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Por que o Bolsonaro é pior? Meu posicionamento.

2018.10.24 04:12 another_random_whale Por que o Bolsonaro é pior? Meu posicionamento.

Digo logo que não vou defender o PT, Haddad ou Lula e nem pretendo atacar o Bolsonaro, acho no mínimo desmoralizante ter um partido no poder onde a figura do líder está na cadeia, não é o objetivo do post discutir a prisão.
Esse texto tem um total de 45 fontes (em maioria sobre fatos) que eu desejava aprofundar mais, tanto em leitura quanto em aproveitamento de conteúdo. Vou falar sobre coisa relativamente nova para vocês do brasil, já vi postarem algumas notícias e reflexões aqui no sub que usarei como base e já vi que as discussões foram ricas. Não vou falar para não votar no Bolsonaro pelos vários fóbicos/istas que chamam ele, já tem discussão demais sobre isso e não almejo mudar a opinião de ninguém sobre o assunto.
Também não vou me deter nos assuntos de minorias.
Eu me peguei refletindo em como várias pessoas “de repente” (jajá chego nesse ponto) começaram a acreditar, esbravejar, espalhar fatos em sua maioria objetivos que... simplesmente não aconteceram, não existem, exemplos de alguns: que nazismo foi de esquerda; que vivemos hoje numa ditadura comunista/esquerdista/esquerdopata; que o Brasil é ou vai virar comunista, que temos que reconquistar o nordeste dos comunistas; que precisamos agir em defesa da família brasileira que está sob ataque. Não coloco fontes porque sinceramente acho que não precisa, acho que todo mundo já viu ou ouviu. Curiosidade: o candidato do Partido da Causa Operária para presidência em 2014 obteve 12 mil votos.
Fui atrás de onde vinham essas informações e porquê acredita-se nelas, não parei na explicação de que “são doidos, lunáticos, virou religião, não aceitam fatos e não adianta argumentar”, eu já testemunhei esse fenômeno acontecer e acredito que parte do sub também, como a realidade objetiva (ou seja, fatos) pode surgir de uma realidade partidária (ou seja, de um lado, de uma narrativa). Ou melhor ainda, como “a verdade” partidária pode se transformar na realidade objetiva para muitos. Exemplo palpável disso (embora mais complexo do que estou insinuando): livros de História. George Orwell em um de seus livros fictícios diz “a história é escrita pelos vencedores”. Falo dessa década, isso acontece e dá medo. Trump e seus seguidores são um exemplo disso. Notícia de 2016 “Trump escolhe negacionista da mudança climática para dirigir agência do meio ambiente dos EUA”. Em 10/10/2018 “Trump sugere que o clima está “fabuloso” depois de um sinistro relatório da ONU sobre um desastre iminente”. Um post no /The_Donald: “Está confirmado. A farsa da “mudança climática” é uma tentativa de empurrar comunismo em todo mundo”, pesquisa pela palavra “climate” no fórum renderá bons resultados. De brinde, aqui você pode encontrar centenas de contradições do presidente no próprio Twitter dele, onde pesquisando por “warming” ele chega a creditar o aquecimento global a teorias conspiratórias.
Na noite de 10 de outubro uma notícia de que uma suástica foi talhada numa brasileira foi um dos posts mais cimavotados do worldnews, se logo após veiculação da notícia existir corrente afirmando que é fake news, acho eu que pessoas vão acreditar veementemente, principalmente aquelas mais afetivamente investidas no lado que perde força com a notícia, pois tendemos a aceitar fatos que vão de acordo com nossas crenças... se você é anti-Bolsonaro, você ficou mais cético com a facada? Sobre o tamanho da rede de fake news: “A rede (whatsapp) é a mais difundida entre eleitores brasileiros, utilizada por 66% deles, ou 97 milhões de pessoas” “[...] eleitores de Bolsonaro foram os que mais declararam usar alguma rede social – 81% -, ante 59% dos eleitores de Haddad. Também foram os que mais disseram ler notícias sobre política no WhatsApp. São 57% dos eleitores de Bolsonaro, enquanto só 38% dos eleitores de Haddad disseram se informar no aplicativo sobre política.”
O que me assusta é o tamanho da rede pró-Bolsonaro, a quantidade de pessoas que repetem a narrativa, acreditam na mesma, e agem como se a narrativa fosse “a verdade”.
81% de eleitores dele usam rede social.
57% de eleitores dele admitiram se informar por política pelo WhatsApp. Segundo o TSE, ele teve 49.276.990 de votos no 1º turno. Admitindo que a reportagem da BBC é confiável, 28.087.884 eleitores dele se informam de política por Whatsapp. São 2 milhões de pessoas a menos que a população da Venezuela em 2015. Ironicamente, praticamente temos uma Venezuela inteira aqui dentro que consome conteúdo político pró-Bolsonaro diretamente por WhatsApp.
Eu me pergunto o quanto desse conteúdo é selecionado e manipulado pela sua equipe “oficial” de marketing e o quanto não é: "Time digital de Bolsonaro distribui conteúdo para 1.500 grupos de WhatsApp“.
Voltando para as narrativas, também existem várias que, num dia que eu estivesse puto da vida, chamaria de teorias conspiratórias e mentiras, mas eu não chamo simplesmente pelo fato de que muita gente acredita e repete. Exemplos são: Ideologia de gênero [1, 2, 3]; Kit gay [1, 2]; Ameaça do marxismo cultural [1, 2] (daqui considero vir a ideia da “defesa da família” que não sei muito bem o que significa);
Alguns dos links nesse parágrafo são de discussões, notícias e vídeos dos “2 lados”. O próprio Bolsonaro esbravejou o absurdo que era o kit gay antes das eleições e em 2012, 6 anos atrás, acusou Haddad de disseminar isso, dói em mim assistir o vídeo, mas afirmei que não falaria sobre minorias e vou manter meu posicionamento.
Agora algumas narrativas que considero, na melhor das hipóteses, questionáveis. Não sei de onde nem quando surgiram, não sei porque passei a ouvir todas juntas e de uma vez só, não achei análises positivas sobre elas sem serem enviesadas, alguns com os títulos dos vídeos em caixa alta, apelando para emotividade e afirmando espalhar “a verdade”, ao mesmo tempo não citando fatos objetivos reais. Algumas narrativas até apresentam pensamentos racionais e lógicos sólidos, mas esbarram nas (faltas de) evidências empíricas. São algumas delas: Brasil vai virar uma Venezuela - na verdade, achei um link de 2002, tem até uma palestra bem interessante do General Mourão onde ele diz que isso não vai acontecer; Se o PT ganhar a gente vai virar uma ditadura comunista; O maior problema do Brasil/mundo é a esquerda; Esta é a última oportunidade de tirarmos a esquerda do poder sem derramamento de sangue; Tudo de ruim do Brasil vem da esquerda; Na ditadura era melhor, cidadão de bem vivia bem, só comunista/terrorista/bandido foi morto;
Armar o cidadão de bem é a solução para a questão da violência
Acho que essa parte já demonstra quantas coisas que já consideramos verdades e narrativas plausíveis que talvez não questionássemos, na realidade, não são verdades e narrativas razoáveis. Peço para lembrarem o quanto da campanha oficial do candidato e das correntes de WhatsApp e Facebook se basearem em narrativas como essas. E quantas pessoas ainda acreditam nelas.
Agora o porquê tenho muito medo dos acontecimentos:
Eu percebo acontecendo muita coisa que vi acontecer em 3 países que acompanho há alguns anos: EUA, Turquia e Filipinas – Este último não vou comentar pra não deixar o texto tão grande, mas deixarei fontes. Na Turquia 2 anos atrás, em 15/07/2016 ocorreu um golpe de estado sem sucesso, o grupo militar golpista foi para a rua “tomar o poder” armado até de tanques, aqui um vídeo da noite, é surreal. O então presidente afirmou que a democracia estava em perigo e chamou a população à rua. No fim dos acontecimentos, 179 civis morreram. Hoje, parte (não há consenso [23]) da mídia internacional afirma que foi um autogolpe para consolidação do poder, pois, entre outras razões, após o golpe falhar, até o dia 20 de julho do mesmo ano (menos de 7 dias depois) 45.000 pessoas já tinham sido detidas, presas ou exoneradas do cargo público, incluindo 2700 juízes, 15.000 professores e todos os reitores de universidades do país [23]. Na época, lembro que nas aulas de Geografia meu professor falava da aproximação da Turquia com a União Europeia, já hoje:
1- Conselho de Assuntos Gerais da União Europeia: “O Conselho registra que a Turquia se distancia da União Europeia”.
2- Religião e estado estão começando a se confundir.
No pós-golpe, houve clamor popular pela volta da pena de morte que foi abolida em 2004, sendo 1984 o ano que ocorreu a última execução oficial, em 2017 o presidente disse que “imediatamente aprovaria a pena capital no próximo referendo constitucional” - mas isso ainda não aconteceu. Hoje é argumentável que a Turquia se encontra em crise financeira. A Turquia também se transformou no país com mais jornalistas presos do mundo e hoje seu futuro é incerto.
Não falo que o Brasil vai virar Turquia, são países completamente diferentes, também não argumento que vai ter golpe aqui. Meu ponto é que um líder carismático chegou ao poder, tinha uma parcela da população que tinha afeto por ele, chamou a população para a rua enquanto um golpe acontecia, pessoas chegaram a ficar na frente de tanques de guerra barrando a passagem (spoiler: o tanque não parou), além de civis também ficarem na linha de fogo de militares. O vídeo é surreal. No momento eu lembro de ficar bastante interessado em porquê esses civis terem se comportado de tal maneira.
Sobre EUA: o episódio de Charlottesville (vídeo), uma marcha da extrema-direita, onde os participantes acreditavam na “supremacia branca”, carregavam bandeiras e usavam uniformes com suásticas e chegam a confirmar abertamente suas “opiniões”, afirmando e defendendo por meio da força bruta ideias como: negros são seres inferiores e/ou devem ser extintos. Defensores desse lado justificaram o ato citando “liberdade de expressão”. Houve presença de um grupo anti-protesto e houve confronto entre os lados. Existem vários vídeos e notícias sobre o caso. Uma pessoa morreu atropelada durante as manifestações quando um motorista decidiu jogar o carro contra uma multidão. Parte do comentário de Trump sobre o ocorrido: “você tem um grupo de pessoas más de um lado e você tem um grupo do outro lado de pessoas que também foram muito violentas. Ninguém quer falar isso, mas eu vou dizer isso agora mesmo”.
O pronunciamento sobre tal ato soa razoável?
Pronunciamento de Bolsonaro na madrugada do dia 10/10 sobre a morte do capoeirista: “Pô, cara! Foi lá pergunta essa invertida... quem tomou a facada fui eu, pô! O cara lá que tem uma camisa minha, comete lá um excesso. O que eu tenho a ver com isso? Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso. Eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam. Agora a violência vem do outro lado, a intolerância veio do outro lado. Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso aí”.
Tweet do candidato à presidência na tarde do dia 10/10
Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar. Há também um movimento orquestrado forjando agressões para prejudicar nossa campanha nos ligando Nazismo, que, assim como o Comunismo, repudiamos completamente. Trata-se de mais uma das tantas mentiras que espalham ao meu respeito. Admiramos e respeitamos Israel e seu povo!”.
Sério, fico mais aliviado em ele pedir pro pessoal não praticar isso, fico mais aliviado também quando ele afirma dispensar votos e aproximação com quem pratica violência. Mas ao mesmo tempo também fico extremamente preocupado com o fato de ser chamado de “excesso” o assassinato do capoeirista, é objetivamente verdade que 12 facadas são um excesso, afinal, não deixa de ser, mas caracterizamos coisas mais banais como excesso, não um homicídio. Eis um pronunciamento de Bernie Sanders sobre um episódio parecido: “Acabei de ser informado de que o suposto atirador no treino republicano de beisebol é alguém que aparentemente se voluntariou em minha campanha presidencial. Estou enojado com esse ato desprezível. Deixe-me ser tão claro quanto posso ser. Violência de qualquer tipo é inaceitável em nossa sociedade e eu condeno essa ação nos termos mais fortes possíveis. A verdadeira mudança só pode acontecer por meio de ações não violentas, e qualquer outra coisa é contraria a nossos valores americanos mais arraigados...”.
Bem mais forte, né? É mais provável que um homicídio seja cometido de novo se ele for caracterizado como excesso ou se ele for caracterizado como o Bernie falou? É mais provável que o próprio eleitorado de Bolsonaro condene tal ato se o ato for chamado de “excesso” ou como o Bernie caracterizou? Além disso, no episódio que Bernie se refere, a única morte que ocorreu foi a do próprio atirador.
Ao mesmo tempo afirmar que a violência e intolerância vem do outro lado e posteriormente reiterar a afirmação, falar de caluniadores que “tentam nos prejudicar”, falar que há tantas mentiras sendo espalhadas ao seu respeito é uma transferência de responsabilidade e não reconhecimento de atitudes antiéticas e mentirosas que é bastante perigosa. Dá para argumentar que esse discurso instiga a disseminação de notícias falsas por parte de seu eleitorado que “faz campanha de graça”, pois tal ação do eleitorado passa a se tornar justificável, tal ação não é mais um “ataque”, é uma “defesa”. Já ouvi justificativas como “se o outro lado faz, por que eu não faria?”.
Sabe as narrativas que viram verdades? Pois Ustra agora está virando herói nacional, símbolo de ordem. “Eduardo Bolsonaro segue o pai na defesa do torturador Brilhante Ustra”. “Bolsonaro volta a defender Ustra e diz que número de mortos na Ditadura é igual a no Carnaval”. Quer ver como as coisas mudaram? As vaias que o candidato tomou no dia do Impeachment quando se pronunciou, além das discussões que vejo hoje sobre o problema de usar Ustra como simbolismo... “mas e o PTChe Guevara?”
E empurrar a narrativa de que as urnas foram fraudadas?
Em 17/09: “Do leito do hospital candidato do PSL denunciou possibilidade de fraude na votação eletrônica...”.
Em 28/09: “Bolsonaro diz: 'Não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição'”.
Em 07/10, no dia da eleição o próprio filho divulga em rede social um vídeo de suposta urna fraudada. Logo depois: “Vídeo de fraude em urna divulgado por Flávio Bolsonaro é falso, diz TRE-MG", além da enxurrada de relatos, fotos e vídeos de problemas nas urnas supostamente fraudadas que vimos em todos os lugares durante o dia.
Logo após a divulgação do resultado: “Bolsonaro diz que problemas nas urnas impediram vitória no 1º turno”.
Até hoje vejo pessoas convictas de que as urnas foram fraudadas... E indignadas que tal fato aconteceu.
Pois bem, sabem os livros de história e narrativas? “General ligado a Bolsonaro fala em banir livros sem "a verdade" sobre 1964“. Torna-se conveniente a narrativa/crença de que há doutrinação nas escolas, de que Universidade Federal é “fábrica de comunista”.
E aqui eu me pergunto:
São quase 30.000.000 eleitores declarados que se informam pelo menos por WhatsApp, sem contar outras redes sociais. Quantos eleitores foram cativados porque em um dia ouviram falar do kit gay criado por Haddad para crianças de 6 anos, no outro dia tiveram contato com a ideia de que haveria ditadura comunista, no outro dia sentiram nojo da Manuela por ter escrito na camisa “Jesus é travesti”, no outro dia receberam uma foto de uma senhora cheia de hematomas que supostamente foi vítima de ataque de petistas? Afinal, qual a chance de isso tudo ser mentira? Principalmente quando meus pares compartilham e reforçam minhas crenças?
Quanto de poder real o Bolsonaro já tem? O quão afetivamente ligadas ao candidato essas pessoas estão? Quantas delas já estão dispostas a bloquear a passagem de tanques de guerra com o próprio corpo? Quantas foram manipuladas para chegar nesse estágio? Quantas agem no mundo se guiando por essas mentiras e convictas que estão espalhando “a verdade”?
Quantas narrativas mentirosas foram empurradas? Quantas discussões foram superficiais porque “o Brasil vai virar uma Venezuela?” Quantos votos foram conseguidos através da manipulação de medos e ódios já existentes? Quanta polarização foi propositalmente criada porque as urnas “foram fraudadas” ou porque “querem ensinar nossos filhos a se tornarem gays”? Quantas famílias e amigos brigaram feio por causa disso? Quanto da campanha para o cargo mais importante do país foi baseada na emoção e na mentira, e não na razão e na verdade? E o mais importante, o quanto da verdade foi deturpada?
Meu argumento final é que considero muito mais perigoso eleger Bolsonaro, pois sua campanha conscientemente e deliberadamente faz a população acreditar em mentiras, são 30 milhões de eleitores só por WhatsApp, mas qual o número total se juntarmos as outras redes sociais? Quantas dessas pessoas estão propensas a acreditar nas narrativas mais loucas possíveis para justificar seus atos? O candidato fez uma campanha através de mentiras e teorias conspiratórias, difamou os adversários com mentiras, mentiras essas que se tornaram verdades para grande parte de seu eleitorado, verdades essas que irão pavimentar o caminho que seguiremos no futuro. Problemas inexistentes que serão combatidos. Problemas existentes que serão ignorados. Um líder que nos venda, nos roda, nos deixa tontos, tem o poder de nos guiar para onde bem entender. E pelo histórico do candidato, meu medo é por onde e para onde ele pretende nos guiar.
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