, quando o ferreiro da Patrulha elogia Robert Baratheon, estamos literalmente testemunhando Noye fazendo apologia cuja inabilidade para governar é notória. Portanto, podemos perguntar: Donal Noye tem cacife para fazer a avaliação que fez?
Por fim, uma vez resolvido que o rei não irá seguir a via de Alester (rendição) nem a sugestão de Axell e Salladhor (pilhagem e punição dos traidores), resta apenas a via de Melisandre. Contra esta, todos os argumentos de Davos são inúteis, pois Stannis não consegue culpar Melisandre pelo que ocorreu na Batalha do Agua Negre tanto quanto Davos não consegue culpar Stannis. Davos deve o que tem a Stannis, assim como Stannis deve o que teve a Melisandre.
Segundo A Mais Precisa Linha do Tempo, passaram-se aproximadamente 35 dias entre a Batalha e a chegada de Davos a Pedra do Dragão. Não sabemos o que ocorreu neste ínterim, mas podemos imaginar que Melisandre passou a costurar novas narrativas para manter Stannis crendo em seu poder.
Sabemos que Stannis estava confinado com Melisandre, sem comer, e havia rumores que eles desciam até o coração do Monte Dragão para observar as chamas a partir dos poços do vulcão (ASOS, Davos II). Em A Fúria dos Reis, a história de que Stannis seria a reencarnação de Azor Ahai não servia a outro propósito senão para justificar a presença de sacerdotisa ao lado do rei. Em A Tormenta de Espadas, porém, somos apresentados ao fato de que este herói mítico das histórias do Mar de Jade estava destinado a “acordar dragões da pedra”.
Pela primeira vez Melisandre cita a figura do Grande Outro e de modo específico sobre a grande guerra contra a escuridão que está por vir. Entretanto, de forma inédita Melisandre une o arco de Azor Ahai com a necessidade de conquista política de Westeros:
A areia corre agora mais depressa pela ampulheta, e o tempo do homem sobre a terra está quase no fim. Temos de agir com ousadia, senão toda a esperança estará perdida. Westeros tem de se unir sob seu único rei verdadeiro, o príncipe que foi prometido, Senhor de Pedra do Dragão e escolhido de R’hllor.
(ASOS, Davos IV)
Portanto, aparentemente Melisandre vem alimentando Stannis com esta narrativa. Ela sabe que Cressen olhava para Stannis como um ser humano comum, enquanto Davos o vê como um rei (ASOS, Davos III). Porém, mesmo dentro da idolatria de Davos, não há espaço para a faceta mística que Melisandre atribui a Baratheon. Com isso, GRRM nos mostra claramente que há um cabo-de-guerra entre a scardotisa e o cavaleiro, cada um nutrindo no rei uma faceta diferente.
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Falarei mais na próxima parte.
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2020.07.18 04:18 darkssister As coisas que faço por amor: Vida e morte

Voltando para analisar mais dois ensaios de A Guerra dos Tronos e a Filosofia, dessa vez já na Parte Dois chamada “As coisas que faço por amor”. Enquanto a parte um foi mais política essa julga mais a moral da personalidade e das escolhas das personagens. Escolhi analisar só dois textos dessa parte por achar que eles trazem mais reflexões interessantes.
5-O INVERNO ESTÁ CHEGANDO: A SOMBRIA BUSCA PELA FELICIDADE EM WESTEROS por Eric J. Silverman
Para Platão, a vida de justiça e virtude é uma vida feliz, logo o homem justo é feliz, e o injusto é desgraçado (p.77). Silverman pontua que em outras estórias épicas essa premissa é verdadeira, em ASOIAF não é bem assim. Nós vemos o justo e honrado Lorde Stark ser executado e traído:
(...) No que parece ser o repúdio da visão platônica, a virtude e a justiça não trazem felicidade para ele.
Mas talvez “viver feliz para sempre” não seja o tipo de felicidade ao qual Platão se referia ao alegar que o homem justo é feliz. (...) ele não pode estar dizendo que o homem virtuoso tem a garantia de uma vida bem sucedida em termos de felicidade material terrena. (p. 78)
Essa felicidade parece estar então ligada ao imaterial e não apenas ao prazer, podendo também estar ligada ao divino. Como exemplo Silverman traz a jornada de Bran que teve seu corpo quebrado.
Mas ele vive um tipo diferente de sucesso, desenvolvendo habilidades psíquicas como troca-pele, que pode ver tudo que as antigas árvores, chamadas represeiros, viram. Como promete o tutor de Bran, Brynden: “Você não voltará a andar...mas voará.” (p.80)
Será que podemos mesmo considerar isso enquanto um sucesso? E para além disso, Bran Stark é uma pessoa justa para merecer tal sucesso divino?
A Pessoa cruel é feliz?
Há pessoas injustas que enganam para parecerem virtuosas e assim adquirir benefícios (alô Maquiavel). Para Silverman essa é a principal estratégia de Cersei, mas ele deixa claro que essa não é uma estratégia confiável porque os atos cruéis dela exigem engodos constantes que podem ou não dar certo ou não o que a leva a cometer mais e mais maquinação. Entre essas maquinações de Cersei o autor cita a morte de Jon Arrys que nós sabemos bem que não está na cota de crimes da rainha. O autor deveria saber já que ele faz uma análise da personalidade paranoica de Cersei da qual temos contato em AFFC. Para ilustrar ele até utiliza de uma fala de Tyrion presente em ADWD na qual ele analisa a irmã.
Cersei é tão gentil como o Rei Maegor, tão altruísta como Aegon, o Indigno, tão sensata como Aerys, o Louco. Nunca esquece uma afronta, real ou imaginária. Confunde cautela com covardia e divergência com desafio. E é gananciosa. Tem ânsia de poder, de honra, de amor.
(ADWD, Tyrion VI)
Cersei nunca está feliz pois nunca está satisfeita. Para Platão, o problema mais grave do tirano cruel é a psique dominada pelo que há de pior nele e para Silverman, Cersei é a epítome daquilo que Platão alerta para ter cuidado: uma alma cruel, dissonante e instável.
“A vida não é uma canção, querida. Poderá aprender isso um dia, para sua mágoa”
Temos que concordar que só a justiça não é suficiente para alcançar a felicidade, mesmo que imaterial. Aristóteles em sua Ética a Nicômaco também concorda conosco. Conhecemos o interior de Eddard Stark e sabemos o quanto de sofrimento ele carregava.
(...) alguém pode ter virtude e ao mesmo tempo estar “sujeito aos maiores sofrimentos e infortúnios, e, afora quem queira sustentar a tese a qualquer preço, ninguém jamais considerará feliz um homem que vive nessas condições”. (p.84)
Nesse momento o autor erra ao dizer que Catelyn não queria que Eddard fosse para Porto Real, ele deve ter se confundido com a série. sabemos que na verdade ela tem medo que Robert suspeite que Ned se opõe a ele, completamente influenciada pelo mau pressagio da imagem da loba morta com o chifre de veado preso na garganta.
Em conclusão, Silverman acredita que jogar o jogo dos tronos é tolice caso esteja à procura de felicidade, pois se “ganha-se ou morre” o risco é alto demais e os ganhos não são assim tão positivos.
juro-lhe, nunca me senti tão vivo como quando estava ganhando este trono, nem tão morto como agora que o possuo.
(AGOT, Eddard II)
8-SERIA UM ATO DE MISERICORDIA: ESCOLHA ENTRE A VIDA E AMORTE PARA LÁ DO MAR ESTREITO por Matthew Tedesco
O autor faz um comparativo entre o estado de vida e morte de Bran e Drogo. Ele informa que enquanto Bran está sendo cuidado por um meistre da Cidadela, Daenerys recorreu a magia de Mirri Mas Durr. Porém Tedesco não cita que, antes da magia Mirri trata Drogo de uma forma muito parecida com a que um meistre da Cidadela faria (AGOT, Daenerys VII).
Ele faz uma digressão sobre as escolhas medicas da eutanásia a partir da frase “seria um ato de misericórdia” dita por Jaime a Tyrion em relação a Bran. Por mais cruel que seja essa frase (além de é claro o interesse de Jaime ser na possibilidade do segredo ser descoberto) ela faz um certo sentido quando se vai discutir sobre eutanásia ativa ou passiva “matar ou deixar morrer”.
De acordo com Brock, matar é causar a morte de modo intencional, não importando como ela ocorra. Como a eutanásia passiva é intencional e resulta em morte, trata-se de um ato de matar, tanto quanto a eutanásia ativa. (P.117)
Depois desse soco, Tedesco vai discutir algo ainda mais polêmico: a eutanásia em crianças, já que Bran Stark tem apenas 7 anos. Eu não vou discutir muito aqui sobre essa digressão que o autor faz (que diga-se de passagem é muito bem feita e detalhada trazendo até casos reais da medicina) pois não é algo que estou apta a falar.
Voltando ao assunto da misericórdia, o autor diz que o leitor fica obviamente horrorizado com a sugestão de Jaime Lannister, mas não é a mesma reação que temos quando Daenerys decide por matar Drogo. Ele atribui isso à vida que o leitor espera que Bran tenha depois de sua recuperação, já Drogo estará para sempre em estado vegetativo. Para entender melhor isso ele vai tratar sobre a diferença entre ser humano e ser pessoa.
Michael Tooley, por exemplo, alega que ter consciência e uma concepção de si como indivíduo contínuo de experiências são os critérios fundamentais para definir uma pessoa. (...) Mary Anne Warren cita uma lista de cinco critérios (consciência, raciocínio, atividade automotivada, capacidade de se comunicar e presença de autoconceitos) e argumenta que um número não especificado deles corresponde a uma pessoa. (p. 123)
Portanto o assassinato de Bran seria condenável por ele ser uma pessoa, mas o assassinato de Drogo não seria nem mesmo um assassinato. Seria? “as respostas raramente são fáceis” (p.124).
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2020.07.11 04:55 darkssister Jogando jogo dos tronos: Algumas lições de Maquiavel

Vou analisar mais um texto da Parte Um chamada “Quando se joga o jogo dos tronos ganha-se ou morre” de A Guerra dos Tronos e a Filosofia. Esse é o último texto que vou analisar dessa parte.
JOGANDO O JOGO DOS TRONOS: ALGUMAS LIÇÕES DE MAQUIAVEL por Marcus Schulzke
Neste artigo, o autor faz uma análise da política Westerosi a partir dos ensinamentos de Maquiavel. Ele estabelece a definição dos diferentes tipos de governo/governantes segundo Maquiavel, entre o principado hereditário e dos novos governantes, esse que no processo de estabilização de governo recém obtido acumula inimigos e “ensina aos outros como capturar o trono” (p.47). (Interessante termos discutido um pouco sobre isso nos comentários sobre o texto de Greg Litmann) Isso é algo a ser pensado, já que temos tantos pretendentes a tomar o trono e, “é importante imitar a habilidade dos grandes governantes” (p.47). A história no universo de gelo e fogo é cheia de conquistadores, podemos fazer a correlação direta entre Daenerys e Aegon Icom seus três dragões, mas temos Daeron I que ‘conquistou’ Dorne com uma certa astucia (Isso te lembra algo?) e está sendo lembrado desde o primeiro livro pelo ponto de vista apaixonado de Jon Snow. E temos é claro Robert Baratheon.
Virtú e Fortuna
Essas são as forças necessárias para a conquista do poder segundo Maquiavel. “Virtú é a habilidade de que uma pessoa precisa para tomar o poder e mante-lô, que consiste em fazer contínuas com base com base nas circunstâncias.” (p.48). É importante não confundir Virtú com virtude que está associada a qualidade morais, “Uma pessoa com virtú pode ter todas essas qualidades, mas apenas quando são úteis.” (p.49).
Já a Fortuna está para além do alcance da pessoa, podendo ser traduzida como sorte. Quem tem Virtú faz a própria sorte (mindinho que o diga) e não deixa as coisas acontecerem ao acaso.
A queda dos reis
Ao falar sobre os jogadores Schulzke comenta sobre os erros deles, a começar por Viserys que segundo o autor comete o erro de casar sua irmã com Khal Drogo “porque o obrigou a confiar tanto em Drogo quanto em Daenerys” (p.51). Nunca havia pensado dessa forma ainda mais considerando o quarto elemento dessa equação: Illyrio Mopatis (e o quinto: Varys). Nisso ele também diz:
Se Viserys tivesse superado o orgulho e aceitado liderar o exército de Khal Drogo rumo a Westeros para reclamar o trono, ele poderia ter descoberto que Drogo ou Daenerys esperariam favores em troca.
(p.51)
Mas Viserys na verdade esperava que Drogo levasse seu khalasar à Westeros para tomar o trono como pagamento pela 'venda' de Daenerys de imediato. Mas não é assim que funciona com os Dothraki.
Aconselho-o a ser paciente, Vossa Graça. Os dothrakis cumprem com a palavra dada, mas fazem as coisas ao seu próprio ritmo. Um homem inferior pode suplicar um favor ao khal, mas nunca deve ter a presunção de censurá-lo.
Viserys eriçou-se.
(AGOT, Daenerys II)
Para Schulzke, Robert Baratheon é um homem com virtú, porém é inconsistente e descontrolado o que afasta homens honrados e atrai bajuladores e mentirosos. Já Joffrey é imaturo e violento o que o leva a ser odiado, a pior opção de todas. Sobre Eddard Stark a visão do autor é de que ele comete o erro de não saber quando não ser virtuoso. Maquiavel acreditava que um governante deve ser tanto amado quanto temido, mas que o medo é uma emoção mais confiável. Tywin Lannister concordaria.
Para Schulzke, Robb talvez seja o rei que chegue mais perto do conceito de Virtú, mas comete o erro de confiar demais. Ele dá o exemplo (é claro) de Lorde Frey, na qual Robb fica dependente de uma travessia controlada por esse lorde não confiável sobre um contrato de casamento. O autor admite que Robb não tinha outra escolha, “mas errou ao não acabar com a dependência quando estava numa posição mais favorável e poderosa” (p.55). Acho esse um péssimo exemplo, pois não houve posição favorável a Robb para poder romper essa dependência do Frey (ele só não esperava que o resultado pudesse ser tão desastroso). O exemplo poderia ser a confiança que o Jovem lobo coloca em Theon Greyjoy, que apesar de ser seu amigo era um refém em Winterfell.
Use uma máscara
O autor cita outros personagens cheios de Virtú, como obviamente o ‘maquiavélico’ Petyr Baelish e Arya Stark, a qual ele diz que carece muito de fortuna, sendo assim azarada. Eu particularmente descordo e considero Arya até sortuda em alguns momentos.
“A Virtú exige que uma pessoa se adapte as circunstâncias” (p. 57) Os personagens de ASOIAF estão geralmente sempre fazendo isso, Martin criou vários personagens com essa característica da Virtú.
Os que fazem a própria sorte
Nessa sessão o autor cita Tyrion e Daenerys, e como a astúcia deles os livram de situações complicadas, principalmente Tyrion. Porém não podemos esquecer que o Lannister sabe usar com Virtú a fortuna de nascença dele: o ouro de sua casa. Já sobre Daenerys, ele diz que ela consegue atrair para si a devoção do povo e conquista um exército com libertos e pessoas leais. Para ele, Daenerys consegue ser amada e temida, é capaz de enganar e influenciar, além de tomar decisões racionais. O autor analisa só AGOT e ACOK, mas sabemos que Daenerys mostrou muito mais de sua virtú ao longo do tempo, como a libertação dos escravizados em Astapor, a tomada e o reinado em Meereen e a escolha de fazer um casamento político com Hizdahr mesmo quando está apaixonada por Daario. Para Sculzke, ela é o maior exemplo de Virtú nas crônicas, porém nem mesmo ela está livre do perigo da vulnerabilidade.
Isso e paz, disse a si mesma. Era o que queria, pelo que trabalhei, o motivo pelo qual me casei com Hizdahr. Então por que tem gosto de derrota?
(ADWD, Daenerys VIII)
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2020.07.07 01:48 darkssister As mentiras que contamos por amor

Volto para analisar mais um texto de A Guerra dos Tronos e a Filosofia, ainda da Parte Um chamada “Quando se joga o jogo dos tronos ganha-se ou morre”
2- MENTIR A UM REI É UM GRANDE CRIME por Don Fallis
Fallis questiona se seria moralmente pior mentir para um rei, citando como exemplo no episódio em Darry no primeiro livro. Mas é moralmente mentir para um rei? Fallis responde que de acordo com o consequencionalismo, sim é pior, mas, para mim, isso não é o que mais importa nesse ensaio.
O autor cita várias mentiras e enganações feitas pelos personagens, mas guarda uma sessão única chamada As mentiras de Lorde Stark e enumera as mentiras como a de dizer que Catelyn prendeu Tyrion às ordens dele quando na verdade isso era uma tentativa de proteger a esposa, ele conta essa mentira inclusive para o rei. Além dessa tem a sua falsa confissão antes de sua execução. Fallis diz que, alguns filósofos, como Paul Grice, diriam que falta comprometimento com a mentira que Eddard conta no septo e por isso ela não seria uma mentira, pois ele foi coagido a dizer aquilo. Outros como J. L. Austin, diriam que ainda assim o Stark mentiu, pois ele tinha a opção de não a fazer e assumir as consequências, como fez Sir Thomas More, que foi coagido a dizer que Henrique VIII tinha autoridade sobre a igreja na Inglaterra.
Entre as mentiras de Eddard pode-se somar seu último encontro com Robert:
-Robert...-ele quis dizer Joffrey não é seu filho, mas as palavras não vieram. A agonia estava escrita de forma muito clara no rosto de Robert; não podia feri-lo mais. E assim Ned baixou a cabeça e escreveu, mas no lugar em que o rei dissera “o meu filho Joffrey, escreveu “o meu herdeiro”. O engano fê-lo sentir-se sujo. As mentiras que contamos por amor, pensou. Que os deuses me perdoem.
(AGOT, Eddard XIII)
Fallis concluiu que mesmo a mentira de Eddard não sendo uma ação, nesse caso ele omitiu algo do rei do qual ele é mão, portanto ele está enganando Robert, assim como Cersei.
Mentir é pior que enganar?
O autor reflete agora sobre a mentira/engano de Cersei em relação a paternidade dos filhos dela. Ele cita Kant e Chishalm que achariam que, se ela tentasse garantir explicitamente que Joffrey, Myrcella e Tommen são filhos de Robert ela teria feito algo pior. Eu acredito que nesse caso a mentira e a enganação são a mesma coisa. Apenas enganação seria no caso do relacionamento que ela mantém com Jaime, já que ela nunca precisou mentir para orei sobre isso (mas vai mentir para outras pessoas como o Alto Pardal).
-E, por último, pior de todos, alguns dizem que seus filhos não foram gerados pelo Rei Robert, que são bastardos nascidos do incesto e do adultério.
-Stannis diz isso -Cersei falou imediatamente.-Uma mentira, uma mentira, uma mentira, uma mentira palpável.
(ADWD, Cersei I)
Trair a confiança e transferir a responsabilidade
Levar alguém a confiar na sua enganação faz com que o ato seja pior? O fato da outra pessoa ter se enganado transforma algo em mentira? Para Fallis “É possivél levar alguém a confiar e trair esta confiança sem contar uma mentira direta” (p. 38), isso é o que Mirri Mas Durr faz com Daenerys quando ela diz que só a morte pode pagar pela vida e faz a Khaleesi acreditar que avida trocada é pela
-Preveniu-me que só a morte podia pagar pela vida. Pensei que se referisse ao cavalo.
-Não. - Disse Mirri Mas Duur. -Era nisso que queria acrditar. Conhecia o preço.
(AGOT, Daenerys IX)
Fallis se questiona se o fato de Daenerys ter se enganado diminuiria a responsabilidade moral de Mirri sobre o engodo. De certa forma, a Maegi preservou a autonomia de Daenerys e a escolha foi feita pela Khaleesi. Filosofos como Kant e Stuart Mill enfatizam o valor moral da autonomia.
Daenerys poderia facilmente ter esclarecido a questão ao perguntar: “Você realmente quer dizer que pode devolver a saúde de Drogo tendo como preço apenas a morte do cavalo dele?” (p.40)
Fallis também analisa a enganação como artificio de guerra, que obviamente está ligado à tática de Robb para o Ramo Verde. Nesse momento ele parafraseia Sor Barristan “pouca honra existe em truques” (mas nosso querido sor sabe da importância de um truque para ser bem sucedido em uma empreitada como por exemplo no desafio de Valdocaso). O autor deixa claro que ele não concorda com a ideia de que “no amor e na guerra vale tudo”, pois alguns tipos de enganações são injustificáveis em termos morais em batalhas, Tywin Lannister inclusive é mestre nesse tipo de engodo.
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2020.05.14 17:29 dragobonacich Satélite Musical transmitirá Concierto Tributo a Freddie Mercury.

Satélite Musical transmitirá Concierto Tributo a Freddie Mercury.
Satélite Musical transmitirá este fin de semana el Concierto Tributo a Freddie Mercury. El 20 de abril de 1992 Queen y varias estrellas de la música se reunieron para rendirle tributo a Freddie Mercury, el legendario cantante de la banda inglesa que había fallecido cinco meses antes. Ahora el evento será transmitido nuevamente para recaudar fondos en la lucha contra la pandemia, recordando las actuaciones de Metallica, Extreme, U2, David Bowie, Tony Iommi de Black Sabbath, Robert Plant de Led Zeppelin, George Michael, Elton John y Axl Rose, entre otros, tocando junto a Queen en el Estadio Wembley. La cita es este viernes 15 de mayo a las 12:00 pm de Ciudad de México, 01:00 pm de Santiago de Chile y 02:00 pm de Buenos Aires. Aquí el enlace https://www.satelitemusical.net/queen_the_freddie_mercury_tribute_concert.html
Freddie Mercury.
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2020.05.01 10:57 kong-dao COVID-19: GDPR Violado

La pandemia abrazó al mundo en un aspecto sanitario y tecnológico, las distopias de Aldous Huxley o George Orwell (entre otros) aparecieron para quedarse, la realidad siempre supera la ficción, oculta desde la sombra miraba todo, lista para arrimarse cuando quisiera.
Con la idea de mezclar ambas partes, ciencia y tecnología, las empresas no tardaron en hacer una sinfonía orquestada que aturde a usuarios con el bombarde de información por medio de la televisión, radio, prensa o internet, que además utiliza como herramientas de control sin su conscentimiento, la excusa: COVID-19. No ahondaré en países donde la vigilancia rompe con todas las "libertades civiles" como China, Rusia, Corea del Norte, Corea del Sur, Estados Unidos, Australia, Canada, Nueva Zelanda, Japón, Israel, Iran y más, pero sí donde los políticos se regocijan y vanaglorian de las leyes aprobadas: Europa.
La "fiebre tecnológica" saltó al mundo cuando la OMS declaró la pandemia, miles de empresas de hardware y software especializadas en mediciones térmicas empezaron a frotarse las manos para "predecir" los síntimas del virus: fiebre, fatiga, pérdida del apetito y el olfato, tos, dolor muscular (efecto secundario de la fiebre), son los más "comunes" Resulta dificil atribuir a un virus síntomas tan generales, pero no tanto gracias a la tecnología que se instalará en aeropuertos, aviones, edificios públicos y privados (compañías) y no es casualidad que el "mercado térmico" haya saltado como nunca antes con un valor estimado de €65 Billones según Telegraph
Recientemente Google y Apple se asociaron para "ayudar" con su aporte tecnológico, crearon una API (Programa de Aplicación con Interfaz - Application Programming Interface) hoy conocida como "app", que estará en los sistemas operativos Android e iOS a partir de las proximas actualizaciones de software. La aplicación utilizará el sistema de Bluethooth para identificar, gracias al GPS, cerca de quien estuvo, cuándo y dónde, hará "tests" de COVID-19 que si da positivo se enviará a las autoridades y luego se enviarán una alerta de forma anónima a la persona que estuvo en contacto con el "infectado". Ante esta iniciativa del sector privado, los gobiernos de Francia y Alemania levantaron la mano para pedir acceso a los códigos, mientras ellos desarrollan sus propias APIs con la ayuda de los institutos Inria (Francia) y Fraunhofer (Alemania) ambos miembros del proyecto PEPP-PT (Pan-European Privacy-Preserving Proximity Tracing) los que según la documentación oficial subida a Github (compañía adquirida en 2018 por Microsoft en U$7.5 Billones) no muestra el código fuente, solamente se ven unos cuantos pdf además de las 43 incidencias entre las que se relacionan los problemas de privacidad y seguridad que ofrece la "app", cuyo último documento fue subido por el primer instituto fechada el 30 de Abril de 2020 diciendo respetar las normas mínimas del GDPR (¿Qué dice el GDPR? Lo aclaro debajo) La pregunta sería ¿cómo la API puede descartar los falsos-positivos? Aún no está claro. Lo que si está claro es que el mismo documento oficial aclara que el impacto será la Vigilancia Masiva, los informes son precarios con respecto a la información técnica sobre la tegnología que utilizarán y si la app será centralizada o descentralizada, es decir de código abierto (open-source) o código cerrado (al que acceden solamente los "dueños") que de momento sería el último caso. Este plan o proyecto "pan-europeo",comenta Thomson Reuters, fue apoyado por las más grandes empresas de telecomunicaciones de Europa entre las que se encuentran: Vodafone, Deutsche Telekom, Orange, Telefonica, Telecom Italia , Telenor, Telia y Telekom donde la primer ministra alemana Angela Merkel apoyó de forma rotunda tras bloquear las acciones de Trump para comprar vacunas a CureVac (farmaceutica alemana subvencionada por la Fundación Bill & Melinda Gates) Desde el mes de Abril los países que comenzar con el plan fueron: España, Italia, Noruega, Belgica, Inglaterra, Portugal y Grecia.
La página oficial de la empresa española Telefónica muestra de forma orgullosa su historia colaborativa con Facebook, además de asociarse con Google y el gobierno español para desarrollar una "app" local y combatir el COVID, empresas que la Comunidad Europea estaba bloqueando por considerarlas "comeptencia".
Vodafone tiene actualmente trabajando a investigadores pagados por la Fundación Bill & Melinda Gates para luchar contra la pandemia, una con la que tienen relación hace más de 10 años según la web oficial de la institución. (Esta fundación ya fue expuesta en otro articulo sobre su intención de reducir la población mundial y cómo se relaciona con la infame OMS)
GDPR
En 2016 la Comunidad Europea aprobó la Regulación de Protección General de Datos (siglas en inglés: GDPR) aplicada (tardíamente) en 2018 para trabaja a la par es el Comité Europeo de Protección de Datos (EDPB por sus siglas en inglés) Esta última, dirigada por la abogada Andrea Jelinek, hizo publico un breve comunicado de 3 páginas en la web oficial el día 19 de Marzo de 2020, en la 1er pág. cita:
Emergency is a legal condition which may legitimise restrictions of freedoms provided these restrictions are proportionate and limited to the emergency period. (La emergencia es una condición legal que puede legitimar las restricciones de las libertades\, siempre que estas restricciones sean proporcionadas y limitadas al período de emergencia)*
*[La palabra legitimar deriva de legítimo, es decir, legal, lícito o permitido, lease "es permitido restringir las libertades"] Condición anti-ćonstitucional de los "derechos humanos" que rechaza de pleno el Articuloº13 sobre la libre circulación.
El 20 de Abril, una publicación de Bloomberg declara:
We know that cellphone contact tracing is effective, though, in part through documents made public by the former U.S. intelligence contractor Edward Snowden describing how the National Security Agency gained access to global location data by tapping into mobile network cables. Intelligence agencies used this data to uncover hidden associations of known targets based on intersecting movements. (Sin embargo, sabemos que el rastreo de contactos de teléfonos celulares es efectivo, en parte a través de documentos hechos públicos por el ex contratista de inteligencia de los Estados Unidos, Edward Snowden, que describen cómo la Agencia de Seguridad Nacional obtuvo acceso a datos de ubicación global al conectarse a cables de redes móviles. Las agencias de inteligencia utilizaron estos datos para descubrir asociaciones ocultas de objetivos conocidos basados en movimientos de intersección.)
Recientemente el navegador Brave que apunta a la privacidad de los usuarios (pero no más que el open-source Firefox) denunció a la comunidad Europea por violar las políticas de GDPR con respecto a los usuarios, alegando que los gobiernos están fallando en respetar las políticas que ellos mismos crearon para proteger a los usuarios.
El periódico inglés Daily Mailpublicó un articulo titulado: "Cuando las pandemias golpean, el libro de reglas sale volando por la ventana": Expertos advierten que el rastreo de smartphones para encontra el coronavirus puede pavimentar un gran camino a la vigilancia masiva
Otro medio que levantó la alarma fue Politico con el titular: La privacidad amenazada en Occidente por combatir el virus
Está claro que gracias a la tecnología GPS se puede hacer un seguimiento bastante preciso, se puede saber dónde vive, dónde trabaja, con quien se junta (por proximidad entre los móviles que transmiten beams o beacons) y dónde, con qué frecuencia visita x lugares, los sitios turisticos o de consumo que frecuenta, información obviamente detallada por una cronología que indica en qué hora, min y seg, si se estuvo moviendo o estuvo quieto. Un instrumento más del hoy llamado Big Data
Las más grandes tecnologías, medios de comunicación, y gobiernos están haciendo de "reguladores de información" contra las "fake news", unas falsas noticias que ellos mismos crean para generar confusión y desinformación en la sociedad actual, así es más fácil de dirigir a las masas hacia un futuro sin libertad de expresión, sin libre-pensamiento, sin democracia, es decir, sin libertad(es) y que además viola los derechos humanos, y las leyes que los mismos gobiernos crearon.
La tecnología es una poderosísima herramienta, saber usarla está en sus manos, ignorarla es dejar que otros la usen en su nombre para hacer bien o para hacer mal, algo que usted nunca sabrá.
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Anexos:
Población de Europa (2020) - Fuentes:
World Population ReviewPopulation PiramidWorld Meters
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2020.04.26 01:35 him_x 3.2. Código Limpio: Funciones, Instrucciones Switch y Polimorfismo

De acuerdo, aquí les va un truco que aprendí en el Clean Code de Robert C. Martin que me parece bastante valioso y el cual todo programador debería tener en mente: Las instrucciones S W I T C H
Como ya lo habíamos visto en el post anterior las funciones deberían ser cortas y deben hacer una sola cosa. Cuando vemos que es necesario escribir una instrucción switch, y lo mismo va para cadenas if/else probablemente estamos ante la necesidad de hacer más de una sola cosa, quizás se podría pensar en refactorizar el código pero si no podemos evitar usar la instrucción switch podríamos intentar ocultar la expresión en una clase de nivel inferior y hacer uso del polimorfismo.
Pensemos en esto; las siguiente operaciones para calcular un salario se pueden dar de acuerdo a un tipo de empleado:
public Money calculatePay(Employee e) throws InvalidEmployeeType { switch (e.type) { case COMMISSIONED: return calculateCommissionedPay(e); case HOURLY: return calculateHourlyPay(e); case SALARIED: return calculateSalariedPay(e); default: throw new InvalidEmployeeType(e.type); } } 
El problema es que aunque esta función pueda parecer inofensiva en un comienzo probablemente llegarán nuevos tipos de de empleados haciendo que la función crezca sin control ¿Y qué va a pasar cuando tengamos que realizar alguna otra acción por cada tipo de empleado que tenemos? Si necesitamos saber si es el día de pago para ese tipo de empleado tendríamos otra función isPayDay(Employee e, Date date) con la misma estructura switch y con los mismo problemas que la anterior arrastra, esta función hace más de una cosa porque debe encontrar el tipo de empleado y luego calcular su paga y por ende tiene más de un motivo para cambiar, en caso de que se tenga un nuevo tipo de empleado o si la forma de calcular el pago de un empleado cambia.
Este problema se puede solucionar ocultando la instrucción switch en una factoría abstracta. La factoría se encarga de devolvernos la instancia correcta de cualquiera de los derivados de empleado (Employee) que tenemos y las distintas funciones serán usadas de manera polimórfica para calcular el salario, saber si es el día de paga y entregar el pago (calculatePay, isPayDay, deliverPay)
public abstract class Employee { public abstract boolean isPayDay(); public abstract Money calculatePay(); public abstract void deliverPay(); } -------------------------- public interface EmployeeFactory { public Employee makeEmployee(EmployeeRecord r) throws InvalidEmployeeType; } -------------------------- public class EmployeeFactoryImpl implements EmployeeFactory { public Employee makeEmployee(EmployeeRecord r) throws InvalidEmployeeType { switch (r.type) { case COMMISSIONED: return new CommissionedEmployee(r); case HOURLY: return new HourlyEmployee(r); case SALARIED: return new SalaryEmployee(r); default: throw new InvalidEmployeeType(r.type); } } } 
Esto me ha ayudado mucho para ocultar instrucciones switch cuando es necesario escribirlas, haciendo uso del polimorfismo.
Al respecto el tío Bob dice:
Mi regla general para las instrucciones switch es que se pueden tolerar si sólo aparecen una vez, se usan para crear objetos polimórficos y se ocultan tras una relación de herencia para que el resto del sistema no las pueda ver. Evidentemente cada caso es diferente y en ocasiones se puede incumplir una o varias partes de esta regla.
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Todo lo escrito en este post es mi interpretación de partes del libro "Clean Code" del autor "Robert C. Martin", recomiendo leer al autor para ampliar el conocimiento y los conceptos.
Todas las citas son tomadas textualmente del libro "Clean Code".
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2020.04.26 00:44 him_x 3.1. Código Limpio: Funciones

Cuando comenzamos en el camino de la programación en algún momento nos encontraremos con las funciones, una función bien programada puede ser una obra de arte. Sin embargo en mi experiencia personal abusar del tamaño de las funciones nunca puede resultar en algo bueno.
Yo era el programador en el área de TI en un colegio, el software había sido desarrollado por un compañero que se había ido de la empresa y había una parte, bastante critica en el software, que se encontraba programada en dos funciones, ambas funciones tenían más de mil líneas cada una y eran completamente impenetrables, aunque yo trataba de separar el concepto universal que la función quería abarcar en conceptos más pequeños era muy complicado sin que todo se rompiera.
Tiempo despues, al leer clean code, he comprendido muchas cosas que hubiera podido hacer por este caso tan caótico:
La primera regla de las funciones es que deben ser de tamaño reducido. La segunda es que deben ser todavía más reducidas.
Pienso constantemente y tengo siempre muy presente el consejo acerca de las funciones que menciona el tío Bob:
LAS FUNCIONES SOLO DEBEN HACER UNA COSA. DEBEN HACERLO BIEN Y DEBE SER LO ÚNICO QUE HAGAN.
Una vez que comencé a aplicar estos consejos me di cuenta que mi código no sólo era más agradable de leer y mantener sino que adquiría un sentido. Que se podía entender más claramente la intención con la que cada sección del código había sido escrita, muy distinto de ver bloques de código interminables e ininteligibles, llenos de variables con nombres sin sentido que juntaban todos los conceptos.
Tal vez soy redundante con esto pero es importante tener en cuenta que tener funciones bien escritas que hagan una sola cosa nos puede salvar bastantes horas de trabajo y uno que otro dolor de cabeza.
En nuestras manos se encuentra decidir qué tan legible serán nuestros método y por ende nuestro código.
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Todo lo escrito en este post es mi interpretación de partes del libro "Clean Code" del autor "Robert C. Martin", recomiendo leer al autor para ampliar el conocimiento y los conceptos.
Todas las citas son tomadas textualmente del libro "Clean Code".
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2020.02.28 16:12 MarkDMill Great deals for 2/28, including iPad Pro, Weather against humans, & more

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2020.02.04 18:30 him_x 2. Código Limpio: Nombres con sentido

Es probable que todos sepamos en teoría la importancia de los nombres en variables, funciones, clases, archivos y así sucesivamente, sin embargo, si se supone que todos conocemos la importancia de los nombres al programar ¿Por qué muchas veces nos encontramos con variables, funciones o clases cuya razón de ser resulta tan difícil de inferir sólo con ver su nombre?
No deberíamos tener miedo de cambiar nombres cuando se nos ocurre que podríamos nombrar mejor una variable, función o clase, es un proceso correcto dentro del desarrollo. Muchas veces me ha pasado y quizás muchos se sientan identificados con esto también, que entras a un bloque de código con variables que tienen nombres extrañamente similares y al final no terminas de entender exactamente qué guarda cada variable, por lo que es necesario releer el código varias veces hasta que tengamos todo el panorama completo en la cabeza, esto significa una sobrecarga cognitiva para nosotros cuando tenemos que leer un código para modificarlo, ya sea para añadir una nueva funcionalidad o para corregir un error.

El nombre de una variable, función o clase debe responder a una serie de cuestiones básicas. Debe indicar por qué existe, qué hace y cómo se usa. Si un nombre requiere un comentario, significa que no revela su cometido.
int d; // tiempo transcurrido en días 
El nombre d no revela nada. No evoca una sensación de tiempo transcurrido, ni de días. Debe elegir un nombre que especifique lo que se mide y la unidad de dicha medida.
A continuación muestro unos ejemplos de nombres de variable en inglés, tomados del libro de Robert C Martin, si esto va contra las reglas de la comunidad por favor comentarlo y los traduciré:
int elapsedTimeInDays; int daysSinceCreation; int daysSinceModification; int fileAgeInDays; 
La elección de nombres que revelen intenciones facilita considerablemente la comprensión y la modificación del código. ¿Para qué sirve el siguiente código?
public List getThem() { List list1 = new ArrayList(); for (int[] x : theList) { if (x[0] == 4) list1.add(x); } return list1; } 
¿Por qué es complicado saber la función de este código? No hay expresiones complejas. Los espacios y el sangrado son razonables. Sólo hay tres variables y dos constantes. Ni siquiera contiene clases complejas o métodos polimórficos, sólo una lista de matrices (O eso parece).
El problema no es la simplicidad del código sino su carácter implícito: el grado en el que el contexto no es explicito en el propio código requiere que sepamos las respuestas a las siguientes preguntas:
  1. ¿Qué contiene theList?
  2. ¿Qué significado tiene el subíndice cero de un elemento de theList?
  3. ¿Qué importancia tiene el valor 4?
  4. ¿Cómo se usa la lista devuelta?
Las respuestas a estas preguntas no se encuentran en el código pero se podrían haber incluido. Imagine que trabaja en un juego de buscar minas. El tablero es una lista de celdas llamada theList. Cambiemos el nombre por gameBoard. Cada celda del tablero se representa por medio de una matríz. El subíndice cero es la ubicación de un valor de estado que, cuando es 4, significa que se ha marcado. Al asignar nombres a estos conceptos mejoramos considerablemente el código:
public List getFlaggedCells() { List flaggedCells = new ArrayList(); for (int[] cell : gameBoard) { if (cell[STATUS_VALUE] == FLAGGED) flaggedCells.add(cell); } return flaggedCells; } 
La simplicidad del código no ha cambiado. Sigue teniendo los mismos operadores y constantes y el mismo número de niveles anidados, pero ahora es mucho más explicito. Podemos crear una sencilla clase para celdas en lugar de usar una matriz de elementos int. Puede incluir una función que revele el objetivo (Con el nombre isFlagged) para ocultar los números. El resultado es una nueva versión de la función:
public List getFlaggedCells() { List flaggedCells = new ArrayList(); for (Cell cell : gameBoard) { if (cell.isFlagged()) flaggedCells.add(cell); } return flaggedCells; } 
Con estos sencillos cambios de nombre, es fácil saber qué sucede. Es la ventaja de seleccionar nombres adecuados.
Creo que lo citado anteriormente es bastante ilustrativo. En mi experiencia propia, cierta ocasión trabajé con un grupo de desarrollo que abusaba en exceso de "constantes sin nombre":
if (factura.estadoFactura == 4) 
Algo que resulta terriblemente confuso a no ser que se tenga un conocimiento profundo sobre la base de datos que se está trabajando y dificulta el aprendizaje y la lectura de código de los programadores nuevos que llegan al proyecto. Por mi parte, siempre declaraba una constante en el modelo pertinente en estos casos
ESTADO_FACTURA_CANCELADA = 4; 
Para luego llamar en el código:
if (factura.estadoFactura == ESTADO_FACTURA_CANCELADA) 
En el lugar donde trabajaba antes se programaba en español, la manera de trabajar y dar formato al código debe ser elegida de mutuo acuerdo por el equipo, más adelante haré un post al respecto.
Es muy importante evitar desinformar a la hora de escribir nuestro código. Probablemente hayan visto un compañero o ustedes mismos lo hayan hecho alguna vez, tienen un grupo de variables que pertenecen a un concepto común y lo que hacen comenzar a enumerar las variables:
int valorFactura1; int valorFactura2; 
Al no tener un concepto claro de la diferencia entre una variable y otra seguramente tendremos que leer todo el código para entenderlo, ejecutar el script varias veces e imprimir su resultado ¡sólo para saber la diferencia entre una variables y otra!

Los nombres de series numéricas (a1, a2, ... aN) son lo contratrio a los nombres intencionados. No desinforman, simplemente no ofrecen información; son una pista sobre la intención del autor. Fíjise en lo siguiente:
public static void copyChars(char a1[], char a2[]) for (int i = 0; i < a1.length; i++) { a2[i] = a1[i]; } } 
Esta función se lee mejor cuando se usan source y destination como nombres de argumentos.
También están las reglas generales de las que se habla más a menudo como por ejemplo nombrar los métodos como verbos postPayment, deletePage o save. Los métodos de acceso, de modificación y los predicados deben tener como nombre su valor y usar como prefijo get, set e is de acuerdo al estandar de javabean.
El tema puede ser ampliado mucho más, sin embargo por ahora creo que se han dejado claros ciertos puntos, si alguien desea que se hable más del tema lo haré con gusto.
Hasta el próximo post.
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Todo lo escrito en este post es mi interpretación de partes del libro "Clean Code" del autor "Robert C. Martin", recomiendo leer al autor para ampliar el conocimiento y los conceptos.
Todas las citas son tomadas textualmente del libro "Clean Code".
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2020.01.20 17:11 MacCohen Le fonti del Libro di Mormon

Crescendo in chiesa ho sempre sentito e letto che il libro di Mormon era un esempio di letteratura ebraica e che sarebbe stato impossibile per Joseph Smith scriverlo. Con lo studio e il tempo sono però giunto alla conclusione che queste rivendicazioni avrebbero potuto essere vere solo se lui non avesse letto la Bibbia (da cui trae tutta la sua influenza ebraica) e che anzi il Libro di Mormon dimostra in molti modi come sia nato in una cultura ed un’epoca riconducibili agli Stati Uniti della prima metà del 1800.
Mark Twain ebbe l’occasione di leggere il Libro di Mormon durante un viaggio attraverso lo Utah nel 1861 e scrisse nel suo stile caustico che “Il libro non sembra altro che una prolissa cronaca immaginaria sulla falsariga del Vecchio Testamento, seguita da un tedioso plagio del Nuovo. L’autore si è dato una gran pena per infondere al suo linguaggio gli echi remoti e il ritmo inconfondibile della traduzione di Re Giacomo, e il risultato è un ibrido: una prosa per metà moderna e spigliata, e per metà scarna, arcaica e solenne. La prima è più spontanea, ma il contrasto con la seconda, faticosa e innaturale, le dà un che di grottesco. Ogni volta che Smith trovava il proprio stile troppo attuale – più o meno ogni due frasi – ci ficcava dentro un paio di locuzioni biblicheggianti come “Or avvenne che” o “In capo di alquanto tempo”, e sistemava tutto. Senza gli “Or avvenne che”, il suo intercalare preferito, questa Bibbia sarebbe rimasta un comunissimo pamphlet.” (In cerca di guai, 1872)
Oltre a far notare il linguaggio ispirato alla Bibbia del re Giacomo, che riprende uno stile letterario popolare negli Stati Uniti dal 1770 al 1830 (cfr. First Book of Napoleon e The Late War Between the United States and Great Britain, che presentano diverse espressioni identiche a quelle contenute nel Libro di Mormon che non ci sono nella Bibbia), Mark Twain rimarca che anche la trama ha elementi comuni alla Bibbia.
Fra le somiglianze c'è qualche episodio che mi ha sempre dato da pensare:
Ether 8 Marco 6
11 Ed ora, Omer era amico di Achish; pertanto, quando Giared ebbe mandato a chiamare Achish, la figlia di Giared danzò dinanzi a lui, cosicché gli piacque, tanto che egli la volle in moglie. E avvenne che egli disse a Giared: Dammela in moglie. 12 E Giared gli disse: Te la darò se mi porterai la testa di mio padre, il re. 22 La figliuola della stessa Erodiada essendo entrata, ballò e piacque ad Erode ed ai commensali. E il re disse alla fanciulla: Chiedimi quello che vuoi e te lo darò. 23 E le giurò: Ti darò quel che mi chiederai; fino alla metà del mio regno. 24 Costei, uscita, domandò a sua madre: «Che chiederò?» E quella le disse: «La testa di Giovanni Battista».
Alma 18 Giovanni 1
13 E uno dei servi del re gli disse: Rabbana, che interpretato significa potente o grande re; pensando che i re debbano essere potenti; e gli disse così: Rabbana, il re desidera che tu rimanga 38 E Gesù, voltatosi, e osservando che lo seguivano, domandò loro: Che cercate? Ed essi gli dissero: Rabbì (che, interpretato, vuol dire: Maestro), ove dimori?
Nonostante il Libro di Mormon dica di essere stato scritto dal VI secolo a.C., è costellato di passaggi biblici scritti dopo la conquista babilonese del regno di Giuda, che quindi non erano nelle tavole di Labano: il solo Nefi per esempio cita frequentemente nei suoi due libri il Deutero-Isaia (i capitoli di Isaia a partire dal 40 sono scritti dall’esilio babilonese in poi), Malachia (scritto dopo il ritorno dall’esilio), i quattro Vangeli, Atti, Apocalisse, metà delle lettere paoline (Romani, 1 e 2 Corinzi, Galati, Efesini, 1 Timoteo), Ebrei e 2 Pietro. I successori di Nefi citeranno oltre a questi anche Filippesi, Colossesi, 1 Tessalonicesi, Giacomo, 1 Pietro e 1 Giovanni prima che questi fossero scritti.
Il Libro di Mormon contiene versetti di Marco 16:9-20, un testo non presente nei manoscritti più antichi del Nuovo Testamento ma citato in 2 Nefi 31:14, 3 Nefi 11:33-34, Mormon 9:22-24 ed Ether 4:18. Poi 3 Nefi 13 riprende Matteo 6, ma al versetto 13 conclude la preghiera del Padre Nostro con la frase “Poiché tuo è il regno, e il potere, e la gloria, per sempre. Amen.” Questa si trova nella Bibbia del re Giacomo ma è in realtà un’aggiunta tarda e infatti non la troverete nella vostra Bibbia. Ci sono altri casi in cui il libro di Mormon cita testi spuri dalla re Giacomo, ma voglio restare conciso.
Le citazioni bibliche sono copiate tali e quali dalla Bibbia del re Giacomo, anche quando alcune di queste verranno poi modificate da Smith stesso nella sua Versione Ispirata (per esempio 3 Nefi 13:12, 25-27 e 14:6 sono identici a Matteo 6:13, 25-27 e 7:6 ma nella Versione Ispirata sono diversi). Una traduzione scorretta della Bibbia del re Giacomo porta Smith a parer mio a parlare dell’arco d’acciaio spezzato da Nefi (1 Nefi 16:18), tratta da Salmi 18:34 “He teacheth my hands to war, so that a bow of steel is broken by mine arms”. La traduzione più aggiornata di Luzzi lo rende in “ammaestra le mie mani alla battaglia e le mie braccia tendono un arco di rame” perché il termine originale nehushah in ebraico significa rame o bronzo, ma non acciaio.
I nomi ebraici sono copiati dalla Bibbia (abbiamo addirittura un Timoteo in 3 Nefi 19:4, che però è greco) e Smith arriva a imitare i nomi teoforici ebraici per darsi credibilità (Geremia, Isaia, Elia, Malachia o Zaccaria, composti col suffisso -iah, che indica Geova, ispirano Moroniha, Nefiha, Mathonia, Ammoniha, Cumeniha nel Libro di Mormon). I nomi non biblici invece sono inventati di sana pianta e non seguono l'onomastica ebraica o di qualche popolo precolombiano. I Giarediti, nonostante vivessero molti secoli prima della cultura ebraica, avevano stranamente anche nomi ebraici (Efraim è una collina in Ether 7:9, mentre personaggi chiamati Levi e Aaronne sono presenti nella genealogia di Ether 1:15, 20). La stessa collina di Cumora è secondo me ispirata al nome di Gomorra, che in inglese si pronuncia in modo molto simile.
Il Libro di Mormon è anche pieno di discorsi simili a quelli dei predicatori del secondo grande risveglio. Alexander Campbell, uno dei fondatori del restaurazionismo a cui era legato personalmente Sidney Rigdon, disse dopo aver letto il Libro di Mormon: “Questo profeta Smith, attraverso i suoi occhiali di pietra, ha scritto sulle tavole di Nefi, nel suo Libro di Mormon, ogni errore e quasi tutte le verità discusse nello Stato di New York negli ultimi dieci anni. Egli decide riguardo tutte le grandi controversie -battesimo di bambini, ordinazione, la trinità, rigenerazione, pentimento, giustificazione, la caduta dell’uomo, l’espiazione, transustanziazione, digiuno, penitenza, governo della chiesa, esperienza religiosa, la vocazione al ministero, la resurrezione generale, la punizione eterna, chi può battezzare e perfino la questione della massoneria, del governo repubblicano e i diritti dell’uomo. Ci sono riferimenti ripetuti a tutti questi argomenti. Quanto è benevolo ed intelligente questo apostolo americano, più dei santi dodici, anche aiutati da Paolo! Ha profetizzato su tutti questi argomenti e sull’apostasia e decide, in modo infallibile, con la propria autorità, ogni questione. Com’è facile profetizzare sul passato o sul tempo presente!” (An Analysis of the Book of Mormon, 1832, p. 13) Campbell fa anche notare alle pagine 9-10 dello stesso testo che nel Libro di Mormon ci sono discorsi religiosi antimassonici riguardo alle società segrete (come i ladroni di Gadianton), anch'essi molto comuni all'epoca per via del complottismo di alcune figure religiose e il caso nato dopo la misteriosa scomparsa di William Morgan, nonostante diversi membri della famiglia Smith fossero massoni. Lo stesso Martin Harris riteneva che il Libro di Mormon fosse "la Bibbia antimassonica e che tutti coloro che non ci credono saranno dannati" (Geauga Gazette, 15 marzo 1831)
Lo storico mormone Richard Bushman in un AMA su Reddit del 2015 scrive che “[…] leggendo Alma nel Libro di Mormon, ho iniziato a cercare su Google lunghe frasi dai sermoni e queste apparivano in sermoni nello stesso identico contesto dottrinale. Tutti i discorsi su Gesù nel Libro di Mormon, la sua gloria diremmo, hanno un certo non so che del XIX secolo. Secondo me dovremmo diventare gli esperti di questo materiale e capire cosa ci dice sulla traduzione e la natura del testo." Anche lo scrittore mormone Blake Ostler sostiene che "molte dottrine del Libro di Mormon si spiegano meglio in un contesto teologico del XIX secolo."
Lo stesso re Beniamino che si fa costruire una torre per predicare al popolo che si è disposto in tende rivolte verso di lui (Mosia 2:6-7), riprende i camp meetings del secondo grande risveglio, dove i viaggiatori disponevano l'ingresso delle loro tende davanti alla piattaforma da cui il predicatore parlava.
Che i nativi americani fossero discendenti degli ebrei era un’opinione condivisa da molti nordamericani nel XIX secolo: era in voga il mito dei Moundbuilders (costruttori di tumuli), per cui si sosteneva che i nativi americani non fossero abbastanza avanzati da aver potuto erigere i notevoli tumuli che costellano gli Stati uniti come quelli di Cahokia (Illinois) o Serpent Mound (Ohio), ma che doveva essere stato qualche popolo originario del Vecchio Mondo, magari discendenti delle tribù perdute di Israele, poi caduto nella barbarie o sterminato dagli antenati dei nativi americani. Per fortuna l'archeologia ha smentito da tempo questa leggenda degradante e razzista nei confronti dei nativi. Il concetto è importante anche per View of the Hebrews, un libro del 1823 che secondo il Settanta e assistente storico della Chiesa B. H. Roberts avrebbe potuto ispirare Joseph Smith nella stesura del Libro di Mormon. View of the Hebrews inizia parlando dell’assedio di Gerusalemme da parte di Tito, poi racconta di un gruppo di ebrei che fugge e arriva in America; qui si separano in due fazioni, una civilizzata e repubblicana e una barbarica dedita alla caccia che finirà per distruggere il primo. Si racconta anche di un nativo americano che dice che i suoi antenati avevano sepolto un loro antico libro perché non erano più in grado di leggerlo. View of the Hebrews ha la finalità di spiegare che i nativi americani sono discendenti degli ebrei e che invece di essere sterminati dagli Statunitensi dovrebbero essere convertiti per compiere il raduno di Israele, invocato con molte citazioni tratte da Isaia. (Studies of the Book of Mormon, redatto negli anni ’20 ma pubblicato solo nel 1985)
Il Libro di Mormon e in seguito Joseph Smith in numerose occasioni fanno riferimento alla lingua, alla conoscenza oppure all’astronomia egiziana (Nefi 1:2, Mormon 9:32). La spedizione archeologica sotto Napoleone in Egitto (1799-1801) diede inizio all’egittomania sia in Europa che negli Stati Uniti e Smith dimostrerà molto interesse anche quando comprerà le mummie con i papiri che daranno origine al Libro di Abrahamo e in vari testi in cui sosterrà di conoscere l’egiziano.
Altri eventi del Libro di Mormon vengono dalle esperienze personali di Smith e famiglia, per esempio il sogno di Lehi è ispirato a uno praticamente identico fatto da Joseph Smith Sr:
“Credevo di star viaggiando in un campo aperto e desolato che appariva molto brullo. […] La mia guida, che era al mio fianco come l’altra volta, disse: “Questo è il mondo desolato, ma prosegui.” […] Camminando per un altro breve tratto, giunsi a un sentiero stretto. Imboccai questo sentiero e, dopo averlo percorso per un po’, vidi un bel corso d’acqua che scorreva da est a ovest. Non potevo vedere né la fonte né la fine; ma ovunque arrivassero i miei occhi potevo vedere una fune che correva lungo la sua riva, posta a un’altezza che un uomo poteva raggiungere, e oltre c’era una vallata bassa ma molto piacevole nella quale sorgeva un albero come non ne avevo mai visti prima. Era estremamente bello, tanto che lo contemplai con stupore e meraviglia. I suoi bei rami si allargavano un po’ come un ombrello e reggeva certi frutti molto simili a un riccio di castagno e bianchi come la neve o anche più, se possibile. […] Mi avvicinai e cominciai a mangiarne e lo trovai delizioso oltre ogni descrizione. Mentre mangiavo dissi nel mio cuore: “Non posso mangiarne da solo, devo portare mia moglie e i figli perché possano prenderne parte con me.” Pertanto andai e portai la mia famiglia […] Nel mentre, vidi un edificio spazioso che si ergeva dalla parte opposta della valle nella quale eravamo e sembrava raggiungere il cielo stesso. Era pieno di porte e finestre ed esse erano tutte piene di persone vestite molto lussuosamente. Quando quelle persone ci videro in basso nella pianura, ci puntarono con dita di scherno e ci trattarono in ogni modo irrispettoso e disprezzante. Ma noi ci infischiammo completamente dei loro oltraggi. Poi mi volsi verso la mia guida e gli chiesi il significato del frutto che era tanto delizioso. Egli mi disse che era il puro amore di Dio, riversato nei cuori di tutti coloro che lo amano e osservano i suoi comandamenti. […] chiesi alla mia guida quale fosse il significato dell’edificio spazioso che avevo visto. Rispose “È Babilonia, è Babilonia, e deve cadere. Le persone alle porte e alle finestre sono i suoi abitanti, che scherniscono e disprezzano i Santi di Dio a causa della loro umiltà.” (Lucy Mack Smith, History, 1845, pp. 53-55).
I tesori che sprofondano nella terra e non si riescono più a recuperare, come in Helaman 13:35 e Mormon 1:18, sono la stessa scusa usata da Smith quando cercava tesori nascosti con le sue pietre divinatorie (come testimoniano negli affidavit di Hurlbut molte persone che lo frequentavano). Allo stesso modo, Moroni che protegge le tavole d'oro e che Smith trova con le pietre divinatorie riprende le storie dei cercatori di tesori dell'epoca.
I discorsi di eccezionalismo americano (1 Nefi 2, 13, 22; 2 Nefi 1, 10, Ether 2, 13 e così via) che parlano di come gli USA siano una terra speciale e scelta da Dio su cui non ci saranno re sono significativi, visto che Joseph Smith era nato una generazione dopo la guerra d’indipendenza americana: fa un po’ come Cuore, che era stato scritto per infondere l’amor di patria e la morale nella nuova generazione dell’unità d’Italia. Solomon Mack, nonno materno di Joseph, era un veterano della guerra d'indipendenza. Amici statunitensi, incensando il loro Paese e la sua origine divina, mi fecero realizzare quante somiglianze ci sono fra la versione idealizzata di George Washington (che dichiarò nel 1775 “Abbiamo imbracciato le armi in difesa della nostra libertà, delle nostre proprietà, delle nostre mogli e dei nostri bambini: siamo determinati a conservarle o a morire”, cfr. con Alma 46:12) e il capitano Moroni, che combattono contro gli uomini del re per la propria libertà e i diritti religiosi, idee che appaiono anche in lunghi discorsi politici sia in Nefi che in Alma e che gli Americani più patriottici amano ricordare e citare occasionalmente.
Nel libro sono presenti anche vari vaticinia ex eventu, descrizioni “profetiche” dettagliate di Giovanni Battista (1 Nefi 10:7), Maria (Alma 7:10), apostoli (1 Nefi 11:34), Cristoforo Colombo (1 Nefi 13:12), i Tre Testimoni (Ether 5:4) e anche Joseph Smith stesso (2 Nefi 3:15) incredibilmente specifiche quando si parla di eventi fino a Smith, ma parecchio vaghe quando si parla di avvenimenti successivi.
Si sostiene spesso che Joseph Smith fosse troppo ignorante per aver potuto dettare il Libro di Mormon, ma come si può vedere si era portato avanti grazie alla Bibbia, alla cultura dell’epoca e a esperienze personali che vennero inserite in svariate occasioni nel libro. La prima edizione del Libro di Mormon è poi ricchissima di errori grammaticali. David Whitmer, uno dei Tre Testimoni, dice che “Joseph Smith metteva la pietra divinatoria in un cappello e metteva la faccia nel cappello […] Appariva un pezzo di qualcosa che somigliava a pergamena e su quello appariva la scritta. Appariva un carattere alla volta e sotto questo c'era l'interpretazione in inglese. Il fratello Joseph leggeva l'inglese a Oliver Cowdery, che era il suo scrivano principale, e quando era trascritto e ripetuto al fratello Joseph per vedere se fosse corretto, allora scompariva ed appariva un altro carattere con la sua interpretazione” (An Address to All Believers in Christ, 1887, p. 12). Eppure, nonostante tutta questa precisione, erano presenti discrepanze, contraddizioni, errori gravi nella coniugazione di verbi, un uso sbagliato del pronome thou nelle sue varie forme (poco familiare agli anglofoni oggi, ma anche a Smith), di much e many, di preposizioni e anche una scelta di lessico impropria: errori provenienti da ciò che Smith stesso dettava e non da sbagli di Cowdery, come racconta David Whitmer. Molti di questi errori vengono in seguito corretti, ma mostrano un vocabolario e una costruzione testuale che mi sembrano provenienti proprio da Smith e dal suo stile più che da un dio infallibile.
Insomma, se il Libro di Mormon sembra molto moderno su certe tematiche non è perché è stato scritto “per i nostri giorni”, ma più semplicemente ai nostri giorni.
submitted by MacCohen to Exmormoni [link] [comments]


2019.11.20 21:23 itamaradam Remember and say their names, the names of the trans people who've been murdered in transphobic attacks

Laverne Turner
Maxwell/Michelle Confait
Jamie D. Ford
William Battles
Joseph Moran
Jae Stevens
Harvey Aberles
Barbarella
Yancey-Lisa R.
Toni Lee
Nikki
Terri Williams Moore
Jody Susan Ford
Benderella Rae
Felicia Coffman
Cynthia Coffman
Jerrell Williams
Perry Young
Adele Bailey
Denise Puglies
Rita Sellers
Jean Shelley Boushard Fox (Jeannie Sheppard)
Georgette Hart
Barbara (William) Brodie
Ernestine Murray
Andre Vacarro
Diane Delia
Terry Wilson
Dianne Aubert
Pillar Point Doe
Linda Williams
Tara O’Hara
Chiron Collins
Philip Robert Filshie
Tianna Langley
Cortez Morris
Felix Benitez
Stella Essie
Clyde Massie
Jessica Castillo
Tanya Moore
Tina Rodriguez
Live Oak Doe
Monique Rogers
Diane Carter
Phyllis Olson
David F. McLaughlin
John
Michelle Byrne
Marvin Ball
Jane Golden (James Boyd)
Lisa Janna Black
Cam Lyman
Crystal Sanchez-Reyes
Ruby Bota
Samantha (Samuel) York
Ramon Baez
Julie Doe
Charles Albert Lizotte
Toni (David) Lowry
Vernon Sivills
Venus Xtravaganza
Peggy Santiago
Steven Hernandez
Lindsey/Todd Alexander Asay
Carla Salazar
Juaquin Jiminez
Rafael Sanchez Ayala
Castro Nova Estabon
Julie Birchall
Terri Prather
Sherri Ransom
Jose Angel Osuna
Eduardo Lora Vasallio
Donald Pierce
Michelle Hays (aka Michelle Maree, Joe Michael Hays)
Felix Abarca
Carlos Tasha Santiago
Anna Francisco
Edna Brown
Lim Yeow Chuan
David Perez
Carmen Marie Montoya
Patrick Calvert
Shannon Elroy Clay
Lynn Therrett
Sonia Rescalvo Zafra
Huriell Gypsy Lockett (David King)
Rhonda Star (Ronnie Dean Lyles)
Jean (Woodrow) Powell
Kenneth Dale Robinson (aka Midnight, Casandra)
Richard Goldman
Jessy Santiago
Cameron Tina Tanner
Harold Draper
Rene Michelle Ouellet
Marsha P. Johnson
Robert K. Woelfel
Victor Hugo Castillejos
Anthony Swain
Stephan Stephanie Chapman
Grayce Baxter
Derry Glenn
Chrissey Johnson
Christiaan D’Arcy
Delores Mack
Quona R. Clark
Gordon Tuckey
Daniel A. Castro
Donnie O. Osby
Dinh Van Vo
Giuseppe Mandanici
Marquita (Martin) Johnson
Derrick Miss Tess Hampton
David Edward Wigley
Ashley-Ann Summers
Larry Venzant
Brandon Teena
Alana Kela
Johanna Langer
Lazaro Comesana
Terrie Ladwig
Mara Duvouw
Gisele Gaga’ (Luiz Gastao Pereira Sobrinho)
Reyna Sandoval
Debra Forte
Valerie Hill
Rev. John Gypsy Prowett
Tyra Hunter
Tarayon Corbitt
Mocha Celis
Chantel Gillade
Quincy Favors Taylor
Steven Wilson
Chanelle Pickett
James Percy Rivers (aka Tatiana Rivers, Keymani Howard)
Logan Smith
Christian Paige
Shawn Junior Keegan
Deanna Wilkinson
Rodney D. Neadeau
Janice Ricks
Keooudorn Lily Phothisane
Thomas Hall
Dion Webster
Alan Fitzgerald Walker
Lynn Montana
Toya Charlton
Curdell James III
Robyn Brown
Martine Bohn
Gracie Detzer (James Detzer)
Kevin Freeman
Marcela Arias
Michael/Michelle Gardiner
Stacey Estupinian
Maria La Conchita Palencia
Robert H. Jones
Vanessa/Barry Lane
Maurice E. Murray
Yamile Lee
Ali He’shun Forney
Vianna Faye Williams
Tasha Dunn
Jacqueline Julita Anderson
Leslie Re’Geanne
Regina Haskins
Karla Barrahona
Sigfrilda Shantall Pastor Arguelles
Tiny (Robert Howard Gibson)
Luana da Silva Lago
Jamaica Green
Victor Olvera
Monique Thomas
Chanel Chandler
Rita Hester
Lauryn Paige (Donald Scott Fuller)
Robert Eads
Steve Dwayne Garcia
Chris Muzett (Eddie Matthews)
Tracy Thompson (aka Tracy Turner, Billy Joe Turner)
Emmon Bodfish (aka Margaret Ingalls Bodfish)
Pvt. Barry L. Winchell
Barretta Williams
Carol Wright
Kareem Washington
Chareka Keys
Sissy Bolden
Tacy Raino Ranta
Alina Marie Barragan
Jill Seidel
Ihok (Hugo Yonathan)
Vanesa Lorena Ledesma
Christine Chappel
Michelle Lynne O’Hara
Stephanie Yazum
Déjà (Dondre) Johnson
Tyra Henderson
Carla Natasha Hunt
Astrid La Fontaine
Amanda Milan
Beverly Lineth
Julia Carrizales
Dayana Nieves
Keith E. Jackson
Ana Melisa Cortez
Walquiria (aka Walter)
Billy Jean Lavette
James Jerome Mack
Brandi Houston
Victor Pachas
Francisco Javier Luna
Robert Martin
Antonio Johnson
Fred Martinez, Jr. (aka Fredericka, F.C.)
Della Reese (Lester Childress)
Willie Houston
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Nicole Lee Anderson (Thomas Shrom)
Joanne Lillecrapp
Jamie (James) Jackson
Terrianne Summers
Raimundo Nonato
Michelle Paz
Bibi Barajas (Hugo Cesar Barajas)
Faye Urry (Fabian Paquette)
Leonela Valero Parra
Amy Soos
Luciana Dos Santos Oliveira Mazza
Alejandro Ray Lucero
Antonia K.
Anjie Milano (Andy Rafael Milano)
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Gary Brazon McMurtry
Aretha ReRe Scott (Franklin Freeman)
Casandra Aybar
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Ukea Davis
Stephanie Thomas
Porfiro Mejia (aka Daisey Flora Blanca)
Danielle Redding
Ontwon Curtis
Gwen Amber Rose Araujo
Amanda Jofré Cerda
Chandini, aka Nazir
Fernanda (Boris Javier) Covarrubias
Tamyra Michaels
Georgina Matehaere
Nizah Morris
Ze Galhinha
Timothy Cinnamon Broadus
Nikki Nicholas
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Ronald Andrew Brown
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Jorge Rafael Cruz
Kim Mimi Young
Jessica Mercado
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Debbie Gould
Shelby Tracey Tom
Michael Charles Hurd
Dayana Valverde
Rogelio Jiménez Cortez
Ericka (Erick David) Yáñez
Cinnamon (Kendrick) Perry
Brandie Coleman
Nireah Johnson
Selena çlvarez-Hernández
Amirilis
Marcelo Cesar Goulart
Bella Evangelista
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Debbie Fox
Cassandra Tula Do
Enrico Taglialatela
Ricardo Sindy Cuarda
Adrian Torres de Assuncao
Erika Johana
Rider Orcero
Stanley Van Dyke Traylor
Lee China Zainal
Reshae McCauley
Pedro Cruz Ramos
Precious Armani
Mickey Ward-El Smith
Augusto Flores Munoz
Thyotis Jackson
John D. Mayo
Cedric Thomas
John April Marie Walker
Gennaro Rizzo
Darryl Fearon
Leandro Bispo Estavao
Ricky Lee Blakes
Tony Delicious Green
Riviera Rene
Joel Robles
Bella Martinez
Andre
Divas Boulanger (Divas B.)
Andrea Sanchez
Luana (Wagner) Pereira Das Silvas
Penny Port
C. Hernandez
Robert Binenfeld
Felicia Moreno
Ryan Shey Hoskie
Ronnie Paris, Jr.
Karlien Carstens
Michelle Lee
Phool Chand Yadav
Alisha Sandoval
Gerald Ricky Franklin Jr.
Mylene
Alejandra Galicio
Ashley Nickson
Noleen Jansen
Amancio Delilah Corrales
Julio Argueta
Timothy Blair Jr.
Marisa
Antonio Sydney Wright (Kasha Blue)
Irene
Mikey Vallejo-Seiber
C. Hernandez
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Kaaseem Adalla Juanda
Donathyn J. Rodgers
Rani
Vanessa Facen
Simone Walton
Roberta Oliveira
Paulina Mendez Cartagena
Alexis L. King
Tiffany Berry
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Gisberta Salce Junior
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Rupesh Mandal
Robert Lee Armstrong
Alfred/Ariana Dibble
Sudha alias Lakshmi
Barbara Calderon
Lupita (Juan Carlos Charria)
Lezlie Anne Field
Edgar Cano Camacho
Marcus Rogers
Daxi Arredondo
Thalia Sandoval
Valentina Falco
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Hasan Sabeh (Tamara)
Keittirat Longnawa
Tatiana (Aldomiro Gomes)
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Ruby Ordeñana Mendieta
Michelle Carrasco Chela
Erica Keels
Bret T. Turner
Manuela Di Cesare
Victoria Arellano
Oscar Mosqueda
Stefania
Maribelle Reyes
Paula Cristina Hernandez
Thanawoot Wiriyananon
Elly Sayep Susanna
Sally (Salvador) Camatoy
Kellie Telesford
Brian McGlothin
Gabriela Alejandra Albornoz
Stacy Brown
Patricia Murphy
Adolphus Simmons
Fedra
Ashley Sweeney
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Lawrence King
Simmie Williams Jr.
Luna
Lloyd Nixon
Felicia Melton-Smyth
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Ebony Whitaker
Rosa Pazos
Bianca Pereira Guedes
Juan Carlos Aucalle Coronel
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Jang Chae-won
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Bibi
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Ali
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Mhtium Abululak
Alexa Rojas Castro
Cynthia Nicole
Marcela Cairo Souza
Aline da Silva Ribeira
Caprice Curry
Rovilson Teixeira
Minja K.
Juan Carlos Guillén Bautista
Víctor Manuel Albor Camacho
Gaby Rosales Aragón
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Cita Solorzano (muxé)
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Pérola
Daisy
Noor Azlan Khamis
Ailton Correa Maia
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Cristy
Camila Pereira
Puttalakshmi’s (Hijra)
Cris Francisco das Neves
Vicky Londoño Chavarría
Pequeña P
Miriam Nunes Lucas
Wanderson Wanderley Teixeira da Rocha
Moisés Guimarães de Lima
D. Borges
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Julio Avila Albarracín
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Adriana Sánchez López (muxé)
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Melek D.
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Catherine
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Rafaele
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La George (Jorge Eliecer Burbano)
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Tyli’a Mack
Paulina Ibarra
Michelle Torres
Carol de Souza
Samara da Silva
Kristina Muça
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Vimlesh (Hijra)
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Lam
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Rui
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Paulina Méndez Cartagena (Juan Pablo)
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Luiz da Silva
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Fernanda
D. A. Santos Costa
Jô de Souza Bevenites
Tânia Santos
Wong
Toninho
José Luis Conde
Myra Chanel Ical
Fernanda (Alex) Correia de Brito
Ingrid Huayaba Gonzáles
Fernando Vásquez Roque
Lacraia
Brigitte
Nadia Malik (khusra)
Josué Arredondo García
Marcela Esteve
Derya
Felipe Torrealba Castillo
Maurício da Silva Correia
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Tonha Adelino Moura Rufino
Sandra
Italo Bargosa Gonzaga
Princesa (Vinícius Freitas Vieira)
Paola Uc Dzib
Edmilson José dos Santos
Adelcio Silveira Lima Polaca
Kelly
Tiago da Silva
Rubicel Torres Rodríguez
Débora Mancini
Crislaine José Marques
Curi Huansi
Débora Contreras Ponce
Amanda Gonzalez-Andujar
Verônica (Rodrigo) Ferreira
Leona Leonardo Fernandes
Monchina de Jesús Crisóstomo de León
China
Toni Alston
Pitanga Malta da Silva
Michelle
Baiana (Ângelo da Costa)
Ashley Santiago Ocasio
Dandara
Adalberto Alberto de Morais
Ramona
Cleidinaldo Silva do Nascimento
Azra
Renata
Mônica (Thiago de Jesus Carvalho)
Xara/Kelly
Claudia
Sheila
Dana A. Larkin (Chanel)
Tigresa
Ingrid Lizeth
Marcos Gutiérrez Ramos
Luan Santos Xavier
Michelle Luis Alejandro Silva
Ice (Channarong Sonnuam)
Cesar Henrique Vendrame
Taira dos Santos
Angie González Oquendo
Manuel Gómez Mendoza
Josenildo (Nildo) Barbosa dos Santos
Batu
Yisel (Luis Jesús) Mejías Silva
Xuxa
Jazmin/Gudelia Ángel Vega Guzmán
Valdeci Ferreira de Sousa
Fernanda Lavalle
Sandy Woulard
José Gerardo Palma
Iraquitan dos Santos Soares
Marcela Presley (Marcelo Pedro Justino)
Marcela Presley Justino
Arenita Corporán Suero
Dandara
Juan Carlos Crespo Molina
Natasha de Souza Oliveira
Scarlety
Michele da Silva Bulhões
Uziel Figueiredo Araújo
Paola González Mendez
Camille Gerin
Jessica
Roy Antonio Jones III
Alcebíades Alves de Melo
Dani Bananinha Feitosa de Andrade
Karen Mendonça
Lorraine
Sidney Nascimento
Jaqueline Eunapio Garcao
Elane
Imperia Gamaniel Parson
Keila Rios
Gypsy
Letícia (Evandro Fabiano) Soares
Victoria Carmen White
La Flaca (Miguel Orlando) Soto González
Michele (Justo Luis) González García
Nicole das Mercer
Irem Okan
Duda Fernandes
(José Anacleto) Honorato
(Ademir) do Nascimento Silva
Jefferson Dias Nicasso
Luisana (Luis) Gaspar Rojas
Stacey Blahnik Lee
Elga Rocha da Silva
Paloma da Silva Raposa
La Tuerta (Jorge Alberto) Santana Morales
Débora Durán Correa
Johana Pinzón
Sonia Burgess
Cleisiane
Erica Luna
Julio Adelino Rodrigues
Emanuelly Colaço Tabordo
Rani
Serap
Gretchen de Ogum (Greth)
Jurema (Evandro Santos da Silva)
(Fernando)
Adriana
Idania Roberta Sevilla Raudales (Robertina)
Valentina (Oscar Andres Triana Lozano)
Sandra (Sandro Heleno)
Marcinha
Alison
Kirat Pal
(Charm Ashwan) Williams
(Reinaldo Davino da Silva)
Mica (Michel Felipe Teles dos Santos)
(Jocivaldo Alves)
Nataly Rojas
Pamela (Edwin Franklin Sandoval Henao)
Farlen (Joabe Goncalves Chaves)
Lorenza Alexis Alvarado Hernandez
Diana
Lady Oscar (Oscar Martinez Salgado)
Mirela
Maria Eduarda Rezende
(Carlos Bispo dos Santos)
Erica (Eric Pinheiro de Siqueira)
Luisa (Luis Rocha da Silva)
Cheo Reana Bustamente
Jelwin Tolentino
Reana ‘Cheo’ Bustamente
Alina Klia Dian
Génesis Briget Makaligton
Krissy Bates
Adriana
Laisa (Jose Ramiro Guevara Cortes)
Angela (Angel Segundo Pirela Garcia)
Fergie (William Afif Hernandez)
Marcia (Marcio Pereira)
Mini Britany (Lener Dario Lopez Fernandez)
Natasha (Joao Leandro Rosario dos Santos)
(Ivo Valentin)
Mariana (Jose Daniel Aricuri)
Angie
Alejandra Marin
Carla
Geruza
Laura Renan
Lorraine
(Esteban Gonzalez Gomez)
Fernanda
(Luis Fernando Ormeno)
Nicol Balanta
Capenga (Eduardo Marinho da Silva)
Moni (Roberto Marcos) Castro
Poh Hiao Peng/ Pondan Peng
Mireya (Ramiro Solano Jimenez)
Tyra Trent
Aline (Rugian Oneil de Carlos)
(Víctor Jose) Cruz Escorcia
Vitória Maria Viana (Jessica)
Priscila Brandão de Aguilar (Tiffany)
Val (Valdecir) das Graças Souza
Marcel Camero Tye
Casandra (Samuel Oliva Bautista)
Andrea
Shakira (Faizal Harahap)
Tininha (Roncon)
La Jenny (Michel Ruiz Lopez)
R. Suresh
Andrea
(Javier Ortega Rodriguez)
(Osimar Sebastião de Souza Júnior)
S. P.
(Marcos Jose Pereira da Silva)
Leidy Garcia
Jessica
Brenda Vanessa Viveros Peralta
Zharick (Jeison Andres Molano)
Grace (Eroni) da Silva
Paulinha (Paulo) César de Oliveira
Rafaela Thompson (Heliu Pereira Dantas)
Beyonce (Andre Luis) Nascimento dos Santos
(Armando Cabrera Martinez)
Inete (Daniel Oliveira Felipe)
Waseem
Kali
Cristal Sodi (David Reyes)
Narin B.
Bibi (Mauricio)
Ale (Gustavo Yagualca)
La Domenicana
Kimberly Rubí Bianconi López
Barbara (Abraham Lopez Lezama)
Preta Gil (Andrey) Barbosa
(Jean Carlos Pereira da Silva)
Naomi (Leonel Carmona Adames)
(Felipe Roberto) de Freitas Silva
Luisa Nicol (Luis Alberto) Valera
Monica (Javier Ernesto) Elizondo
Paloma
(Milda Rusel Aguilar Donis)
Alison Pereira Cabral dos Anjos (Camile)
Alicinha (Alisson Otavio) da Cruz
(Roberto Confessor da Silva)
Levinha
(Alexandre dos Anjos)
Matilde (Josimar)
Karlota Gómez Peña
Mailda dos Santos (Maria do Bairro)
Carla (Juan Carlos) Tovar Cardenas
(Nathan Eugene Davis)
Kenia (Lineker) Silva Nascimento
Karla
Casandra (Marco Fidel Luján) Hernández
Thalia
Cinthia (Roberto Marcelino) Gonzalez Garrido Rodriguez
Shayara (Johny) Soares Santana Pereira
Val (Valter Felipe) de Souza
Lashai Mclean (Shay)
Samantha (Jesus Nazareth Rondon)
Didem Soral
Camila Guzman
Gaby
Wajahat
Baby (Alexandro) Lourenço Gonçalves
Roberta (Alberto) Machado Amorim
La Frutera (Ender Antonio Serrano Rodríguez)
Not Reported
(Víctor Manuel) Ulloa Morales
Adriana
María Camila Parra (Ninia)
Suzi (Benedito) Divino da Silva
Luana (Wagner) de Oliveira Batista
Simone (Carleone) Santos Rodrigues
Gaurav Gopalan
(Carlos Eduardo) Ferreira de Oliveira
(Jorge Alexis) Ortiz Hernández
La Denisse (Adolfo Rivera Hurtado)
Lucie Parkin
Brigeth Rivera Cuesta
Paloma Perez
Tierrita (José Manuel Concepción)
Paloma (Joaquim) Rodrigues da Cunha
Ramazan Cetin
Ceci Montenegro
(Jefferson) Diogo de Cezaro
Joana (Sergio Ricardo) Faria
Sandy
(Maicon Michel) Cardoso da Silva Westenhofen
Elisa Sabatella Brasil
Carol de Arimatéia da Silva
Lulu
Carolina González Abad (La Moma)
Talha
Shelley ‘Treasure’ Hilliard
C. Y. Torres Escuraima
Dudu (Eduardo) Paixão de Jesus
Fogao (Adilson) Ferreira Rodrigues
Luis Chichay Kano (The Key)
Malu (Antenor Manoel) dos Santos Moraes
Gabi (Davi) Pereira Dantas
Jessica Rollon
Luana (Kelvin) de Oliveira Moreira
Muneer
Astrid Carolina López Cruz
Svetlana
Y. M. A. Zambrano
Cassidy Vickers
Angela
Samira (Mison Augusto) dos Santos
Sonia Masi (Sonia De)
Shakira (Jose Antonio) Quinonez Ortega
Brenting Dolliole
Gardenia (Claudio Lucio Miranda de Almeida)
Carol
Sarita (Antônio Gilson) da Costa Rodrigues
Suely Scalla (Ademir) Melo Oliveira
(Pascual Ake Beh)
C. P. Juarez Quiroz
Ursula
Esmeralda (Jose) Severino da Silva
Luningning (Felix) Alsade
La Loba (Robert Alejandro) Fonseca
Perla Mora (Mario Vega)
Erica Hernandez
(Frederico) Claret dos Santos
(Marvin Geovany) Ramos Miranda
Patricia (Fernando) Costa Alves
Natalia (Raimundo) Ferreira
Fabiola
Bruninha (Regis) dos Santos Lima
Mona
Githe (Orlando) Goines
Magnolia (Odair) Barbosa da Silva
Githe Goines
Dee Dee Pearson
Ingrid Popinha (Carlos) Magno Rosa
La Princesa (Freddy) Payams Severino
Jessica (Leidel Luis)
(Herminia) Lidoma
Jaime Antonio López
Safira Ferreira Severino
Fayla Gold
Acucena (Adler)
Baku Chaudhari
Fernanda Borges da Silva
Crain Conaway
Carla White
Rebeca (Cosmo Marinho) da Silva
Guilherme Augusto de Souza
Brilli (Ramón Antonio) Olivero
(Mateo) Vicente
Sabrina
Maicon Roux
(Samuel) Bernal
Hair (Pedro) Tamiarana
Paola Cristiano
Deoni Jones
Rafaela Cavalcante da Silva
Soraia (Valmir) da Silva
Helen Jabor (Thiago da Silva Carvalho)
(Tiago) da Silva Garcia
Melda Yuksel
Dulce Mejía García
Sarita (Rafael) Teodoro dos Reis
(Paulo Afonso) Martins
(Jorge Luiz) Feretti
Evelyn (Daniel Arlex) Ossa Rodríguez
E. J. Vigil Hernández
(Roberto Paulo) de Campos
Monserrat (Jonathan José) Pineda
Carla
Agnes Torres Hernández Sulca
J. E. C. Zuñiga
Soraya
(Cícero) Neto Brás de Sousa
Chiquinha (Francisco) Neco de Oliveira
Miquilo (Miguel Angel) Mamaní
Rosita Hidalgo
Javier
(Demetrio) Apaza Mayta
Marcela (Eliomar) Machado de Almeida
(José Carlos) de Almeida
Elaine (Elton Jonh) Felipe de Oiveira da Silva
(David William) Cândido de Oliveira
Perlita (Eduardo) Cano
Tyrell Jackson
(Samuel) Ferreira do Nascimento
Daniela (David Oswaldo) Pantoja Churion
Shahid
Mônica
Hana (Adriano) Santiago Rocha
Tugce (Hasan) Sahingoz
Junior Richardo de Jesus
Roberta (Fernando) Candeira Aires Neto
Baga (Edson) Duarte de Souza
(Rafael) Alves Lopes
Talita (Cláudio) Araújo Santos
Debora (Javier) Arango
Coko Williams
Tyrell Jackson
Olga Tyan
Júlia
Nüket Kızılkaya
Karolly Mel
(Wagner) de Moraes
Meankshiammal
Cláudia (Sebastiao Francisco) Vila Nova
Paige Clay
Greice Kelly Pereira
Pamela Moitiño Contreras
Jaqueline Lorenzo de Souza Neves
Rebekah
Gabriela/La Brasileña
Leandro Eduardo Campos Ferreira
Ranjita (Gita)
(Fernando) Carvalho Martins dos Santos
Brandy Martell
Cristiely (Geovanilson) de Souza da Costa
Chrissie Azzopardi
Bianca Niero (José Dejair) Melle Sobrinho
Sharmila
Paloma (Charles) Moreira de Sousa
José Ibáñez Quirola
Stefanny
Anil Aayiramthengu
Lorena Escalera Xtravaganza
César Aníbal Argel Negrete
Bibi (Orbelín) Ramos de la Cruz
Liro Liro (Murilo) Cezar Lopes
José Armando Rocha Ramos
Kimberly (José Edgar) López Inzunza
Jaime Antonio Lopez
Lulu (Luis Fernando) Navarro Vargas
Patrícia de Oyá (Pedro Alcir) Vieira dos Santos
Iván Zavaleta Aguilar
Manuel Sánchez Jiménez o Carlos Pérez González
Thapelo Makutle (Queen Bling)
Karla
Paola (Sidislei) da Silva
José Antonio Méndez
Alison
William Geovanni Aguilar Pérez
Bianca da Silva
José Alfredo Munguía Cibrián
(Octavio Hernandez) Villanueva
Carla (Carlito) Barbosa da Silva
Sasha Lee Gordon
Vicky (Axel)
Jeimy Tamara Pérez
Camila (Carlúcio) de Oliveira
Tracy Johnson
Priscila (Agrailson) Bezerra dos Santos
Karla (José Abraham) Gutiérrez
Guillermo Villanueva Cicatl
Neşe Dilşeker (Seçil Anne)
La Jarocha (Rubén) Mata Rodríguez
Bia (Alberto) da Silva
Samuel
Patsy Castañeda Olivar
Aline Caboquinha
Pâmela Scheyfon
Sapphire
Beterraba (Carlos) Chaves do Amaral
Barbarita (Marlon Javier) Jiménez Alemán
Kendall Hampton
Vanderson Viegas Silva
Shania Vanesa Ávila Mendoza
Nelson Daniel Cruz
Dandara (José) Iraquitam da Costa
Sirena Paola
Thalia
Tiffany Gooden
(Erlan Raimundo) Sobrinho
Maricela (Jesús) Morales González
Eduarda Vasconcelos
Ysabele dos Santos Freier
Larissa Silveira
Bruna da Silva Oliveira
Dewayne Deja Jones
Carol
Viviana (Arnulfo Manuel) López Moreno
R. F. Pereira
Natasha Sandro de Moraes Camilo
Anita (Erivaldo) Domingos dos Santos
Carla
Kyra Cordova (Kyra Kruz)
Yara Duraes Rosa Vugo
Windney Machado da Silva
Milena
J. Almeida de Andrade
Gabriela de Santana
Ivonne (Antonio)
Shola
(Wilson) Alves de Souza
Lorena Layana Fortunato da Silva
(Anderson Xavier) de Almeida Lousada
Vitória da Silva Costa
Sandy
Michele (Romário) Ribeiro de Almeida
Raiony Batalha
Wilmer Amundaray
(Miguel Angelo) Basil
January Marie Lapuz
Tchesca Vieira Pinho
Carlinha
Francesca (Francisco) Chique Torres
Sammy (Miguel Ángel) Chóez Cedeño
Dayana (Sergio) Ramos
(Ricardo Júnior) de Jesus
Luisa Duran
Sheila da Silva
Gabi (Robson) Souza de Almeida
Dalila (Russel Keim) Wodzinski Rosa
Shakira (Ronaldo) Rodrigues dos Santos
Kelly (Valdir) Mota da Conceicao
Janette Tovar
Luisa (July César) Cedeño Morgan
La Vicky (Víctor Manuel) Cool Canul
Jade (Luiz Sávio Claudio) Mello
Karla (César) Hernández Muñoz
Malena Suarez
Madona Lima Chagas
Serap (Mustafa Serkan) G.
Rayza (Emerson) Morais Costa
Kiran (Naseer) Khan
Erla (Cristian) Amaral de Loiola
Sara (Italo) Souza Santos
El Emo (Hugo Enrique) Sánchez Renaud
Angy (Ángel) Hernández Rosales
Melissa (Fábio) Duarte do Nascimento
Cassandra Flores Zapata
Monica Santclear (Katita)
(Lucas Vitor) Oliveira Alves da Silva
(Rener) Lopes Ribeiro
Fernanda Queiroz
Roberta (Goncalver) Siqueira Herbert
Alison Cohuo Pech
Yeisi Ramirez Acosta
Dicky Othman
Renata Espinosa Reyes
Maura Ribeira
Francisco René Zaldívar Robles
Thongam Romeo
Gunce Hatun
Jonara (Romario) Gomes dos Santos
Camila
Dalva Alves Pereira
(Bura) Srinivas
(Luis Carlos) Guerra Susaya
Raissa (Edivaldo) Quevedo da Fonseca
Evon Young (Yung LT)
Nicole Galisteu
Cemia Dove Acoff (Ce Ce)
Daniela Mendoza Macías
Ale (Gustavo) Yagualca
Fernanda Carrico da Silva
Tiffany Holder
Nathalia Anne Gonzales
Cecilia Marahouse
Joahana
(Jeckson José) González Urdaneta
Natalya (Juan Carlos) Parra Valbuena
Agata
R. da Silva Siqueira
Alejandra (Alexis)
Vinod
Karen Cruz Florean
La Tita (Roberto) Araíca
Vitória Conrado
Marcio Sergio de Lima
Mónica (Adolfo) N
Perla Rivas
Noemí Guadalupe Estrada Sánchez
Palmira García
Milton Patiño Chacón
Miguel Antonio Villegas
C. R. dos Santos
Monica Lewinski de Lima
Joelma
Luis Ángel de la Luz Albino
Kayla Moore
Priya
Milan Boudreaux
(Francisco) Evandro de Souza
Mary Lu
Gina
J. La Foitaine Duarte
Deysi (Antonio) López Díaz
Walmir da Silva
(Victor) Dorado
Layla
Bimba
Stephany
A. A. Iglesias
Rafaela
Emilly Sallimeni
Natas
Dayana (Adán) Amilcar Iglesias
Seda
Paloma
L.A.C.M
(Jeferson) Nardo
Vanesa Zabala
(Rene Emilio) Aguirre
Luz Johana López (La Gorda)
Loba
Kelly Young
Ashley Sinclair (Mahogany Singleton)
Abelha (Adilson Felippe)
Barbara
Wendy (Jorge Armando) Cervantes Guzmán
Ángel Francisco Ramírez González
Débora Moreira Mori
Soraia (Diedson Rodrigues)
F. Domingues Rosa
Chuchuhúa (Daniel) Rojas
Tania (Edwin) Santos Vázquez
Laura Aguilar
J. L. Soares de Oliveira
(Eduardo Cesar) Menezes Fischer Vieira
Yhonatan Alexander Guédez Bermúdez
F. da Conceicao Machado
(Francisco) Cabral Neto
(Continued in comments)
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2019.11.14 01:48 CaledonianinSurrey Churchill and alcohol

I came across this video which appears to be by a very left-wing Irish YouTuber. It contains pretty much the standard leftie tropes and lies about Churchill that you've heard a million times before. However, one in particular caught my attention:
> He spent most of the war drunk, and in a bunker
The TL;DR is that this is a lie.
> The overwhelming evidence is that Churchill loved alcohol, drank steadily by sipping, had a hardy constitution and was only very rarely affected by it
- Andrew Roberts, Churchill: Walking With Destiny
> Two things seem clear about Churchill’s relationship with alcohol. His use of spirits differed little from that of members of his class…. Second, Churchill enjoyed his various drinks, and felt they added to the conviviality of his dinner parties. But he never allowed drink to impair his judgment. One of Churchill’s most famous quips seems to have been true – that he had taken more out of alcohol than it had taken out of him
- Cita Stelzer, Dinner with Churchill: Policy Making at the Dinner Table
> While Churchill’s alcohol consumption has been a popular subject, there is no evidence that Churchill’s alcohol consumption affected the performance of his duties; in fact, Churchill remained focused and productive.
– Terry Reardon, Winston Churchill and MacKenzie King: So Similar, So Different
However I thought it would be interesting to really dig into evidence of Churchill's drinking habits. So I did.
The accusation that he was “drunk” for most of the war is debunked by multiple eye-witness testimonies. It is certainly true that Churchill enjoyed drinking, and he drank a considerable amount and well in excess of the guidelines recommended today. However, he very rarely got drunk during the Second World War. And by “very rarely” I meant we can more or less count the number of occasions on one hand.
Firstly, how much did Churchill actually drink? He would start the day with an ample breakfast and a glass of Hock. Afterwards, he liked to keep a glass of scotch and soda by his side for most of the day and would sip at it for hours as a thirst quencher. It was not a strong drink, consisting of a mere thimble of whisky and lots of soda. A Private Secretary, John Colville, informed Martin Gilbert that Churchill’s whisky sodas were “really a mouthwash. He used to get frightfully cross if it was too strong” (Langworth, Myth and Reality, p.87). He disliked scotch neat, and would tell people who liked it that they “are not likely to live a long life if you take it like that” (Langworth, Myth and Reality, p.88). His favourite drink was champagne, which he would consume with lunch and again with dinner. He would drink from imperial bottles (twenty ounces) over meals that lasted for hours. According to another private secretary, John Peck, he would “never have got through an entire bottle…even if he had a glass or two by himself” (Langworth, Myth and Reality, p.89). Finally, he usually indulged in a glass of his second favourite drink, brandy, after lunch and dinner.
That’s a lot of booze. However, Churchill was able to handle it, probably thanks to years of experience. There have been a number of eye witnesses who have said that Churchill’s was rarely drunk, despite his considerable drinking. Cita Stelzer, in her book, Dinner with Churchill: Policy Making at the Dinner Table provides some examples:

I could go on, so I will:

So clearly, the specific accusation that Churchill was intoxicated for most of the duration of WW2 is bogus. However there were a few occasions where he was worse for the drink.

There are some other times during the war when he has been accused of being inebriated, but the evidence is not persuasive:

So, if he was rarely drunk, where does Churchill’s reputation for being frequently inebriated come from? It appears there are a few key sources of the myth:

In summary, Churchill drank a considerable volume of booze but he was no lightweight and was able to consume it without descending into drunkenness. His ability to drink loads and stay sober has been mentioned by numerous associates and colleagues of Churchill. There are only a few instances during WW2 where he was definitely intoxicated.
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2019.11.02 20:07 CarteradeInversiones Las MEJORES CITAS del libro PADRE RICO PADRE POBRE (Robert Kiyosaki)

Las MEJORES CITAS del libro PADRE RICO PADRE POBRE (Robert Kiyosaki) submitted by CarteradeInversiones to u/CarteradeInversiones [link] [comments]


2019.10.06 04:28 altovaliriano Eddard Stark

George R. R. Martin reiteradamente afirma que nenhum personagem está a salvo da morte, uma noção que ele lapidou muito habilidosamente para estabelecer na saga. A primeira pedra da fundação desta estrutura é lançada com Eddard "Ned" Stark, ao final de A Guerra dos Tronos.
Ned é visto como personagem central do primeiro livro, no qual ele é apresentado como um pai amoroso, marido dedicado, amigo querido, líder confiável, vassalo leal, homem devoto e cumpridor de sua palavra e deveres. Estas qualidades são apontadas como as razões pela qual os leitores o identificam como o herói da história e alguém para quem torcer.
A história do personagem todos sabemos. Ned estava feliz no Norte com sua família quando notícias de que seu antigo protetor e pai de criação teria sido assassinado e seu rei (e amigo de infância) o nomeia como substituto no cargo de Mão do Rei. Desde o momento em que Ned aceita (relutante) o cargo, sua família começa sofrer com os atritos políticos entre Eddard e a família da Rainha. Em Porto Real, Eddard vai de peixe fora d'água a persona non grata enquanto investiga as circunstâncias da morte de Jon Arryn, até que perde todo o apoio político que tinha na capital com a morte do Rei Robert. Eddard tenta fazer justiça, mas é traído, humilhado e acaba por sequer ganhar a misericórdia que lhe foi prometida.
É muito apontado que Ricardo Plantageneta, o 3º Duque de York (1411-1460) seria a inspiração histórica de GRRM para Eddard Stark. O líder de sua Casa de York nos primeiros anos da Guerra das Rosas havia sido nomeado como Lorde Protetor e Regente da Coroa quando o Rei Henrique VI sofreu um colapso nervoso, traiu a Coroa e enfrentou a Rainha Margaret de Anjou, da Casa de Lancaster, mas acabou derrotado e teve sua cabeça exposta nos portões da cidade de York.
Outra inspiração histórica apontada é um dos filho de Ricardo, que viria a reinar como Ricardo III, que havia tentado usar o testamento de Eduardo IV para se tornar regente de Eduardo V... somente para depois anular o casamento de sua cunhada Elizabeth Woodville com o irmão, declarar seus sobrinhos como bastardos e tomar o trono para si. No fim, foi derrotado pelos filhos do primeiro casamento de Elizabeth.
Mas nenhuma dessas personalidades históricas pode ser tomada como referência direta à Eddard Stark, uma vez que a forma como Martin retratou Eddard parece ter sido moldada tendo em vista as necessidades da ficção e não como um estudo da história do mundo real. Portanto, é necessário avaliar a construção da personalidade de Ned Stark dentro das exigências de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Assim, para entender Eddard, proponho questionarmos sua criação, suas relações pessoais e suas relações políticas.
EDDARD, O ANIMAL HUMANO
Eddard nasceu como segundo filho de Rickard e Lyarra Karstark, mas sem demora foi substituído como caçula por Lyanna e Benjen. Ser um filho do meio já evoca uma série de questões sobre auto-estima e favoritismo em um núcleo familiar, especialmente em uma sociedade como a de Westeros, em que toda a fortuna da família é passada apenas para o primeiro herdeiro na linha de sucessão.
Tudo isto parecia ser verdade na família Stark. Ned relata que foi seu irmão mais velho, Brandon, quem recebeu toda a educação senhorial e era tido como o próximo senhor, até mesmo por Eddard, que não nutria nenhuma esperança de herdar Winterfell.
Neste contexto, o papel que um segundo irmão deveria desempenhar era o de leal vassalo do irmão mais velho. Não sabemos se a personalidade de Eddard foi determinante para que ele absorvesse essa postura ou se estas lições lhe foram passadas por seus pais ou por Jon Arryn. Contudo, sabemos que é assim que Eddard entendia seu papel dentro de sua família. Afinal, foram a estas lições que ele recorreu quando explicou a seu segundo filho, Bran, qual deveria ser seu papel diante do primogênito Robb.
De todo modo, se seu papel secundário e instrumental não estava claro durante sua infância em Winterfell, deve ter ficado muito claro quando foi enviado para o Ninho da Águia, para ser criado por um estranho. Ao contrário de Robert, Ned parece ter voltado pouco para a sede de sua Casa durante sua adolescência, fazendo com que seus laços com sua família e os nortenhos fossem notoriamente mais fracos do que os de Brandon, que foi criado em Vila Acidentada. Na verdade, Brandon era de tal carisma que conquistaria amigos até mesmo no Vale de Arryn.
Por outro lado, Ned é descrito como tímido, reservado, com aparência solene, coração e olhos gelados que parecem julgar os outros com desdém. Talvez isso tenha sido desenvolvido depois de adulto, e em razão das adversidades que enfrentou. Talvez estas características estivessem com ele desde que ele fosse criança. Assim, é possível que tenha deixado poucas amizades para trás quando partiu com oito anos para o Ninho da Águia.
Uma vez sob a tutela de Jon Arryn, a vida parece ter sido diferente. Como Jon Arryn havia perdido sua segunda esposa, irmão e sobrinho e não tinha filho algum, Robert e Ned eram como se fossem seus filhos mais velho e mais novo, respectivamente. Durante os nove anos que ficou por lá, é imaginável que Eddard tenha recebido muito mais deferências do que recebia de seu próprio pai em Winterfell.
Na verdade, a propalada honra de Ned Stark pode ser mais fruto de sua criação junto a Arryn do que derivada dos Stark. Não só porque a honra é uma das marcas daquela outra Casa ("Alto como a honra"), como o próprio Jon Arryn demonstrou que punha a honra frente a cega obediência (como quando se recusou a entregar Robert e Ned a Aerys e iniciou uma Rebelião por isso).
Já sobre os Stark de Rickard, por sua vez, paira uma suspeita de que tinham tanta sede de poder e influência quanto tinham de sangue (o tal "sangue de lobo"). Talvez por isso também que sejam tão notórias as diferenças entre Eddard e seus irmãos. Para além de uma mera incompatibilidade de gênios, pode ter havido uma incompatibilidade de criação.
Eddard não deixou de amar os irmãos, entretanto. Ainda que ele condene as atitudes de Brandon e Lyanna, Ned encomendou estátuas mortuárias para todos eles nas criptas de Winterfell, algo inédito na tradição Stark, que demonstra quão profundamente sentimental ele era, especialmente para seus familiares que tiveram um fim trágico.
Contudo, as vezes parece que a verdadeira família de Eddard, aquela que era dona de seu coração era triângulo que formava com Jon Arryn e Robert Baratheon. De fato, ao saber primeiro da morte de Arryn e depois da visita de Robert logo no começo de A Guerra dos Tronos, Ned vai da escuridão a luz: ele perdeu uma parte importante de sua família postiça, mas outra está a caminho para uma visita inesperada.
Por alguma razão que eu ainda não entendo completamente, entretanto, Ned parecia amar Lyanna acima até mesmo de Robert (apesar de ele achar que Robert tinha uma devoção por ela ainda maior do que a dele - AGOT, Eddard I). Nas memórias de Eddard, Lyanna era uma "menina-mulher de inigualável encanto" e, se foram verdade as especulações de que Lyanna o teria visitado às vezes enquanto ele esteve no Vale, poderia ser um indício de que entre ele e Lyanna havia uma intimidade ímpar na família Stark.
Durante "A Guerra dos Tronos", há vários instantes em que essa intimidade e as promessas que Lyanna requereu em seu leito de morte ecoaram. Mas um dos momentos que eu julgo mais significativo foi quando Robert, também em seu leito de morte, cita e imita Lyanna:
Saudarei Lyanna por você, Ned. Tome conta dos meus filhos por mim. [...]
– Eu… defenderei seus filhos como se fossem meus – respondeu lentamente.
(AGOT, Eddard XIII)
Esta coincidência parece indicar que Lyanna e Robert foram as figuras fraternas centrais na vida de Eddard.
NED, PARA OS ÍNTIMOS
Já foram explorados acima vários aspectos da personalidade íntima de Ned. Mas é preciso discriminar melhor. E o primeiro deles se refere à visão que, durante a infância, Ned tinha de sua família e vice-versa.
Sobre seu pai e mãe, pouco conhecemos através de Ned. E isso parece indicar que há uma distância, tanto porque não era um filho com deferência de nenhum deles, quanto porque ele desenvolveu sua psicologia longe de casa, sob a tutela de sua icônica figura paterna, Jon Arryn.
Sobre seus irmãos, Ned passou a vida à sombra de Brandon (sendo suplantado por ele até na tarefa de conseguir para si próprio uma dança com a garota por quem ele se apaixonou), mas até parecia apreciar esta posição, pois sentia-se mais confortável na posição de irmão cumpridor de seu dever.
Quanto à Lyanna, há muitos indícios de sua intimidade, o que talvez decorresse de seu temperamento analítico, em contraste com o sangue de loba dela. O modo como Eddard tentou persuadir Lyanna de que Robert seria um bom partido parece revelar que Eddard pensava ter algum influência sobre ela. Ao mesmo tempo, Eddard afirma que Robert não conhecia a garota como ele. Pode ser, inclusive, que a falta de de rancor de Eddard por Rhaegar e sua reação mais moderada quando o príncipe a coroou Rainha da Beleza e do Amor em Harrenhal decorram de um certo conhecimento sobre a natureza de Lyanna e de como ela poderia estar correspondendo àquilo.
Sobre Benjen, o relacionamento com Eddard parece mais distante. É curioso pensar que, sendo o outro único filho sobrevivente de Rickard e Lyarra, somente tenha se aproximado melhor de Ned nos anos entre o fim da Rebelião de Robert e seu ingresso para a Patrulha da Noite. É possível, inclusive, que essa falta de intimidade, aliada com o fato de Ned já ter retornado a Winterfell com dois filhos homens, tenham sido decisiva na decisão de Benjen ir para a Muralha.
O segundo aspecto da personalidade íntima de Eddard é como ele se portou durante sua idade adulta, enquanto fazia amigos, vivia amores e formava uma família.
Eddard nunca é descrito como sendo um homem atraente ou um amante encantador. Na verdade, Catelyn fala como ficou desapontada com ele ser mais baixo e melancólico e ter um rosto mais simples que o de Brandon. Mas ela afirma que com o tempo descobriu o amor no coração "bom e doce" de Ned.
É interessante notar que essa foi a mesma opinião que ela deu sobre o Norte a Lynesse Hightower:
Lembrava-se de como a Senhora Lynesse era jovem, bela e infeliz. Uma noite, após várias taças de vinho, confessara a Catelyn que o Norte não era lugar para uma Hightower de Vilavelha.
– Houve uma Tully de Correrrio que sentiu o mesmo um dia – Catelyn respondeu com gentileza, tentando consolá-la –, mas, com o tempo, encontrou aqui muitas coisas que podia amar.
(ASOS, Catelyn V)
Portanto, Ned é uma alegoria do Norte: inóspito, simples e melancólico, mas que guarda algum tipo beleza e calor. A próprioa Lyanna é descrita como uma bruta por alguns (meistre Yandel) e uma beleza selvagem por outros (Kevan Lannister). Sabemos que Ned não tinha a natureza da irmã, mas poderia ter um pouco dessa beleza selvagem? Talvez Ashara o tenha visto sob essa ótica? Talvez nunca saberemos.
O que sabemos com certeza é que Eddard era um marido dedicado, assim com Catelyn era uma esposa dedicada. Ironicamente, dois cumpridores de seu dever conseguiram fazer surgir amor em um casamento arranjado que era o substituto de outro casamento arranjado. A forma como Eddard se obrigou a respeitar até a crença religiosa da mulher é tocante (construindo um septo para ela e trazendo um septão a Winterfell).
Isto é diferente do tipo de amor que Robert tem por ele. A amizade entre os dois parece o típico caso em que um extrovertido carismático adota um introvertido sem amigos. Este tipo de relação - que é imposta por outra pessoa - parece ser o tipo com que Eddard lida bem. Ironicamente, poderíamos dizer que Ned só é amigo de seu "chefe", o que combina com sua lição a Jon de que um senhor nunca deve ser amigo dos homens que comanda (ADWD, Jon III).
Como pai, Ned era muito efetivo e marcou seus filhos profundamente. Podemos ver os resultados de sua criação naqueles que amadureceram antes de sua morte. Robb havia absorvido todo o dever, a honra e o senso de justiça do pai, se tornando um Eddard em pele de Tully. Jon seria sua imagem e semelhança, caso não fosse filho de outros e não tivesse sido acossado a vida inteira por Catelyn. Ainda assim, é incrível que toda essa adversidade não o tornou menos cópia de seu "pai". É notório que Jon é mais orgulhoso que Robb, mas isso é uma coisa sua, talvez um mecanismo de defesa, resultado de um complexo de inferioridade, ou apenas das falsas certezas da juventude.
Bran, Arya e Rickon eram jovens demais para que a influência do pai cristalizasse em sua personalidade. Portanto, eles hoje estão suscetíveis à influência de outras figuras paternas na jornada que enfrentam. Ainda assim, pequenas lições de Eddard continuam a ecoar neles mesmo anos mais tarde. Bran ainda se lembra sobre como seu pai dizia que apenas diante do medo os homens podem ser corajosos, e Arya procura uma matilha constantemente para não perecer como o lobo solitário 'quando os ventos brancos se erguerem'.
O caso oposto foi o que aconteceu com Theon Greyjoy. Nem todo o tratamento com deferência que lhe foi oferecido em Winterfell resultou em boas relações com Ned. Ainda que descontemos seu conflitos internos pessoais (assunto para outro texto), esta repulsa de Theon pode ser explicada pelo fato de que ele havia crescido e sido educado dentro de uma cultura que odeia os habitantes do continente, em especial os nortenhos. Portanto, diante da educação recebida nas Ilhas de Ferro e do tratamento solene que lhe era dirigido, não parece inverossímil que ele mais tarde alegue que era sempre lembrado de sua condição de prisioneiro e pense que Eddard era frio com ele.
Entretanto, como visto em A Dança dos Dragões, o verdadeiro ressentimento de Theon era saber que nunca seria parte da família Stark. De fato, havia semelhanças demais entre a história de Ned e Theon para que suponhamos que Ned não tivesse boa dose de tato quando eles se relacionavam. Ned também havia sido retirado de casa quando ainda era criança para ir morar com um estranho em uma terra estranha. Ainda que sua condição no Ninho da Águia fosse bastante menos opressora do que a de Theon em Winterfell, ninguém poderia dizer que Ned foi voluntariamente enviado para o Vale. Assim, As conclusões de Theon serão sempre injustas.
Mas esse não é o caso mais interessante e agudo entre as crianças criadas por Ned. O relacionamento mais desafiador e com mais consequência era aquele com sua filha Sansa. Comecemos por dizer que não havia nada afetivamente errado entre eles, mas as circunstâncias tornaram as falhas deste relacionamento em um sintoma do que havia de errado no próprio Eddard como Mão do Rei. Em síntese, os erros de Sansa também foram erros de Ned.
Durante os eventos sinistros que ocorreram em A Guerra dos Tronos, Ned repetidamente deixa suas filhas no escuro sobre o que realmente estava se passando. Em razão da diferença de naturezas, Arya e Sansa têm respostas diferentes às situações. Eddard tem mais sucesso em apaziguar Arya, cujas semelhanças com Lyanna podem ter ajudado com que ele a compreende-se melhor (veja: Eddard até permitiu que Arya tivesse treinamento em armas quando sabe-se que o próprio Lorde Rickard não o permitiu a Lyanna).
Contudo, Sansa não é uma garota que tinha 'ferro por baixo da beleza', como Lyanna. Sansa é a garota para quem 'a cortesia era a armadura de uma dama'. E é justamente aqui esta a falha de Eddard. Ned não tem traquejo social, não entende de sutilezas e acaba traído e executado justamente por isso. Portanto, não é nenhum coincidência ou ironia que Sansa esteja sob a tutela e controle do homem que conhecia o suficiente de sutilezas para, por exemplo, trair e garantir a execução de Ned e ainda sair de mãos limpas e levando a filha que Ned não soube lidar adequadamente.
Mas a bizarra relação pai-filha entre Mindinho e Sansa é assunto para outro texto.
LORDE EDDARD STARK
Eddard Stark foi Lorde de Winterfell e guardião do Norte por 15 anos e é amado o suficiente na região para que pessoas arrisquem as próprias vidas em intrigas e guerras para proteger seus filhos. Mas se era Brandon quem teve a educação senhorial adequada e Ned não é carismático ou tem traquejo social, como isso é possível? Muito facilmente, alguém responderia que isso se deve a um longo verão de 10 anos. Mas não é só isso, á traços da personalidade de Eddard que o tornam um bom senhor.
O primeiro deriva de uma afirmação de Catelyn lembranda por Arya quando viu Tywin Lannister em Harrenhal:
Lorde Lannister tinha um aspecto forte para um velho, com rígidas suíças douradas e uma cabeça calva. Havia algo no seu rosto que fazia Arya lembrar-se de seu pai, embora não se parecessem em nada. Tem uma cara de senhor, é só isso, disse a si mesma. Lembrava-se de ouvir a senhora sua mãe dizer ao pai para envergar a cara de senhor e ir tratar de algum assunto. O pai ria daquilo. Arya não conseguia imaginar Lorde Tywin rindo de qualquer coisa.
(ACOK, Arya VII)
Como se vê, Eddard tinha cara de Lorde. O suficiente para ser comparável a ninguém menos do que Tywin Lannister. Pode parecer irrelevante, mas é algo que o próprio Bran também nota, como Eddard assumia o rosto do Senhor de Winterfell logo no primeira capítulo do primeiro livro.
O segundo é que Ned não faz separação entre o público e o privado. Sua relação com seus próprios servos é muito pessoal. A ponto de achar que o Senhor devia ceiar com seus homens e conhecê-los, para que eles não morram por um estranho (AGOT, Arya II). Esta tipo de política pessoal é tipicamente nortenha. É o tipo de política que mais tarde Jon Snow indica a Stannis Baratheon a seguir: deixe que eles lhe conheçam e eles lhe seguirão.
Este tipo de política, contudo, não é o que seria útil em Porto Real. Mas também este erro não pode ser atribuído totalmente a Ned. O primeiro erro foi de Robert, que selecionou Ned com base na confiança, não em suas competências. Caso Robert, tivesse olhado para sua própria família (como Stannis esperava, por isso que ele partiu para Pedra do Dragão depois que Robert o pulou), talvez o conflito contra os Lannister teria sido muito mais restrito e menos danoso ao reino.
Havia sinais que Robert deixou de ler quando selecionou Eddard para o cargo de Mão. O primeiro era que Eddard era essencialmente um soldado. Jaime Lannister, quando avalia Randyll Tarly como candidato a Mão de Tommen, ele avalia que um soldado é uma "fraca Mão para tempos de paz" (AFFC, Cersei II). E isto é especialmente verdade quando notamos que Eddard é um agente político sem agenda ou ambição. Na ausência de um conflito real, ele é apenas alguém segurando a cadeira para outra pessoa (e que não via a hora de ir embora).
Talvez tenha sido o fato de que Ned continuou no Norte a se portar como um segundo irmão obediente e não causar problemas a Porto Real que tenha feito Robert pensar que Lorde Stark daria uma boa mão. Mas a postura isolacionista de Eddard deveria ter funcionado como um sinal de que o homem não saberia lidar com costumes da política sulista.
Porém, no final, Robert preferiu algo que lhe trouxesse conforto e familiaridade. E a falta de traquejo de Ned cobrou seu preço. Desde o primeiro encontro com o conselho, Eddard demonstrou que não tinha talento para fazer aliados, não estava acostumado a não ter a palavra final e tinha uma retórica rudimentar. Todas estas qualidades reunidas fazem de uma pessoa um imã de inimizades.
Fora isso, Ned não se cercou de pessoas que poderia confiar, tampouco agiu para a destituição de pessoas de quem ele desconfiava do conselho do rei (o que seria de alguma fácil de conseguir, já que metade do conselho era de baixo nascimento).
Por fim, quando seus erros de cálculo se acumularam e circunstância fora de seu controle se mostraram desfavoráveis, Eddard julgou que poderia usar seu cargo e uma força mercenária (patrulheiros da cidade subornados) para resolver tudo e cometeu mais um erro de subestimar Cersei, dando-lhe uma chance de fugir, no que ele classificou como "a loucura da misericórida".
No final, os Lannisters usaram sua própria honra contra ele, fazendo com que ele confessasse ter fabricado a verdade pela qual seus homens morreram em seu golpe de estado fracassado.
EDDARD, O MORTO
Primeiro, temos que afirmar o óbvio: Ned não está vivendo uma segunda vida em algum pombo em Porto Real, como afirma a infame e bizarra teoria. Nós estivemos na cabeça de Eddard e ele nunca teve sonhos de warg ou qualquer experiência de troca-peles.
Mas, fora de questões lúdicas, por que Martin matou Ned?
Algumas pessoas pensam que, ao matá-lo, GRRM estava dando o tom dos livros. Pessoas sem capacidade de se adaptar não estariam aptos a serem parte do jogo dos tronos e seriam alvo fácil para jogadores mais talentosos e experientes.
Outros afirmam que foi justamente para mostrar que assim eram as políticas medievais, e que Martin está apenas sendo realista e fiel ao tom da história de nosso mundo. Porém, Martin já afirmou enfaticamente não ter ou defender uma visão niilista do mundo.
Eu gostaria de propor uma terceira via: que Ned foi morto por circunstâncias fora de seu controle. Afinal, no fim, sua morte não era prevista nem por seus inimigos. Foi apenas um capricho de Joffrey, assim como a tentativa de assassinato de Bran.
Qualquer que tenha sido a razão para Ned morrer pela própria espada que ele executa Gared no início dos livros, a morte de Eddard aparentemente já era prenunciada (foreshadowed) desde o começo do livro, com a descoberta a loba gigante morta e seus filhotes desamparados perdidos no mundo.
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2019.09.29 20:15 altovaliriano [Domingo de Podcast] O podcast do próprio George R. R. Martin

Após o lançamento de O Festim dos Corvos em 2005, George R. R. Martin começou um projeto de Podcast que resultou em 8 episódios em que o autor fala sozinho sobre diversos assuntos. Durante a escrita de A Dança dos Dragões, Martin matinha-se em constante contato com fãs e inclusive fornecia relatos do progresso da escrita, além de ter gravado este podcast. Martin não faz mais este tipo de coisa, pois disse que é contraproducente. Só piora a ansiedade e expectativa dos leitores.
Os episódios podem ser encontrados em http://www.georgerrmartin.com/grrm-podcast/. Abaixo faço a sinopse dos episódios:
  1. Ep. 01 - Origens de ASoIaF;
  2. Ep. 02 - História de Martin como escritor;
  3. Ep. 03 - Fala sobre a profissão de escritor de SFF (Ficção Científica e Fantasia) e dá conselhos a escritores novatos;
  4. Ep. 04 - Como foi a época dele em Hollywood;
  5. Ep. 05 - Influências literárias e projetos pós-ASoIaF;
  6. Ep. 06 - Lê um pouco do prólogo de Festim dos Corvos e comenta a escrita deste capítulo e outros assuntos sobre o livro;
  7. Ep. 07 - Jogos baseados em seus livros;
  8. Ep. 08 - Cultura de fã e seus próprios fãs.
A esmagadora maioria do conteúdo destes Podcasts não será novidade para quem já leu algumas entrevistas de Martin e/ou sua coletânea "RRestropectiva da Obra".
Contudo, algumas partes merecem destaque:
-----------------------
O podcast sugerido dessa semana é um que o próprio Martin deu destaque em seu site, chamado Podcast of Ice and Fire. Este é dito ser o podcast mais antigo dedicado a ASoIaF e Game of Thrones e já foi laureado com o prêmio The Geekie Awards.
Eu ainda não ouvi nenhum epísodio, mas seus apresentadores continuam a produzir conteúdo até hoje e diversos projetos paralelos foram criados por eles, desde outros podcasts até um canal no Youtube.
O Podcast também tem um fórum próprio.
Martin assim comentou sobre o trabalho deles em 2013:
Na verdade, eu nunca conheci o pessoal do Podcast of Ice & Fire ... mas eu os ouvia de vez em quando, e eles parecem se divertir muito. Eles nem sempre estão certos, mas são [quase] sempre interessantes e merecem ser ouvidos. Então, experimente, se você é um fã de podcasts. Você pode encontrá-los conversando sobre o show, os livros e ... por razões que não compreendo totalmente... Casa Manwoody.
Link para o site do Podcast: http://podcastoficeandfire.com/
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2019.08.21 18:32 MacCohen Traduzione e autenticità storica del Libro di Abrahamo

L'egittologo Robert K. Ritner ha ribattuto al saggio sul Libro di Abrahamo pubblicato su lds.org nel 2014.
Per iniziare fa notare che, nonostante la conclusione del saggio dica che “la veridicità e il valore del libro di Abrahamo non possono essere determinati dal dibattito accademico relativo alla traduzione e all’autenticità storica del libro”, cercano comunque di dimostrare le loro tesi proponendo un dibattito accademico molto parziale visto che la maggior parte delle note si rifanno a pubblicazioni legate a studiosi o apologeti impiegati alla BYU.
Ritner fa una rassegna delle critiche mosse al Libro di Abrahamo dagli egittologi:
In seguito Ritner ricorda che la traduzione del Libro di Abrahamo è stata confutata dagli egittologi fin dal 1861, quindi oggi la Chiesa ricorre a varie scuse per spiegare come Joseph Smith abbia ricavato il testo del libro dai papiri: la parola “traduzione” non vorrebbe dire davvero traduzione, il papiro magari è incompleto e così via. Il Libro di Abrahamo stesso ha però il sottotitolo “tradotto dal papiro, da Joseph Smith.”
Quando il saggio dice che “alcuni hanno ritenuto che i geroglifici posti accanto e intorno al facsimile 1 debbano costituire una fonte del testo del libro di Abrahamo, ma questa opinione si basa sul presupposto che tra un’immagine e il testo ad essa adiacente esista un legame in termini di significato” Ritner ricorda che è il libro stesso a confermarlo (Abrahamo 1:12-14).
Il fatto che per Smith il processo fosse una traduzione è chiaro leggendo i manoscritti dettati da Smith agli scrivani, in cui si vedono singoli caratteri ieratici tratti dal Libro del respirare di Horo su una colonna a sinistra e la relativa traduzione in inglese, corrispondente al testo del Libro di Abrahamo, sulla destra.
Anche se il saggio sostiene che Joseph Smith non rivendicasse di parlare l'egiziano, si contraddice da solo dicendo che “Phelps considerava Joseph Smith l’unico in grado di comprendere i caratteri egizi: 'Poiché nessuno era in grado di tradurre questi scritti', disse Phelps a sua moglie, 'essi furono mostrati al presidente Smith, il quale capì subito di che cosa si trattasse'” e Smith sostenne più volte di parlare l'egiziano fornendo il significato di parole a suo dire egiziane come “su e-eh-ni”; oltre all'esempio di Ritner, ho anche trovato “mon” (Times and Seasons, 15 maggio 1843), "Jah-oh-eh, Enish-go-on-dosh, Flo-ees-Flos-is-is" (Times and Seasons, 13 novembre 1843) e un elenco di numeri egiziani; tutti questi termini sono inventati e non hanno senso in egiziano, men che meno le traduzioni fornite da Smith.
Da una parte il saggio sostiene che “non esiste più alcuna testimonianza diretta relativa alla loro traduzione, il che rende impossibile ricostruirne il processo”, però si contraddice ancora da solo alla nota 31, che dice: “'Mi sono seduto a fianco a lui e ho trascritto la traduzione dei geroglifici egizi così come egli affermava di riceverla mediante ispirazione diretta del cielo', scrisse Warren Parrish, lo scrivano di Joseph Smith.” Oltre a questo ci sono i già citati manoscritti del Libro di Abrahamo che mostrano chiaramente che il processo di traduzione è da prendere alla lettera: ai vari caratteri tratti dai papiri Joseph Smith accosta il significato in inglese, identico all'attuale testo del Libro di Abrahamo con alcune correzioni a mano a mano che la traduzione procedeva. In questo documento si vede addirittura che una singola frase tradotta dagli egittologi come “grande lago di Khonsu [e Osiride Horo il giustificato], nato da Taikhibit la giustificata, ugualmente” ha dato origine all'intero Abrahamo 1:4-31 e 2:1-2
Per un altro approfondimento, rimando alla pagina su smormoni
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2019.07.03 01:08 Severianes Martes de... literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
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Robert A. Heinlein - Frases Célebres y Citas - Aki Frases

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