Deus judeus

Israel e seus Inimigos

2020.09.15 02:44 josianemoreira Israel e seus Inimigos

Tudo começou na época de Abraão, quando ele e Sara tiveram seu filho Isaque, o filho da promessa, que deu origem ao povo judeu pp.dito. Porém, antes Abraão havia tido um filho com sua escrava Hagar, Ismael, que casando-se com uma egípcia deu origem a doze príncipes que povoaram aquela região. Descendentes de Abraão, Ló e o filho rebelde de Isaque, Esaú, se misturam com os ismaelitas, dando origem aos povos vizinhos (adonitas, amonitas, amalequitas, moabitas, hagarenos, ismaelitas) que juntaram-se aos filisteus, cananeus e outros povos com um único objetivo: – destruir a linhagem da promessa, Israel. Depois vieram os babilônios, os persas, os gregos, os romanos, os turcos, os árabes, e mesmo vários segmentos do cristianismo, como ocorrido na época dos cruzados, a inquisição, os pogroms, o holocausto, as intifadas e agora os terroristas do Hamás, Hisbolah, Isis, e outras facções do Islam, sempre com o mesmo objetivo, a aniquilação de Israel.
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Se o judeu é o povo da Bíblia, então o maior legado de Israel para a humanidade é seu livro divino e inspirado por D´us. O que diz então este livro sobre esta hereditária perseguição e desejo de aniquilar Israel, varrendo-o do mapa?
Foi então que me concentrei nas passagens bíblicas que pudessem trazer luz ou pelo menos uma explicação razoável no sentido de entender a importância de Israel para as nações através do tempo e do plano divino. Portanto, não há como entender a inimizade dos países vizinhos e mesmo a maioria das nações que se posiciona contra Israel sem levarmos em consideração os aspectos espirituais deste conflito milenar.
Meu amigo, apresento a seguir, um contexto bíblico-espiritual na tentativa de explicar o porquê deste conflito. Evidentemente, mesmo os que não crêem na Bíblia poderão conhecer um pouco da história.
Antes de começar, eu gostaria de apresentar neste momento a minha conclusão final: A razão de toda guerra e conflito com Israel está relacionado ao Tikkun Olam (A redenção universal) que virá em breve sobre o planeta Terra e sobre todo o universo. Israel foi comissionado divinamente como nação coorporativa para esta nobre missão. Entretanto, esta missão não o coloca melhor do que nenhuma outra nação, mas faz recair sobre ele uma grande responsabilidade pela qual Israel tem pago um altíssimo preço ao longo de sua existência. A grande verdade é que as forças opositoras do mal ou das trevas, que tanto a Bíblia menciona, sabem que pouco tempo lhes resta para agir (Ap 12:12).
Israel como povo muitas vezes tem se esquecido, ao longo de sua própria história, dessa nobre missão, desse chamado divino e irrevogável. Mas, se recorrermos ao Tanhuma Kdoshim, 10 (um antigo Midrash), escrito antes do Tamuld da Babilônia, veremos que os rabinos da época já entendiam a importância de Israel no contexto universal. Ou seja, Israel é o centro da terra na perspectiva messiânica. Assim, o centro do mundo seria Israel, do mesmo modo que o centro de Israel seria Jerusalém. O centro de Jerusalém seria o Templo; o centro do Templo seria o Aron Hakodesh (a Arca) e o Centro da Arca seria a Torá.
Representação do Midrash Tanhuna Kdoshim: A Palavra do Eterno como centro do universo

Mas, o que é a Torá? No profundo sentido espiritual seria a Palavra de D´us, Sua “davar”ou “logos”. Para mim, a Torá é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, segundo João (1:14), apóstolo e seguidor de Yeshua, o Messias, em sua primeira vinda. Na sua primeira vinda, Yeshua veio para trazer as Boas Novas de redenção para a humanidade; veio como profeta, como Filho do homem (Ben Adam), como gostava de ser chamado. Mas, em sua segunda vinda, virá como Rei (Ben David) e Sacerdote para implantar o Seu Reino Messiânico de Justiça, Paz e Alegria (Rm 14:17), reinando sobre as nações de Jerusalém, exatamente do Templo de Salomão que será reconstruído no Monte Moriá, segundo o profeta Ezequiel.
O profeta Ezequiel, em exílio na Babilônia no ano 598, A.C, entendeu claramente o porquê de Israel estar em exílio por 70 anos. Israel vivia como as demais nações na tríade da idolatria, adultério e apostasia. Ezequiel vê Israel saindo dos propósitos divinos e em luta constante com seus vizinhos. Depois, num outro tempo, Ezequiel vê as nações da terra marchando contra Israel. Sobre isto, gostaria, para efeitos didáticos, fazer uma “midrash” de vários textos bíblicos, resumindo no seguinte:
Os três tipos de inimigos de Israel em três tempos:
I. Primeiro Tempo – Os vizinhos inimigos de Israel.
Os capítulos 25 a 32 de Ezequiel mencionam os vizinhos de Israel como seus inimigos. Todos tem em comum um único propósito: destruir Israel! Quem são eles?
Amon, Moabe, Edom, Filístia, Tiro, Sidon e Egito. Asafe, salmista contemporâneo do Rei David, escreveu no Salmo 83 que os vizinhos inimigos de Israel são: Edom (descendentes de Esaú), Ismaelitas (descendentes de Ismael), Moabe (descendentes de Ló com sua filha mais velha), Hagarenos descendentes de Hagar), Gebal (fenícios e parte do Líbano), Amom (filhos de Ló com a filha mais nova), Amaleque (descendentes de Esaú), Filisteus (habitavam em Jope e Gaza), Tiro e Assíria (parte da Síria e Iraque). No Salmo 83, é dito que esses povos formaram uma liga, um conselho (federação) com um único objetivo: Riscar Israel do Mapa! (Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel – verso 4). Ou seja, podemos fazer uma correlação entre os textos de Ezequiel (25-32) com o Salmo 83 e chegar à conclusão que todos esses povos foram inimigos ferrenhos de Israel e tentaram destruí-lo, impedindo que o povo hebreu conquistasse e tomasse posse da Terra prometida a Abraão, a terra de Canaã. Interessante notar que nenhum desses povos prevaleceu na terra. Todos esses povos possuem vestígios no atual povo árabe, hoje os vizinhos de Israel. E o mais interessante é que o mesmo espírito e desejo de destruir Israel continua vivo. Portanto, Israel deverá estar atento sempre aos seus novos “antigos” vizinhos.
Resumindo:
a) Esses antigos vizinhos foram e serão ainda derrotados no futuro segundo o salmista. Isto nos mostra que existirão países vizinhos de Israel que tentarão alcançar seus antigos objetivos: Apagar Israel do Mapa. Podemos então dizer que esses vizinhos tentarão impedir a existência de Israel, isto é, do povo e da terra de Israel ainda nos dias de hoje.
b) Motivo espiritual: impedir que as profecias messiânicas se cumpram quanto à terra de Israel e seu povo para a chegada do Messias e de seu Reino universal (Tikkun Olam).
II) Segundo Tempo – A coligação das nações, inimigos de Israel.
Representada em Apocalipse como a Grande Babilônia (Ap 17 a 20) constituída por dez reis ou nações ou coligações das nações, onde aparecem figuras como o Dragão (satanás), a Besta e o Falso Profeta (Ap19). A tríade do espírito da Babilônia é a idolatria, a prostituição e a apostasia. Podemos dizer que idolatria é tudo aquilo que afasta o homem do verdadeiro D´us; a prostituição é tudo aquilo que corrompe relacionamentos e valores morais, e apostasia é a conseqüência natural de afastar o homem do Seu Criador, da fé, das bênçãos e promessas. Hoje, vemos claramente que as nações estão se alinhando para a formação desta liga babilônica, onde Israel é o centro dessa oposição. É interessante notar que a Europa tem sido invadida por mulçumanos oriundos dos países árabes e da África, principalmente. Nota-se também que os países europeus tornam-se cada vez mais antagonistas ao Estado judeu. Facções da ideologia nazista tem crescido no mundo todo, bem como o antissemitismo. O espírito do mal que nos tempos bíblicos tentava impedir Israel de se estabelecer e existir, aparece ao longo da história na destruição do primeiro Templo por Nabucodonosor, do segundo Templo por Tito de Roma, seguido depois pelos Cruzados, Inquisição, Pogroms, Holocausto, intifadas, e no momento, a coligação de terroristas islâmicos.
Objetivo final: Tentar impedir a vinda (retorno) do Messias e de Seu Reino Milenar, o Tikkun Olam. Pois segundo as profecias, o Messias Yeshua volta para Israel, não para outro país. Porém, essa “babilônia” será destruída na batalha no Vale do Armagedon, ou Megido, ou Vale de Jesreel, o vale do juízo, onde o Messias adentrará com seus eleitos e vitoriosos, destruindo a besta e o falso profeta, lançando-os no abismo, no lago de fogo e enxofre. O Dragão, satanás, será preso por mil anos (Ap19:20 e 20:2). Quase todos os profetas bíblicos desde Isaías até Malaquias fizeram menção quanto ao “Iom há Din” o grande e temível dia do Senhor, o dia do juízo das nações.
III) Terceiro Tempo – Coligação das nações com Gogue e Magogue contra Israel no final da era milenar
Mesmo após o Reino de D´us ser implantado nesta terra pelo Messias Yeshua (para aqueles que Nele crêem), aparecerão no final da era milenar povos e nações que se rebelarão contra todo o propósito deste Reino messiânico. Inacreditável, mas isto acontecerá segundo as profecias. O profeta Zacarias (Zc 14:16) menciona que neste período de 1000 anos de paz na terra, as nações subirão de ano a ano a Jerusalém para adorarem o grande Rei Messias e para celebrarem a festa de Sucot (Tabernáculos), mostrando a paz no mundo e a alegria por termos um Rei soberano sobre todas as nações. Nesta época haverá três tipos de pessoas vivendo na terra. O primeiro será constituído por aqueles crentes em Yeshua que morreram no Messias, mas que ressuscitaram por ocasião que antecedeu a Sua vinda, no arrebatamento da Igreja, judeus e gentios juntos no Messias (I Te 4:13:16). O segundo tipo foram aqueles crentes que não passaram pela morte, mas também tiveram seus corpos glorificados na vinda de Yeshua (ITe13:15) e o terceiro tipo serão pessoas que nascerão durante a era milenar. Eles levarão uma vida normal no período milenar, mas no final do milênio satanás será solto e levará grande parte desses a uma rebelião contra D´us e o Messias. Porém, serão destruídos pelo fogo que cairá dos céus (Ap20:7-10). Quem serão esses povos que se rebelarão contra D´us no Reino milenar de Yeshua? Ezequiel, nos capítulos 38 e 39, e também Ap 20:8, mencionam Gogue, chefe de Meseque e Tubal, Pérsia, Cuche, Pute, Gomer e Togarma. Quem são esses povos?
Gogue representa uma entidade de satanás. Meseque (filho de Jafé, deu origem aos europeus); Tubal (assírios); Persa (Irã); Cuxe (descendentes de Cão, os Líbios, p. ex.); Gomer (descendentes do filho mais velho de Jafé, os Cimérios, arianos que vieram da Ucrânia e Rússia) e finalmente Togarma (povo de Carmequis, Turquia). Muito interessante analisar que esses povos serão os arqui-inimigos de Israel e do reino messiânico.
Objetivo final: no final do milênio, segundo a Bíblia, haverá o juízo final e a ressurreição de todos aqueles que não passaram pela primeira ressurreição (dos salvos em Yeshua). Portanto, o objetivo de Gogue e Magogue com suas nações coligadas será impedir o Juízo final, por isso, tentarão pela última vez destruir a sede do Reino Milenar, Jerusalém – Israel. Em outras palavras, satanás tentará anular o juízo final e a condenação que virá para seus seguidores (Ap 20:7-15).
Indicação das nações da coligação “Gogue” e “Magogue”
PORÉM, HÁ UM GRANDE MISTÉRIO QUE NÃO PODEMOS ENTENDER, não nos sendo revelado: – Como sendo o D´us de Abraão, Isaque e Jacó, o D´us de Israel, um Deus definido pela Bíblia como AMOR , pode ser chamado pela própria Bíblia de D´us dos Exércitos de Israel (ICr 11:9;ICr17:24; I Sm17:45) ou o D´us das batalhas (Sl24:8; ISm25:28) ou o D´us que adestra as mãos de Israel para a guerra (Sl144:1)?
Lembremo-nos que D´us não muda (Ml 3:6). Ele é o mesmo D´us de ontem, de hoje e de sempre. Portanto, concluímos que Ele continua sendo o D´us dos Exércitos de Israel nos dias de hoje.
Eu não posso entender como um D´us definido como amor, paz, justiça, alegria e tantos outros atributos, pode se posicionar ainda hoje como o D´us dos Exércitos de Israel! Isto é difícil de entender, mas é verdade.
Poucos conseguem ver que D´us trabalha em tempos e propósitos consecutivos: Adão perde pelo livre arbítrio o Reino terreno sob o comando celestial e toda a humanidade tem sofrido grandemente as consequências deste pecado da separação: guerras, fome, miséria, corrupção, perda dos valores morais, deterioração da família, etc. Portanto, D´us dá inicio ao processo de Redenção, escolhendo primeiro um povo e uma terra para se manifestar, mostrando seu propósito, dando a este povo a Sua Torá. Este povo precisaria de aprendizado, de disciplina e de temor a D’us. Assim, D´us o coloca por 430 anos para ser escravo no Egito. Depois, D´us através de Moisés o leva para a terra de Canaã, a terra prometida para que jamais deixassem aquele local. Logo a seguir, D´us levanta seus profetas que preconizam e ensinam sobre a era messiânica e o papel de Israel, em específico, da Tribo de Judá, da qual sairia o Messias em sua primeira vinda. Um grande feito divino que marcou o mundo antes e depois dele foi a redenção individual do Messias há dois mil anos, permitindo às nações, através do Mashiach, usufruir das alianças, das promessas e das bênçãos de Israel. O muro de separação foi quebrado entre Israel e as nações. D´us queria que Seu Reino começasse em cada coração, ainda no interior, na alma, tanto para os judeus como para os gentios que crêem em Seu Filho, o Mashiach!(Ef 2:11-22).
Dois mil anos se passaram. D´us permite que Israel subsistisse entre os povos, ajuntando-os dos cantos da terra e levando-os para a terra de seus pais. Israel floresce como povo e nação, preparando-se para o grande dia em que seus olhos serão abertos e receberão o messias Yeshua como Seu Rei (Rm11:26). Este tempo se aproxima e aqui faremos um parêntese, uma pausa, para que as profecias messiânicas continuem a se cumprir em Israel e no mundo.
Se realmente cremos que Ele é amor, então, só entenderemos no final e no tempo messiânico o porquê de todo este conflito com Israel através da história humana. Lá saberemos e comprovaremos que realmente a humanidade receberá o melhor Dele, o Seu amor! Ele só ama Israel porque ama todas as nações. Ele quer o melhor para as nações e, por isso, escolheu Israel e seu povo para ser a luz para as nações (Isaias 42:6) através Daquele (O Mashiach) que vêm Dele para reinar sobre toda a terra, estabelecendo o Seu shalom, a Paz!
Yeshua, em sua primeira vinda, falou muito deste Reino de D´us que começa primeiro em nosso coração. Mas em breve ele será real! A terra viverá em paz, Israel florescerá e dará frutos ao mundo. As nações da terra subirão a Jerusalém para adorar o grande Rei. O próprio Yeshua, quando se despediu de seus discípulos num Seder de Pesach (Ceia de Páscoa), disse que desde aquele momento não beberia mais do fruto da videira (vinho, kidush de Pesach) até aquele dia em que conosco beberá de novo, no Reino do Pai (Mt 26:29). Ele mesmo declarou à Jerusalém: “Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: “Baruch há Ba BeShem Adonai” – Bendito o que vem em nome do Senhor! (Mt 23:39)
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2020.09.14 05:05 josianemoreira O que é abençoar. Conceito Judaico

O verbo abençoar perdeu, ao longo dos tempos, seu profundo sentido. Em Hebraico, abençoar é barach. Deste verbo é que se origina a palavra bracha, que significa bênção. Da mesma raiz temos o verbo bérech, que significa ajoelhar. Antes de prosseguir, convidos a todos a entrarem neste site: JGstylus - Camiseta Evangelica onde você vai encontrar camiseta evangelica com temas judaicos. esta raiz e seus derivados ocorrem 415 vezes no antigo testamento e mais de 200 vezes no Novo Testamento, traduzidos como abençoar. O sentido profundo da palavra abençoar é "conceder poder e autoridade a alguém para alcançar prosperidade, longevidade, fecundidade, sucesso, sendo frutifero." Como podemos perceber, ser abençoado é receber poder, ou seja, potencial para exercer autoridade para que se produza sucesso, prosperidade e muitos frutos. Por isto na tradição biblica judaica, o Judeu está sempre correndo atras da bênção, pois é uma questão de receber poder e autoridade para que tudo na vida de certo. É triste notar como o sentido da palavra abençoar na lingua portuguesa e também em outras linguas distanciou-se do original. Muitas vezes o que ficou na cabeça das pessoas foi só uma lembrança de quando nossos avós nos diziam: "Deus te abençoe meu filho" no sentido de "Deus te guarde" ou "te acompanhe". Mas se meditarmos um pouco no conceito biblico desta palavra, iremos perceber que ha um principio muito forte.
Quem abençoa é sempre a pessoa de autoridade. Assim, os pais abençoam os filhos, o marido a esposa, o pastor abençoa as ovelhas. Ou seja, aquele que está numa posição de autoridade abençoa aquele que está em submissão a essa autoridade. É importante também notar que a benção está voltada para o futuro, implicando ou gerando uma vida produtiva, próspera. Por isso tem-se Deus como a unica fonte de bênção eficaz e inesgotável. Os orientais sempre tiveram este costume de abençoar. Por outro lado, aquele que recebe a bênção não deve despreza-la. Jacó chegou a trair seu irmão para receber a bênção da progenitura de seu pai. Os Judeus até hoje mantem a tradição do bar ou bat mitsva, na qual seus filhos são abençoados. Finalmente, deve-se ter em mente que o ato de abençoar requer, daquele que abençoa, um relacionamento correto com Deus. Da mesmo forma que ha bênçãos, há também o lado oposto quando se amaldiçoa uma pessoa, tirando dela este poder e esta capacidade para ser bem sucedida e próspera
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2020.08.13 16:09 IloveGliese581c Cristianismo não resolve crise existencial.

Eu virei ateu pela primeira vez em 2012, após passar por um longo período odiando o ateísmo, pois o considerava um absurdo. Como alguém pode duvidar de uma verdade óbvia que a gente sabe desde criança? Mas após ver muito post da ATEA e não conseguir refutar, percebi após um tempo que eu era ateu. No momento que me percebo ateu, eu sinto um alívio indescritível, é como tirar uma pedra das minhas costas. Não preciso mais me considerar um lixo/pessoa ruim porque cometo os tais pecados diariamente. Não serei punido no fogo do inferno por olhar mulher passando na rua. Posso fazer o que eu quiser. Mas depois de um tempo, vem as crises existenciais de “falta de propósito”, preocupação com a qualidade de vida do futuro da humanidade etc. Tudo isso eram coisas meio dolorosas que me faziam ficar para baixo as vezes por um dia inteiro após pensar no assunto (teve uma vez que li sobre as coisas que rolam na deep web e fiquei paranoico e revoltado com a mera existência de tais coisas).
Até que em outubro de 2016, comecei a acompanhar um Youtuber de direita polemicista que atacava ateus no Youtube e eu pensei “nossa, como esses ateus são idiotas”. Esse Youtube tinha uma mensagem de esperança: que tudo em nossa realidade está fadada a destruição, que Deus é nossa esperança, que ele me ama incondicionalmente mesmo eu sento pequeno em relação a ele; Jesus salvador etc. Aí quando percebi, eu acreditava em Yahweh de novo. Até aí tudo bem, as crises existenciais passaram. Um dos motivos que me faziam ser ateu fervoroso é que na minha visão, todos os cristão eram idiotas. Até que eu conheci William Lane Craig, John Lennox, Tomás de Aquino etc.
Porém, uns dois meses depois, eu descobri que a bíblia diz explicitamente em vários versículos, que Deus escolheu de antemão quem seria salvo e quem queimaria no fogo do inferno por toda eternidade. Eu me lembro exatamente desse dia: mais ou menos no início de fevereiro de 2017 eu fui num site que atacava os argumento de William Lane Craig contra a predestinação calvinista. O site argumentava usando lógica de que livre-arbítrio e predestinação são incompatíveis, sobre o porquê de TUDO que eu faço era porque Deus tinha decidido e que era um absurdo negar isso, e listava um monte de versículos onde Deus propositalmente fazia pessoas pecarem (os cegavam para que não pudessem ver, tampava os ouvidos para que fossem surdos, dizia um versículo), sobre o jarro de argila que não tem o direito de questionar o seu criador do porquê telo feito desse jeito etc. Quando li isso, concluí que eu era uma pessoa que Deus designou para nunca se converter e ir par ao inferno, pois eu nunca tive nenhum fervor religioso dentro de mim e nunca consegui “amar a Deus incondicionalmente”. Foi um dos piores dias da minha vida. Doeu de verdade. Fiquei desesperado, minha mãe até percebeu que tinha algo errado comigo quando chegou em casa. Foi pior do que qualquer crise existencial ateísta que eu já tenha tido. No trabalho, uma hora eu fiquei num canto quase chorando e implorando pra Deus ter misericórdia de mim e me dar o dom de conseguir ser um cristão de verdade. Depois disso eu fui no canal dois dedos de teologia (duas dedadas no c*) onde eles apontam os “cinco pontos do calvinismo” e falavam que Calvino sim era bíblico etc. A partir daí eu nutri um ódio profundo ao protestantismo e a Reforma, ao mesmo tempo que eu gostava muuuito da Igreja Católica. Acompanhava o Conde Loppeux no YT todo dia pra ver ele batendo em protestantes e defendendo a Igreja contra calúnias (e alguns argumentos que eu uso até hoje), e contra a visão calvinista sobre Deus. Li o gênesis inteiro, e ficava perturbado cada vez que Deus controlava as ações de uma pessoa, como quando uma menina falou com o escravo de Abrãao. Mas enfim, toda vez que eu lembrava dos versículos bíblicos da predestinação eu sentia uma dor profunda e pensava que eu teria que conviver com isso pro resto da vida, e dividia minha vida antes e depois de saber dessa merda.
Por algum motivo que não entendo, algumas pessoas pulam, urram, choram na igreja, e até caem no chão se achocalhando, oram todo dia, vão na igreja com frequência e realmente aparentemente parecem amar a Deus com uma grande intensidade. Essas pessoas no meu ver na época, eram os eleitos. Já eu, jamais tive nenhuma dessas características, o que pra mim evidenciava minha condenação. Músicas gospel me dava agonia, e eu sempre enxerguei Deus como um tirano autoritário do que qualquer outra coisa. A condenação ao inferno sempre foi algo que eu prestei mais atenção do que a salvação. Enquanto isso eu ficava impressionado como um colega meu de trabalho falava com Deus o tempo inteiro, pedia ajuda a ele quando tava com raiva, e era assíduo frequentador da célula que tinha lá no trabalho.
Apesar de voltar a acreditar em Deus, eu ainda gostava de ler sobre evolução darwinista e nunca cheguei a duvidar, ficava lendo sobre evolução dos mamíferos a partir de sinapsidas, que sempre foi um assunto que me fascinou dentro da evolução. Isso era uma contradição com o criacionismo, é claro, mas é algo que muitos cristão se submetem hoje em dia e não percebem isso.
Até que um dia, eu fui ler sobre a Arca de Noé, e descobri que, aparentemente, havia outros mitos mais antigos no Oriente Médio que eram muito parecidos com o da Arca de Noé. Li sobre como a figura de Satanás como o adversário de Deus surgiu após os judeus terem contato com o zoroastrismo no cativeiro da babilônia, depois li sobre crítica textual da bíblia e como os livros da bíblia foram escritos por mais de uma pessoa etc. Quando eu fiquei em dúvidas se deveria ter segurança em acreditar nas falhas do cristianismo, eu fiz um monte de posts enchendo o saco aqui no brasil e no atheism, onde fui banido. Então, no dia 20 de janeiro de 2020 eu percebi que eu era ateu de novo, e todo aquele alívio surgiu novamente. Não preciso me sentir um lixo pecador iníquo ímpio abominável que vai queimar no inferno a qualquer momento que morrer. Não sou mau por ter instintos naturais de sobrevivência de um mamífero primata. Então voltei a assistir o Pirula detonando criacionistas e ler muita rational wiki detonando a bíblia KKKKK
Hoje minhas angústias são sobre angústia de ateu mesmo, mas é muito menos pior do que ter um ser infinito que me rejeitou de maneira arbitrária pra me fazer chorar e ranger os dentes por toda eternidade.
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2020.08.12 02:31 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 02:03 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 01:56 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.


Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.11 02:31 MidnightRider00 Adrian Zenz, a fonte que alega que existem milhões de uígores presos na China, é um cristão anti-semita que acredita que judeus que se negarem a converter serão exterminados. Ele também acredita ser liderado por Deus na luta contra a China

Adrian Zenz, a fonte que alega que existem milhões de uígores presos na China, é um cristão anti-semita que acredita que judeus que se negarem a converter serão exterminados. Ele também acredita ser liderado por Deus na luta contra a China submitted by MidnightRider00 to BrasildoB [link] [comments]


2020.08.01 00:26 hebreubolado Jornalismo de Guerra em alta no nordeste.

Um dos conceitos mais interessantes que estudamos em Filosofia Social e Política é o conceito de war journalism, que podemos traduzir ao pé da letra como jornalismo de guerra. Consiste em basicamente, a divulgação de informações e opiniões que normatizam estereótipos negativos e tomam a parte pelo todo. Exemplos claros são o jornalismo que as Américas geralmente consomem sobre Israel/Palestina e fomentam a opinião de que são duas nações que resumem-se em conflitos diretos, atentados políticos e civis, etc, ignorando, podemos citar, o turismo incomensurável da Cidade Santa por parte de várias seitas religiosas; a instauração e evolução da democracia no Oriente Médio na figura do Parlamento Israelense, que reivindica o título de Assembléia com maior número de políticos LGBTQI+ (sendo assim o governo com maior número de membros da comunidade exercendo cargos políticos), etc. A maioria das vezes, infelizmente, o jornalismo de guerra é feito de forma consciente, ainda que por trás do gesto haja a intenção da simples informação. Contrário à ele, existe o peace journalism, de tradução dispensável, cujo sentido está em divulgar informações úteis acerca de determinada situação com o objetivo de contribuir para a sua solução. Assim como não se espera que os jornalistas da saúde encontrem curas para doenças, espera-se que jornalistas da paz busquem informações e orientações com profissionais da área destinada e procure divulgar informações do tipo. Um exemplo bastante claro de jornalismo da paz é o documentário sobre as ONGs israelenses de ativismo não-violento, que procuram a cooperação interreligiosa entre judeus e muçulmanos e a convivência pacífica entre ambos. Mas não é o jornalismo sobre Israel/Palestina que me interessa nessa reflexão.
Há muito o jornalismo nordestino tem sido motivo de memes na internet. Quem ai lembra do "Meu Deus, Berg! Corre!", do Jeremias muito louco dizendo que "Se eu pudesse, eu matava mil!", entre outros "personagens" criados pela mídia nordestina de notícias? Podemos estabelecer múltiplas críticas e problematizar bastante o jornalismo que ocorre aqui no nordeste. Sou nascido e criado na PB, onde moro até hoje, e por aqui é bastante consumido um telejornal de um certo Sikêra Jr. bastante famoso na internet por sua imagem caricata, exótica e espalhafatosa. Vários episódios polêmicos giram em torno do Sikêra, podemos citar alguns como: a sua profecia/paga de que "você, que fuma maconha, vai morrer antes do Natal"; após um infarte (que ironicamente sucedeu o episódio da "praga"), retornou ao telejornal em uma encenação saindo de um caixão; o seu "quadro" famosíssimo ao noticiar o falecimento de um criminoso, onde até um dia desses era tocado uma musiquinha com a letra "CPF cancelado", em referência ao cancelamento do documento do falecido, entre outros. Em relação às sucessivas inflações contra os Direitos Humanos (que são bastante machucados no nordeste e no Brasil em geral), a sua conduta caricata e sua divulgação de informações da forma mais pessimista, fantasiosa e espalhafatosa possível, podemos afirmar que o jornalismo proposto por este Sr. consiste em um jornalismo de guerra da piomelhor qualidade possível? Quais os efeitos direitos e indiretos desse jornalismo na sociedade do nordeste e na imagem do povo nordestino montada pelo resto dos brasileiros?
submitted by hebreubolado to desabafos [link] [comments]


2020.07.30 00:21 1berto86 Documentário "Afinal, Quem é Deus?"

Boa noite pessoal,
Há alguns meses, zapeando pelos canais num almoço de domingo, encontrei na TV Cultura uma série muito interessante chamada "Afinal, Quem é Deus?". É um documentário de 13 capítulos que constrói, do ponto de vista das crianças, sua definição de crença e religião. Cada programa de 15 minutos aborda uma: judeus, pagãos, bola de neve, mbyá-guarani, católicos, nação, união do vegetal, islã, espiritismo, budismo e até ateus.
Como eu peguei o último episódio passando na TV Cultura, procurei no guia de programação e terminei descobrindo que passaria na TV Brasil (do Governo Federal), onde consegui acompanhar todos os episódios. Eles eram exibidos na faixa religiosa do canal (domingo, 6h), então os coloquei pra gravar e assisti num horário mais adequado. Feito isso, apaguei.
O programa é de uma sensibilidade ímpar, porém não consegui mais encontrar onde posso assistí-lo ou até comprá-lo, e gostaria da ajuda de vocês para saber onde eventualmente ele possa ser adquirido.
Aqui o teaser: https://vimeo.com/329467814
submitted by 1berto86 to brasil [link] [comments]


2020.06.23 01:43 Dante3E_ "Matem os judeus, Senhor" PF investiga pastor após ele pedir a Deus a morte dos judeus

submitted by Dante3E_ to u/Dante3E_ [link] [comments]


2020.06.18 18:25 ChannelBot Momento Israel #21 Judeus Incrédulos Estão Sob a Ira de Deus

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2020.06.18 17:06 ChannelBot Momento Israel #16 - Judeus Adoram um Deus Diferente do Cristão

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2020.05.23 17:50 yasqueenslayomg Quero deixar minha religião mas me sinto que sou um traidor

Ao contrário de muitas pessoa que cresci numa familia, cultura e religião bem fechado. Meus pais são judeus ortodoxos da oriente medio (não Israel). Alem da regras da religião, eles me cresceram com teorias e ideias tão racistas que as vezes não posso acreditar. Eles sempre dizem que negros e africanos são macacos, burros, violentos e que miscegenação e a mistura da raças não deve acontecer. Na verdade, quando era criança todas as vezes nos filmes/series que meus pais e eu vemos um casal “misto” (homem negro e mulher branca ou contrario) meus pais quiseram vomitar e mudaram o filme.
Também, há a coisa da religião. Como judeus meus pais sempre insistam e obrigam que minha mulher precisa de ser judeu, pq a Bíblia diz que herança judaica vem da mãe. Se não, eles disseram que meus filhos não serão “puros” e que vou perder meus filhos pro mundo não-judaico. Eu comecei namorar tarde na minha vida, eu sempre tive duvidas se estou fazendo a coisa certa em namorando com pessoas que não são da minha religião. Comecei de ser agnóstico/ateísta quando entrei na universidade 6 anos atras. Li sobre as contradições da bíblia, as regras que não são morais e eu parei de observer as regras e crer num deus. Mas ainda, esta regra sobre mulher, religião/etnia está me incomodando. Eu sei que logicamente não há nada errado quando duas pessoas se amam e querem se casar.
Também eu sei estas regras sobre casamento foram criados por rabinos (homens mortais) no deserto depois do exílio do judeus pelos Romanos. Mas ainda não sei pq me sinto culpado e como eu fosse um traidor. Eu não sei se estes sentimentos de culpa vêm de eu mesmo ou da forma e propaganda que meus pais me deram. Também eu sei, se uma pessoa tirar “judeu” e colocaria “branco/aryan/alemão puro” que todos nós pensaríamos que esta pessoa é bem racista. Então qual é diferença entre esta regra religiosa e as regras de Alemanha Nazista e Apartheid. Num lado eu penso, pq devo seguir esta regra da Bíblia/comunidade quando não acredito em 99,9% “regras”. No outro lado, se eu casar, estou traindo minha comunidade e cultura? Não sei. Pq a vida é tão difícil. Pq meus pais não podiam me crescer com amor sem condições, sem ódio, sem racismo, e sem julgamento.
Eu não sou do Brasil, então eu sei como esta maneira de ser crescido parece bem estranho. Mas quando eu comecei estudar português e cultura brasileira e vi uma cultura completamente contraria do que eu cresci. Quando eu morei e trabalhei lá, parece ninguém se preocupa com estas coisas de herança, cultura, herança e a “pureza” de raça. Eu sei que nem tudo do brasil é como assim e que nem tudo que brilha é ouro, mas me apaixonei com uma cultura e país que me aceitou e me amou sem condições.
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2020.05.11 01:06 jhacksondiego Estamos sendo governados por uma política fascistas há quase 2 anos, mas as pessoas tem dificuldade em se convencer. Vou dar aqui alguns argumentos para sustentar isso.

Em outro tópico um user falou que não vivemos em um governo fascista ainda, pois não estamos em uma ditadura. E eu, baseado no livro do Jason Stanley - Como Funciona o Fascismo fiz um levantamento das características do fascismo que ele aponta lá, e como podemos ver todas aqui no Brasil. Apesar desse post ser baseado no livro do Jason Stanley, o George Orwell tem um ótimo livro sobre o mesmo assunto, mas não terminei de ler ainda. Vou deixar o link para download também. O que é o Fascismo e Outros Ensaios - George Orwell. O canal Meteoro Brasil tem também 2 vídeos sobre o assunto. Recomendo assistir: 1984: Pilares do Fascismo e Como Funciona o Fascismo (No Brasil)
Vou copiar a resposta que eu dei ao user:
Então você acha que só é fascista se tiver um ditador? Assim como só é nazismo se tiver antisemitismo no discurso? Parece fácil assim, eu posso seguir toda a cartilha fascista e deixar só um ponto sem preencher, que assim eu não sou fascista, sendo que a presença de um ditador passa longe de ser obrigatória.
Deixo aqui a indicação de leitura do livro do Jason Stanley - Como Funciona o Fascismo
Aqui ele enumera alguns pontos que se fazem presentes na política fascista.
Passado Mítico - Ideia de que antigamente tudo era melhor, antes existia um tempo em que essa bagunça que é hoje não existia e a gente precisa voltar pra lá, pro tempo de prosperidade, antes da perversão que os vagabundos fizeram.
No Brasil? Os fascistas defendem que é a Ditadura Militar. Ou o REGIME Militar, como gostam de eufemizar
Propaganda - Citando do próprio livro:
A propaganda política usa a linguagem dos ideais virtuosos para unir pessoas por trás de objetivos que, de outra forma, seriam questionáveis. (pg 28 do PDF que eu mandei)
No Brasil? BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO! Temos que limpar o Brasil da corrupção, e da violência, não importa como seja! Tem que metralhar favela dentro de um helicóptero, pois assim a gente acaba com os traficantes!
Anti-Intelectualismo - Citando do livro novamente:
A política fascista procura minar o discurso público atacando e desvalorizando a educação, a especialização e a linguagem. É impossível haver um debate inteligente sem uma educação que dê acesso a diferentes perspectivas, sem respeito pela especialização quando se esgota o próprio conhecimento e sem uma linguagem rica o suficiente para descrever com precisão a realidade. Quando a educação, a especialização e as distinções linguísticas são solapadas, restam somente poder e identidade tribal. Isso não significa que não haja um papel para as universidades na política fascista. Na ideologia fascista, há apenas um ponto de vista legítimo: o da nação dominante. As escolas apresentam aos alunos a cultura dominante e seu passado mítico. (pg 37 do PDF)
Preciso mesmo exemplificar isso no Brasil, onde membros do governo praticam diariamente revisionismo histórico, onde cientistas renomados são demitidos por divulgar dados públicos sobre queimadas? Onde membros do governo tentam descreditar cientistas lutando contra uma pandemia?
Irrealidade - Citação
Quando a propaganda política consegue distorcer ideais fazendo-os voltarem-se contra si mesmos e as universidades são solapadas e condenadas como fontes de preconceito, a própria realidade é posta em dúvida. Nós não podemos concordar com a verdade. A política fascista substitui o debate fundamentado por medo e raiva. Quando é bem-sucedida, seu público fica com uma sensação de perda e desestabilização, um poço de desconfiança e raiva contra aqueles que, segundo foi dito, são responsáveis por essa perda. A política fascista troca a realidade pelos pronunciamentos de um único indivíduo, ou talvez de um partido político. Mentiras óbvias e repetidas fazem parte do processo pelo qual a política fascista destrói o espaço da informação. (pg 53)
Não vejo necessidade de exemplificar esse né? E só ir no Twitter do presidente, dos filhos, do Ministro da Educação, da Ministra da Mulher.
Hierarquia - Citação
A ideologia fascista, então, aproveita a tendência humana de organizar a sociedade hierarquicamente, e os políticos fascistas representam os mitos que legitimam suas hierarquias como fatos imutáveis. Sua justificativa principal para a hierarquia é a própria natureza. Para o fascista, o princípio da igualdade é uma negação da lei natural, que estabelece certas tradições, das mais poderosas, sobre outras. A lei natural supostamente coloca homens acima de mulheres, e membros da nação escolhida do fascista acima de outros grupos. (pg 69)
Estamos aqui pois somos enviados de Deus. Homem tem que ganhar mais do que mulher mesmo, mulher tem filho e fica afastada, como pode ser justo o homem ganhar o mesmo tanto? A natureza fez a mulher assim
Vitimização -
Na política fascista, as noções diametralmente opostas de igualdade e discriminação misturam-se uma com a outra. (pg 79)
Eu, branco e hétero, sou oprimido por essa turma do MIMIMI, sou perseguido por ser cristão! Sou perseguido por não ser favelado!
Lei e Ordem -
A retórica fascista de lei e ordem é explicitamente destinada a dividir os cidadãos em duas classes: aqueles que fazem parte da nação escolhida, que são seguidores de leis por natureza, e aqueles que não fazem parte da nação escolhida, que são inerentemente sem lei. (pg 92)
Se você não faz parte do padrão, ou segue as regras que o grupo dominante impõe, você é o inimigo. Ou você apoia o Líder Supremo Bolsonaro ou você é nosso inimigo.
Ansiedade Sexual -
Se o demagogo é o pai da nação, então qualquer ameaça à masculinidade patriarcal e à família tradicional enfraquece a visão fascista de força. Essas ameaças incluem os crimes de estupro e agressão, assim como o chamado desvio sexual. A política da ansiedade sexual é particularmente eficaz quando os papéis masculinos tradicionais, como o de provedor familiar, já estão sob a ameaça das forças econômicas. (pg 105)
Os esquerdistas querem tornar seus filhos em homossexuais e acabar com a família tradicional brasileira! Não deixe um transsexual usar o banheiro feminino, ele vai estuprar as mulheres!!!
Sodoma e Gomorra -
Enquanto as cidades, para o imaginário fascista, são a fonte da cultura corrompida, geralmente ocasionada por judeus e imigrantes, o campo é puro. (pg 117)
O que vem da cidade está corrompido, o povo simples da favela é vagabundo. Mas o povo simples do campo está intocado e temos que proteger o homem do campo, armar ele pra proteger suas terras dos invasores
Arbeit Macht Frei -
Na ideologia fascista, o ideal de trabalho duro é utilizado como arma contra populações minoritárias. O partido neofascista francês Le Front National é cruelmente anti-imigração. Representantes do partido rejeitam os imigrantes, taxando-os de parasitas que vivem às custas do trabalho duro e da diligência do “verdadeiro” povo francês.
Pra ter um exemplo recente dessa mentalidade, é só ver as últimas publicações da SeCom. Ou o discurso de que tem que reabrir o comércio no meio de uma Pandemia, pois a economia é mais importante do que alguns poucos mortos.

Então, nossa política federal marca categoricamente todos os pontos no bingo do Fascismo, estamos sendo governados por fascistas ou só podemos chamar de fascistas quando o líder supremo se intitular Ditador?
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2020.05.03 04:04 The_Beast_Hunter "História de quinze séculos", por Olavo de Carvalho

Artigo publicado por Olavo de Carvalho em 2 de janeiro de 2006 no Diário do Comércio.
História de quinze séculos
Desmantelado o Império, as igrejas disseminadas pelo território tornaram-se os sucedâneos da esfrangalhada administração romana. Na confusão geral, enquanto as formas de uma nova época mal se deixavam vislumbrar entre as névoas do provisório, os padres tornaram-se cartorários, ouvidores e alcaides. As sementes da futura aristocracia européia germinaram no campo de batalha, na luta contra o invasor bárbaro. Em cada vila e paróquia, os líderes comunitários que se destacaram no esforço de defesa foram premiados pelo povo com terras, animais e moedas, pela Igreja com títulos de nobreza e a unção legitimadora da sua autoridade. Tornaram-se grandes fazendeiros, e condes, e duques, e príncipes, e reis.
A propriedade agrária não foi nunca o fundamento nem a origem, mas o fruto do seu poder. Poder militar. Poder de uma casta feroz e altiva, enriquecida pela espada e não pelo arado, ciosa de não se misturar às outras, de não se dedicar portanto nem ao cultivo da inteligência, bom somente para padres e mulheres, nem ao da terra, incumbência de servos e arrendatários, nem ao dos negócios, ocupação de burgueses e judeus.
Durante mais de um milênio governou a Europa pela força das armas, apoiada no tripé da legitimação eclesiástica e cultural, da obediência popular traduzida em trabalho e impostos, do suporte financeiro obtido ou extorquido aos comerciantes e banqueiros nas horas de crise e guerra.
Sua ascensão culmina e seu declínio começa com a fundação das monarquias absolutistas e o advento do Estado nacional. Culmina porque essas novas formações encarnam o poder da casta guerreira em estado puro, fonte de si mesmo por delegação direta de Deus, sem a intermediação do sacerdócio, reduzido à condição subalterna de cúmplice forçado e recalcitrante. Mas já é o começo do declínio, porque o monarca absoluto, vindo da aristocracia, dela se destaca e tem de buscar contra ela — e contra a Igreja — o apoio do Terceiro Estado, o qual com isso acaba por tornar-se força política independente, capaz de intimidar juntos o rei, o clero e a nobreza.
Se o sistema medieval havia durado dez séculos, o absolutismo não durou mais de três. Menos ainda durará o reinado da burguesia liberal. Um século de liberdade econômica e política é suficiente para tornar alguns capitalistas tão formidavelmente ricos que eles já não querem submeter-se às veleidades do mercado que os enriqueceu. Querem controlá-lo, e os instrumentos para isso são três: o domínio do Estado, para a implantação das políticas estatistas necessárias à eternização do oligopólio; o estímulo aos movimentos socialistas e comunistas que invariavelmente favorecem o crescimento do poder estatal; e a arregimentação de um exército de intelectuais que preparem a opinião pública para dizer adeus às liberdades burguesas e entrar alegremente num mundo de repressão onipresente e obsediante (estendendo-se até aos últimos detalhe da vida privada e da linguagem cotidiana), apresentado como um paraíso adornado ao mesmo tempo com a abundância do capitalismo e a “justiça social” do comunismo. Nesse novo mundo, a liberdade econômica indispensável ao funcionamento do sistema é preservada na estrita medida necessária para que possa subsidiar a extinção da liberdade nos domínios político, social, moral, educacional, cultural e religioso.
Com isso, os megacapitalistas mudam a base mesma do seu poder. Já não se apóiam na riqueza enquanto tal, mas no controle do processo político-social. Controle que, libertando-os da exposição aventurosa às flutuações do mercado, faz deles um poder dinástico durável, uma neo-aristocracia capaz de atravessar incólume as variações da fortuna e a sucessão das gerações, abrigada no castelo-forte do Estado e dos organismos internacionais. Já não são megacapitalistas: são metacapitalistas – a classe que transcendeu o capitalismo e o transformou no único socialismo que algum dia existiu ou existirá: o socialismo dos grão-senhores e dos engenheiros sociais a seu serviço.
Essa nova aristocracia não nasce, como a anterior, do heroísmo militar premiado pelo povo e abençoado pela Igreja. Nasce da premeditação maquiavélica fundada no interesse próprio e, através de um clero postiço de intelectuais subsidiados, se abençoa a si mesma.
Resta saber que tipo de sociedade essa aristocracia auto-inventada poderá criar – e quanto tempo uma estrutura tão obviamente baseada na mentira poderá durar.
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2020.04.02 05:50 Vini_Skinhead Questionamentos a cerca do cristianismo

Valter Moraes Jesus morreu para salvar os pecadores, mas... ressuscitou JH McKenna, professor de História das Ideias Religiosas na Universidade de CA Irvine (EUA), sugeriu algumas simples reflexões que podem levar alguém a questionar a religião e a existência de Deus e, em consequência, se tornar ateu. Seguem 24 dessas reflexões 1 — Se Deus "revela" informações vitais apenas a algumas pessoas, isso mostra uma parcialidade injusta. Se Deus tivesse uma mensagem de salvação para a humanidade, por que ele não a tornou acessível a todos? 2 — Os mandamentos morais de Moisés não eram de modo algum "revelações" porque todas as tribos do planeta haviam chegado milênios antes a essas regras. 3 — Se Deus falou para o mundo, todos os cristãos estão convencidos da clareza e objetivo de suas palavras. Mas o que se tem é a discordância entre inúmeras seitas. As palavras de Deus existem para semear a paz ou a discórdia? 4 — Jesus como "filho de Deus" é tão suspeito como todos os outros "filhos de Deus" antigos cujas mães foram impregnadas por um ente divino. A propagação desse mito era comum no tempo em que o cristianismo surgiu e o cristianismo simplesmente o adotou. 5 — Nenhum sistema de justiça pode aceitar a morte de um inocente para salvar um culpado, o que significa que a crucificação de Jesus não é uma ideia moral. 6 — Se Jesus veio à Terra para 'sofrer' por nossos pecados, então ele deveria ter vivido muito tempo para passar por mais agruras. Ele deveria ter suportado uma doença incapacitante por dez anos, por exemplo. Deveria ter contraído demência. Deveria ter morrido de angústia mental e física aos 93 anos, não com 33. Em vez disso, Jesus morreu no auge de sua juventude e, depois de sofrer por três horas em uma tarde de sexta-feira, voltou para o paraíso. Ao longo do tempo, milhões de pessoas vêm sofrendo mais do que Jesus. E muitas delas aceitariam morrer jovens se soubessem que voltariam à vida três dias depois com fama, vida eterna e lugar garantido no paraíso. 7 — Se o propósito de Jesus era "morrer" pela humanidade, não faria diferença a causa de sua morte. Ele poderia ter morrido de varíola, de dengue ou ter dado uma escorregada fatal em uma casca de banana. 8 — Deus levou apenas seis dias para criar o universo. Por que ele não pode salvar a humanidade de uma só vez em uma semana? Milhares de anos precederam Jesus e ainda a maioria das pessoas não foi salva. 9 — Se Deus é tão poderoso como relata a Bíblia, por que ele ficou cansado com apenas seis dias de trabalho? 10 — Se Jesus tivesse a intenção de iniciar um novo sistema religioso, ele o teria escrito durante sua vida, como dezenas de profetas judeus anteriores. 11 — Jesus não praticava o que dizia: não amava seus inimigos e os repreendia com uma amargura injustificada. 12 — Um castigo eterno e atormentador sem reabilitação para os infratores é talvez a ideia mais imoral que alguém pode conceber E, no entanto, Jesus pregou o inferno. 13 — Como a maioria das pessoas que já viveram não foi cristã, ela foi para o inferno — e assim Satanás já ganhou a guerra contra Deus. 14 — Um plano de salvação que consiga salvar apenas uma pequena fração da raça humana é um plano de resgate fracassado. 15 — Há muitas discrepâncias nos evangelhos, como as histórias distintas sobre a ressurreição de Jesus. Quem afinal foi colocado no sepulcro? Quantos anjos estavam lá? O que os anjos estavam fazendo? Quem viu Jesus primeiro? Quando e onde Jesus apareceu pela primeira vez aos seus discípulos após ter ressuscitado? Onde Jesus subiu ao céu? Cada um dos quatro evangelhos tem informação diferente entre si para essas questões. Assim, como é possível dar um mínimo de crédito à Bíblia? 16 — José não teve nem um pouco de ciúmes quando soube que sua mulher foi impregnada por um fantasma? José, afinal, tinha sentimentos de humanos. Ou não? 17 — Como Maria, uma mulher casada já há algum tempo, podia continuar sendo virgem? José era impotente? A Bíblia não explica. 18 — Por que Deus não criou com barro uma mulher para ele, em vez de botar chifres em José? A atitude de Deus não se sustenta moralmente. 19 — Por que Judas e Pilatos não são considerados santos considerando que eles foram os responsáveis diretos pela morte salvadora de Jesus? Por que não há nas igrejas estátuas dos dois? 20 — Cristianismo diz que houve uma guerra no céu entre a turma de Satanás e os anjos de Deus. Como pode haver guerra entre seres sobrenaturais que não podem ser feridos e que não sangram? 21 — Se anjos pecaram no céu, como Satanás e seus rebeldes, os humanos não poderão fazer o mesmo quando chegarem lá? 22 — O que determina a religião das pessoas é a geografia. Quem nasce no Brasil, por exemplo, tende fortemente a ser cristão porque a grande maioria da população é cristã. Por isso, é justo que bilhões de chineses, para pegar só um caso, sejam mandados por Deus para o inferno porque em seu país praticamente não existe o cristianismo? 23 — Sem doutrinar crianças, poucas pessoas adotariam uma religião. As crianças se tornam crentes por intermédio de lavagem cerebral feita pelos seus pais e sociedade. Isso é justo? 24 — Teístas lutaram contra teístas até a morte por milhares de anos. Mas homens da ciência não lutam entre si. Exemplo: químicos não matam botânicos ou astrônomos não assassinam geólogos. 25 — O salmista que escreveu que "só um tolo diz em seu coração que não há Deus" quis dizer na verdade que "só um tolo não tem medo de anunciar sua incredulidade, em vez de guardá-la em segredo em seu coração". Com tradução para o português e síntese feitas por este site de texto publicado no Huffington Post. PEGUEI O TEXTO DE UM COMENTÁRIO NO FACEBOOK, NÃO SOU O DONO DELE, NEM O CARA QUE COMENTOU É, POREM ACHEI BONS QUESTIONAMENTOS.
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2020.03.02 18:56 nothealme Os Detalhes Anatómicos e Fisiológicos da Morte por Crucificação: Por Dr. C. Truman Davis Um Médico Analisa a Crucificação. Da Revista New Wine, Abril 1982. Originalmente publicado na revista Arizona Medicine, Março de 1965, Associação Médica do Arizona.

A crucificação foi inventada pelos persas em 300 a. C., e aperfeiçoada pelos romanos em 100 a. C., sendo aplicada nas diversas nações onde o Império se impunha. Confira os detalhes da morte de cruz a partir do ponto de vista médico, reunidos por Truman Davis:
  1. É a morte mais dolorosa já inventada, excruciante!;
  2. Era restrita inicialmente aos piores criminosos;
  3. Jesus foi despojado de suas vestes que foram divididas entre os guardas romanos – Salmos 22:19 – “Repartem entre si as minhas vestes e sobre minha túnica tiram a sorte”;
  4. A crucificação deu a Jesus uma morte lenta, extremamente dolorosa, agonizante;
  5. Os joelhos foram flexionados a 45 graus e Jesus foi forçado a suportar seu peso com os músculos da coxa, e por não ser uma posição anatômica, em poucos minutos leva a cãibras nos músculos da coxa e panturrilhas;
  6. O peso de Jesus estava todo em Seus pés, com os pregos cravados. Assim com o estiramento dos músculos dos membros inferiores, o peso do Seu corpo era transferido para os pulsos, braços e ombros;
  7. Em alguns minutos após ser colocado na cruz, Seus ombros foram deslocados e alguns minutos mais tarde, Seus cotovelos e pulsos também se deslocaram;
  8. O resultado deste deslocamento dos membros superiores levou a um alongamento de 22,8 cm em Seus braços, como se vê nitidamente no Santo Sudário;
  9. Nas profecias há citações em Salmos 22:15 – “Como água sou derramado, deslocam-se todos os meus ossos”;
  10. Após o deslocamento dos pulsos, cotovelos e ombros, o peso de Seu corpo sobre os membros superiores levou à tração do músculo peitoral maior em seu tórax.
  11. A força da tração causou deslocamento da caixa torácica para cima e para fora. Seu tórax se manteve em posição respiratória de inspiração máxima e para poder respirar, Jesus requeria um esforço supremo de Seu corpo;
  12. Para respirar, Jesus tinha que empurrar os pregos nos Seus pés para baixo, para poder levantar seu corpo permitindo que a caixa torácica se movimentasse para dentro e para fora para expirar o ar dos pulmões;
  13. Seus pulmões estavam em posição constante de inspiração máxima. A crucificação é uma catástrofe médica;
  14. Jesus não podia facilmente se mover em torno dos pregos pois os músculos de suas pernas, dobrados a 45 graus, estavam extremamente fatigados, com cãibras severas e numa posição anatomicamente comprometida;
  15. Diferente do que se vê nos filmes sobre a crucificação, Jesus se movimentou inúmeras vezes na cruz, aproximadamente 30 cm, pois fisiologicamente se viu forçado a se mover para baixo e para cima para poder respirar;
  16. Este processo de respiração Lhe causou uma dor excruciante e um absoluto temor de asfixia;
  17. Na sexta hora da crucificação, Jesus estava cada vez menos capaz de suportar Seu peso e Suas pernas. Suas coxas e os músculos das panturrilhas se tornaram extremamente fatigados. Houve aumento do deslocamento dos pulsos, cotovelos e ombros, com elevação da parede do tórax, tornando Sua respiração mais e mais difícil, tornando-O severamente dispneico;
  18. Os movimentos para cima e para baixo na cruz para poder respirar causaram dor intensa nos pulsos, pés, ombros e cotovelos deslocados;
  19. Os movimentos se tornaram menos frequentes e Jesus se tornou extremamente exausto, mas o terror iminente da morte por asfixia forçou-O a continuar os esforços para respirar;
  20. Os músculos dos membros inferiores evoluíram com cãibras intensas devido ao esforço para levantar as pernas com intuito de elevar Seu corpo e poder assim respirar, no comprometimento anatômico em que Se encontrava;
  21. A dor dos nervos medianos dos pulsos, dilacerados, explodiam a cada movimento;
  22. Jesus estava coberto de sangue e suor;
  23. O sangue foi resultado da flagelação e o suor foi resultado de Seu violento e involuntário esforço para tentar respirar. Além disso, estava completamente nu e o chefe dos judeus, a multidão e os ladrões que estavam ao Seu lado, zombavam, blasfemavam e riam d’Ele, na presença de Sua mãe;
  24. Fisiologicamente, o corpo de Jesus estava sendo submetido a inúmeros eventos catastróficos e terminais;
  25. Como Jesus não conseguia manter uma ventilação adequada pelos pulmões, Ele entrou num estado de hipoventilação;
  26. Seus níveis de oxigênio começaram a cair evoluindo para hipóxia, e devido à restrição dos movimentos respiratórios os índices de dióxido de carbono (CO2) começaram a se elevar levando à Hipercapnia;
  27. O aumento dos níveis de CO2 estimularam o coração a bater mais rápido para tentar aumentar a entrada de oxigênio e a remoção do CO2;
  28. O centro respiratório no cérebro de Jesus enviou mensagens urgentes aos Seus pulmões, para respirar mais rápido e Jesus começou a se tornar ofegante;
  29. Seus reflexos fisiológicos faziam com que ele respirasse de forma profunda e involuntária, movimentando-Se para cima e para baixo na Cruz de forma rápida apesar da dor excruciante. Os movimentos agonizantes começaram em minutos, para delírio da multidão que d’Ele zombava, dos soldados romanos e do Sinédrio;
  30. Contudo, devido ao cravamento de Jesus na cruz e o aumento da exaustão, Ele foi incapaz de aumentar a demanda de oxigênio para Seu corpo ávido por ar;
  31. Os quadros de hipóxia e hipercapnia levaram o coração a bater cada vez mais rápido evoluindo para taquicardia;
  32. Os batimentos cardíacos de Jesus cada vez mais rápidos, atingiram provavelmente 220 batimentos/minuto que é o máximo batimento possível para um ser humano;
  33. Jesus não havia bebido nada nas últimas 15 horas, provavelmente desde as 18h da véspera e suportou uma flagelação que quase o levou à morte;
  34. Ele sangrou por todo o corpo seguindo-se à flagelação, à coroação de espinhos, aos pregos em seus pulsos e pés e às lacerações que se seguiram ao espancamento e quedas;
  35. Jesus já estava muito desidratado e sua pressão sanguínea começou a cair muito;
  36. Sua pressão deveria estar provavelmente em 80/50;
  37. Ele estava na primeira fase do choque, com hipovolemia, taquicardia, taquipneia e hiperhidrose;
  38. Por volta de meio dia o coração de Jesus provavelmente começou a falhar;
  39. Os pulmões de Jesus provavelmente começaram a se encher de liquido, causando edema pulmonar;
  40. Este fato só serviu para aumentar sua respiração que já estava severamente comprometida;
  41. Jesus estava em Insuficiência cardíaca e falência respiratória;
  42. Jesus disse, “Tenho sede” porque Seu corpo estava clamando por líquidos;
  43. Jesus estava desesperadamente necessitando de infusão venosa de sangue, plasma e líquidos para salvar Sua vida;
  44. Jesus não podia respirar corretamente e foi lentamente se sufocando até a morte;
  45. Neste momento provavelmente Jesus desenvolveu um hemopericárdio;
  46. Plasma e sangue se acumularam no espaço que envolve o coração, chamado pericárdio;
  47. Este líquido ao redor do coração causou um tamponamento cardíaco, impedindo também que o coração batesse corretamente;
  48. Devido ao aumento da demanda do coração de Jesus e ao avanço do quadro de hemopericárdio, Jesus provavelmente sofreu uma ruptura cardíaca. Seu coração literalmente explodiu, e esta foi provavelmente a causa da morte;
  49. Para retardar o processo de morte os soldados colocavam um pequeno assento de madeira na cruz, que permitiria a Jesus o privilégio de suportar Seu peso no sacro;
  50. O efeito deste assento é que poderia levar até nove dias para morrer na cruz;
  51. Quando os romanos queriam acelerar a morte, eles simplesmente quebravam as pernas da vítima, causando uma sufocação em minutos. Este proceder era chamado de crurifragium;
  52. Às três horas da tarde, Jesus disse “Tetelastai”, que significa, “Está consumado”. E neste momento, entregou Seu espírito e morreu;
  53. Quando os soldados vieram até Jesus para quebrar Suas pernas, Ele já estava morto. Nenhum osso de Seu corpo foi quebrado, em cumprimento à profecia (Salmos 34,21);
  54. Jesus morreu após seis horas de agonia, da mais excruciante e terrível tortura já inventada;
  55. Jesus morreu para que pessoas como você e eu pudéssemos ir para o Céu. Tudo o que Ele lhe pede é amá-Lo, ser Seu Senhor, Seu Deus com todo o seu coração e sua alma e com todas as forças de sua mente.
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2020.02.11 20:56 BibliaLegal História de Abraão

História de Abraão
A vida de Abraão marca uma nova fase nas histórias bíblicas. Abraão é um dos grandes patriarcas da Bíblia. É através de Abraão que muitos dos projetos de Deus para ao ser humano são concretizados. Estudar a história de Abraão é crucial para se entender as demais histórias da Bíblia.
Abraão não é importante só por ser um personagem bíblico. Ele é também identificado como ancestral de dois grandes povos que existem até hoje, os judeus e os árabes. Também ele é respeitado como um grande profeta por três grandes religiões mundiais.
https://preview.redd.it/mesf6ee9ocg41.jpg?width=600&format=pjpg&auto=webp&s=8d240930ff2d7dd14bbe8397cbecb271893ef7e2
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2019.08.29 02:17 ederalk 50 motivos de porque a homossexualidade não é pecado

Um dos temas mais atuais e controversos, daqueles que mais instiga de ódio a defesa, na política, na moral, e na religião, que transpõe fronteiras terrenas e temporais: a homoafetividade! É sabido que teologia cristã atual põe a homossexualidade no pedestal mais alto das mais "abomináveis práticas humanas". Respeitosamente, a instigação aqui esmiuçada busca um ceticismo ao fundamentalisto religioso atual e questiona: e se não for pecado? E se nunca foi um pecado? Mais um berrante erro histórico da Igreja? Boa leitura.
50 motivos de porque a homossexualidade não é pecado
  1. Se nascer homossexual é pecado, logo, ele já está condenado ao inferno, pois é impossível deixar de ser homossexual, pois ele o É. Logo, Deus fez acepção de pessoas. Eles nem tiveram a chance de serem salvos. Porém, Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10:34)
  2. Se apenas a prática homossexual é pecado, mas não o desejo, logo Deus colocou o desejo nesses homens para os tentarem a pecar o tempo todo, mas afirmar isso é antibiblico, pois Deus não tenta ninguém (Tiago 1:12-20);
  3. Se o desejo não foi posto por Deus, pode ter vindo de Satanás, logo ele tem o poder sobre a libido humana, assim ele tem poder de fazer qualquer hétero virar gay, ou um gay virar hétero, outra coisa impossível. Ele já teria o feito a todos os homens;
  4. Se a homossexualidade é adquirida por comportamento, logo, é aprendida. Mas sabemos que: 1) gays nascem de casais héteros; 2) muitos sociedades desencorajam e perseguem a homossexualidade, mas isso não impede que ela continue existindo nelas; 3) todas sociedades em todas as épocas, das civilizações europeias e asiáticas as tribos indígenas e polinésias foi observado a presença da homossexualidade; 4) animais também, naturalmente, podem ser homossexuais, em mais 1500 espécies relatadas (Ec 3:19); 5) os héteros não afirmam que adquiriram a sua libido por comportamento, porque seria diferente com o homossexual?
  5. De forma direta e literal, não há nenhuma condenação as lésbicas na Bíblia; logo, o desejo lésbico seria natural, da criação humana. Se assim for, o desejo pelo sexo oposto seria inato, tanto em homens como mulheres, chegando a mesma conclusão que Deus estaria tentando apenas aos homens gays entre todas as sexualidades, algo antibiblico; a Bíblia também não explica a complexidade do bissexualismo em todas em suas nuances: um bissexual poderia se casar com uma mulher?
  6. Deus, de fato nunca muda, mas pode mudar o homem: Gênesis 6 nos relata o mundo antes do Dilúvio: havia gigantes na Terra, anjos faziam sexo com as mulheres e os homens viviam centenas e centenas de anos. Adão viveu 930 anos! Homens tinham filhos aos 187 anos nessa época (Gn 5:25)! No versículo 3, Deus, aparentemente, muda o homem para viver no máximo 120 anos, afim de evitar uma superpopulação mundial. (Algumas interpretações dizem que é 120 anos para acontecer o dilúvio). Mas o fato é que desde de Gênesis 11, a expectativa de vida humana se abrevia radicalmente. Ou seja, provavelmente, Deus mudou a anatomia humana: um corpo que vive 930 anos não é igual a um corpo que vive 100 anos; Deus precisaria alterar células, órgãos e tecidos! Por que Deus também não interferiria na libido humana, a fim de evitar um superpovoamento? Será que Jesus desencorajou a poligamia em Mateus 19:4-5, que era tão comum no Antigo Testamento (Gn 4:19) também preocupado com o crescimento da população humana?;
  7. É comum dizer que Jesus esteve em silêncio acerca da homoafetividade, o que não aconteceu: Mateus 19 é um diálogo em que Cristo trata acerca do casamento. Em Mateus 19:11, Jesus afirma que nem todos os homens tem a condição de seguir a ordenança do casamento heterossexual, dada por Deus em Gênesis; o único pré-requisito possível para tal condição seria ter atração por mulheres: se o homem a tiver, case, para não cair em tentação (1 Co 7:1-2; 7:26-27); se não a tiver ou a perder durante a vida, está livre da ordenança do casamento com uma mulher; se tiver, mas se desejar ser celibatário pelo Reino de Deus, é uma escolha pessoal (Mateus 19:12); logo, nascer homossexual é uma condição inata, não algo fruto do pecado ou um desvio comportamental;
  8. Pode-se argumentar contra afirmando que Jesus utilizou a palavra eunuco nesse trecho de forma literal – como se‘’eunucos’’ se referisse apenas aos homens castrados; porém, dois fatos derrubam tal argumento: 1) Jesus fala acerca de três tipos de “eunucos”, revelando que estamos diante de um termo bastante amplo para a época; 2) Jesus usou “eunuco” de forma figurada para se referir aos celibatários no “terceiro eunuco”; se Jesus utilizou uma figura de linguagem num trecho da sentença, pode-se ter utilizado em outra, como no trecho “eunucos de nascença”;
  9. Também há uma contradição em afirmar que alguém nasce ‘’castrado’’, ‘’eunuco’’ de forma literal. Oras, é necessário possuir suas genitálias de antemão para serem removidas e assim, se tornar um castrado; é impossível alguém nascer castrado! Como e por quê se castraria um feto no ventre da mãe? Já ser um “eunuco” posteriormente, ao remover seus testículos, sem a produção de testosterona, o homem perde a libido, o impedido de se casar, encaixando no critério do segundo eunuco;
  10. Pressupondo que os ‘’eunucos de nascença’’ são apenas os deficientes congênitos, e se a Bíblia liberasse qualquer deficiente de nascença com atração por mulher da ordenança do casamento, logo, eles teriam obrigatoriamente a serem castos a vida toda para não cair em tentação, pois, se um deficiente tem atração sexual por mulher, eles também ficariam com várias mulheres ao longo da vida fora de um casamento para sanar sua libido, pois se for com apenas uma mulher, melhor que se case com ela também! Não há lógica. Outra dificuldade seria definir o que é um ‘’deficiente de nascença’’: um anão seria? Ou um hermafrodita? Isso abriria brechas para proibir o casamento de muitas pessoas; cegueira ou infertilidade, por exemplo, impedem homens de se atrair ou de querer se casar com uma mulher?
  11. Se considerarmos apenas os assexuados como os ''eunucos de nascença'', esse texto afirmaria que a libido humana ou a sua ausência é uma condição dada apenas por Deus aos homens desde o seu nascimento. Logo, se for pecado ser gay, ele está o tentando, algo antibiblico;
  12. Se afirmar que apenas a assexualidade é uma condição dada por Deus, logo, a própria libido seria uma escolha, incluindo a libido do heterossexual, algo também impossível; como Adão teria aprendido a se atrair por Eva?
  13. Em Romanos, carta escrita por Paulo, há o trecho mais usado como “antigay” na Bíblia; é importante lembrar que o próprio apóstolo Pedro afirmou que as epístolas de Paulo às vezes tinham ‘’trechos difíceis de entender’’, em que ‘’ indoutos e inconstantes torcem” (2 Pedro 3:16); se eram trechos difíceis de se entender na época para um apóstolo, imagine 2.000 anos depois para nós! Romanos 1:26-27 pode ser um desses trechos a que Pedro se referiu;
  14. Se usarmos Romanos 1:26 para condenar as lésbicas, foi usada uma figura de linguagem para tal, já que não sabemos ao certo, que ''uso natural'' é esse que elas mudaram; isso não é explícito;
  15. Se Paulo se referiu as lésbicas nesse trecho, de forma figurativa, ou seja, fez uso de figuras de linguagem para se referir as mulheres, logo, "semelhantemente", ele também pode ter usado para se referir aos homens; logo, homens nesse trecho necessariamente não precisam se referiam a homossexuais, ficando vago sua definição, sendo necessário avaliar o contexto;
  16. O tema do contexto de Romanos 1:23-28 é a idolatria praticada pelos romanos, em que nos cultos pagãos, é sabido que homens heterossexuais praticavam sexo homogenitais com outros homens nos ritos orgásticos; a idolatria é um dos temas centrais do capítulo e isso fica evidente pelos versículos 23 a 25. O Versículo 26 inicia-se com a expressão “por isso”, ou seja, o que está explícito a partir desse ponto é o resultado das ações humanas descritas nos versos anteriores;
  17. Em Levítico 18:22, outro versículo largamente usado como antigay, diz que homem deitar com homem, como se fosse mulher é uma abominação; a palavra abominação vem do hebraico toevah ou do grego bdelygma, ambos significam "impureza" ou "ofensa ritual", logo, o tema de Levitico 18 também é idolatria, assim como Romanos 1;
  18. Abominação, no antigo testamento, é largamente usado para se referir a práticas de idolatria, como consultas a necromantes, feiticeiros, adivinhadores e prognosticadores (Deuteronômio 18.10-12); o sacrifício de animais defeituosos (Deuteronômio 17.1); adorar imagens (Deuteronômio 7.25); a queima de incensos (Jeremias 44:4-6); a prostituição cultual, sacrifício de crianças e fazer imagens de ouro e prata (Ezequiel 16); deve-se sempre enfatizar que a Bíblia não foi escrita em nosso idioma, e a etimologia das palavras podem mudar ao longo da história;
  19. Levítico fala de sacrifício de crianças a deus Moloque um versículo anterior ao 22 (Lev 18:21), logo, reforça que o tema do capítulo 18 de Levitico é a idolatria e práticas pagãs;
  20. Levítico 18:3 proíbe seguir os ‘’estatutos do Egito e dos cananeus’’, novamente comprovando que o tema central aqui é idolatria; em Ezequiel 18:9 o Senhor diz que quem andar nos ‘’meus estatutos, e guardar os meus juízos, e proceder segundo a verdade, o tal justo certamente viverá’’, distinguindo a palavra estatuto; mais adiante, no verso 12, diz ‘’levantar os seus olhos para os ídolos, e cometer abominação’’, reforçando o significado principal de abominação na Bíblia para coisas idólatras;
  21. A presença na frase da expressão ‘’como uma mulher’’ em Lev. 18:22 pode ser interpretado como homens que abandonam sua condição natural, hétero, para deitar-se com outros homens, pela imposição do culto religioso; gays não se deitam com homens como se fossem mulheres;
  22. Faz sentido nesses versículos se referirem a homens heterossexuais praticando atos homogenitais entre si, pois ao se referirem a rituais pagãos, é certo que havia muitos homens héteros que participavam desses cultos, já que eles eram públicos; assim como as mulheres que sacrificavam seus filhos aos deuses, certamente, ambas práticas eram sacrifícios extremamente vergonhosos e nada agradáveis para agradar aos seus deuses; se a maioria dos homens dessas sociedades pagãs eram gays, como repunham a população sem novos nascituros? É sabido que os egípcios chegava a milhões de súditos (1 a 8 milhões de pessoas);
  23. Se levarmos esse versículo de Levítico literalmente ao pé da letra, logo, apenas ‘’deitar’’ com outro homem é pecado. Beijar, desejar, namorar, se afeiçoar, pegar na mão, ou até o sexo em pé, sem estar deitado, estaria liberado aos gays, sem configurar pecados?;;
  24. Se levarmos no sentido figurado, logo, pode não se tratar de relações homoafetivas tradicionais nesses versos; "homem" pode ser referir a homens héteros unicamente, não aos gays, já que até os dias de hoje é comum confundir sexualidade com gênero, podendo certamente acontecer o mesmo na época; em resumo, gays poderiam não ser considerados homens na época como acontece muito hoje;
  25. Levítico 20 trata acerca das penas de diversos crimes anteriormente ditos nos capítulos anteriores; está escrito no verso 18 que a acaso um homem se deitar com outro homem como com mulher, ''certamente morrerão''. Há uma ambiguidade aqui: é uma consequência do ato ou uma ordem de execução? Se for uma consequência, sabemos que isso não acontece, senão estaria acontecendo um genocídio gay nesse momento; nesse versículo também usa-se a palavra ‘’abominação’’, que como se sabe, significa na Bíblia ‘’impureza ritual’’;
  26. Em Levítico 20, do versículo 2 ao 5 é novamente sobre a sacrifícios de crianças a Moloque, o 6 sobre adivinhadores e encantadores, 8 e 22 fala sobre ‘’estatutos’’, o 23 exorta a não andar nos costumes de nações pagãs e o 27 sobre necromancia ou espírito de adivinhação; ou seja, aqui se confirma as práticas idólatras do capítulo 18;
  27. 1 Coríntios 6:9:20, outra passagem comumente dita ser ''anti-gay'', se usa duas palavras intraduzíveis para nosso tempo: malakoi e arsenokoitai, e ao longo da história, foram traduzidas de muitas maneiras diferentes;
  28. Paulo utilizou essas duas palavras numa mesma lista de pecados, de forma seguida; que sentido teria ele de repetir o mesmo suposto pecado duas vezes seguidas, na mesma lista? As cartas Paulinas não eram escritas de forma coloquial ou informal, mas bastantes formais e escritas várias e várias cópias (Romanos 16:22), revelando se tratar de textos oficiais e bastante difundidas;
  29. Malakoi já foi traduzido como: "depravados", "pervertidos", "efeminados", "efebos", "meninos prostitutos", "masturbadores", "pusilânime", o que já torna a palavra intraduzível de forma fiel atualmente, por se tratar de traduções bastante diferentes, revelando a dificuldade de entender seu real significado;
  30. Efeminado, uma tradução mais comum atualmente para malakoi, no dicionário de línguas portuguesa de Cândido de Figueiredo, de 1913, significa ''ser mulherengo'', algo bem diferente de ser gay;
  31. Efeminado é um termo que atualmente é mais usado para indivíduos com trejeitos femininos; porém, um afeminado não necessariamente é gay; é sabido que existem héteros afeminados, assim como gays másculos; o másculo iriam ser salvo, mas héteros afeminados não? Outra dificuldade é que ser afeminado ou masculino muda constantemente de época para época: homens aristocratas, por exemplo, no século XVIII, para afirmar sua masculinidade, usavam salto alto, maquiagem e perucas;
  32. Arsenokoitai foi uma palavra inventada por Paulo, usando neologismo, e até hoje não se sabe ao certo o que ele queria dizer com arsenokoitai; essa palavra só foi usada duas vezes em toda história da literatura, dificultando ainda mais seu entendimento; a tradução mais comum atualmente é sodomita, palavra extremante alterada em seu significado ao longo da história;
  33. A palavra “sodomita”, por séculos significava perverso; porém, Tomás de Aquino, por volta do século XII, na sua obra Suma teológica, reformulou a palavra “sodomia” para abranger as ‘’imoralidades sexuais’’, que abarcavam uma enorme quantidade práticas, que ia da bestialidade ao sexo anal;
  34. Em nenhum momento, a Bíblia afirma que Sodoma e Gomorra caíram por causa da homossexualidade; ao contrário, o próprio Jesus, em Mateus 10:15, reforça que o principal pecado dos sodomitas foi a falta de hospitalidade; Deus afirmou que destruiria Sodoma somente se não achasse nenhum justo na cidade; apenas 10 justos já seriam suficientes para Deus poupar seus moradores (Genesis 18:32); se o pecado de Sodoma e Gomorra fosse a homossexualidad de seus moradores,, como a cidade poderia existir constantemente se não haviam nascimentos de relações heterossexuais?
  35. Somente algumas versões modernas da Bíblia, covardemente, começaram a traduzir como homossexual passivo e homossexual ativo as palavras”malakoi” e “arsenokotai”; porém, é fato que não existe a palavra homossexual na Bíblia, que não existe nenhuma palavra que seja usada para se referir a gay unicamente na Bíblia, exceto ‘’eunucos de nascença’’, proferida por Jesus;
  36. Jesus nos alertou intensamente acerca dos fariseus, mas também dos escribas, que escrevem e traduzem as Escrituras (Mateus 23);
  37. Jesus nunca poupou as palavras parar denunciar as transgressões do mundo: adultério, prostituição, matar, heresia, roubar, a falta de amor, a blasfêmia, mentir, não perdoar etc. Por que ele nunca condenou veementemente do ‘’pecado abominável e terrível” da homossexualidade?
  38. A Judéia, na época de Jesus, era parte do Império Romano, império em que a prática homossexual era extremamente comum e aceitável; ou seja, existia gays na época convivendo com Jesus; por que Jesus nunca “curou” algum?
  39. Como os 3 versículos ‘’anti-gays’’ da Bíblia, Romanos 1:26-27, Levítico 18:22 e I Coríntios 6:10, são, á luz da hermenêutica, refutados, ou no mínimo, duvidosos, fica claro que toda condição humana que, de nascença, impeça um homem de se atrair por uma mulher, está livre da ordenança do casamento segundo o próprio Cristo Jesus: homossexuais, transsexuais e assexuados.
  40. Paulo, ao falar sobre o casamento em 1 Coríntios 7, sobre a virgindade, as viúvas e os solteiros, ele não faz menção direta aos homossexuais; mas diz no verso 7: ‘’Porquanto gostaria que todos os homens estivessem na mesma condição em que eu vivo, contudo, cada ser humano tem seu próprio dom da parte de Deus; um de determinado modo, outro de forma diferente.’’, podendo ser uma interpretação de Paulo ao que Jesus disse em Mateus 19;
  41. Um termo importantíssimo para se referir a vida sexual humana na Bíblia é porneia, um termo grego traduzido principalmente de 3 formas diferentes na Bíblia: prostituição, fornicação e imoralidade sexual; os 3 termos são muitos diferentes entre si, logo, há confusão nas traduções; muitos argumentam que homossexualidade também entraria como ‘’imoralidade sexual’’, mas não há nada na Biblia dizendo ‘’homem se relacionar com homem é porneia’; e o termo porneia não aparece na carta aos Romanos;
  42. Jesus disse em Mateus 15:19: ‘’Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, porneia, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. Logo, porneia não significaria adultério, senão, Jesus estaria falando a mesma coisa seguida duas vezes na mesma frase! E imoralidade sexual é um termo muito amplo que também abrangeria o adultério, logo, porneia não pode significar tal adultério;
  43. Atualmente, usa-se ‘’fornicação’’ para designar qualquer prática sexual fora do casamento, logo, também abrangeria o adultério; assim, porneia também não pode significar tal termo, considerando a frase de Jesus na época;
  44. Assim, a melhor tradução para porneia seria prostituição, que é a comercialização do sexo; e mesmo usando ‘’fornicação’’ como tradução de porneia, o seu melhor significado também seria a ‘prostituição’: ‘’Fornice’’ era o arco da porta sob a qual as prostitutas romanas se exibiam. Jesus viveu na Judeia na época que fazia parte do Império Romano. E é maior a chance dos evangelhos tenha sido escritos em grego.
  45. Antigas Bíblias referem ao 6º Mandamento como "Não Fornicar", coisa que depois foi alterada pelos reformadores conservadores para "Não Adulterar", que já tem outro significado. Isso reforça a confusão desses termos ao longo da história;
  46. Paulo usa porneia em 1Co 6.18. Mas basta ler o contexto, que se perceberá que ele fala acerca da prostituição especificamente: ‘’Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz (ou prostituta)? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne. (...) Fugi da porneia (...)’’; com essas conclusões, usar porneia como ”imoralidade sexual” pode apresentar como uma expressão ampla e controversa, suscetível a variadas interpretações ao longo do tempo; já utilizar “prostituição” torna o termo conciso;
  47. No Novo Testamento, há várias menções em que as leis do Antigo Testamento foram abolidas, pois Jesus já cumpriu todas elas em nosso lugar. (Hebreus 7:18-19; Atos 15:23-29; Gálatas 5:3; Filipenses 3:7-8); Jesus ao cumprir toda a lei por nós, ela foi passada (Mt 5:17-18). Logo, isso aboliria as leis de Levítico, acaso elas se referissem aos homossexuais; Atos 15 relata que a discussão acerca da validade do Antigo Testamento para os cristões acompanhou a Igreja desde o início: judeus convertidos contendiam-se com os gentios convertidos, dizendo que ‘’os circuncidados não serão salvos’’; a Igreja então fez o primeiro concílio de sua história e decidiu: ‘’Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. (Atos 15:28,29); logo, as únicas leis dadas pelo espírito santo e os apóstolos a igreja seriam não idolatrar e realizar sacrifícios e não se prostituir;
  48. Há pesquisas historiográficas confiáveis que afirma que a Igreja primitiva realizava casamentos entre homens. Esses estudos são principalmente do importante historiador John Boswell; essa mudança radical da igreja aconteceu bem posteriormente, quando a Igreja Católica Medieval passou a considerar o sexo apenas para procriação, condenando assim também a homoafetividade; padres católicos chegaram a ter a ideia do sexo como sujo e maligno; porém, em nenhum local da Bíblia afirma categoricamente que o sexo é apenas para procriação; Paulo chega a afirmar que os casais não se recusem um ao outro, exceto por consenso mútuo no período de oração ou jejum, para não cairem em tentação (1 Co. 7:5); ou seja, quanto ao sexo, a Bíblia é enfática em condenar apenas o adultério e a prostituição;
  49. Quem afirma que sexo é somente para procriação usa justamente as passagens com a expressão “imoralidade sexual”, que como já foi dita, provém de uma palavra que significa prostituição, unicamente. A Bíblia não explícita o que é imoral no sexo consensual e amoroso; outra dificuldade em afirmar que o sexo é apenas para procriação seria a presença da forte excitação sexual no ato: se é apenas para ter filhos, por que Deus colocaria o prazer no sexo? A presença da clitóris na mulher também evidencia que o sexo não é somente para procriação, já que esse é o único órgão cuja função é unicamente dá prazer a mulher. Sua ausência não impede em nada a reprodução humana. Deus novamente estaria tentando o homem e a mulher a pecarem, ao dar prazer ao ato sexual, e claro, como dito, Deus não tenta o homem!
  50. A Igreja já perseguiu muitos grupos humanos na história usando versículos isolados e fora de contexto: curandeiras, negros, cientistas, ciganos, chegando ao ponto de perseguir e condenar a morte na fogueira até mesmo os canhotos, somente porque está escrito na Bíblia que a mão direita é divina! Nada impede que a interpretação atual acerca da homossexualidade também esteja extremamente equivocada e distorcida.
Por favor, se estiver algum motivo errado, refute-o, dizendo o número do motivo e contra-argumente, usando sempre a PALAVRA DE DEUS e fatos históricos, não a sua opinião ou a opinião do seu líder. Use textos coerentes da Bíblia e nunca fora do seu contexto. Nada de versículos isolados. Use a hermenêutica, a forma correta de ler a Bíblia. Não adianta me atacar, só prova que você não tem argumento suficiente, mas ataque o argumento! Não adianta só dizer que é pecado; prove, usando a BÍBLIA!
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2019.04.28 16:46 Zepp_BR O Grande Ditador, 1940

"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!"
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2019.04.16 18:57 lizziehope Estava lá

A casa na praia estava lá, ninguém além de mim lembrava das memórias mais bonitas que viveram naquela casa amaldiçoada. Queria colocar fogo em minha cabeça, gostaria de matar os judeus, hebreus. Entendo o nazismo ao viver os tempos cristãos aqui. "Será que um dia eles, morrendo, pararão de criar essa merda de Deus e igreja que sufoca todos que procuram respostas sérias e científicas?" (Eu pensando sobre cristãos, não judeus) Mas, enfim, odeio o pai narcisista dessa religião da mesma forma. Espero que todos parem logo de acreditar nisso e realmente pensem "uau, somos humanos, temos um corpo físico e não uma alma. Uau" Eu gostaria de pensar assim, mas como fugir? Que Deus pedir para vir e me ajudar dessa família cega e que segue esse deus machista merda? Não sei. Então só aumento a música, e peço que calem a boca na mente. Na praia, na casa, talvez. Um dia sozinha, talvez, finalmente, terei minha própria vida. Sozinha. Quando tentei viver com você, tive que disputar uma luta horrível, espero - mesmo sendo impossível - que ninguém mais lute essa maldita farsa de família que você tem. Também não deixarei ninguém ver essa família falsa que tenho, protegerei meus futuros amores. Mas, levando a sério, espero que você morra. Levando mais a sério, espero que toda a sua família morra. Levando o triplo de sério, espero que tudo o que vocês desejaram para mim volte mil vezes para vocês. Eu sei muito bem o quanto vocês vão passar mal. Dor de cabeça, dor nos ombros, convulsões. Espiritismo não é brinquedo, mas parece até brincadeira na mão de pessoas tão pequenas. Queria poder ensinar sobre religião para vocês, mas depois de três tapas na cara e um "eu li livros grossos de espiritismo" e cachorros que latem para você, bem, só recomendo que vá em paz. Como alguém pode ser realmente capaz de amar essa pessoa? Perguntava ao olhar para ela, repetindo as mesmas coisas, chorando enquanto o filho pensava "saia". Então me liguei, na ligação estranha. "Repetir várias vezes que ele tomava banho com as irmãs sempre e era normal" Olhei para ele, ele me olhou. "Fala, filho, fala que isso é mentira! Você não é assim" E ele olhou para mim, sem saber como dizer. "É, era mentira", respondi em seu lugar, quase sorrindo. Ela acreditou. Eles ficaram bem e unidos, enquanto os três filhos se esfregam mentalmente. "Pare de olhar para elas, por mim?" "Nossa, que menina chata", meus amigos diziam. Depois de finalmente ver como é bom seu amor olhando para sua irmã e a irmã dele, você se depara com casamentos, vestidos, lingerie até... K E vários pratos na cozinha, juntos. Que lindo foi, que lindo é. Espero que seja lindo para sempre, mas espero que você saiba esconder. Na verdade, escolher. Escolha alguém tão tapada quanto elas, assim será feliz. Talvez assim, finalmente as 4 - as galinhas e sua próxima escolhida - consigam conversar sem ninguém passar vergonha. "Aí que nojo usar uma panela para fazer isso", falou a pessoa que estuda até mil horas da noite. "É só ter uma panela apena para esse uso, pequena", respondo, já que absorventes fazem mal para o ambiente, para si e são fedorentos, mas deixe assim, as limpas meninas burras. "Espero que elas encontrem a morte antes de me encontrar", digo em uma pequena história, esperando que tenha poder. "Não diga isso!", Alguém que gosta de mim, aconselha. "Eu pago, eu pago para alguém. Essas pessoas que ocupam espaço não podem sobreviver, sao como baratas explodindo por todos os cantos, finalmente botando ovos nojentos e se multiplicando, alguém derrube logo isso antes que eles se comam novamente" E então ele diz, com lágrimas nos olhos, de raiva e tristeza: "Eu odeio você!" E eu respondo: "Seu fone está aqui, imbecil"
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2019.04.02 17:24 Loganfut Por que Católicos e Protestantes Pagam Pau pra Israel se Eles Não Acreditam em Jesus?

Pergunta sincera. Nesse final de semana vi muita postagem em grupo de família e de conservadores em geral na internet pagando pau pro Bolsonaro em Israel e etc não pela tecnologia e etc, mas pelo aspecto religioso.
Não sou um profundo conhecedor, mas sei que para os judeus Jesus não era filho de Deus. Todo o catolicismo e protestantismo tem isso como ideia principal. Por que essa diferença não gera conflitos?
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