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Rio de Janeiro News

2012.10.22 15:18 ffmrj Rio de Janeiro News

Notícias, informações, tudo sobre o RIO DE JANEIRO Aqui é permitido: --> Fotos --> Sugestão? Deixem aqui nesse [tópico](http://www.reddit.com/rio_de_janeiro/comments/11xt0u/sugest%C3%B5es_para_a_comunidade_rio_de_janeiro/).
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2015.09.10 22:02 AcacioDorta Território LIVRE

Espaço dedicado à cooperação e debate de ideias, projetos e propostas do Movimento Brasil Livre.
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2016.06.02 20:21 CruzeiroDoSul Fluminense Football Club

O Fluminense é o único time tricolor do mundo. O resto são times de três cores.
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2020.09.30 03:45 spiritofmnemoth É um ABSURDO bloquearem os posts com temática de bissexualidade ou LGBT no geral.

Eu já perdi a conta de quantos posts sinceros de meninos e meninas falando sobre a descoberta da própria sexualidade foram bloqueados nos últimos dias. Seria ridículo isso acontecer num subreddit chamado literalmente sexualidade, não é mesmo? Em teoria, sim. Só que acontece que os autores dos posts em questão são (em maioria) bissexuais, então pros moderadores tá tudo bem bloquear os comentários dos posts. NÃO ESTÁ TUDO BEM. Uma conversa sobre bissexualidade é simplesmente uma conversa sobre sexo e romance, assim como uma conversa entre héteros, não existe motivo (razoável) pra não quererem que estes posts sejam comentados e ganhem relevância no feed do sub. E o adm, no ato da censura, ainda diz cinicamente que "acho que vão te ajudar mais no arco_iris". Querido, arco_iris não é um sub de sexualidade, é simplesmente um sub LGBT, com os temas mais variados possíveis, geralmente notícias ou discussões sobre a sociedade, é tão apropriado postar algo sobre bissexualidade aqui quanto lá. Eu tenho certeza que os moderadores desse sub são um bando de cirandeiros que acham que estão sendo super inclusivos e legalzões ao fazerem isso, mas na verdade, vocês estam só desviando, escanteando as conversas LGBT pra um gueto virtual onde só nós mesmos habitam. E pra quê? Pra poupar os héteros de serem incomodados com a nossa existência? Pra não incomodar o joãozinho que só faz posts de niceguy e posts de "a minha pica de 37cm é pequena ou não"?
e só pra esclarecer, eu não tenho absolutamente nada contra o arco_iris
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2020.09.30 03:21 vitoremidio Não aguento mais o Ministro do Meio Ambiente

Gente. Todo dia uma notícia ruim no Ministério do Meio Ambiente. A porra toda pegando fogo e o cara todo dia fodendo mais as regras do meio ambiente. Ontem eu fiquei tão puto assistindo a reunião do Conama, que nem sei.
E o pior é que o mal carater nem finge mais que quer proteger o ambiente. Isso é um escárnio com a população, e esse cara precisa no minimo sair do governo, e na real tinha era que ir pra cadeia mesmo. Sinceramente vai tomar no cu
Vi que tem umas iniciativas aí pra mostrar pro governo que não dá mais. Vou aproveitar e colocar aqui como anexo ao desabafo porque as vezes ajuda a melhorar a coisa né. Quem quiser assinar pra ver q q dá
http://chng.it/XzkTbLYqGz (esse tem uma caeta de biólogos anexada, que tá aqui: https://docs.google.com/document/d/166FQBdgkaFdwYWkxxSAFwV3vfVlCO2-mniwACqjY8ek/edit )
https://www.tchausalles.org/
https://forms.camara.leg.bex/enquetes/2205388/resultado (votem totalmente a favor aqui no caso)
Não sei se colocar os abaixo assinados aqui é contra a regra do sub, não vi nas regras nada contra. Pensei nisso mais como um desabafo com anexos sei lá. Mas a situação tá horrível, de dormir mal mesmo. Não tá sendo fácil
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2020.09.29 20:38 MarysLetter Um pouco de literatura sobre ROE e índices de profitability.

https://www.reddit.com/investimentos/comments/ix0z67/roe_estudo_comparativo/
Decidi fazer um post referenciando este estudo do u/wonderful_teacher de 1 semana atrás, em que ele fez um quadro comparativo do ROE de diferentes empresas, junto com a porcentagem de margem líquida, e separado por setores. Como o OP explicou, a metodologia da tabela foi feita para evitar as distorções nos índices de rentabilidade, como é bem explicado nesses 2 artigos da investopedia:
https://www.investopedia.com/articles/fundamental/03/100103.asp
https://www.investopedia.com/terms/returnonequity.asp

O intuito do meu post é deixar um pouco de bibliografia sobre o assunto, complementando o estudo comparativo, e mostrando a importância do indicativo na hora de fazer a seleção de ações.

https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2971185
Nesse estudo chamado "What is Quality", os autores tentam definir o que é exatamente "qualidade" nos investimentos, e mostra que os índices de lucratividade tem um impacto positivo na rentabilidade para o acionista. De forma controversa, os autores argumentam que a estabilidade e crescimento do lucro líquido, junto do baixo endividamento, é pouco relevante na hora de fazer a seleção de ativos, nem quando for usado em conjunto com outros indicadores. No entanto...

https://www.msci.com/documents/1296102/8473352/Quality-brochure.pdf/f6a1a3b2-e914-46ba-861a-1a4a7c8cc41c
Tem esse pequeno artigo do Morgan Stanley explicando como funciona o seu ETF baseado no fator qualidade(QUAL), com um gráfico mostrando a rentabilidade de uma carteira que usa algum desses 3 indicadores sozinho: lucro líquido crescente, baixo endividamento, e o ROE. O bom desempenho da carteira que se baseia no ROE reforça o artigo anterior, no entanto os 3 indicadores apresentam clara sinergia quando usados de maneira conjunta, porque aumentam a rentabilidade total e diminuem a volatilidade da carteira, contrariando em partes o primeiro artigo e indo em direção ao consenso da análise fundamentalista.

(link do bitly quebrado, edit com o link original: https://www.researchgate.net/publication/258341502_Can_Return_on_equity_be_used_to_predict_portfolio_performance)
Um estudo mostrando que, nos mercados emergentes, o ROE pode ser usado para criar portfólios com um retorno sólido, quando o acesso a dados financeiros de uma empresa não está prontamente disponível.

https://bit.ly/349mKoi
Pequeno artigo-notícia descrevendo um estudo contido em 2 livros, que apontam o ROE como um bom indicador para excluir empresas ruins. Isto é, empresas com ROE excessivamente baixo geralmente apresentam mau-desempenho no geral, e que ele é um bom indicador quando usado em conjunto com outros. Assim como no artigo anterior, os autores deixam claro que um ROE extremamente alto não é garantia de mais retorno, mas um ROE baixo quase sempre quer dizer uma empresa ruim.
Para ilustrar um pouco as desvantagens, podemos pegar a Grazziotin (CGRA), uma empresa pequena e relativamente desconhecida do ramo de vestuário, e que possui ROE e Margem Líquida bem altos. Alguém pode pensar: puxa vida, uma empresa pequena com uma rentabilidade tão alta, devo apostar alto nela? Apesar da CGRA ocupar uma posição tão privilegiada na tabela do u/wonderful_teacher, a empresa instituiu em 2019 um programa de recompra de ações (https://bit.ly/2Sa5h9H), que por sua vez infla o valor do ROE/ROA. Além disso, o Eduardo Cavalcanti apontou numa live de março que ela não fez o release do 4T19, o que foi corrigido pela Grazziotin mais ou menos na mesma data do vídeo.
Voltando ao artigo What Is Quality, os autores falam da importância de fazer os releases de forma clara, precisa e completa, o que seria os "accruals". Apesar da alta lucratividade, a CGRA seria questionável na hora de apresentar os dados contábeis, e isso deve ser colocado na balança na hora de comprar o ativo ou não.
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2020.09.29 16:41 pinolitz Como lidar com duas doenças graves na família?

Tudo começou a mais ou menos um ano, meu pai andava muito cansado e estava com algumas bolas no ombro direito. Foi ao médico e começou a fazer os exames para ver o porquê daquilo. Me lembro como se fosse hj, recebi o login e a senha pra entrar no site do laboratório pra ver o resultado da biópsia, passei muito tempo olhando para aquele e-mail, não tive coragem de abrir logo de cara. Quando tive a coragem lá estava. Linfoma não hodgkin com metástase, foi o dia mais triste da minha vida, fiquei desesperado, não sabia o que fazer, como contar para ele e para a minha mãe. Esperei que o médico contasse no dia da consulta. Estava desesperado, esperando o pior, que o médico falasse que não tinha mais jeito, estava escrito metástase lá no site (metástase é quando o câncer se espalha para outros órgãos, contaminando muitas vezes o corpo todo). Meus pais saíram do consultório, mas as notícias eram menos piores do que eu imaginava, tinha 85% de chances de cura, fiquei mais tranquilo, seria difícil mas teria muitas chances de dar certo, mas o pesadelo estava só começando. Parece que quando alguma coisa ruim acontece tudo conspira para outros coisas ruins acontecerem. Sou um cara de 23 anos, normal, trabalho, estudo, namorada. Minha família tem um comércio pequeno, desde que meu pai ficou doente fiquei responsável por cuidar desse comércio e estava muito difícil gerir as coisas. Com a pandemia acabou fudendo tudo, perdemos nossa única fonte de renda e está sendo difícil tratar meu pai. Mesmo o tratamento dele sendo pago pelo governo ainda tem outras dispesas como remédios e transporte pra fazer exames, alguns parentes nos ajudam mas está difícil conseguir pagar o básico das contas. Isso não é tão importante agora, mas minha namorada me largou e tive que deixar a faculdade que tanto batalhei pra conseguir passar pra poder ajudar a cuidar melhor do meu pai. Depois de tudo isso, em um belo dia acordei e fui ao banheiro urinar, chegando lá a urina simplesmente não saia, fiquei por uns 10 minutos entupido, não chamei minha mãe pra não colocar mais problemas na cabeça dela. Depois desses 10 minutos comecei a sangrar muito pelo pênis, perdi quase 1,5 litro de sangue até chegar num hospital a 50 km de onde moro que tinha um cirurgião urologista que pudesse me tratar. Passei duas semanas no hospital, fui diagnosticado com um problema na uretra que faz com que ela feche sozinha e isso meio que fez minha bexiga explodir. Tive que fazer uma cirurgia pra retirar uma parte da gengiva e refazer minha uretra, foi muito difícil. Fora a preocupação com meu pai, ainda tive que fingir que estava tudo bem enquanto passei duas semanas me recuperando da cirurgia no corredor do ambulatório do hospital sem poder ver ninguém, nem levantar, por conta da pandemia. Já fazem 3 meses que isso aconteceu e não me recuperei totalmente, ainda uso uma sonda que incomoda muito, o médico me proibiu de fazer qualquer coisa pois a cirurgia é muito delicada e qualquer movimento brusco pode estragar tudo. Não vou mais poder ter filhos por conta das complicações que tive. Minha mãe está segurando a barra sozinha cuidando de dois doentes, me sinto um inútil por não poder ajudar em nada. Queria fechar o olho e tudo isso simplesmente sumir, estou passando pelo inferno na terra e não posso fazer nada, só observar. Estou escrevendo isso pois depois de tudo o que aconteceu boa parte dos meus "amigos e família" desapareceram, não tenho ninguém pra desabafar. Minha única "diversão" é ficar na internet, pois uma vizinha de bom coração emprestou a senha do wifi.
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2020.09.29 15:34 Guilherme_SemIdeia Celular Novo :D

Isso não é um desabafo, é só uma notícia
Resolvi contar porque não estou muito acostumado com ele, mas estou feliz, antes eu tinha um Iphone 5s, ele durou 5 anos. Agora estou com um Iphone X, e... Não ter botão é estranho...
Pelo menos ele não vai ficar desatualizado tão rápido :D
Bom, agradeço pra quem leu, estou fazendo esse post usando ele.
hehe, 64 Giga de memória
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2020.09.29 13:53 boa_viagem Viajar durante a pandemia?

Bom dia, pessoas, meu primeiro post nesse sub.
No ano passado, eu (22) e minha namorada (também 22) fizemos uma viagem de passeio pelo litoral de nosso estado. Antes disso, eu achava que odiava o litoral daqui e viajar mas era por conta de isso estar muito associado com viagens de família que eram muito desconfortáveis para mim. Acontece que removendo o estigma da família, viajar - especialmente para o litoral - se tornou uma das minhas coisas favoritas.
Acelerando para 2020: nesse ano, tudo que eu mais tenho desejado é poder viajar de novo. No começo do ano, me graduei da faculdade e por conta disso, perdi minha fonte principal de renda (que era meu estágio remunerado) e estou dependendo em 90% dos meus pais. Além disso, veio o corona e o isolamento, que no começo eu respeitei à risca, mas nos últimos meses passei a ir no mercado, farmácias etc. para ajudar meus pais e eventualmente também passei a visitar minha namorada.
O fato de depender financeiramente dos outros me deixou bem triste e deprimido durante os últimos meses, pois sentia que não tinha mais minha independência e principalmente porque não existia a possibilidade de guardar dinheiro para eventualmente viajar.
Essa situação deu uma grande reviravolta quando, agora em setembro, consegui projetos como freelancer e isso está me permitindo juntar um dinheirinho (praticamente o suficiente para fazer essa viagem que tanto quero). Também nesse mês, minha namorada descobriu que irá tirar férias do trabalho em novembro.
Com isso, me deu uma vontade MUITO grande de viajar, afinal, era algo que eu já desejava há muito tempo e agora existem os meios e, principalmente, uma possibilidade de data: como minha namorada trabalha em empresa, não é sempre que ela consegue tirar férias ou ter dias disponíveis para fazer algo assim.
Porém, como todos sabemos a pandemia não acabou e viajar possivelmente seria um risco, mesmo que no meu estado seja o segundo com menos casos no país e a situação esteja se encaminhando cada vez mais para ficar em queda. Conversei com a minha psicóloga e me senti seguro o suficiente para arriscar a viagem. Também sei que meus pais estão praticamente vivendo normalmente (mas fazendo o uso de máscaras) e sei que se eu contasse desse desejo para eles, eles me encorajariam à realizá-lo, tanto que em outros momentos eles quase se arriscaram e quase foram viajar em finais de semana desse mês, sendo impedidos por mim e pela minha irmã (que está respeitando o isolamento o melhor que pode e tem sido a voz da razão frente ao corona aqui em casa).
Minha namorada também se sente um pouco insegura quanto à viagem por medo dos riscos que seriam assumidos, e, eu também tenho essa insegurança, mas principalmente medo de me arriscar e ir viajar e por conta das restrições obrigatórias eu não aproveitar 100%. Todo dia eu tenho acompanhado as notícias do meu estado e buscado informações da pandemia nas cidades que gostaria de visitar para ver se a viagem seria viável, além de que planejei que se, decidirmos por viajar, será durante a semana e após o feriado do dia 2, para encontrar os nossos destinos com o mínimo de aglomerações possível.
Desculpa pelo post longo e o que eu devo fazer??
TL;DR: Estou a muito tempo querendo viajar e finalmente consegui o dinheiro e a data para fazer isso, mas o corona me deixa inseguro (tanto sobre a contaminação quanto sobre não aproveitar o suficiente por conta das restrições)
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2020.09.29 05:09 SilentTomatillo98 Eu odeio a cor da minha pele

Sou parda e tenho NOJO da minha cor desde pequena. Eu sempre invejei as garotas branquinhas da minha sala. Elas eram sempre muito mais bonitas do que eu e sempre eram bem melhores tratadas e recebiam muita atenção dos garotos e dos professores. Todos gostavam delas só porque elas eram branquinhas. Eu tenho nojo também de todos os que têm a mesma cor que eu e as mais escuras. É inegavél que a cor parda exala inferioridade em todos os sentidos. A pele branca é sempre associada universalmente com riqueza, inteligência, moralidade e todas qualidades positivas que você puder imaginar. Veja bem, Jesus Cristo é um branco loiro de olhos azuis. Alguns anos atrás, surgiu uma notícia falando que Jesus poderia ter sido um pardo narigudo de cabelo crespo e todo mundo ficou puto com isso, porque obviamente uma figura tão incrível como Jesus não pode ter pele escura. Acho que se provassem que Jesus Cristo é pardo e tem cabelo crespo o número de ateu tripliacaria em poucos dias. Ninguém gosta de pardos e pretos, nem mesmo nós mesmos.
Se eu fosse branca provavelmente a minha vida seria bem melhor, eu seria mais bonita, inteligente, respeitada, atraente e não teria zero de auto-estima. Eu teria maiores chances na vida como um todo. Viveria uma vida de filme de Hollywood. Para piorar a minha situação já tão terrível, eu não sinto atração por ninguém com a mesma cor de pele que eu. Eu tenho aversão. Só me atraio por rapazes brancos, mas obviamente nunca vou conseguir atrair nenhum, porque sou parda, esquelética, pobre, feia e burra demais. Consequentemente, sou totalmente virgem com 23 anos de idade e não vejo como isso pode mudar futuramente. Não tenho nenhum motivo pra viver. Eu pensei em estudar e fazer alguma faculdade, mas sou burra e pobre demais. O que alguém como eu deve esperar desta vida? Por que alguém vai querer alguém como eu? O que eu posso fazer? Não sei como lidar com isso. Não tenho dinheiro para tentar me iludir com terapia e antidepressivos porque surpreendentemente eu sou pobre. Só consigo pensar em me matar, mas só pensar mesmo porque não tenho coragem e provavelmente nunca terei.
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2020.09.29 03:53 Uninviting_ Não me sinto mal mais

Costumo escrever nesse fórum e apagar depois por ter vergonha da vida medíocre que levo, mas hoje tenho boas notícias.
Fui convidada pra ser QA em uma empresa internacional que lida indiretamente com games e eu to FELIZ DEMAIS.
Já mencionei anteriormente que sai de casa com 17 anos e no meu último encontro de família me senti um lixo por que a minha irmã tem muito dinheiro e eu rejeitei a grana dos meus pais pra tentar morar sozinha em outra cidade, e até então está dando certo mas é muito difícil.
Eu digo pra vocês que é a primeira vez em 5 anos que eu sinto que valeu a pena cada segundo de sufoco. Foram 2 semanas de ansiedade a mil, pensei em desistir varias vezes e tive medo de ficar sem teto como já aconteceu uma vez (assim acabei morando com mais 3 amigos e as vezes é o inferno pra todo mundo).
Agora as coisas vão mudar graças a Odin. Obrigada a todos que leram meus posts aqui e disseram pra eu não desistir que coisas boas aconteceriam.
VOCÊS SÃO FODA. EU SOU FODA. NUNCA DESISTAM. SEGUREM FIRME E NÃO DEIXEM A DEPRESSÃO E A ANSIEDADE DERRUBAR VOCÊS.
<3
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2020.09.29 03:42 ghostguy2 É impressão minha ou a Jovem Pan tem lambido 'ozovo' do governo ultimamente?

Tenho notado alguns títulos dos útimos vídeos dá JP e só me vem na cabeça que eles tão levando um cascalho do governo. É notícia de mitada pra cá, é entrevista ao vivo com o Bolsonaro toda a semana... tem caroço nesse angu.
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2020.09.29 02:32 ChivalryFacade Como pegar o bonde andando e entender o que está acontecendo na política/economia e o impacto no mercado financeiro? Quero me inteirar das diferentes "frentes" que estão acontecendo no Brasil: Reforma da Previdência, Pandemia, e como tudo isso se relaciona aos resultados do mercado. O que sugerem?

Nunca fui de acompanhar notícias, e agora que estou começando a investir sinto uma carência enorme de entender a situação atual (e como chegamos até aqui).
Começar a acompanhar o noticiário é o no-brainer. Mas antes disso, como me inteirar do que se passou para chegar aqui?
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2020.09.29 00:30 Carlos_Lourenco_Kun Sinto medo do ser humano

Sempre soube que existiam pessoas ruins por ai, fazendo coisas horríveis e tal. Mas de tempos em tempos alguma notícia me deixa espantado com o quanto as pessoas conseguem sem cruéis e doentes.
Ultimamente tenho passado muito tempo na internet e, por consequência, tenho visto várias discussões entre pessoas com opiniões diferentes, em qualquer lugar: comentários do Instagram, do youtube e até aqui no Reedit.
Mas oq mais me assusta é o ódio q algumas pessoas carregam consigo. Uma raiva descomunal. E liberam isso em forma de ataques na internet e propagação de ódio: desde debates nos comentários do Insta, até chans criminosos na Deep web (como um q contribuiu para o massacre de Suzano, notícia q inclusive me deixou com medo na época)
Agora eu tô aqui, com meu psicológico assustado, (Eu sei q depois de uma noite de sono estarei normal, é sempre assim) mas eu tinha que compartilhar isso com alguém. Se alguém puder me dizer coisas óbvias aí em baixo, como "n perca tempo lendo isso" eu agradeceria muito, de vdd.
Muito obrigado a quem leu até aqui, tenham um bom dia/tarde/noite :)
Ps: minha idade é 16 anos.
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2020.09.28 22:35 anselmocaramelo “O Dilema das Redes” (Netflix), você viram?

Vi um documentário muito comentado hoje (esse do título) e o próprio Reddit é uma prova da importância desse assunto. Através do depoimento de ex-funcionários que ajudaram a criar Facebook, Twitter e etc, eles explicam como é o mecanismo “viciante” dessas redes sociais. Em primeiro lugar, essas plataformas vivem dos cliques que damos, seja curtindo fotos ou simplesmente abrindo vídeos. Dessa forma, tudo é feito para atrair o usuário e fazendo-o passar o maior tempo possível, oferecendo vídeos e conteúdos que se encaixam ao perfil de cada pessoa. Cada clique gera uma renda de publicidade, que abre mais vídeos relacionados e mais publicidade. Uma consequência é que todos nós nos tornamos dependentes dessas redes sociais, carregando celulares para checar atualizações nas redes a cada 5 minutos, seja para ver as fotos de fulano ou saber da fofoca do cantor X. E no desfile de ostentação das redes, todas pessoas normais se sentem uns bostas pois nossas vidas são patéticas perto da dos ricos e famosos. O número crescente de suicídios entre jovens pode ser um dos resultados disso, pois muitas percebem que nunca terão os corpos perfeitos das estrelas do pop, por exemplo.
Mas o negócio pode ser ainda mais perverso. Na busca por mais cliques, o algoritmo tende a nos direcionar a conteúdos extremistas, mentirosos e caluniosos, pois essas geram mais repercussão. Notícias mentirosas são muito melhores (e rentáveis) do que verdades. Sendo assim, teoria da conspiração, terraplanismo, fake news, desinformação, tudo que é espetacular atrai mais as pessoas. Isso as torna mais revoltadas afinal só enxergam o próprio lado, vivendo dentro de uma bolha. Dessa forma, ideias extremistas proliferam exaltando os ânimos, nesse ambiente de ódio a democracia fica em segundo plano. Ninguém quer dialogar com o outro lado, queremos matá-los! Nessa parte me lembrei do brasil e brasilivre, dois grupos que querem se aniquilar mutuamente e não percebem que são praticamente idênticos. No final, os entrevistados são quase unânimes em falar que sem um controle e regulamentação as redes sociais colocarão a democracia em risco, afinal nessa escalada de ódio as pessoas vão optar por soluções violentas em relação à negociação democrático.
submitted by anselmocaramelo to brasilivre [link] [comments]


2020.09.28 20:25 woofer52 Alguém mais aqui achou o Dilema das Redes Sociais um exagero?

Ontem eu finalmente assisti esse filme/documentário depois de ver muita gente aqui e em diversos lugares que ele mostrava as partes mais sujas das redes e tal, mas achei um exagero imenso em algumas partes.
Bom, primeiro que a Netflix conseguiu entrevista com uma porrada de CEO's e engenheiros das empresas pra meterem pau em algoritmos que nos deixam viciados, mas a própria Netflix tem esses algoritmos, tanto que se eu abrir a minha conta e a da minha namorada, não repete um filme. Eles sabem muito bem que filme indicar e recomendar, aquelas paradas de tocar o próximo episódio, pular a abertura da série, tudo isso faz parte pra te pescar e deixar mais tempo.
Segundo que falam como se fosse novidade as empresas venderem propaganda. Propagandas americanas dos anos 90 eram totalmente absurdas, empresas vendiam seus produtos como se fosse algo muito bom, outras empresas entram no nosso subconsciente( tipo Gillette e Nescau).
A internet hoje no geral se tornou o que mais lutava contra. Lembro de quando todo mundo achava uma baita plataforma o YouTube por que poderíamos escolher o que veríamos e o conteúdo era mais “culto”. Hoje o YouTube é uma grande televisão, com tretas, informações fúteis e coisas do tipo.
Fora que antes de entrar em qualquer rede social, seja YouTube, Facebook ou coisa do tipo você concorda e sabe que seus dados estão sendo coletados. Por mais que você não leu aquilo, incluindo eu, não podemos reclamar disso, pois nós aceitamos.
Outra coisa que me incomodou muito foi o fato de personificarem o algoritmo como se fosse uma pessoa do mal e com intenções maldosas. Acho que isso foi o maior dos exageros. O algoritmo da o que você busca, eu não quero ver notícia da Anitta de eu pesquisar por carros, por exemplo.
Enfim, acho que esse documentário, apesar de ter boas coisas, acho que ele serve mais pra terceirizar a culpa, pra maioria das pessoas não pesar na consciência de que o fato delas estarem viciadas em redes sociais é culpa delas, não do multimilionário. Sabe qual é a forma mais simples de acabar com isso na sua vida? Desliga seu celular ou deixa só as notificações importantes.
submitted by woofer52 to brasil [link] [comments]


2020.09.28 19:55 despretencioso Acabaram com o Nerdplayer?

Nada do Nerdplayer de hoje por aqui. Estou por fora de alguma notícia ou deve ser só um atraso?
TEORIAS?
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2020.09.28 15:50 Vedovati_Pisos Amônia: Veja aqui como evitar na cocheira do seu cavalo!

Alguma vez você já entrou em uma cocheira e sentiu as emanações nocivas de amônia? Seus olhos lacrimejam, o nariz escorre, sua garganta fecha; você pode ser tentado a espirrar só de pensar nisso.
Você sairia imediatamente. Imagine então o que deve ser para cavalos confinados em um espaço fechado com pouca ventilação. Onde eles poderiam ir para respirar ar fresco?
O acúmulo de Amoníaco pode afetar a saúde respiratória e o desempenho de um cavalo. A boa notícia é que é evitável, em grande parte, com as práticas saudáveis de gestão.
Impacto da amônia
Segundo Melissa Mazan, médica veterinária, professora associada de ciências clínicas na Escola Cummings de Medicina Veterinária da Universidade Tufts, em Massachusetts: “A EPA (Environmental Protection Agency) recomenda que as pessoas não devem ser expostas a mais de 1,4 ppm (partes por milhão) em uma base crônica; níveis de 24 ppm causam graves irritações de garganta e nasal.
“A amônia, em níveis típicos de baias, afeta principalmente as vias aéreas superiores do cavalo”, ela observa. “No entanto, em concentrações mais elevadas, a amônia pode causar inflamação das vias aéreas e edema pulmonar, o que ocorre geralmente em níveis superiores a 500 ppm. As exposições mais graves com edema pulmonar têm consequências potencialmente fatais.”
A amônia causa condições inflamatórias nas vias aéreas dos equídeos, aumentando o muco, que afeta negativamente a resposta imunológica, interferindo com a ação dos cílios (pelos microscópicos) que revestem as vias respiratórias – estes cílios servem como uma defesa natural, evitando que poeira e detritos entrem profundamente no trato respiratório.
O impacto na respiração de amônia prejudica o desempenho e vitalidade de um cavalo, particularmente quando as vias aéreas também são atacadas por poeira, endotoxinas (um componente de bactérias), e outras partículas.
Verificação de amônia
Eileen Fabian Wheeler, PhD, professora da qualidade do ar na Pennsylvania State University, tem um interesse especial na otimização do ambiente de cocheiras. Ela comenta: “Se você pode sentir o cheiro de amônia no estábulo, então ele já está acima do limite recomendado para uma boa qualidade do ar.”
Ela relatou que o nível de amônia num estábulo deve ser mantido abaixo de 10 ppm, e o reconhecimento do cheiro de amônia pelos humanos não ocorre até 20 ou 30 ppm, o que é mais elevado do que o desejável ​​para a saúde do cavalo. “A amônia é mais leve que o ar, mas o seu nível é maior perto de sua fonte – urina e fezes depositadas nas baias”, diz Wheeler. ”
Para avaliar adequadamente o nível de amônia, você vai precisar medi-la na zona de respiração do seu cavalo (a esfera de dois pés em torno do nariz do cavalo de onde ele tira sua respiração).
Existem empresas que possuem dispositivos para medir a quantidade de amônia no ar.
Recomendações do Ar Limpo
Boa ventilação e estratégias de higiene práticas são necessárias para livrar um celeiro de amônia. “Cocheiras nunca devem ser fechadas, mesmo no inverno”, diz Wheeler. ”
Os estábulos adequados possuem aberturas em toda estrutura. O não fornecimento de tais aberturas deixa as baias com cheiro de estrume além da amônia e também permite a condensação, que deixa manchas e inclusive deterioram a estrutura.
Altos níveis de umidade, resultantes da má ventilação, tornam um celeiro frio, úmido e abafado. Wheeler salienta que deixando um estábulo “respirar” reduz-se a amônia, odores e umidade e o mantém fresco e seco, mesmo no clima mais frio.
Wheeler faz algumas recomendações sobre o intercâmbio de ar nas baias, baseadas em regras gerais comprovadas:
“Use aberturas permanentes que fornecem pelo menos cerca de 50cm² de abertura por cavalo alojado – o ideal é uma longa fenda em vez de um quadrado, com 3cm de largura de entalhe, permanentemente aberto, ao longo de todo o comprimento da baia, nos beirais”.
Ela ressalta que, colocando essa fenda de entrada nos beirais, o ar frio entra como um fluxo de ar que se mistura rapidamente com o ar parado, um pouco mais quente, da baia. Isso permite a entrada livre de ar fresco, com o ar viciado da baia que circulando para fora. “As aberturas maiores melhoram a chance de manter uma boa qualidade do ar durante todo o ano. “Pode-se fazer aberturas ajustáveis, ​​maiores para um clima mais quente”, diz ela.
Tire vantagem de flutuação térmica (a elevação do ar quente); o ar úmido é menos denso e sobe para as aberturas altas. Wheeler explica, “Aquecido, o ar úmido sobe e é lançado fora pelas aberturas altas, criando um efeito chaminé, que permite que o ar exterior fresco entre na baia, através das aberturas inferiores. Flutuação térmica é uma das duas forças de direção de ventilação natural, a outra é o vento, que é muito mais eficaz do que a flutuação térmica para ventilar uma cocheira”.
Wheeler também observa, “Outro ponto importante é fornecer pelo menos dois conjuntos de aberturas localizadas em diferentes partes da construção; uma abertura de ventilação por si só não será eficaz em melhorar a qualidade do ar em toda a baia. Incluir aberturas no beiral ao longo das duas paredes laterais, por exemplo”.
Ela menciona o valor da utilização de cúpulas com aberturas: “… uma cúpula na parte superior do telhado do pavilhão de cocheiras oferece uma saída para o ar quente e do odor além de permitir que o vento movimente o ar para dentro e para fora do estábulo.”
Wheeler adverte que ter um corredor de trabalho bem ventilado, mas com baias mal ventiladas, não é útil para os cavalos. “Aberturas entre baias também ajudam muito o fluxo de ar em todo o estábulo, com benefícios adicionais na socialização para os cavalos e fácil visualização de todos os animais”, diz ela.
Para cavalos estabulados, em dias quentes, Wheeler recomenda a instalação de portas com malha resistente tanto para o exterior como para o interior das cocheiras. Isso permite que a brisa de fluxo cruzado se desloque entre os corpos dos cavalos.

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2020.09.28 15:08 pinolitz Como lidar com duas doenças graves na família?

Tudo começou a mais ou menos um ano, meu pai andava muito cansado e estava com algumas bolas no ombro direito. Foi ao médico e começou a fazer os exames para ver o porquê daquilo. Me lembro como se fosse hj, recebi o login e a senha pra entrar no site do laboratório pra ver o resultado da biópsia, passei muito tempo olhando para aquele e-mail, não tive coragem de abrir logo de cara. Quando tive a coragem lá estava. Linfoma não hodgkin com metástase, foi o dia mais triste da minha vida, fiquei desesperado, não sabia o que fazer, como contar para ele e para a minha mãe. Esperei que o médico contasse no dia da consulta. Estava desesperado, esperando o pior, que o médico falasse que não tinha mais jeito, estava escrito metástase lá no site (metástase é quando o câncer se espalha para outros órgãos, contaminando muitas vezes o corpo todo). Meus pais saíram do consultório, mas as notícias eram menos piores do que eu imaginava, tinha 85% de chances de cura, fiquei mais tranquilo, seria difícil mas teria muitas chances de dar certo, mas o pesadelo estava só começando. Parece que quando alguma coisa ruim acontece tudo conspira para outros coisas ruins acontecerem. Sou um cara de 23 anos, normal, trabalho, estudo, namorada. Minha família tem um comércio pequeno, desde que meu pai ficou doente fiquei responsável por cuidar desse comércio e estava muito difícil gerir as coisas. Com a pandemia acabou fudendo tudo, perdemos nossa única fonte de renda e está sendo difícil tratar meu pai. Mesmo o tratamento dele sendo pago pelo governo ainda tem outras dispesas como remédios e transporte pra fazer exames, alguns parentes nos ajudam mas está difícil conseguir pagar o básico das contas. Isso não é tão importante agora, mas minha namorada me largou e tive que deixar a faculdade que tanto batalhei pra conseguir passar pra poder ajudar a cuidar melhor do meu pai. Depois de tudo isso, em um belo dia acordei e fui ao banheiro urinar, chegando lá a urina simplesmente não saia, fiquei por uns 10 minutos entupido, não chamei minha mãe pra não colocar mais problemas na cabeça dela. Depois desses 10 minutos comecei a sangrar muito pelo pênis, perdi quase 1,5 litro de sangue até chegar num hospital a 50 km de onde moro que tinha um cirurgião urologista que pudesse me tratar. Passei duas semanas no hospital, fui diagnosticado com um problema na uretra que faz com que ela feche sozinha e isso meio que fez minha bexiga explodir. Tive que fazer uma cirurgia pra retirar uma parte da gengiva e refazer minha uretra, foi muito difícil. Fora a preocupação com meu pai, ainda tive que fingir que estava tudo bem enquanto passei duas semanas me recuperando da cirurgia no corredor do ambulatório do hospital sem poder ver ninguém, nem levantar, por conta da pandemia. Já fazem 3 meses que isso aconteceu e não me recuperei totalmente, ainda uso uma sonda que incomoda muito, o médico me proibiu de fazer qualquer coisa pois a cirurgia é muito delicada e qualquer movimento brusco pode estragar tudo. Não vou mais poder ter filhos por conta das complicações que tive. Minha mãe está segurando a barra sozinha cuidando de dois doentes, me sinto um inútil por não poder ajudar em nada. Queria fechar o olho e tudo isso simplesmente sumir, estou passando pelo inferno na terra e não posso fazer nada, só observar. Estou escrevendo isso pois depois de tudo o que aconteceu boa parte dos meus "amigos e família" desapareceram, não tenho ninguém pra desabafar. Minha única "diversão" é ficar na internet, pois uma vizinha de bom coração emprestou a senha do wifi.
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2020.09.28 14:37 Vedovati_Pisos Cavalo Mangalarga Marchador – Saiba tudo sobre a raça!

Cavalo Mangalarga Marchador – Saiba tudo sobre a raça!
Os primeiros cavalos chegaram ao Brasil na época do descobrimento, mas só por volta de 1800 alguns animais de elite começaram a ser enviados para cá. A partir daí, deu-se início a formação do cavalo Mangalarga Marchador.
O Margalarga deveria ser chamado de cavalo Junqueira, mas acabou ganhando o nome Mangalarga. Uma história que começou em 1750 quando João Francisco Junqueira conseguiu com a coroa uma imensa faixa de terra na região do Sul de Minas Gerais, em Cruzilia, para plantar, criar gado e cavalos.
História do Mangalarga Marchador
A raça Mangalarga Marchador é tipicamente brasileira e surgiu no Sul de Minas, através do cruzamento de cavalos da raça Alter – trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira.
A base de formação dos cavalos Alter é a raça espanhola Andaluza, cuja origem étnica vem de cavalos nativos da Península Ibérica, germânicos e berberes. Os cruzamentos dessas raças deram origem a animais de porte elegante, beleza plástica, temperamento dóceis e próprios para a montaria.
Os primeiros exemplares da raça Alter chegaram ao Brasil em 1808, com D. João VI, que se transferiu para a Colônia com a família real. Os cavalos dessa raça eram muito valorizados em Portugal e a família real investia em coudelarias (haras) para o aprimoramento da raça. A Coudelaria de Alter foi criada em 1748 por D. João V e viveu momentos de glória durante o século XVIII, formando animais bastante procurados por príncipes e nobres europeus para as atividades de lazer e serviço.
Quando Portugal foi invadido pelas tropas francesas de Napoleão Bonaparte, inúmeras fazendas de criação de cavalos da raça Alter, inclusive a Coudelaria Alter do Chão, foram saqueadas. Nos anos subseqüentes, os cavalos Alter remanescentes no país foram cruzados com diversas raças, principalmente com a raça Árabe.
Mas quando D. João deixou Portugal, trouxe para o Brasil alguns dos melhores eqüinos da Coudelaria Alter do Chão. Dos animais que vieram para o Brasil antes da invasão francesa e, portanto, puro exemplares da raça Alter, descende o garanhão ‘Sublime’, considerado o marco inicial da raça Mangalarga Marchador.
A tradição oral nos conta que em 1812, Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, teria recebido como presente do Imperador o garanhão Sublime. Gabriel Francisco teria, então, usado largamente esse reprodutor em suas éguas na Fazenda Campo Alegre, no Sul de Minas (a fazenda era uma herança de seu pai João Francisco Junqueira), daí resultando a base do que viria a ser o Mangalarga Marchador. As primeiras crias desses cruzamentos foram também chamadas de Sublime.
Quanto às éguas brasileiras utilizadas nos cruzamentos, estas foram originadas dos primeiros animais introduzidos no Brasil pelos colonizadores, sendo a maioria de sangue Berbere e Andaluz.
Desde o início dos trabalhos de sua seleção, Gabriel Francisco Junqueira levou em consideração o andamento cômodo, a resistência, rusticidade e o brio dos animais de sua criação. Naquela época, como o cavalo era o único meio de transporte, a notícia da existência de cavalos de andamento cômodo na Fazenda Campo Alegre despertou um grande interesse em todo o Sul de Minas e vários criadores adquiriram animais do Barão de Alfenas.
Alguns pesquisadores, porém, apontam algumas contradições assim como relatos dos descendentes diretos do Barão de Alfenas que não apóiam esta versão. Segundo os mesmos, as datas, tipo de cavalo presenteado, origem do cavalo, etc. não são compatíveis com dados históricos da época.
(Sugerimos a leitura da seção O Barão de Alfenas, do livro MANGALARGA MARCHADOR – E os outros Cavalos de Sela no Brasil de Rosalbo F. Bortoni, para entender melhor a participação do Barão de Alfenas na origem do Mangalarga Marchador.)
Responsáveis
A História do Mangalarga está intimamente ligada à História dos homens que povoaram o Sul de Minas, a partir dos primeiros anos do século XVII. Estes primeiros habitantes da região eram mineradores, atraídos pelas noticias que se espalharam da ocorrência de muito ouro nos rios e ribeiros daquelas terras.
Com o passar dos anos, a mineração foi sendo substituída pela agropecuária, com especial atenção para gado leiteiro e eqüinos para o trabalho.Algumas das famílias que se instalaram nesta região tornaram-se ancestrais de várias das mais tradicionais famílias mineiras, como os Junqueiras, os Resendes, os Andrades, os Meirelles, os Reis, os Ferreiras, os Carneiros, para citar apenas algumas.
Houve deslocamento dos que se interessaram pela agropecuária para a região de Baependi, Aiuruoca e São Tomé das Letras, onde já havia alguns moradores. Ali, nas terras mais férteis e nos campos mais vastos e de melhor topografia, os novos habitantes encontraram melhores condições para o que pretendiam, que era desenvolverem-se na agropecuária.

Foi então que se iniciou a seleção dos cavalos que viriam a ser os Mangalarga.
O Início do Mangalarga Marchador
Uma das famílias que se instalou na região das Comarcas de Baependi e Aiuruoca foi a de Helena Maria do Espírito Santo, que se casou com João Francisco Junqueira, o patriarca da família Junqueira.
Os descendentes de Helena Maria e João Francisco, ao começarem a trocar suas atividades de mineração pela agropecuária, desenvolveram um tipo de cavalo de porte médio, bastante forte, rústico e de boa ossatura. O andamento variava do diagonalizado até o lateralizado puro.
A seleção inicial se fez principalmente visando o andamento cada vez mais cômodo, trabalho esse que veio resultar na marcha batida ou picada, conforme a localização de cada núcleo. Naqueles mais próximos à região de maior influencia da mineração a preferência era pela marcha picada. Nos mais próximos a Baependi, Aiuruoca, São Tomé das Letras, em que a atividade principal passara a ser a pecuária, havia clara preferência pela marcha batida.
O essencial, entretanto, era que o cavalo fosse rústico, confortável para o cavalheiro, frugal e esperto.

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Houve, portanto, uma seleção natural e os animais mais capazes e que atendiam os objetivos dos criadores deram os primeiros passos para o aparecimento das linhagens.
Início das Linhagens
As primeiras notícias que se têm sobre seleção e aprimoramento de cavalos são a partir de João Francisco Filho, com maior ênfase para a atuação de José Frausino, seu filho (filho e neto, respectivamente, de Helena Maria Espírito Santo e João Francisco Junqueira), que estabeleceram-se na Fazenda do Favacho.
Fazenda Campo Alegre
Propriedade do patriarca da família Junqueira, João Francisco Junqueira. Ali nasceu, em 1782, seu filho Gabriel Francisco Junqueira, depois Barão de Alfenas. Gabriel Francisco se casou com Ignácia Constança de Andrade e tiveram 10 filhos. Entre eles, dois se destacaram na criação de cavalos: Francisco Gabriel de Andrade Junqueira, chamado Chiquinho do Cafundó, de quem descendem os proprietários da Fazenda Tabatinga, e Antônio Gabriel Junqueira, da Fazenda Narciso, onde também se criaram famosos reprodutores da raça.
A Gabriel Francisco Junqueira, que continuou residindo na Fazenda Campo Alegre, é creditado o mérito de ter criado um tipo peculiar de cavalos, assim como a fixação do andamento marchador desses animais, tudo a partir de cruzamentos feitos de suas éguas com um garanhão que lhe fora presenteada pelo então Imperador do Brasil.
A tradição oral conta que em 1812, Gabriel Francisco, o Barão de Alfenas, teria sido presenteado pelo Imperador com um reprodutor da raça Alter. Gabriel Francisco teria, então, usado largamente esse reprodutor em suas éguas, daí resultando a base do que viria a ser o Mangalarga Marchador.
Apesar das controvérsias em relação a essa história, não resta a menor dúvida de que ele criava cavalos. E que Gabriel Francisco, juntamente com um sobrinho, José Frausino, se preocupou mais do que os outros com a evolução de suas montarias.
Fazenda do Favacho
Em 1828, José Frausino adquiriu para a Fazenda do Favacho um potro, chamado de Fortuna, em alusão ao alto preço pago por ele.
Fortuna foi o reprodutor que maior influência teve na fixação de um tipo, contribuindo definitivamente para a formação e fixação dos caracteres da raça Mangalarga.
A influência de Fortuna foi intensa e extensa, já que também nos animais posteriormente selecionados no Estado de São Paulo a descendência desse reprodutor foi de imensa importância.
Na Fazenda do Favacho foram gerados os Fortunas II e III. De Fortuna III, levado para São Paulo, depois de ter servido na Fazenda do Favacho por alguns anos, descendem os Fortunas IV e V, tendo voltado para a Fazenda do Favacho um descendente deles, o Armistício, que foi pai de Candidato, cavalo de imensa importância no criatório sul-mineiro em geral.
Tanto nos rebanhos de Minas Gerais, como nos de São Paulo, estes também iniciados por membros da família Junqueira, se nos detivermos numa análise genealógica, constataremos que as boas linhagens são quase todas provenientes do Fortuna.Dos Fortunas também descende Colorado, de capital importância no criatório do Mangalarga, também chamado Mangalarga Paulista.
Ainda na Fazenda Favacho, tiveram influência no correr dos anos os reprodutores: Plutão, Canadá, Duque, Calçado, Manco, Trovão, Montenegro, Jambo, Gesso, Albatroz, Fla-Flu, além dos já citados Armistício e Candidato.
Fazenda Traituba
Construída em 1831. Seu primeiro proprietário foi João Pedro Junqueira, que foi pai de João Pedro Diniz Junqueira. Uma filha deste casou-se com José Frausino Fortes Junqueira, e a partir daí a criação de cavalos tomou vulto na fazenda.
Tropa muito semelhante em tipo e aptidões à da Fazenda do Favacho, com ênfase para as qualidades funcionais do cavalo.
Garanhões que maior influência tiveram na tropa: Pégaso, Canário, Glicério, Armistício, Rádio, Rádio II, Bibelô, Beduíno, Candidato e Sátiro, sendo que este último foi para a Fazenda do Angathy, onde exerceu marcante influência.
Fazenda Campo Lindo
Fazenda Campo Lindo, de João Bráulio Fortes Junqueira (n.1837 f. 1901) e Gabriela Vitalina Diniz Junqueira.
Apaixonado pelo campo e pela pecuária, João Bráulio tornou famosa sua marca‘JB’. João Bráulio conseguiu formar tropa de grande refinamento e expressão racial, sem se descuidar das qualidades funcionais.
Pégaso, filho de Beline, serviu na Fazenda Traituba, gerando o excelente Rádio, que por sua vez gerou Sátiro, de capital importância na fixação de um tipo na Fazenda do Angathy.Da Fazenda Campo Lindo era outro reprodutor que exerceu grande influência nas tropas do Sul de Minas. Trata-se de Beline, nascido em 1901. Vejamos alguns exemplos.
No atual rebanho Herdade domina também a origem de Beline, através de Brasil e Ouro Preto JB, filhos; Londres JB, neto; Beline e Seta Caxias, bisnetos de Beline.
Clemenceau II, neto de Beline, é de uma suma importância no rebanho da Fazenda Tabatinga, já que era avô de Tabatinga Predileto e bisavô de TabatingaCossaco.
Na região de São Vicente de Minas, Beline também exerceu marcante influência. Assim é que as Fazendas Engenho de Serra, Pitangueiras, Bela Vista e Porto usaram por vários anos reprodutores ‘JB’, descendentes de Beline: Ouro Preto JB, filho de Beline; Clemenceau II JB, V-8 JF, Panchito JB e Londres JB, netos de Beline, além de Baluarte, filho de Panchito, bisneto, portanto de Beline.
Muito grande foi e é a influência dos animais da Fazenda Campo Lindo nos criatórios atuais, e muitos foram os reprodutores que continuaram na própria Campo Lindo ou influenciando outros criatórios: The Money, Farol, Rio Negro, Clemenceau I e Clemenceau II, Ouro Preto JF, Candidato, V-8, Sargento, Diamante e outros mais.
Fazenda Narciso
Criatório já extinto. Entretanto seus animais tiveram e têm marcante influência na raça Mangalarga Marchador.
Era de propriedade de Antônio Gabriel Junqueira, filho de Gabriel Francisco Junqueira, Barão de Alfenas.
Quase todas as tropas daquela época foram beneficiadas por reprodutores da Fazenda Narciso, destacando-se entre eles: Abismo, Trovador, Pretinho, Primeiro, Mussolino.
Fazenda do Angathy
Construída por volta de 1782 por José Garcia Duarte, bisavô de Cristiano dos Reis Meirelles, sob cuja influência tomou vulto na Fazenda do Angathy o criatório de cavalos.
Reprodutores que influenciaram na formação e continuidade da tropa: Bônus, Mozart, Mineiro, V-8 JF, Miron, este, filho de Sátiro, cavalo vindo da Traituba e de fundamental importância na Fazenda do Angathy, além de Salmon, Veto e Yankee.
Foi da Fazenda do Angathy um dos mais célebres reprodutores da raça, o Caxias I, nascido na Fazenda Luziana, em Leopoldina. Era também da Fazenda do Angathy o garanhão de nome Angathy, registrado sob o número 1 na Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador.
Linhagens de Tradição
A partir daquelas seis linhagens iniciais, a criação dos cavalos marchadores rapidamente se espalhou pela região sul-mineira, começando a alcançar regiões mais distantes, mas todas elas, inicialmente, no Estado de Minas Gerais. Hoje, porém, já se espalhou por todo o país e por alguns paises no exterior.
Muitos outros criatórios existiram na região sul-mineira. A criação do Mangalarga Marchador se deveu basicamente ao trabalho da família Junqueira. Mas sua consolidação se fez com o trabalho de grande número de pessoas. É provável que essas pessoas talvez nem estivessem imbuídas da importância que viriam a ter os animais que criavam. Eram fazendeiros que precisavam de cavalos para o trabalho. Gostavam daqueles animais que ofereciam conforto ao cavaleiro, e os criavam. Cada qual colaborou com uma pequena parcela para a fixação dos caracteres raciais e para maior divulgação da raça.
E por que ficou o nome Mangalarga Marchador?
Há várias versões e até lendas para a denominação ‘Mangalarga’. A mais consistente, segundo pesquisadores, está relacionada com a Fazenda Mangalarga, localizada em Pati do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro.
Seu proprietário era um rico fazendeiro que, impressionado com os cavalos da família Junqueira, adquiriu alguns exemplares de Gabriel Francisco Junqueira – o Barão de Alfenas -, fazendeiro do Sul de Minas e deputado na Corte.
Vez por outra os proprietários da Fazenda Mangalarga iam à Corte com os cavalos sul-mineiros. Quando alguém se interessava pelos animais, eles indicavam as fazendas do Sul de Minas como sendo a origem dos cavalos.
Quando os compradores iam ao Sul de Minas, pediam cavalos iguais aos da Fazenda Mangalarga. E com o tempo, esta referência acabou transformando-se em nome.
Outra versão diz respeito a um cavalo do Imperador que teria sido o pai desta raça e se chamava Mangalarga.
A terceira versão diz respeito à forma do cavalo movimentar as mãos (as patas) dianteiras, como se estivesse vestindo mangas largas.
A marcha é o diferencial do Mangalarga, que é diferente dos outros animais marchadores. A marcha, que é o passo acelerado, se caracteriza por transportar o cavaleiro de maneira cômoda, pois não transmite os impactos ocorridos com os animais de trote.
Durante a marcha, o Mangalarga Marchador descreve no ar um semicírculo com os membros anteriores e usa os posteriores como uma alavanca para ter impulso. Marchando, ele alterna os apoios nos sentidos diagonal e lateral, sempre suavizados por um tempo intermediário, o tríplice apoio, momento em que três membros do Mangalarga Marchador tocam o solo ao mesmo tempo.
A fácil atuação do Mangalarga Marchador frente a obstáculos naturais demonstra sua aptidão nata para o trabalho e esportes em geral. No enduro, os animais da raça têm valorização crescente pela comodidade da marcha, que garante conforto ao cavaleiro, e pela resistência para percorrer longas distâncias.
A Exposição Nacional, a mais importante mostra do Marchador, é realizada desde 1982 pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, e reúne representantes de todos os Estados. Os cerca de 300 expositores levam à pista mais de 700 animais, todos credenciados anualmente com os títulos de Campeão ou Reservado Campeão nas exposições oficializadas pela entidade em todo o país.
Associações
Em 1934 foi fundada a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga (ABCCRM). Anteriormente, houve uma notável migração de parte da família Junqueira para São Paulo. Chegando em novo solo, com topografia, cultura e caça diferentes, os cavalos tiveram que se adaptar a uma nova topografia e necessidades, por isto foi mais valorizada a marcha trotada que tem apoios bipedal, pois os animais de tríplice apoio, apesar de serem mais cômodos, não conseguiam acompanhar o ritmo alucinante das caçadas e a lida com gado em campo aberto.
Devido à inevitável diferença entre os criadores de Mangalarga de São Paulo e de Minas, foi fundada em 1949 uma nova Associação, a ABCCMM. Esta Associação teve origem a partir de uma dissidência de criadores que não concordavam com os preceitos estabelecidos pela ABCCRM e teve como objetivo principal a manutenção da marcha tríplice apoiada.
Mangalarga Marchador no Guinness Book
A condição de ser um animal resistente, dócil e cômodo e com regularidade permitiu ao Mangalarga Marchador entrar para o Guinness Book, o Livro dos Recordes. Entre maio de 1991 e julho de 1993, três cavaleiros – Jorge Dias Aguiar, 64 anos, Pedro Luiz Dias Aguiar, 60 anos, e o capataz de Pedro, José Reis, 65 anos – e seis animais da raça fizeram uma cavalgada durante aqueles dois anos, entre os pontos mais distantes do Brasil, Chuí, no Rio Grande do Sul, e Oiapoque, no Amapá, pelo projeto “Brasil 14 mil”. Com o retorno a São Paulo, percorreram 19.300 quilômetros. Uma das maiores estratégias de marketing feitas com a raça, o projeto acabou transformando-se na “Cavalgada Mercosul – Projeto Brasil 14 mil”, com a inclusão da Argentina e Paraguai, totalizando 25.104 quilômetros.
Características
– Temperamento dócil
– Capacidade de percorrer longas distâncias
– Adestramento fácil e rápido
– Pode ser criado somente em regime de pasto diminuindo os custos de manutenção
Morfologia
– Cabeça triangular e pescoço piramidal
– Tronco forte com costelas bem arqueadas
– Nos membros os tendões são vigorosos e bem delineados
– Altura mínima de 1,47 e máxima de 1,57, sendo 1,52 a altura ideal

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2020.09.28 11:23 aristofeles Meses depois, qual a taxa de mortalidade real do covid?

Não consigo aceitar que depois de 6 meses desse virus no mundo inteiro "ainda tem coisa que a ciência não entende". Jesus! O caos, em todos os paises do mundo, um número sem precedentes de vacinas aparecendo de tudo que é lugar em velocidade recorde, e tem coisas que não entendemos ainda? Ah para. Não parece razoável isso?!
E ao redor do brasil, em todos os estados, todas as medidas de isolamento estão terminando. E os números não param de cair, vai demorar alguns meses até chegarmos em 0.1% de fatalidade, mais ainda com essa constante queda. Ou seja, uma porra de uma grande gripe que pegou todos, estatisticamente.
"Não tem como explicar" é uma resposta válida para eu, e a maioria de vocês aqui, que não são cientistas e ficam lendo notícia e chutando. Algum cientista real já apareceu tentando explicar o que está ocorrendo?
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2020.09.28 10:24 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 2: Que se lixe isto, vou comprar um carro]

Olá amigos. Hoje vamos falar de carros, um assunto que me é muito querido.

Take-Aways Principais

Driving is love, driving is life

Quando tinha 14 anos os meus pais deram-me uma motinha de 50cc velhinha. Tinha dezenas de milhares de quilómetros, estava a precisar de algum trabalho, gastava muita (MUITA) gasolina, mas era minha. A partir desse dia tornei-me independente: tinha a possibilidade de ir onde quisesse, quando quisesse. Toda a cidade passou a estar acessível no espaço de minutos e não horas, e as aldeias envolventes em "meias horas" e não horas. Deixei de ter que pedir para que me levassem aos sítios, passei a ir quando queria ou precisava. Com algum dinheiro da mesada podia ir saindo com os amigos e começando a ter uma vida mais "adulta". Pouco tempo depois, ainda por volta dos 14, aprendi a conduzir carros também (em estradas privadas, claro).
O valor desta transição é absolutamente imensurável no desenvolvimento de um miúdo. Passa a haver responsabilidade. Quando tinha acidentes, o que acontece de certeza, a culpa era minha e havia consequências. O corpo doía, a mota aparecia riscada e a precisar de reparações, e o que não conseguisse fazer eu tinha que encontrar forma de pagar. Os vizinhos queixavam-se do barulho. Quando chovia chovia-me em cima, e quando fazia frio de manhã a mota não queria pegar. Mas! Quando queria ir ao Continente comprar doces podia ir, quando queria ir visitar o meu pai não tinha que pedir boleia a ninguém, e por aí fora.
A experiência de começar a conduzir muito cedo, particularmente no ambiente "controlado" de uma cidade pequena, serve também para desenvolver algum instinto (à falta de melhor expressão) para a condução, nomeadamente para as duas partes fundamentais que as constituem:
Eu não sei como tem sido ultimamente, mas o processo de obter a licença dos 14 anos há quase 20 anos atrás era ridiculamente simples. Eu sinto que isso não é necessariamente mau, pois reduz a barreira de entrada à condução numa altura em que ainda é possível ganhar aquele "jeito" para a condução sem se tornar uma coisa estrangeira e forçada. Tudo somado, foi facilmente uma das experiências que mais serviram para me fazer crescer naquela altura, e algo que pretendo certamente incutir em infelizes filhos que alguma vez venha a ter.
Quando fiz 18 anos deram-me um carro (muito) velhinho para as minhas voltinhas em Coimbra, para onde iria estudar. Mais uma vez, é um privilégio: era muito velhinho, o seguro era baratinho e o imposto também, mas mesmo assim nem toda a gente conseguia ter o seu próprio carro. Por ter carro nunca precisei de usar os autocarros muito regularmente, o que me permitiu poupar noutras coisas: podia fazer as minhas próprias mudanças quando mudava de casa, podia participar em actividades extra-aulas com mais facilidade, etc etc. Fui quase sempre designated driver, mas sempre foi uma responsabilidade que aceitei com muito gosto: é bom de ter a oportunidade de levar os meus amigos a casa em segurança no fim de uma noite de castanhada. Se eu próprio quisesse participar na castanhada, a Maria normalmente voluntariava-se para trazer o carro para casa.
Ter um carro velho, sem modernices como sensores (ahah), GPS, rádio (exacto), direcção assistida ou ABS, permitiu-me fazer certas coisas. Com a liberdade de experimentar, pude tentar fazer várias reparações eu próprio; notavelmente, o disco de embraiagem que neste momento está nesse carro, que ainda anda, fui eu que o coloquei lá. Pude também fazer uso de alguns baldios que há em Coimbra e arredores para aprender a controlar o carro em situações mais extremas; uma espécie de curso de condução em condições adversas do homem pobre. O que é que acontece se tiver que fazer uma travagem de emergência em piso escorregadio? Como compensar a falta de ABS caso as rodas tranquem? E se a traseira deslizar?
Conduzir, para mim, não é um privilégio nem uma mania nem um capricho. É uma das pedras basilares da forma como lido com o dia-a-dia, uma forma inalienável de independência. O transporte pessoal é uma extensão do meu corpo e conduzir é um escape muito, muito importante.

Viver no campo sem carro

Durante os primeiros 6 meses que passei no UK tive que viver sem transporte próprio; apenas conduzi carros alugados por curtos períodos para ver casas ou fazer mudanças. Usei esses meses para me ambientar, deixar passar o primeiro inverno, estabelecer-me no trabalho e tratar de todas aquelas burocracias que discutimos no capítulo anterior. Aguentei todo esse tempo graças ao facto de a empresa para quem trabalho oferecer um serviço de shuttles para funcionários, que liga o campus às cidades e vilas mais próximas, numa das quais eu vivo. Isto permitiu-me não me preocupar com transportes para o trabalho durante meses, o que foi uma benesse incrível.
Estes primeiros meses foram de adaptação, de exploração e de cometer erros parvos. De aprender a perceber os Ingleses, como se comportam nas coisas mais básicas, e de me tentar misturar com eles com sucesso. Eu optei por viver no campo (i.e. significativamente fora das cidades grandes aqui à volta) por várias razões:
Tirando as viagens casa-trabalho-casa, a minha mobilidade estava muito reduzida. Ir a qualquer lado envolvia caminhar uma distância suficientemente grande para me chatear, no mínimo até à estação dos comboios e depois outro tanto onde quer que fosse. Ir às compras era um pau no cu porque tinha que as arrastar pelo monte acima até casa, pelo menos até descobrir que os supermercados entregam em casa por um preço muito muito razoável.
E depois há a rede de transportes. Eu adoro andar de comboio, mas infelizmente aqui é impossível. Nós somos dois, e ir à cidade mais próxima custa-me, pelo menos, umas 20 libras em bilhetes de comboio. Para comparação, demoro uns 25min a chegar lá de carro (mais ou menos o mesmo) e gasto talvez 2 ou 3 libras de combustível. Já para não falar no congestionamento a certas horas, em que não só os bilhetes são estupidamente mais caros, como temos que fazer a viagem toda em pé. Viagens grandes então nem se fala! Eu quero ir à Escócia ver se encontro a Nessie, e a viagem de comboio para 2 pessoas, ida e volta, ia-me custar facilmente 1000£!! Os comboios em si são espectaculares; fazem os nossos velhinhos Intercidades parecer ainda mais velhos e merdosos do que são mesmo.
Aos autocarros aplicam-se comentários semelhantes, com algumas agravantes. Não só são caros como tendem a não andar a horas, são populados com as pessoas mais nojentas que se consiga imaginar, e devem ser limpos à saída da fábrica e nunca mais.
Se calhar sou eu que sou maniento, se calhar acham que sou um snob mal habituado que anda de cu tremido desde cachopo, se calhar acham que devia era viver uns anos sem carro para ver o que é bom. Eu cá acho que paguei as minhas favas e agora mereço andar de carro até me doerem os joellhos. Eu antes quero poder ter carro e viver deslocado da cidade, do que viver no centro e andar no meio do magote enfiado em autocarros bolorentos e metros a cheirar a mijo. São escolhas. Não vejo grande apelo na "vida cultural" da cidade, da qual até posso desfrutar pegando no carrito e indo lá ver o que é o quê.

Comprar um carro

Um dia destes, com a conta do banco recheada de dinheiro de devolução de impostos, decidi que estava na hora de comprar um carro. Andei a ver carros novos e usados, e decidi que o hot hatch era para mim. Algo na vizinhança das 20000 libras, 10 pagas à entrada e outras 10 pagas em prestações durante uns 3 anos. Parecia-me razoável, estava bem dentro dos limites do que podia pagar e não me impedia de ir chegando aos meus objectivos de poupança.
Marquei um test drive e apanhei um comboio até ao stand. Chegado lá, aproveitei para fazer todas as perguntas e mais alguma ao vendedor, entre as quais como funcionaria o financiamento. Aí ele entregou as más notícias: com menos de 3 anos de residência, é virtualmente impossível conseguir financiamento para um carro, muito menos naqueles valores. Chateei-me, chamei um taxi e fui-me embora sem muito mais conversa. Fiquei fodido. Ainda verifiquei junto do meu banco com esperança da que eles, sabendo quanto ganho, etc, fizessem um jeitinho. Os valores a que me podia candidatar era muito mais baixos do que alguma vez funcionariam, por isso desisti do financiamento. Pela primeira vez na minha vida, ia comprar um carro a pronto.
Passei umas semanas a estudar melhor o mercado de usados. Andei a ver no autotrader [1], aparentemente o site mais popular de anúncios de carros. A primeira coisa em que reparei foi o quão mais baratos os carros são aqui que em Portugal. Eu sempre achei os carros usados caríssimos em Portugal, mas isto trouxe à luz o quão roubado o tuga médio é quando compra um carro. Para terem uma ideia, um familiar meu tinha comprado um carro por 5000€ (valor ajustado ao mercado) pouco antes de me mudar para cá. O mesmo carro, mesmo ano, mesmo trim level, com menos quilómetros, aqui custava 750£. Telefonei-lhe a gozar com ele, foi incrível.
Então decidi que o meu orçamento seria os tais 10k que pretendia originalmente dar como entrada. Deixei de parte a ideia do hot hatch para poder comprar algo mais recente, pois queria um carro com 2 ou 3 anos no máximo. Este limite não era tanto por cagança, mas porque queria apostar mais na fiabilidade do que noutros aspectos. Um carro mais novo, com menos quilómetros, tem uma probabilidade menor de me dar problemas no início, o que me compra tempo para conhecer o panorama de oficinas aqui à volta, o que esperar do seguro, etc. Pequeno, novo, simples, fiável; fui à caça
Há um conjunto de coisas a ter em atenção quando se procurar um carro usado:
Curiosamente, acabei por comprar o meu carro no mesmo stand onde fui antes, ao mesmo vendedor que me tinha entregue a triste notícia sobre o financiamento. Ele ficou impressionado por me ver de volta, mas a vida tem dessas coisas. Apenas fiz um test drive, e comprei imediatamente o carro. Pode parecer precipitado, mas:
bom negócio. Um bocadinho acima do valor de mercado segudo o autotrader, mas nada de muito preocupante.
Ficou marcado ir levantar o carro dali a 2 dias, e entretanto teria de tratar do seguro. Eu já tinha feito algumas simulações de seguros, portanto sabia o que esperar, mas mesmo assim achei caro: quase 1000£ ano para o seguro de um carro pequeno. Entretanto tenho explorado melhor o assunto, e parece que o mercado de seguros no UK sofre de graves problemas:
Para tornar o sistema verdadeiramente insultuoso, há seguradoras que oferecem potenciais descontos se instalarmos no carro um tracker da sua eleição [4]. Ou seja: cobram o que quiserem e ainda querem saber onde ando e a que velocidade ando, e se eu conduzir "bem" segundo lá os critérios deles, fazem-me um desconto; se não gostarem da minha condução sobem-me o preço. Naturalmente, mandei-os passear e paguei mais por um seguro sem tracker. Honestamente, acho a mera proposta de me deixar espiar por um potencial desconto no seguro nojenta: é o reflexo de um sistema profundamente partido. Ninguém diz a um português o que é conduzir "bem", caralho.
O seguro do carro trata-se todo online, o que para mim é muito estranho, e até se pode verificar online se o carro tem seguro [5]. Os comparadores de preços [6] são nosso amigos, mas cuidado com eles por vezes; já li casos de pessoas que tiveram apólices canceladas por tentarem muitas comparações com detalhes ligeiramente diferentes (infelizmente não encontrei uma ref para esta, mas penso que foi no /LegalAdviceUK). Correndo o risco de me repetir, o sistema de seguros auto aqui está profundamente desregulado e a precisar de alguém com tomates para o resolver. Certamente não será o BoJo.
No dia em que levantei o carro:
Dias depois recebi o novo V5C em meu nome. O V5C é uma espécie de livrete, ou "documento único" se formos modernos, mas ao contrário do livrete nunca deve andar no carro pois é muito fácil transferir o V5C para outro nome sem intervenção do dono anterior. Mais curiosamente ainda, o V5C não prova propriedade do carro, apenas quem é o "registered keeper" dele. Por outras palavras, a minha única forma de demonstrar que sou dono do carro é a factura que me deram quando o comprei. Neat.
Sentei-me no carrito, carreguei no botão para arrancar o motor pensando "que modernice", e ele lá acordou. Curiosamente, só nesta altura é que me ocorreu: se calhar não era uma má ideia ir ler sobre as regras da estrada aqui. Sorte a minha, o governo tem a totalidade do Highway Code [8] disponível no site, e tenho-o lido aos bocadinhos. Mais sobre isso no próximo capítulo.
Curiosamente, não é preciso termos connosco nenhuma documentação quando conduzimos [9]. Os Ingleses têm uma abordagem diferente da nossa no que toca à documentação; é tudo guardado em bases de dados do governo, e eles só precisam de verificar a matrícula contra a base de dados para saber se está tudo bem. O condutor apenas precisa de ter a carta de condução, e alguma identificação por conveniência. Eu pessoalmente costumo ter o cartão de cidadão e a carta de condução. Idealmente teria o passaporte, mas evito andar com o passaporte no bolso, e o cartão de cidadão deve ser mais do que suficiente como identificação até no mundo pós-brexit. Na realidade penso que a carta de condução por si chegaria, mas mais vale estar seguro né?
Virei proprietário do meu próprio veículo! Mais um, porque nunca vendi o bolinhas que está em Portugal.

Conclusão

Tenho que confessar que estou impressionado pela positiva com a experiência que foi comprar um carro no UK. O processo foi muito mais simples do que esperava, e praticamente tudo se tratou no stand na hora da compra. Até o seguro podia ter ficado logo resolvido, mas eu preferi fazer em casa com mais algum controlo sobre isso. Nota-se que é um sistema muito mais polido que em Portugal, pelo menos na minha experiência.
A minha relação próxima com a condução começa a entrar, infelizmente, em rota de colisão com o status quo: vivemos num mundo que cada vez menos suporta o transporte individual. Há gente a mais no mundo, e há carros a mais no mundo, há fumo a mais no mundo. Na realidade, há "a mais no mundo" de quase tudo o que é mau, pessoas incluídas. Sinto que esta minha necessidade de conduzir vai brevemente bater de frente contra a necessidade global de cortar no transporte individual a favor de transportes colectivos. Até lá, vou aproveitar as espectaculares estradas de campo aqui à volta, particularmente a horas em que não estejam completamente congestionadas. Fiquem de olho, o próximo capítulo vai falar sobre a experiência que é conduzir no UK, e como é que difere do que eu esperava.
Desta feita apontei para um post mais curto que o anterior, que essencialmente parte este assunto em dois: este primeiro cobre o processo de como (e porquê) comprei o carro, e o seguinte vai cobrir a experiência de conduzir em si. Notei que o engagement no capítulo 1 foi menor que nos posts anteriores, e suspeito que ler uma epopeia tão longa não ajuda; digam-me nos comments se tenho razão.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.

Referências

Capítulos Anteriores

submitted by UninformedImmigrant to portugal [link] [comments]


2020.09.27 22:22 vectorman2 Aonde ainda encontro notícias do Coronavírus em português?

Nóticias como número de mortos por dia etc, já que a mídia censurou bastante o assunto
no g1 por exemplo na primeira página agora só aparecem links daquelas dúvidas antigas, de como se proteger etc, eu quero notícias atualizadas =/
Esse sub é bom, mas como as notícias são selecionadas, e tb não creio q toda notícia seria repostada aqui, gostaria de mais opções e sugestões (do Brasil)
Desde já, obrigado :)
submitted by vectorman2 to coronabr [link] [comments]


2020.09.27 15:17 fofinho20103 po cara, parabens ai velho

po cara, parabens ai velho, de boa, muito legal isso. contei pra todos aqui da minha familia, todos acharam muito surpreendente e pediram pra te dar os parabens, queriam falar com você pessoalmente se possivel para lhe parabenizar. disseram também que na festa de natal irão contar para os parentes mais distantes e no ano novo lançarão baterias de fogos com seu nome. contei esse seu feito também para alguns outros parentes mais próximos, reagiram tal qual minha familia, pediram seu endereço para mandar cartões e mensagem de parabenização. meus amigos não acreditaram quando eu disse que conhecia o dono desse feito tão imenso, sério, ficaram todos de boca aberta, disseram que farão seu nome ecoar por anos e anos. quando os vizinhos ficaram sabendo do feito, ficaram todos boquiabertos, quiseram saber quem é você, pediu se, caso você tiver tempo, é claro, de poderia passar aqui para receber presentes, congratulações e apertos de mãos. com o esparrame da sua noticia, um grande empresario da região decidiu te contratar como presidente da empresa graças a esse seu surepreendente feito e ao mesmo tempo um grande acionista internacional quer patrocinar shows para você para palestrar e ensinar todos a fazerem igual para que o mundo seja um lugar melhor. você não só está famoso aqui na região quanto aí mas também em todas as partes, todos sabem quem é você graças ao rápido esparrame da notícia, prefeitos de todas as cidades estão pendurando faixas, balões, teleféricos, instalando aparelhos de som, tudo o que possa fazer seu nome vibrar para ver qual cidade te consagra mais por esse seu feito magnifico. aqui na minha cidade mesmo cada rua terá seu sobrenome a partir da próxima gestão da administração municipal. muitos países que antes viam o brasil com maus olhos, agora, graças ao seu feito, vêm o brasil como um exemplo, como uma nova capacitação, os grandes sortudos que sabem sobre você diz "ei, aquele cara é brasileiro" e todos replicam imediatamente "é! é! é! o brasil é um bom lugar". Graças a isso o turismo aumentou no brasil, todos vieram para cá graças a você, a entrada de moedas internacionais foi grande fazendo as bolsas e ações brasileiras decolarem e assim o brasil se tornou o pilar para solução da crise mundial. Graças a isso somos bem vistos e, claro, somos a maior potencia economica do mundo. todos os madeireiros se comoveram com seu feito e decidiram parar de explorar a amazonia para que o mundo viva mais e mais. o caos por conta do presidente negro nos estados unidos foi cessado graças ao fato do brasil ser o lider economico mundial, uma vez sendo um país de varias etnias, todos passaram a aceitar as diferenças com amor no coração. o papa mandou todos os seus representantes pelo mundo falar sobre seu nome e sobre seus feitos para que a palavra sobre vossa pessoa chegue aos ouvidos de cada criatura que ande sobre a face desse planeta. Também, graças ao seu feito, decidiram cessar os experimentos com o LHC já que a origem do universo se torna sem importancia perto da magnitude desse seu ato. Os Maias voltaram de andromeda e disseram que como existe um humano tão magnifico vivo eles iriam dar a chance de nós sobrevivermos em 2012, contaram então sobre o que poderia causar o fim do mundo, e todos os lideres de todas as nações, inspirados nesse seu feito, estão tomando providencias para que não ocorra. a magnitude desse seu feito acabou até com o magnetismo que expulsou o corpo celeste alfa que habitava a órbita da terra. Em nome desse seu feito, Akira Toryama resolveu continuar com as sagas de dragon ball, desta vez com um personagem dedicado a você. Willian Bonner e Jô Soares ao se despedirem toda noite mandam uma saudação para o Brasil e uma somente para você. Continue sempre assim, essa pessoa linda, maravilhosa, esforçada, inspiradora, magnifica, espitufenda, criativa, etc. E continue sempre fazendo atos como estes que o mundo será cada vez mais um lugar melhor para se viver. Continue assim cara, e se sobrar um tempo visites todos os citados, ninguem acredita que eu troco mensagens virtuais.
submitted by fofinho20103 to copypastabr [link] [comments]


2020.09.27 12:33 milenilson Vagas de emprego para brancos

Bizarro esse título, né? Pois é. Agora você troca a palavra "brancos" por "negros" e vira uma notícia real.
Eu já ouvi falar que não podemos colocar nem o sexo numa vaga de emprego, exemplo: "contrata-se homem para tal vaga".
Mas é isso. Explanando ideias só. Não tô falando que negro não merece emprego, não me entenda errado. Mas esse tipo de vaga é realmente confuso.
link para a notícia
submitted by milenilson to brasilivre [link] [comments]


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