Modelo da mulher

Sem rumo...

2020.10.28 13:47 Draqr Sem rumo...

Venho vivendo com esse incômodo a maior parte da vida. Sempre me senti fraco em quase todos os aspectos, desacreditando muito facilmente no meu potencial. Nunca houve momentos em q consegui sentir orgulho de mim por muito tempo, havia sempre a brusca volta à realidade. Pra deixar claro não tenho problemas psicológicos ou fisiológicos, sou saudável até onde sei. Podem até achar q sou muito chorão ou fresco por reclamar assim pois há sempre alguém num mar de merda maior... mas mesmo assim dói. Nunca tive realizações importantes das q poderia me orgulhar, nem fui modelo de inspiração pra ninguém. Nunca namorei, sou a porra de um virgem. Estou a um ponto onde pornografia me entretém o suficiente para "queimar energia", até finalmente me envergonhar do ato. No passado eu era um tanto romântico, sempre imaginando a mulher perfeita para mim e como a trataria bem e a satisfaria, como faríamos com a vida de casados... As vezes tenho uma recaída com isso em sonhos mas já desconsidero.
Estou desempregado, moro com meus pais. Não tenho amigos da minha idade. Ultimamente não tenho tido vontade de fazer nada com gosto. Considero isso um tipo de depressão. Com a chegada da pandemia minha rotina sequer chegou a mudar, já q sempre fiquei em casa. As únicas vezes q saía era pra comprar algo ou procurar emprego... o mercado nunca decepcionava.
Uma das coisas q dói mais é a saudade da juventude. Meus sonhos preferidos são os da época da escola. Tenho tido muitos pra minha felicidade, podendo fazer melhores escolhas neles. Mas ao acordar e perceber a realidade esmagadora, fico deprimido. Acredito q meus antigos colegas de classe têm vidas mais interessantes e melhor sucedidas q eu, ora, muitos já têm famílias próprias e casas, etc...
O pensamento suicida já me ocorreu várias vezes mas nunca cheguei ao extremo de tentar algo. Se eu não tivesse minha família acho q já teria me matado há anos
Enfim, hoje em dia parece q vivo muito no cinza. Tenho a impressão q os pequenos prazeres como vídeo-game, internet, música, comidas, são o q me mantém seguindo em frente, junto do medo de entristecer os q me amam caso eu desista da vida... Obrigado pela atenção, desculpe o texto desorganizado
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2020.10.27 23:03 leonardofragas Um guia para ter cultura, por Paulo Francis

Um guia para ter cultura, por Paulo Francis
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Pedem minha ficha acadêmica para jovens vestibulandos… Não tenho. Tentei um mestrado na Universidade Columbia em Nova York 1954, mas desisti, aconselhado pelo professor-catedrático Eric Bentley. Achou que eu perdia o meu tempo. Li toda a literatura relevante, de Ésquilo a Beckett, e sabia praticamente de cor a Poética de Aristóteles. Em alguns meses se lê tudo que há de importante em teatro. Li e reli anos a fio.
Mas, sem o doutorado ou nem sequer mestrado, me proponho fazer algumas indicações aos jovens, que, no meu tempo, seriam supérfluas, mas que, hoje, talvez tenham o sabor de novidade. Falo de se obter cultura geral. É fácil.
Educação era a transmissão de um acúmulo de conhecimentos. Hoje, é uma adulação da juventude, que supostamente deve fazer o que bem entende, estar na sua, como dizem, e o resultado é que os reitores de universidades sugerem que não haja mais nota mínima de admissão, que se deixe entrar quem tiver nota menos baixa. Deve haver exceções, caso contrário o mundo civilizado acabaria, mas a crise é real, denunciada por gente como o príncipe Charles, herdeiro do trono inglês, e por intelectuais como Alan Bloom, que consideram a universidade perdida nos EUA. No Brasil, houve a Reforma Passarinho nos anos 80. A ditadura militar tinha o mesmo vício da esquerda. Queria ser popular. Era populista. Quis facilitar o acesso universitário ao povo, como reza o catecismo populista. Ameaça generalizar o analfabetismo.
Não há alternativa à leitura. Me proponho apontar alguns livros essenciais ao jovem, um programa mínimo mesmo, mas que, se cumprido, aumentará dramaticamente a compreensão do estudante do mundo em que está vivendo.
Começando pelo Brasil, é indispensável a leitura de Os Sertões, de Euclides da Cunha. É curto e não é modelo de estilo. Euclides escreve como Jânio Quadros fala. É cara do far-te-ei, a forma oblíqua de que Jânio se gaba. Mas o livro é de gênio. Nos dá a realidade do sertão, que é, para efeitos práticos, o Brasil quase todo, tirando o Sul; a realidade do sertanejo, e do nosso atraso como civilização, como cultura, como organização do Estado. Euclides mostra o choque central entre o Brasil que descende da Europa e o Brasil tropicalista, nativo, selvagem. Euclides apresenta argumentos hoje superados sobre a superioridade da Europa, mas nem por isso deixa de estar certo. Tudo bem ter simpatia pelo índio e o sertanejo, o matuto, mas nosso destino é ser, à brasileira, à nossa moda, um país moderno nos moldes da civilização européia. Euclides começou o livro para destruir Antônio Conselheiro e a Revolta de Canudos, mas se deixou emocionar pela coragem e persistência dos revoltosos e terminou escrevendo um grande épico, em prosa, que o poeta americano Robert Lowell, que só leu a tradução, considera superior a Guerra e Paz, de Tolstoi.
Mas o importante para o jovem é essa escolha entre o primitivo irredentista dos Canudos e a civilização moderna, porque é o que terá de enfrentar no cotidiano brasileiro. É o nosso drama irresolvido.
Leia algum dos grandes romances de Machado de Assis. O mais brilhante é Memórias Póstumas de Brás Cubas. Para estilo, é o que se deve emular. O coloquialismo melodioso e fluente de Machado. É um grande divertimento esse livro. Eu recomendaria ainda para os que tem dificuldade de manejar a língua O Memorial de Aires. É o livro mais bem escrito em português que há.
Os gregos são um dos nossos berços. Representam a luz e a doçura, na frase de um educador inglês, Mathew Arnold (também poeta e crítico). Arnold falava contra a tradição judaico-cristã, dominante na nossa cultura, na nossa vida, a da Bíblia e do Novo Testamento, que predominaram no mundo ocidental desde o Século V da Era Cristã, quando o imperador romano Constantino se converteu ao cristianismo. Estudos gregos sérios só começaram no Século XIX, quando se tornaram currículo universitário, porque antes os padres e pastores não deixavam.
Mas leia originais. Escolhi quatro. Depois de se informar sobre Platão na enciclopédia do seu gosto, se deve ler A Apologia, que é a explicação de Sócrates a seus críticos, quando foi condenado à morte, e Simpósio, um diálogo de Platão. Platão não confiava na palavra escrita. Dizia que era morta. Preferia a forma de diálogo. Na A Apologia se discute o que é mais importante na vida intelectual. A liberdade de ter opiniões contra as ortodoxias do dia. Ajudará o estudante a pensar por si próprio e ter a coragem de suas convicções.
Depois, o delicioso Simpósio. É uma discussão sobre o amor, tudo que você precisa saber sobre o amor sensual, o altruístico, o que chamam de platônico, é o amor centrado na sabedoria.
Platão colocou, à parte Sócrates, seu ídolo, no Diálogo, Aristófanes, o grande gozador de Sócrates. Na boca de Aristófanes põe uma de suas idéias mais originais. Que o ser humano era hermafrodita, parte homem parte mulher, e que cada pessoa, depois da separação, procura recuperar sua parte perdida, e daí a predestinação da mulher certa para um homem e do homem certo para uma mulher.
Imprescindível também ler As Vidas, de Plutarco, o grande biógrafo da Antiguidade. Ficamos sabendo como eram os grandes nomes em carne e osso, de Alexandre, paranóico, a Júlio César, contido, a Antônio e Cleópatra. Shakespeare baseou grande parte de suas peças em Plutarco e leu em tradução inglesa, porque Shakespeare, como nós, não sabia latim ou grego. E, finalmente, como história, leia A Guerra do Peloponeso, de Tucídides. É sobre a guerra entre Atenas, Esparta, Corinto e outras, durante 27 anos, no Século V antes de Cristo. Lendo sobre Péricles, o líder ateniense, Cleon, o führer espartano, e Alcebíades, o belo, jovem e traiçoeiro Alcebiades, nunca mais nos surpreenderemos com qualquer ato de político em nossos dias. É o maior livro de história já escrito. Sempre atual.
Da Roma original basta ler Os Doze Césares, de Suetônio, e Declínio e Queda do Império Romano, de Gibbon. Mais um banho de natureza humana.
Meu conhecimento científico é quase nenhum. Mas li, claro, a Lógica da Pesquisa Científica, de Karl Popper, quando entendi o que esses cabras querem. Para quem quer um começo apenas, recomendo o prefácio do Novum Organum, de Francis Bacon, que quer dizer, o título, novo instrumento, e Bacon explica o método científico e o que objetiva a ciência. E para complementá-lo leia o prefácio dos Os Princípios Matemáticos da Filosofia Natural de Isaac Newton, e o prefácio de Bertrand Russell e Alfred North Whitehead de seus Principios da Matemática. Também vale a pena ler a História da Filosofia Ocidental de Bertrand Russell, e o capítulo sobre Positivismo Lógico que é a filosofia calcada no conhecimento científico. Em resumo, tudo que pode ser provado lógica e matematicamente, é filosofia.O resto não é. Acho isso perfeitamente aceitável. Dispenso o resto.
É nas artes que está a sabedoria. Como viver bem sem ler Hamlet, de Shakespeare? Está tudo lá em linguagem incomparável, é de uma clareza exemplar, tudo que nós já sentimos, viremos a sentir, ou possamos sentir.
Preferi citar junto com Shakespeare uma peça grega, que considero vital: Antígona, de Sófocles. Há uma tradução de Antígona, em verso, por Guilherme de Almeida, que Cacilda Becker representou no Teatro Brasileiro de Comédia.
Antígona é o que há de melhor na mulher. É a jovem princesa cujos irmãos morreram em rebelião contra o tio, o rei Creon, e ela quer enterrá-los, porque na religião grega espíritos não descansam enquanto os corpos não são enterrados. Creon não quer que sejam enterrados, como advertência pública a subversivos. Antígona desafia Creon. Ele manda matá-la. Ela morre. Seu noivo se suicida. É o filho de Creon, que enlouquece. Parece um dramalhão, mas não é. É a alma feminina devassada em toda sua possibilidade fraterna. Hegel achava que Antígona era o choque de dois direitos, o direito individual e o direito do Estado. E assim definiu a tragédia.
A melhor história de Roma é a de Theodore Mommsem. A melhor história da Renascença é a de Jacob Buckhardt. Tudo que você precisa saber.
E aprenda com um dos mais famosos autodidatas, Bernard Shaw (o outro é Trotski). Leia todos os prefácios das peças dele. São uma história universal. Um estalo de Vieira na nossa cabeça. Em um dia você lê todos. Anotando, uma semana. Também vale a pena ler a Pequena História do Mundo, de H.G.Wells, superada em muitos sentidos, mas insuperável como literatura.
Passo tranqüilo pelo Iluminismo. Foi tão incorporado a nossa vida, que não é necessário ler Voltaire ou Diderot. Os livros de Peter Gay sobre o Iluminismo são excelentes. Dizem tudo que se precisa saber. Se se quer saber mesmo o que foi o cristianismo, a obra insuperada e As Confissões de Santo Agostinho, uma das grandes autobiografias, à parte a questão religiosa.
Não é preciso ler A Origem das Espécies, de Darwin, mas é um prazer ler Viagens de um Naturalista ao redor do Mundo, as aventuras de Darwin como botânico e zoólogo, a bordo do navio inglês Beagle, nos anos 1830, pela América do Sul, com páginas inesquecíveis sobre Argentina, Brasil e Galápagos, que está até hoje como Darwin encontrou (e o Brasil e Argentina, na sua alma?)
Houve três grandes revoluções no mundo, a americana, a francesa e a russa. A literatura não poderia ser mais copiosa. Mas basta ler, por exemplo, Cidadãos, de Simon Schama, para se ter um relato esplêndido da revolução interrompida, 1789-1794, na França, e concluir com o livro de Edmund Wilson, Rumo à Estação Finlândia. Schama é conservador, Wilson não era, quando escreveu, fazia fé, ainda na década de 30, como tanta gente, na Revolução Russa. Mas a esta altura, e mesmo antes de ele morrer, em 1972, é fácil notar que a Revolução Russa não teve o Terror interrompido, como a Francesa, mas continuou até Gorbachev revelar o seu imenso fracasso.
O melhor livro sobre a Revolução Francesa é História da Revolução em França, de Edmund Burke, de 1790, que previu o Terror de Robespierre e Saint-Just. Se o estudante quer um livro a favor da Revolução Francesa, leia, o título é o de sempre, o de Gaetano Salvemini. A favor da russa a de Sukhanov, que a Oxford University Press resumiu num volume, ou A Revolução Russa, de Trotski, um clássico revolucionário. Mas os fatos falam mais alto que o brilho literário de Trotski.
Sobre a Revolução Americana não conheço livro bom algum traduzido, mas por tamanho e qualidade, um volume só, sugiro a da editora Longman, A History of the United States of America, do jovem historiador inglês Hugh Brogan, 749 págs, apenas, quando comprei custava US$ 25. Tem tudo que é importante.
Em economia, a Abril publicou 50 volumes dos principais economistas. Eu não perderia tempo. Têm tanta relação com a nossa vida como tiveram Zélia e a criançada assessora. Mas há o Dicionário de Economia, também da Abril. Quando tascarem o jargão, você consulta para saber, ao menos, o que significa a embromação. Economia se resume na frase do português: quem não tem competência não se estabelece.
Dos romances do Século XIX, Guerra e Paz, de Tolstoi, e Crime e Castigo, de Dostoiévski, me parecem absolutamente indispensáveis. Guerra e Paz porque é o retrato completo de uma sociedade como uma grande família, porque rimos e choramos sem parar, porque contém um mundo e as inquietações do protagonista, Pierre Bezhukov, que até hoje não foram respondidas. Crime e Castigo, porque exemplifica toda a filosofia de Nietzsche de uma maneira acessível e profundamente dramática, de como o cérebro humano é capaz de racionalizar qualquer crime, que tudo é relativo, em suma, a pessoa que pensa e age, como Raskólnikov, o protagonista. Vale tudo. Dostoiévski, para nos impedir de aniquilar uns aos outros, acrescenta que não se pode viver sem piedade.
Dos modernos, Proust é maravilhoso, mas penoso, Joyce é desnecessário, mas vale a pena ler as obras-primas de Thomas Mann, A Montanha Mágica, para saber o que foi discutido filosoficamente neste século, e Dr. Fausto, que leva o relativismo niilista que domina a cultura moderna e de que precisamos nos livrar, se vamos sobreviver culturalmente, como civilização, e não como meros consumidores, num nível abjeto de satisfação animal. Há muitas obras que me encantaram e não estou, de forma alguma, excluindo autores ou quaisquer livros. A lista que fiz me parece o básico. Em algumas semanas, duas horas por dia, se lê tudo. Duvido que se ensine qualquer coisa de semelhante nas nossas universidades. Se eu estiver enganado, dou com muito prazer a mão à palmatória.
— Paulo Francis, O Estado de São Paulo, 30 de Maio de 1991
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2020.10.26 04:19 nenhumobrigado Dúvidas sobre você e a sua heterossexualidade contemporânea.

Eu vejo que muitos hábitos e preferências sexuais dos héteros de hoje em dia não podem ser mais considerados naturais, instintivos, primitivos ou biologicamente propositados. Muito da atração que um homem sente por mulheres hoje em dia está mais atrelada à ideia da feminilidade, à figura feminina, do que à mulher em si.

Eu só digo isso porque, bem, vocês nos odeiam, então me seria conveniente que fizessem um exercício de contemplação a respeito da própria hipocrisia. É, pois é, difícil ser submetido a isso vivendo em uma bolha formada por 90% das pessoas do mundo ou do seu país que defendem os mesmos interesses que os seus. Dificilmente você vai ser confrontado a respeito da atração que sente por um pedaço de papel que exibe uma mulher em proporções, textura e cheiro artificiais, às vezes dependendo da iluminação direcionada e efeitos de computador que o fotógrafo usou. Modelos que às vezes formam volume nos seios implantando silicone e despertando a excitação sexual de vocês através desse material, vejam só, artificial. Num mundo em que sentir atração pelo mesmo sexo é anormal, eu me pergunto se ter o desejo voltado para criaturas acopladas com produtos industriais não seria ainda mais bizarro. Mas é o que eu vejo no meio de vocês o tempo todo.

Não, não para por aí. Se se estimular sexualmente a partir de um pedaço de papel já é questionável, imagine fazer isso através de pixels na tela de um computador. Longe de ser uma experiência espontânea. Você dita o ritmo que quer, escolhe pessoas que nem estão presentes ali, pula o trecho do vídeo, põe em câmera lenta, aumenta ou diminui a qualidade conforme a sua internet, ajusta o brilho da sua tela, tudo isso encarado com a maior naturalidade. Então você desperdiça o esperma, às vezes cultivando o fetiche de que o pau do outro cara, na boca dela, é o seu (ou sei lá como vocês lidam com uma presença masculina que não a sua em um vídeo pornô) e você tem em mente salpicar o rosto dela com aquele líquido de aspecto visual, olfativo, gustativo e cuja textura é desagradável, ainda que o propósito natural dele fosse ser depositado na vagina (sem uma fucking camada de látex intermediando o contato). Então, hahaha. É mesmo muito conveniente que seja jorrado ali. Mais pra você do que pra ela. Melhor ainda quando desce pela garganta dela (nossa!), aquele era o destino certinho que ele deveria percorrer. Super proveitoso ter esse fetiche. E você pensa na garganta dela mesmo sem poder vê-la. Será que esses órgãos internos do sistema digestório o atraem também?

Fica mais curioso ainda quando você inclui o hábito humano de remover pelos que cresceram naturalmente em seus corpos, e foram, mais uma vez, propositados pela natureza. Há de se considerar que estamos muito distantes do que uma vez fomos. Qual seria a naturalidade de conviver com homens barbeados e dar preferência a eles? Sabemos que foi passada uma lâmina ali. Há quanto tempo essas existem e desde quando se tornaram eficazes, precisas e foram distribuídas em larga escala? Como explicar um cara que não abre mão de uma mulher que se submete ao desagrado cotidiano de passar lâminas em seus pelos pubianos? Que há de errado com aquela que prefere homens que frequentam o cabelereiro a cada dois meses? E se ela faz questão de que o cara iniba seus odores naturais, passando desodorante sempre que os mesmos começam a transparecer? Parece que ela se apega àquele aromatizante e faz questão de ter ele por perto mesmo ao fazer sexo. Mas nunca paramos para nos questionar sobre isso.

Vai mais longe. Algumas preferem homens tatuados, como se aquelas marcas de tinta escura na pele dele fizessem uma boa representação da figura masculina. Outras, os carecas, mesmo que custe ele passar a máquina na cabeça mensalmente. Há aquelas que juram que o parceiro fica mais atraente de boné (ou de máscara). Para muitas, fez toda a diferença que seu namorado espinhento passasse sabonete anti-acne. Ele pode não ser como era pra ser de verdade, mas os cosméticos prevalecem. Imagine então, como cabelo dela estaria embaraçado, não fosse pelo condicionador que aplica todos os dias? Imagine, então, como ter um cabelo tingido de rosa não tem nada a ver com a espécie humana? Será que custou a aplicação desses produtos para que você notasse ela? Bem, ao menos é fácil presumir que dificilmente seu interesse estaria voltado para homens das cavernas. E você começa a sentir atração por ele mesmo quando ele está completamente vestido.

Então a pessoa é barbeada, cabelo cortado, cheiro artificial, veste tecidos de cores que nem tentam imitar a pela humana, usa aparelho dentário, fez clareamento dental, escova os dentes com produtos químicos várias vezes por dia, e mesmo sob todas essas camadas de superficialidade, continuam se atraindo e se consideram os normais. Até porque toda essa maquiagem faz a maior diferença. Nem vou estender meu tempo discorrendo sobre como alguns contemporâneos desenvolvem afeição por personagens fictícios e "garotas" de anime. Tudo a ver com a intenção da natureza ao moldar o cérebro humano. Mas abro um adendo aqui para a maior esquisitice que eu já vi: se excitar com o intermédio da leitura de contos eróticos. Letras. Na. Tela. De. Um. Computador. Te. Deixam. Duro.

Mas tá tudo bem. Porque vocês são os acertos da natureza. Moralmente superiores. Compatíveis. A manutenção do verdadeiro projeto original de Deus para a humanidade. E se reproduzem, que mérito! (Mesmo que, ao se gabar disso, seja presumível que você não se reproduziria nem se quisesse). E eu os odeio. Mas não me sinto culpado, porque esse ódio não vem de mim. É só um reflexo. Obrigado por não me deixarem em paz quando eu pedi com resignação. Deu muito certo.
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2020.10.24 00:27 pespisheros Como ser Ouvido ? Ajuda com Geladeira nova que deu problema- Consul

Comprei uma geladeira Consul modelo CRM51. Comprei dia 18 pelo Shoptime, entregaram dia 29-09-20. Funcionou uma semana. Não Congela, somente refrigera. Meu deus que novela, pelo sac, 3 horas depois marcaram um técnico. Demorou uma semana pra vir. Chegou aqui dia 19-10. Diagnóstico ? Compressor ruim. Vai ter que trocar. E da-lhe Twitter, Face, reclame aqui, procom, sac, código morse, telex, fax, sinal de fumaça, assobio e estralar de dedos. Que ódio e raiva. Quando precisa os canais de atendimento não existem para lhe atender. É isso. Pensem bem. Agora estou com uma geladeira que é um estorvo, uma tranqueira. Pensem numa mulher braba, a minha. Espumando pela boca, olhos cheios de raiva e rancor.
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.14 12:19 DonaBruxa_Deyse Sobrenatural-Verídico

Preciso dividir isso com vocês! Relato de uma consulente que me procurou desesperada por ajuda espiritual. E irmãos de fé, me ajudem porque nunca lidei com isso não!
Eu ouvi todo o relato. Quanto mais ela contava, mais certeza eu tinha de que se tratava de SETEALEM!
Ela relatou que em maio, devido a pandemia e quarentena, sua família resolveu que seria melhor todos ficarem juntos no sítio dos pais dela, em Sorocaba. Disse que desde o momento que fazia a mala deles, uma sensação de que algo daria errado, pesava. Foi na gaveta do seu filho, que encontrou uma camiseta e um shorts que nunca, jamais vira antes. As roupas estavam sujas, eram velhas, encardidas e cheiravam mal. Nunca teve diarista em casa. Como poderiam aquelas roupas estarem ali? Perguntou pro pessoal e ninguém prestou atenção. Ninguém nunca presta. Naquele dia não estava a fim de começar a gritar tão cedo. Mas estavam todos estressados com os preparativos e ela sozinha pra fazer tudo, deixou pra lá! Enfiou as roupas numa sacola de mercado e deixou no chão, do lado da máquina de lavar na área de serviço. Ela, marido, a filha de 18 anos e seu filho de 5, saíram de São Paulo e seguiram pro interior. Durante a viagem, pra chegar no sítio, passam por uma estrada de terra. Seu filho de 5 anos disse algo que naquele momento não fez sentido algum: - Nem acredito, mãe, que estamos perto da casa do meu melhor amigo que ainda vou conhecer! Eles não deram atenção alguma pro menino. Minutos depois, ouviram um barulho como se tivessem passado por cima de algo na estrada e um dos pneus explodiu. O marido dela controlou o volante e estacionaram. Ele desceu e confirmou que o pneu tinha estourado. Ela pegou o celular pra avisar seus pais sobre o acontecido e que por isso atrasariam. Notou que não tinha sinal de rede em nenhum dos celulares. Não tinha no dela, não tinha no do marido, nem no da filha! Marido trocava o pneu e xingava porque ele nem queria ficar com a família dela! Nisso ela se virou pra trás porque percebeu que o menino estava acenando pro nada todo feliz! Sua filha começou a implicar com o irmão e disse: - Olha mãe, moleque doido! Começou já com as graças. Nisso o menino responde: - É o meu amigo! O amigo que vou conhecer. Olha mãe! Olhaaaa lá! Ela estava cansada, com fome, vontade de fazer xixi, sede e aquilo deixou ela mais puta ainda e nem se deu ao trabalho de responder os filhos. Pneu trocado, seguiram viagem na força do ódio. Uns quilômetros a frente, passaram por um posto de conveniência. Nunca vira esse posto antes. Não era a primeira vez que fazia aquele caminho. O sítio era da família desde que os avós dela casaram. Sua mãe nasceu ali. Ela foi criada ali e fez aquele caminho milhares de vezes desde bebê! Era um posto velho. Tão depredado que parecia estar desativado. Desativado se não fossem uns carros antigos também caindo aos pedaços estacionados em frente. Quem coleciona carro caindo aos pedaços?!?!? Comentou com o marido: - Meu amor, e esse posto que nunca vi na vida! Você viu?! O marido já exausto, responde: - Não prestei atenção! Mas se não viu antes é porque você é cega. Nem olha com essa cara porque você responde pra mim desse jeitinho sempre! Ela respirou fundo pra não começar uma briga ali... faltava tão pouco...perguntaria pro pai dela quando chegasse lá! E foi a primeira coisa que perguntou pro pai depois de abraçá-lo. O pai dela achou engraçado e respondeu que depois di galpão da firma tinha mais nada até chegar no sítio não. Tinha sim! Tinha porque ela viu! Mas também resolveu deixar pra lá esse assunto. A primeira semana foi uma maravilha! No final de semana seguinte, a irmã dela chegou com a família. A avó cozinha umas delícias. Os homens faziam churrasco e tomavam cerveja à vontade. O marido que não queria vir era o que mais aproveitada! A criançada brincava, pulava na piscina, corria livre, dormia e acordava tarde. Mas ela notava o filho dela meio aéreo, mais calado e não estava interagindo com os primos. Algumas vezes teve a impressão de ouvi-lo conversando/ cochichando com alguém mas quando se aproximava, ele se calava. Num sábado, resolveram fazer lasanha, mas faltava queijo, presunto, carne moída pro molho e extrato de tomate. Alguém teria que ir no mercado e pela primeira vez na vida, a filha dela se dispôs a buscar. A menina era habilitada há meses, dirigia por São Paulo, ia e voltava pra faculdade sozinha com o carro da minha cliente. E que perigo teria naquela estrada de terra, pouco ou nenhum movimento e ela iria até o supermercado mais próximo. O filho dela e os sobrinhos quiseram ir também e providenciaram suas máscaras e correram pro carro. Entregou uma nota de 100 reais pra sua filha fazer as compras. Ela me contou chorando que sua consciência pesa por ter pensado e falado pra irmã: - Graças a Deus, pelo menos por uma hora, teremos paz sem essas crianças gritando e correndo! A gente merece um pouco de silêncio sem filho gritando por mãe. A irmã dela riu e concordou.
Segundo ela, olhou no relógio na parede da cozinha, e faltava uns minutos pro meio dia.
O desespero estava pra começar!
Tinha passado uma hora desde a ida e nada dos sobrinhos e dos filhos voltarem. Resolveu ligar pro celular da filha e caia direto na caixa postal! Ligou dezenas de outras vezes e nada. Gritou o marido que estava na churrasqueira. Ele, o cunhado e o pai dela estavam bebendo desde às 8 da manhã. Quando ela relatou sua preocupação, eles não levaram a sério. Segundo os homens, as crianças logo estariam de volta...e foram beber mais. O coração dela apertou e lembrou do posto que vira na estrada, do filho acenando pro nada... não fazia sentindo, mas só pensava nisso. Tentou ligar mais vezes e como nada de atenderem, ela e a irmã pegaram outro carro e foram atrás dos filhos. De longe viram o carro que a filha dirigia encostado na estrada. Ela sentiu alívio por alguns segundos porque quando se aproximaram, o carro estava vazio. A irmã dela até aquele minuto parecia estar muito preocupada não. Porém, desceu do carro chorando. O carro estava parado sentido cidade ou seja, eles nem chegaram ao supermercado. Não tinha sinal deles! Sumiram! O celular não tinha rede, sem serviço e não tinha como pedir socorro ou ligar pra família. As pernas dela tremeram e caiu ajoelhada na terra rezando, pedindo a Deus por ajuda. Nessa hora, ela só lembrava que tinha sido ali que vira o posto de conveniência. Meio ao choro e grito contou pra irmã que vira o tal posto no caminho pro sítio. A irmã dela sem entender já gritou que nunca teve posto ali merda nenhuma. Minha cliente resolveu que iria encontrar o posto porque tinha merda de posto sim! O carro era da irmã dela que respondeu no gritou que não sairia de perto do carro, caso os filhos voltassem. Alguém tinha que avisar a família que estacavam em casa sem saber de nada! Entre gritos e mais choro, resolveram que a irmã voltaria pra avisar os outros e do sítio, ligaria pra polícia. Minha cliente esperaria no carro. Lógico que não conseguiu esperar e decidiu que procuraria por eles. Saiu com o carro que a filha dirigia. Dirigiu até o galpão da firma que tinha na estrada! Nada do posto. Fez o retorno, foi até o lugar que encontraram o carro abandonado e nada. Ela me contou soluçando que não era possível aquilo estar acontecendo. Desespero tinha atingido nível máximo! A irmã não voltava e a hora estava passando... e se ficasse noite?!?!? O que teria acontecido? Assalto? Sequestro? Nesse desespero fez o trecho até a firma, ida e volta, umas 5 vezes até cruzar com o carro da irmã. Vieram o marido, seu pai, cunhado e irmã. A avó ficou em casa, caso a polícia ou as crianças ligassem. Os homens bebados, ela e irmã histéricas! Ninguém se entendia. Depois de muita discussão quando tinham chegado à conclusão que o melhor era ir até a delegacia fazer um boletim, chega uma viatura com dois policiais. Ela tomou a frente e contou o ocorrido. Falou sobre ter visto por ali um posto de conveniência. Nessa hora os dois policiais se entreolharam. O marido dela emendou que ela era doida e que outra vez estava falando desse maldito posto. Um dos policiais, muito calmo contou que apesar de não existir nenhum posto naquele trecho, não era a primeira pessoa a relatar ter visto um. Sem contar muitos detalhes, falou que também não era a primeira, nem segunda vez que pessoas se perdiam e desapareciam naquela estrada! Os polícias pediram para que todos seguissem até a delegacia. Minha cliente e o marido, foram no carro encontrado na estrada e os outros, no carro da irmã. Na delegacia, um boletim de ocorrência foi feito. Mas todos os policiais ao ouvirem o relato, se entreolhavam de modo muito estranho. Só minha cliente notou. A polícia deveria esperar 24 horas após o desaparecimento pra iniciar as buscas! Um daqueles dois policiais que atenderam a ocorrência na estrada, disse baixinho pra minha cliente ficar calma que as crianças apareceriam. Porque todos tinham voltado de lá! Ainda na delegacia, ligavam de minuto a minuto pro sítio com esperança de receber boas notícias. Saíram da delegacia, por volta das 23 horas, ligaram mais uma vez pro sítio no caminho de volta. Nada! Ela e o marido não trocaram uma palavra...ambos choravam! Porém, ao estacionar o carro, ouviram as vozes das crianças e da avó. Ela sentiu um alívio e entrou na casa, agradecendo a Deus. Quando correu pra abraçar os filhos, paralisou. Impossível! Era impossível seu filho estar vestindo o shorts e a camiseta que ela tinha tirado da gaveta e deixado dentro de uma sacola deixada no chão da lavanderia, na sua casa em São Paulo! NÃO ERA POSSÍVEL!
Relato das crianças e da filha:
A filha contou que enquanto dirigia pro supermercado, viu o posto de conveniência, seu irmão, o filho da minha cliente de 5 anos, ao ver o tal lugar pediu pra parar ali! Ele pediu tanto, apelou usando “ por favorzinho” que convenceu a irmã a parar pra comprar tudo ali mesmo. O estacionamento da tal conveniência estava lotado de carros antigos. Seria melhor deixar o carro na estrada. Pensou que fosse um desses encontros de colecionadores de carros antigos. Nunca tinha visto nenhum daqueles modelos antes! A menina ainda relatou ter pensado em como alguém compraria ou colecionaria “uns trem” tão mal cuidado, caindo aos pedaços?!?!?!?!? Mas que só poderia ser coisa de”véi” mesmo. Entraram todos no estabelecimento e “bizarro” foi o termo usado ( pela filha dela) pra descrever o local e as pessoas! -Era um povo feio, tudo com pele amarela de doente, dentes podres, os homens e as sobrancelhas grossas e unidas... inclusive a de todas as mulheres! Até as crianças eram horrorosas... Crianças tinha fisionomia de velhas e sofridas! O lugar fedia! Fedia podre! Uma barulheira, todo mundo berrando, tocava uma música que ela não conseguia explicar. Era um ruído que estava grudado na cabeça dela. A música era um xiado fino, alto que dava a impressão de estar tocando dentro do corpo dela. A música machucava o seu pensamento. Era uma penumbra... uma luz que não iluminava e era difícil enxergar as coisas... ela tinha que forçar os olhos, piscar algumas vezes até distinguir os objetos ao redor. Objetos que nunca vira! Não dava pra imaginar a utilidade deles! Eram muitos corredores e prateleiras cheias de comida e coisas sem sentido! Enquanto se concentrava pra lembrar tudo que precisava comprar pra lasanha, a música dentro dela apagava as palavras. Ela fechou os olhos e forçou a memória... Talvez a força do seu pensar fez a música parar. Fez as pessoas pararam de gritar! Sentiu as maozinhas dos seus primos agarrarem sua mão e sua roupa. Ela sabia que estava chorando. Disse: - Mãeeeeee, fiquei com medo de abrir os olhos porque eu senti o peso daquele povo bizarro encarando a gente. Só abri porque ouvi um deles( referindo a um dos primos) dizer meu nome! Quando abri os olhos, meu irmão tinha desaparecido. Ele tinha sumidoooooo!!! Mãeeeeee, ele sumiu e não foi culpa minha... foi um segundo! As luzes começaram a piscar. Era uma luz sem cor, parecia que estávamos dentro de uma das fotografias daqueles binóculos da vovó! E as pessoas apontavam o dedo na nossa direção, gritando...eles gritavam sem mexer a boca: INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI! Eu olhei pra uma senhora que estava bem próxima de nós e pedi ajuda. Contei que precisava comprar o que a mae nos pedira ... perguntei se ela tinha visto pra onde fora meu irmão. Mostrei o dinheiro! Ela riu!Quando ela abriu a boca sem nenhum dente, senti um bafo tão podre que o vômito quase saiu! Os primos estavam chorando, tremendo agarrados em mim! Comecei a chamar ele ( irmão/filho 5 anos)... e os bizarros, outra vez começaram : INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI!
Eu não conseguia me mexer. Não dava pra andar!
E a música entrou em mim outra vez, mais alta e barulhenta! Minha cabeça doía e achei que desmaiaria. Nunca desmaiei... nas sabia que estava pra cair dura no chão! De repente, mas um de repente que pareceu horas, meu irmão aparece de mãos dadas com um bizarro tamanho criança. Ele veio dizendo que era o amigo que ele disse que conheceria aquele dia no carro no futuro. O bizarro chegou perto da gente dizendo que também me conhecia! Que já tinha falado que ( o filho de 5 anos) deveria fazer comigo o que (ele, bizarro!) tinha feito com a irmã dele! Eu puxei ele( apontou pro irmão) pra perto da gente! Mãe, ele não queria vir com a gente! Disse que ficaria com o amigo lá. Aí eu fiquei louca, fui arrastando todo mundo pra fora! O bizarro amigo dele, disse pra eu não falar alto porque “O ALGUEM”poderia acordar e pegar a gente pra ele! Eu mirei o rumo da porta, comecei a correr, as crianças também e o bizarro atrás da gente. Tinha escurecido. Era noite! Tinha neblina, um frio que esfriou meus ossos. Daí a gente correu muito! A gente corria e não chegava nunca até a estrada! Mas quando conseguimos, eu olhei, eu pisquei pra ver melhor e o carro tinha sumido. Sumidooooooo! O carro não estava mais lá! Sentamos no meio fio, meu irmão chorando porque queria voltar pra ficar com o amigo, os primos pedindo pela tia! Eles tremiam e batiam os dentes de frio! Entrei em pânico,porque como eu explicaria que perdi o carro, não comprei as coisas! Foi aí, que vi você mamãe, passar na nossa frente dirigindo nosso carro. Gritamos, corremos atrás de você, acenamos e você não olhou! Você não ouviu a gente gritar! Maeeeeee, você foi e voltou, foi e voltou, foi e voltou! Depois passou a tia em outro carro com o pai,o vovô e o tio! Mãe e tia, vocês nos ignoraram na beira da estrada. E aquela peste do moleque bizarro, de longe morrendo de rir da gente e gritando BEM FEITOOOOO! Como se não bastasse tudo isso, começou a ventar forte e a tempestade começou a cair. Ficou mais frio e a gente não conseguia respirar de tanta água que caia. A solução foi vir a pé, estrada escura, com chuva...Andamos até aqui!
OS SOBRINHOS:
-A gente ficou com muito medo! - Eu fiquei com tanto, tanto medo que fiz xixi na calça. -Eram monstros! - Eles queriam comer a gente! -Você não viu?!?!? Eles iriam picar a gente pra vender como carne moída! -Sera?!? E choraram muito. Ainda não conseguem dormir sozinhos em seus quartos. A luz tem que ficar acesa! Quando dormem, têm pesadelos e acordam aos berros!
O FILHO DE 5 ANOS:
-Mãe, foi legal. Sabia que meu amigo morava ali? Eu disse! Ele me visitava as vezes nos sonhos. Mesmo quando eu sonhava acordado e de dia! Hoje, a gente brincou de esconde-esconde e pega-pega!Fui na casa dele e comi comida lá! Sujei minha roupa de sangue e a mãe dele me emprestou essa. Essa roupa é do meu amiguinho! Ela falou que vai lavar a minha e depois trazer aqui pra você! Me convidaram pra ir lá outras vezes, passar as férias. Falei que pediria pra mamãe e pro meu papai! Foi super legal e meu amigo disse que já tinha me visto lá no futuro muitas vezes e que morarei com eles pra sempre! Pra sempre é muito tempo? Posso, mamãe? Deixa, por favorzinho?Por favorzinho? Eu convidei ele pra vir aqui amanhã brincar comigo, tá? Se você falar com a mãe dele, ela poderia deixar ele dormir aqui, né?!?!? Deixa, por favorzinho... diz que sim, mamãe!
Voltaram TODOS PRAS SUAS CASAS EM SÃO PAULO no dia seguinte, assim que o dia clareou. Os pais dela colocaram o sítio à venda e moram com ela, por enquanto. Minha cliente acredita que existe um lugar além. Ela tem certeza absoluta e provas disso! Está apavorada. Seu filho fala, brinca, canta, dá gargalhadas e afirma que o amigo está ao lado dele! Assim que entrou na sua casa em SP, correu até a lavanderia. Ela encontrou as roupas que seu filho usava no dia do sumiço. Estavam dentro da sacola, ao lado da máquina de lavar!
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2020.09.29 20:23 wisemann_andy Desejo morar sozinho mas possuo medos, dúvidas e insegurança. Meu psicológico está afetado pelo passado.

Algo que já perturba a minha mente a pelo menos 10 anos é a vontade de poder ter a experiencia de ser solteiro morando sozinho. Tenho 30 anos e sou infeliz nesse quesito(existe outros quesitos mas para não fugir do tópico, vou falar deste porque nesse ultimo mês, é o que esta me atormentando a mente. Tenho vontade de morar sozinho, pode andar de cueca, chegar e sair na hora que quero sem dar satisfação, não se preocupar em ter que esconder os sites e revistas playboy de alguém. Pode parecer algo natural ou até normal para qualquer jovem entre 20-30 anos, mas para mim, da casa de onde cresci não é. Desde criança fui criado dentro de casa, minha mãe sempre protegeu eu quando criança (incluindo meus irmãos anos depois) e vivemos sempre na base de obedecer regras. Não que eu tenha problema com regras, ou fui rebelde durante a minha adolescência no passado. Tipo: "vai sair para onde e com quem?", "volta que horas?", "quem são esses colegas?", "não quero saber de encontrar revista de mulher nua em minha casa", "não quero te ver assistindo esses filmes" e por aí vai... São coisas que hoje aos 30 anos e morando ainda com os pais, eu venho tendo consequências e esse fardo está me incomodando já pelo menos uns 10 anos atrás. Já tive amigo na época de escola que seus pais eram bem tranquilos com muita coisa, porque sabiam que era vontades/coisas que todo jovem passa. Tipo, os pais desse amigo da época de ensino médio me mostrou que os pais dele (nessa época) deram uma assinatura da revista playboy, e ele tinha na porta do guarda roupa um poster da modelo da capa. E eu fiquei embasbacado, porque nunca que minha mãe deixaria uma coisa dessas! Nem se meu pai me presenteasse com uma assinatura dessas, ela deixaria passar. E hoje digo que é uma das minhas grandes vontades em poder fazer. Colar na porta do guarda roupa um poster de uma mulher que acho atraente em meu quarto, sem preocupação de nada. Parece bobo, eu sei... Sempre fui tímido na escola, hoje ainda sou, mas melhorei muito. E por minha mãe me privar de poder sair desde novo, isso me atrapalhou durante a faculdade de conhecer outras pessoas e garotas desconhecidas. Por que se eu fizesse , mesmo que por rebeldia, eu iria ouvir aos montes. Por não praticar o "chaveco" durante a adolescência e o inicio da faculdade, hoje luto para conseguir ter uma namorada, o que me dificulta participar do que chamam de "jogo da conquista"por não ter adquirido experiencia. Tem momentos que me sinto um merda por isso... Mas gostaria muito de poder morar sozinho, ter essa experiencia de homem solteiro. Mas por ter sido educado assim, sem experiencia por tentar, hoje tenho duvidas, medo, inseguranças... Ela no entanto, diz me encorajar, ao "modo" dela, mas já disse antes que: "como eu vou me virar sozinho, se a senhora me prendeu o tempo todo?" Tenho vontade de voltar a morar fora do Brasil, ou pelo menos ir para São Paulo, mas aquilo, fico com medo por não ter preparo, já que tenho também o psicológico todo abalado por conta do passado. Tenho outras coisas a relatar, mas no momento, é o que me veio a cabeça durante esses dias. Se vier mais coisas pra me desabafar, complemento através dos comentários.
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2020.09.25 20:43 Vedovati_Pisos O que os cavalos nos ensinam sobre negócios

Cavalos e negócios! Isso mesmo! Os cavalos não apenas podem ser um negócio, como podem lhe ensinar muitas coisas sobre negócios.
Muita gente já viu ou ouviu falar sobre o filme “O Encantador de Cavalos” (de 1998, baseado no livro de Nicholas Evans), que conta a história de um treinador contratado para ajudar uma adolescente a superar o trauma de um grave acidente. A empreendedora Kelly Wendorf levou essa ideia adiante e criou uma companhia que utiliza cavalos nos processos de coaching de executivos de negócios para o desenvolvimento profissional e de liderança.
“Os cavalos nos ensinam muito sobre negócios”, afirma Kelly, CEO da Equus e cofundadora da Thunderbird Ridge Ranch, o local onde é realizada a Equus Experience, nas proximidades das montanhas de Sangre de Cristo, nos arredores de Santa Fé, Estados Unidos. A Equus está localizada em um rancho de 4 hectares, perto do Four Seasons Resort Rancho Encantado, que também envia convidados e executivos para as sessões de treinamento com Kelly e seu parceiro, Scott Strachan.
“Os cavalos trazem à tona o melhor das pessoas: a confiança”, diz ela. No início da sessão de coaching com a executiva e seus assessores – os animais Blue, Dante, Artemis e Cooper – ela pede que as pessoas passem algum tempo pensando sobre o que gostariam de alcançar quando o processo terminar. “Os cavalos mostram seu melhor quando você se encontra com ele com uma questão/curiosidade genuína sobre a sua vida”, ela afirma. “E pode ser qualquer coisa.”
Veja a seguir as lições que os cavalos podem ensinar sobre os negócios:
Não faça suposições
Um dos clientes de Kelly, que estava abrindo sua própria agência de conteúdo, foi colocado na arena com os cavalos e, imediatamente, sentiu-se atraído por Blue. Ele tentou estabelecer uma conexão, mas o cavalo afastou-se. Com o ego ferido, o homem desistiu. Kelly, que estava do lado de fora analisando a situação, concluiu que aquela era uma pessoa que abria mão de um contato quando este não demonstrava interesse imediato. Ela revelou, então, que Blue estava, de fato interessado, mas havia se afastado por causa do movimento de um outro cavalo. O homem fez, então, uma segunda tentativa e, em pouco tempo, estava acariciando Blue. A lição tirada do episódio é: não faça suposições. Elas limitam a forma como você se mostra ao mundo.
Em vez de ser um líder, você precisa ser atencioso
“O que a maioria das pessoas não sabe é que, em grupo, os cavalos funcionam como um matriarcado. A liderança não é de um garanhão forte e grande, dono de um harém de éguas. Na realidade, essa é a interpretação feita pela nossa cultura patriarcal. Na maioria das vezes, são as éguas que governam e criam ordem e disciplina no grupo. Então, é um modelo feminino, diferente do nosso sistema usual que tende a valorizar o pensamento racional em prol da intuição, ou a manipulação em prol da cooperação”, afirma Kelly. “Os cavalos oferecem às profissionais do sexo feminino a oportunidade de enxergar um modelo que nós não vemos com frequência – o uso correto do poder, como ele pode ser usado para cuidar das pessoas e como uma liderança baseada na atenção fortalece o sistema e traz ótimos resultados. Portanto, você pode ser cuidadoso e ser um ótimo líder. É assim que os cavalos agem.”
Faça as coisas mais devagar e seja presente
“Os cavalos têm 17 expressões faciais diferentes, mas você precisa ter calma para notá-las”, afirma o parceiro de Kelly, Strachan. “As pessoas gastam muito tempo no mundo do fazer e pouco no mundo do ser. Nós não estamos presentes e, na maioria do tempo, estamos muito longe de nós mesmos. Achamos que temos que estar sempre à frente e colocamos a nossa felicidade do outro lado do horizonte cognitivo. Essa é uma das coisas que os cavalos mais demonstram. Você precisa estar presente.”
Estabeleça limites
“Os cavalos estabelecem limites o tempo todo. Usar certas demonstrações de força é, na realidade, uma maneira de criar ordem, o cuidado e a sustentabilidade em um sistema.”
Seja forte para criar bem-estar
“Em sistemas com funcionamento semelhante aos dos cavalos, as mulheres encontram permissão para ser fortes e saber que isso é uma qualidade. E que essa força pode resultar em iniciativas que criem bem-estar para todos”, afirma Kelly.
Seja autêntico
“Os cavalos demonstram que a sua energia o precede”, afirma Strachan. “Muita gente entra em uma sala de reunião pensando: ‘Eu estou realmente irritado com todas essas pessoas, mas vou disfarçar e ninguém vai perceber’. Mas sim, eles vão perceber – assim como os cavalos.”
Pense no impacto que você causa
“Os cavalos nos ensinam como demonstrar a integridade e a honestidade que a natureza exige”, afirma a especialista. “Eles nos ensinam sobre o impacto que causamos quando entramos em um espaço. Eles nos ensinam sobre a nossa clareza – se o que estamos dizendo é ou não o que realmente queremos falar – e o impacto que temos sobre as outras pessoas. 93% da nossa comunicação é não-verbal, e os cavalos realmente mostram isso.”

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/o-que-os-cavalos-nos-ensinam-sobre-negocios/
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2020.09.25 00:54 joiasemfocoseo Registro de domínio - O que é e quais as dúvidas frequentes?

Registro de domínio - O que é e quais as dúvidas frequentes?

https://preview.redd.it/79vd7zvsd6p51.jpg?width=1280&format=pjpg&auto=webp&s=cdd162fb612a367d5a6fcdf46d551d0a4bbaca30
Hoje vamos falar de um acessório mara que não sai mais da orelha das famosas e celebridades: o Brinco Ear Cuff. Os brincos ear cuffs viraram febre após um desfile em que a Chanel usou esse acessório em várias de suas modelos.
E desde então, veio conquistando seu lugar e com certeza faz parte de looks mais fashionistas e modernos. Ear cuffs folheados a ouro são uma ótima opção se você quer um acessório que não vai causar alergia e que ainda terá uma durabilidade maior.
Um ear cuff é um brinco que acompanha o formato da orelha. Normalmente esses brincos ficam sobre o lóbulo da orelha e alguns precisam de uma tarraxa especial para se fixar bem e não cair.
Por ser um brinco que normalmente tem pedras, o ear cuff muitas vezes é utilizado como brincos de festa. E fica super elegante!
Ao contrário do que muita gente pensa, o ear cuff pode sim ser usado por qualquer mulher. Independente da idade e do estilo.
Na verdade eu diria que se você ainda não usa o ear cuff, você está perdendo por não usar essa peça tão linda e moderna. E existem muitas opções de modelos e tamanhos.
E, com certeza, um deles será para o seu estilo. Independente se você gosta de brincos pequenos ou de brincos grandes.
Os Ear Cuffs maiores são os mais fashionistas e descolados. São aqueles que acompanham muito mais o formato da orelha e que precisam de uma tarraxa especial para deixá-los bem presos na orelha.
As opções que mais fazem sucesso entre as famosas são os modelos de pedras. Atrizes como Marina Ruy Barbosa e Juliana Paes adoram usar essas peças.
Para ver mais dicas sobre os ear cuffs acesse: https://joiasemfoco.com.bblog/brincos-ear-cuff-como-usar-modelos-dicas-video/
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2020.09.22 17:28 brbr3542 Mãe solteira

Tenho 23 anos, estou meio que me apaixonando por uma mulher incrível, mas que já possui um filho (ela tem 26 anos e o filho 2).
Eu não vejo problema nenhum, também gosto de crianças e pretendo ter um filho no futuro (terminei com minha ex um relacionamento de 5 anos e um dos motivos era esse, ela não queria ter e eu queria nos próximos anos, então não daríamos certo anyway).
Apesar de ter 23 anos, eu meio que já estou com minha vida de certa forma encaminhada, e pretendo com uns 25 ou 26 anos ter um filho. Essa mulher pela qual estou me apaixonando é uma mãe exemplar, além de ser muito bonita (ela era modelo já concorreu entre 30 para ser Miss São Paulo) e inteligente. Já sondei e ela pensa em ter outro filho no futuro o que me deixou muito feliz 😀
Minha mãe quando conheceu meu pai também era mãe solteira do meu irmão, ela o criou com unhas e dentes. Eu realmente admiro mães / pais que assumem esse papel solo, mas a nossa sociedade é preconceituosa.
Como foi quando vocês contaram para familiares /amigos que vocês namorava uma mãe solo? Desfizeram amizades por conta disso?
Gostaria de saber a experiência de vocês.
E para as mamães solteiras, gostaria de saber também o lado de vocês da história quando tiveram outros relacionamentos.
Obrigado
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2020.09.09 15:59 lucas_mendes00 Minha namorada voltou a falar em suicídio e eu nao sei mais oq fazer

Sou o único que sabe disso. Ela simplesmente odeia o próprio corpo e eu indiretamente tenho culpa nisso.
Namoramos a 5 anos e ela sempre colocou uma pressão absurda em si mesma pra ser perfeita para mim, mesmo sem eu pedir, querer ou demonstrar que nao gosto do corpo dela. O corpo dela nao foi um fator pra me fazer gostar dela e nunca foi um fato que me faz amar ela.
Ela desde sempre tinha problemas com o corpo e autoestima. Ela sentia que ninguém ia gostar dela ou achar ela bonita... esse tipo de história td mundo ja conhece. E ela gostava de mim tinha 2 anos desde q nos conhecemos. Isso tudo junto levou a ela se sentir extremamente pressionada de ter o corpo perfeito, ser a "modelo perfeita" apesar de eu sempre deixa claro q nunca quis isso, e q isso nunca foi importante. So que ela nao pensava assim, ate hoje ela se compara com todas as mulheres q eu vejo na rua, de filmes e ate de pornos que eu deixei de ver assim q começamos a namorar. Pra ela nao faz sentido eu ter comecado a namorar com ela sendo q eu via mulheres com corpos "muito mais lindos q os dela em todo lugar".
Temos 20 agora, e no ensino médio por conta de problemas no nosso relacionamento, problemas com os pais em casa, e pressão da escola e para o ENEM, isso tudo somado aos problemas de autoestima que ela tinha levaram uma depressão e ansiedade bem tensa, e isso levou ela a engordar quase 50 kg. Nao tinha uma semana q ela n falava em suicidio, n tinha uma semana que ela nao se cortava, e nao tinha um mes que eu nao tinha um caso q eu saia correndo de casa com medo dela se matar.
O problema disso tudo é muito do sofrimento dela era por causa de coisas do relacionamento incluindo essa pressão em ser perfeita pra mim, ela tinha raiva de mim pq achava q eu paquerava amigas minhas, olhava e desejava o corpo de outras mulheres e muito mais. Coisas que eu nao fazia, e nem faço. E geravam brigas e mais brigas por causa disso, e mesmo assim eu era o amigo mais proximo dela e que ouvia todos os desabafos dela, tanto os que me incluiam, quanto os que nao me incluiam. E receber tanta carga negativa o tempo todo em forma de desabafos é muito dificil, ainda mais vindo de alguem que você ama e quer bem.
Enfim, tudo isso melhorou muito depois que ela fez a cirurgia de bariatrica, mesmo que eu soubesse q so um psicologo ia resolver a depressão e ansiedade dela, a cirurgia ajuda muito. Enfim, com mt dificuldade por conta da cirurgia ela emagreceu de volta os 50kg, esta magra de novo e estava super bem com o proprio corpo, confiante, comprava roupas, saia mais, fez mais amizades... Até a quarentena
Tudo voltou, agora por causa das consequencias no corpo dela por ela ter engordado e emagrecido rapido. Ela voltou a odiar o proprio corpo, voltou a se cobrar, a esconder o proprio corpo de mim, falando que eu so vejo quando for perfeito. Desanimada com a vida. E voltou a falar em suicidio
Eu nao sei oq fazer, todo esse problema me afeta, eu nao consigo ajudar pq me sinto mal, pq sinto raiva dela sentir essas coisas em relação a mim. Me colocando como culpado do sofrimento dela. Me xingando por coisas q n faço. E me sinto muito mal por sentir raiva dessas coisas, sendo q ela n tem culpa disso tudo, ela tem uma doença, depressão n é qualquer coisa, eu deveria estar ali pra ajudar. Ela nao quer ir em psicologo, e ja falei tanto disso q sempre q faço menção a isso ja gera uma briga, pq ela sabe q tem q ir, mas n quer.
Edit: Reforçando que o problema de autoestima nao é a causa da depressão. Isso mais pais e bebida, faculdade, trabalho estressante sao os sofrimentos decorrentes da depressão. DEPRESSÃO É UMA PATOLOGIA. Procure ajuda médica se estiver com sintomas.
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2020.09.03 20:16 OrbitingMoon Minha visão de mundo sempre foi meio distorcida

Quando moleque eu era meio bagunceiro, fazia muita merda, às vezes puxava briga, mas não sabia me defender depois, mas mesmo assim eu tinha alguns amigos. Quando eu entrei na quarta série eu tinha engordado um pouco, e na minha sala tinha um repetente. Nossa relação inicialmente foi bem normal, mas eventualmente começamos a nos dar mal e ele começou a me bullynar. Da quarta até a oitava série, quase que todo dia, eu tinha que lidar com isso (escola pequena, só tinha uma turma por série), eu era muito triste na época; matava aula sempre que podia, porque lá tudo que me esperava era zoação e eventuais brigas (que eu sempre perdia). Eventualmente todo mundo cresceu e parou de fazer isso, e o bullying acabou.
Mas não foram só flores depois daquilo, é óbvio que aquilo fudeu comigo, durante aqueles anos eu tentei suicídio no mínimo umas duas vezes, e toda noite antes de dormir eu desejava que ou eu ou ele morressemos, porque eu não aguentava mais. Quando acabou, eu tinha uns 14 anos, estava no nono ano, nunca havia tido uma amiga mulher, nunca dormi na casa de um amigo, não sabia fazer amizades, não sabia sorrir, era tímido, não sabia conversar, não tinha nenhum amigo de fora da escola, e mesmo dentro dela, só tinha dois ou três amigos de infância. Eu basicamente ainda era tão socialmente desenvolvido quanto uma criança de 10 anos (talvez até menos).
Enfim, eu não ligava pra isso, eu podia fazer amizades virtuais, certo? Sim, e eu fiz alguns bons amigos, mas eventualmente eu perdia todos eles porque eu não tinha escrúpulos e falava demais, coisas pessoais, íntimas, enfim. Eu não sabia manter amizades, eu era "estranho" demais pra isso. Mas um cara, ainda assim, me suportava, ele era bastante compreensivo e me aturava, incentivava-me a estudar, conversar com meninas ou outras pessoas, mas eu não levava ele tão a sério, até que eu entrei no ensino médio. De repente eu percebi o quão inútil eu era, e como eu não sabia de nada que deveria ser senso comum (eu, com 15 anos, não sabia nem o que significava ficar com uma menina).
Eu pedi muitos e muitos conselhos para aquele meu amigo, e ele me ajudou bastante, eu fiz minha primeira amiga mulher graças a ele! Mas eu ainda era muito estranho, então com o tempo perdi tanto a amizade dele quanto a dela. Eu era bastante triste na época, tinha muitas inseguranças, mas ainda assim me esforçava o máximo que podia para fazer amigos. Foi, também, nessa época que eu fiz minha primeira melhor amiga, eu amava ela demais, uma vez brigamos e ficamos alguns meses afastados, fiquei deprimidíssimo por um tempo, considerei suicídio porque não tinha mais ninguém. Mas uma hora eu acabei melhorando e me tornei capaz de ser mais normal, conseguia conversar numa boa, já tinha alguns amigos, fazia novas amizades e tudo mais.
Ainda assim eu ainda tinha uma visão bastante distorcida do gênero feminino, ainda não tinha experiência nenhuma com nada remotamente sexual, inclusive, participava de fóruns de incels, acreditava fielmente na blackpill (tua aparência determina teu sucesso na vida), e mais um monte de besteiras que eu lia nos fóruns. Um dia, porém, uma menina chegou em mim (eu nunca havia visto ela na vida), e pediu pra ficar comigo, eu logicamente aceitei, estava desesperado por uma companheira e por ter essas experiências "normais" que todo jovem tinha. Ela me deu seu número de telefone e ficamos conversando pelas próximas semanas, e que semanas...
Aquela mulher acabou de verdade comigo, só reforçou as visões que eu tinha do gênero feminino que eu via na internet. Ela foi a pior mulher que eu poderia ter encontrado para ser com quem eu teria minhas primeiras experiências envolvendo pegação e afins. Ela era uma pessoa horrível, dizia ter nojo de velhos, falava muita merda pra mim, era burra, mas muito muito muito burra, já tinha 20 anos e não tinha nem terminado o fundamental. Ainda assim, eu não tinha mais ninguém na época, e embora eu não gostasse dela, ainda assim queria experienciar o que era a pegação, então quando começamos a trocar nudes, ignorando como ela abaixou minha autoestima na época porque eu não era superdotado como ela queria, eu sentia uma sensação de poder porque ela me mandava fotos dela sempre que eu queria, eu atribuia isso à minha aparência (sou bonitinho, e segundo os fóruns, era só disso que alguém precisa para ter sucesso na vida).
Eventualmente, meio enojado com ela, decidi que não queria mais ela na minha vida, e cortei contato, voltando a estar sozinho. O engraçado é que aquilo me "traumatizou", e eu me recusei a ficar com alguém depois daquilo, inclusive uma menina que era minha vizinha (pensando agora, se ela tivesse sido a primeira pessoa com quem eu fiquei, eu nunca teria passado por esse monte de merda). Eventualmente eu fiz alguns amigos (homens) e fui pra algumas festinhas pela primeira vez, foi bem bacana, passei mal na primeira vez bêbado), mas eu ainda não queria me envolver com mulheres por medo daquilo se repetir.
Com o tempo eu deixei a visão incel que eu tinha do mundo e da mulheres de lado, mas ainda assim eu tinha uma visão distorcida da vida real. Esse ano eu conheci uma menina pela internet, e ela vem me ajudando bastante com isso, ela é bem bacana, e vem me ajudando a superar o medo que eu tinha de tudo isso. Claro, ela, de certa forma, me decepcionou bastante, foi bem deprimente quando eu percebi que eu não vivo num filme de amor adolescente, sabe? Eu acreditava que encontraria uma menina inexperiente como eu, então namoraríamos e aprenderíamos tudo juntos, seríamos felizes para sempre! Embora ela more perto de mim, ainda é longinho então nunca nos vimos pessoalmente, então embora eu ainda seja bobão quando o assunto é pegação, pelo menos agora, graças a ela, estou disposto a mudar.
Inicialmente eu tinha um crushzinho por ela, porque ela parecia ser o modelo de menina perfeitinha que eu tanto desejava, mas ela é humana, assim como eu, tem defeitos, temos diferenças, e eu fico feliz por ter percebido isso. Eu, ainda não entendo direito como eu cheguei nessa conclusão, mas eu tinha a visão de que toda menina busca um romance enquanto todo cara só quer pegação, e foi um puta choque de realidade quando eu percebi que não era assim, até a menina que era super babaca comigo queria um namorado, ela não quer????
Finalizando, peço desculpas se a coesão do texto tenha ficado ruim (sempre foi meu ponto fraco na escrita de textos) ou se eu omiti algum detalhe importante sem querer. Foi um tempão, fiquei muito tempo vivendo de ilusão, achando que o mundo fosse como um conto de fadas, mas é bom poder saber que agora, depois de tudo isso, eu já não sou o moleque esquisito que eu era há alguns anos. Obrigado se você leu até aqui :)
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2020.08.29 20:00 PatoPatolina Tenho invejo e não sei como parar com esse sentimento ruim

Tudo começou quando conheci as mídias sociais da minha cunhada. Sim, eu estou num relacionamento e meu namorado sempre escondeu quem era a irmã dele. Até que um dia ele me mostrou o Instagram dela. Caralho, tô mortinha de inveja. Já chorei até de raiva. Meu namorado fica puto quando fala dela e diz que ela é burra e nem gosta do namorado dela ( é mais velho que meu namorado mas vive de YouTube a lá Felipe Neto). E pra explicar de onde vem minha inveja vou desabafar as merdas que eu sinto/passo na vida. Nos somos imigrantes de países diferentes, i vivemos num terceiro país, viemos por razões econômicas de estudo e trabalho. Falamos a língua local. Mas eu dou aulas de outro idioma e sou formado com mestrado na área de exatas e to aprendo o idioma do país dele, sim eu já sou fluente em 4 idiomas. Ele é programador. Pra conseguir estudar e trabalhar aqui é dar conta da vida eu saio de uma aula as 12:15 e preciso pegar um as 12:20 pra chegar em meu trabalho. E como é part time eu não tenho intervalo. Ou seja eu só tenho café da manhã e janta. E tá melhor que meu antigo trabalho que era camareira num hotel cinco estrelas. E a inveja é pq a minha cunhada é mais velha que eu e nunca precisou bater um prego na barra de sabão. Só tem ensino médio, não sabe editar vídeo ( o canal dela é mostrar a minha vida - e de fato ela edita mal pra caralho, inclusive os TikTok são mal feitos ) e basicamente ela tem 10x mais views quando o namorado dela aparece. Mas ainda sim consegue monetizar os vídeos e ganhar dinheiro. Meu namorado qualifica como ruim mas eles vivem disso. No dia que chorei foi quando resolvi ver um vídeo e lá mostrava os lindos joelhos sem manchas e ela mostrava como eram as quartas-feiras lindas de academia comida saudável, Netflix e cuidados de skin care, e eu me sinto uma merda por que meu joelhos ganharam um tom preto/roxo por causa do meu trabalho de camareira que eu tinha que limpar os banheiros de joelhos e fazer as camas de joelhos( as exigências de limpeza são enormes, e super puxado eu abri meu pulso, duas infecções urinárias pq não podia fazer xixi e um travamento enorme na coluna depois de seis meses de inferno consegui outro trabalho) mesmo assim não consegui me livrar das manchas. De tão detonador que era. E eu chorei de inveja, caralho eu mal tenho tenho tempo pra cuidar de mim. Pq eu tenho que trabalhar, em dois empregos mais aulas particulares pra conseguir juntar dinheiro pra estudar e ficar legal nesse país,não quero voltar pro Brasil . Pagar aluguel e pagar algumas contas. Não sobra pra comprar uma blusinha ou uma calcinha, se for necessário eu tenho o suficiente pra comprar em uma loja de usados o que não tá em mais condições de uso ( olha que eu remendo minhas roupas). Eu nem sei o que é comprar algo novo numa loja mais. Meus produtos de beleza é o sabonete, shampoo e condicionador e creme hidratante na promoção que achar no mercado. Enquanto isso minha cunhada ganha mil produtos e nem faz review, só recebidos. Pra mim a vida sempre foi horrivelmente dura, ou me formava ou seria pior, ou eu aprendia mais dois idiomas mesmo tendo dislexia, ou nada. Muita ralação, pra ver gente levando uma vida super mansa. Postar vídeo falando que é vegetariana mas posta foto comendo peixe, e até calzone de queijo com presunto. E ganhar refeição grátis de restaurante. Pra completar meu combo descobri que sua sogra foi modelo, o sogro foi fotografado de celebridades de revistas de moda. Eu tenho sobre peso, diria que minha beleza é mediana pra baixo. Como é que vou encarar a família dele quando tiver que visita-los no natal? A situação é de um jeito que sou eu que tem que aprender o idioma deles pq eles não precisam aprender algum que eu fale( nem o básico inglês) l. E sim eu tenho inveja da dita aí que parece que nunca precisou botar a cara no sol, e já tem botox e afins quanto eu torrei toda a minha grana pra conseguir imigrar e minha vida parece que nunca vai pra frente. Mesmo eu me dedicando pra caralho, fazendo curso on-line e outro presencial, trabalhando e tudo. Pq se eu não fizer isso eu nem sei se vou conseguir comer, ou conseguir ficar. Eu me sinto horrível por ter esse sentimento mas é simplesmente frustrante ver o quanto eu fiz e nunca consegui o emprego em minha área. Eu basicamente sobrevivo de dar aulas que diga-se não dá muito dinheiro vc precisa trabalhar as vezes 12 horas ao dia pra conseguir alguma grana. ( 12 horas de aulas fora planejamento) um horário tão apertado que nas suas horas livres vc tem que planejar. Eu só tenho livre os domingos depois das 5 da tarde. Ai eu vejo minha linda cunhada indo viajar, indo comer em restaurantes que mesmo que eu pudesse eu não posso pq to trabalhando. Não dá. Simplesmente morro de inveja. Tenho amigas que sempre insistiram pra eu fazer a influencer . Mas pra quem já deu bom dia pra colega de trabalho e o bicho mostrou o pinto pq vc “deu mole” ou outras merdas. Simplesmente não quero colocar minha vida em risco. Na verdade eu não sei como não rola medo de assédio e talz. Pra mim era horrível na engenharia, as vezes a gente tava na biblioteca e via caras a masturbar-se olhando pra vc. Gente que se achava no direito de te tocar pq vc era a única mulher.... Enfim, me apavora. Adoraria ter a vida dela sem precisar pagar o preço. Por favor me ajudem a ser uma pessoa melhor, pq eu não to conseguindo.
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2020.08.28 00:16 joiasemfocoseo Brincos grandes dourados ou pratas?


https://preview.redd.it/97fbatamdmj51.jpg?width=660&format=pjpg&auto=webp&s=b5a7ad8ce76b38afcab0a881a66a13b6ccc48b45
Desde os anos 70, os brincos grandes caíram no gosto da mulherada. Devido ao seu tamanho, sua função principal é valorizar a região do rosto. De modelos luxuosos cheio de pedras até a clássica argola maxi, os brincos grandes combinam com todos os estilos, biótipos e ocasiões.
Combinar os brincos grandes na produção, normalmente, é um desafio para muitas mulheres. A dica é apenas levar em consideração cada ponto do look e criar uma harmonização entre eles.
Outra dúvida comum em relação ao brinco grande é sobre quando usar o dourado e quando optar pelo prata. Na realidade, usar o que você gosta e acha bonito é o mais interessante de tudo. No entanto vamos dar uma dica sobre esses tons.
É legal combinar o dourado com cores quentes (cores que lembram o fogo), vermelho, amarelo, marrom, laranja, dentre outros. Já o prata a harmonização deles com cores frias (que lembram a água) como o azul, verde, lilás casa muito bem.
A moda também é combinar o prato com o dourado na mesma combinação. Fica muito interessante a harmonização dos dois banhos.
E por fim, quero falar sobre uma lenda dos brincos grandes. Eles tem a fama de serem pesados, por isso muitas mulheres evitam usá-los. No entanto essa característica é dos maxi brincos feitos de bijuteria.
As semi joias são desenvolvidas com a ideia principal de levar conforto para o usuário, por isso são leves. Sendo assim, não vejo desvantagem nos brincos grandes. Pelo contrário, são peças que não excluí nenhum estilo ou biótipo, todas podem usar. E o melhor de tudo, dá destaque para o rosto.
Confira lindos modelos de brincos grandes em: https://joiasemfoco.com.bbrincos-grandes/
Fonte: https://joiasemfoco.com.bbrincos-grandes/
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2020.08.26 00:58 felipe_toio Gilda: Um filme sobre Mulheres e Negócios

Recentemente, assisti Gilda (1946), um filme Noir interessante e no mínimo diferente. Caso você não saiba o que é um filme Noir, vou deixar um link para um vídeo em que é explicado de forma clara do que se trata. Mas vamos ao que interessa, minhas impressões sobre o filme.

Johnny Farrell é um apostador com talento nato para essa arte e que "Faz sua própria sorte". Após conhecer Ballin Mundson, dono de um cassino, ele acaba entrando em uma grande enrascada, principalmente após a entrada da esposa de Mundson, Gilda.

Charles Vidor é o diretor, dele eu apenas assisti "Adeus às Armas" e "Modelos", ambos ficam aqui por mim recomendados.

Gilda é um filme praticamente perfeito, com tudo aquilo que um filme noir precisa para ser bom, como algumas cenas relacionadas a cigarro que ampliam a relação entre personagens, uma fotografia preto e branco belíssima, com efeitos de iluminação e sombra muito bem colocados para causar a emoção desejada pelo diretor e uma mulher bonita que influencia e muito o rumo da história. O filme até que envelheceu bem, pois tem temas que hoje em dia ainda temos de lidar, como a provocação do sexo feminino e a relação Trabalho x Relacionamentos amorosos. As músicas "Put the Blame on Mame" e "Amado Mio", cantadas pela gasosa Rita Hayworth são sensacionais e não desgrudaram da minha cabeça ainda. A narrativa é muito boa, pois consegue mostrar desde o início da ascensão de Farrell até seu razoável fim. As atuações em destaque vão para os dois principais: Gleen Ford, que demonstra muito bem seu personagem (Farrell) esperto e frio, porém com uma moralidade para lembrar de quem o ajudou; Rita Hayworth, interpreta Gilda, uma mulher provocadora que lá no fundo está com medo de alguma coisa e a atriz consegue demonstrar isso apenas com o olhar. O ódio entre Farrell e Gilda talvez seja o maior ponto positivo do filme, pois é muito ambíguo e nós nunca realmente sabemos se eles se odiavam ou não quando afirmavam isso. A relação entre Farrell e Mundson também é muito delicada, em que um é muito grato pela ajuda do outro e tem receio das atitudes de Gilda, enquanto Mundson já se aproveita disso tudo para aplicar um certo plano que não quero spoilar aqui. A mensagem que o filme me deixou é que relacionamentos amorosos e trabalho devem ser dissociados o máximo possível, senão a tendência é a perda dos dois.

E é isso, vou deixar aqui embaixo também o trailer do filme. Digam aí se vocês já assistiram algum filme noir, e se sim, Qual.
https://www.youtube.com/watch?v=6HaWB1pAV7E
https://www.youtube.com/watch?v=a4l2o1MEUyY
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2020.08.23 00:19 johnmarston1997 A Odisséia da minha vida sexual (até agora)

Não tenho um motivo pra claro pra escrever este desabafo, além de querer que outras pessoas aprendam com meus erros, e talvez não se sintam tão ruins sabendo que os problemas que elas enfrentam, muitas outras enfrentam também.
Pra começar, desde criança, sempre ouvi que eu era bonito. Tenho olhos azuis, cabelo liso, mas essa bajulação acabou me fazendo mal como vou mostrar mais adiante.
Passei o ensino médio inteiro sem pegar ninguém. Naquela época tinha acabado de virar metaleiro e meu cabelo tava quase na cintura, além do mais não fazia ideia de como chegar em alguém. Teve uma vez que eu cheguei a falar pra uma menina olho no olho que eu gostava dela, sendo que nós nem éramos tão próximos, só que obviamente ela disse não (afinal, o que mais ela poderia ter feito diante de uma abordagem tosca dessa ?).
Enfim, dae fui pra faculdade ainda bv, com 18 anos. Fui fazer o curso de engenharia eletrônica numa federal e até aquele momento as pessoas diziam "é assim mesmo, as coisas vão mudar quando você entrar na faculdade". E de fato, esse pensamento cômodo de que" você é bonito, não precisa se preocupar" me atrasou muito. Nada cai do céu, jovens, nunca se esqueçam disso. Enfim, fui pra algumas calouradas com alguns amigos, e finalmente perdi o bv. Uma menina simplesmente me agarrou e começou a me beijar. Não era nenhuma modelo, mas pra quem tava começando ja tava ótimo. Porém, eu, tabacudo como eu era, não peguei o número dela, e ficou por isso mesmo.
Porém, logo o logo o curso começou a apertar de verdade, e eu não tinha tempo pra mais nada além de estudar. Então passei dois anos sem dar um beijo sequer, sem marcar um encontro, nada.sem falar que ainda era virgem. Meu pai àquela altura já estava começando a achar que eu era gay, então me deu dinheiro e disse pra eu ir contratar uma prostituta. Fiz isso, e apesar de ter perdido a virgindade, o negocio foi uma merda. Nem fez tanta diferença assim no final das contas. O sexo foi completamente desajeitado. Até que com 21 anos, uma menina praticamente caiu do céu no meu colo. Tava no restaurante universitário, tinha acabado de sentar com o meu jantar e a menina da minha frente simplesmente falou comigo dizendo que queria me pegar kkkkk além do mais era razoavelmente bonita, então dessa vez aprendi com os meus erros e peguei o numero dela. Marcamos de jantar e depois consegui convencer ela a ir num motel e finalmente perdi REALMENTE a virgindade com 21 fucking anos.
A partir daí, meu objetivo passou a ser conquistar garotas sem depender da sorte de uma delas simplesmente cair do céu no meu colo. Comecei a usar o tinder pesadamente, e descolei várias transas assim, porém logo percebi que a desvantagem do tinder é que as garotas mais atraentes não o usam, pois não precisam. Dessa forma, você fica restrito às garotas feias ou medianas.
A princípio, isso pra mim não era problema. Tava na minha fase de urubu, pegava qualquer uma que me desse mole.Pegava até mulheres de 40 anos. Só o sexo era importante pra mim nessa época . Mas logo logo fui enjoando. Fui querendo ter algo a mais, comecei a desejar algo que até então nunca tinha tido: um relacionamento. Até agora todos os relacionamentos que eu tinha eram casuais, visando apenas o sexo. Não tinha vontade de namorar nenhuma das mulheres com as quais eu transava.
E assim, percebi que tinha que mudar minha estratégia. Comecei a perceber que pqra arranjar alguém que eu realmente gostasse, precisaria aprender a conquistar alguém ao vivo e a cores, e não por um aplicativo. Isso era algo que eu não sabia fazer( e eu ja tinha 23 anos), mas tinha que aprender urgentemente. Vi todos os vídeos de YouTube possíveis sobre o assunto, e começei a abordar mulheres em baladas e festas, a princípio sem muito sucesso.
As coisas realmente mudaram no Carnaval deste ano. Fui com alguns amigos meus e consegui aprender algumas coisas sobre abordagens. Ao longo do Carnaval, devo ter beijado umas 12 meninas ao todo, sendo que 2 delas resolvi pegar o contato pra depois. A partir de então, finalmente consegui sentir um pouco de confiança em mim mesmo em relação às minhas habilidades Porém, logo, logo, veio a pandemia, e desde março não tenho um encontro, um beijo, nada. E provavelmente vai ser assim pro resto do ano.
Enfim, quis fazer isso pra mostrar que se relacionar não é algo fácil pra muita gente. Pra mim certamente não foi. A sensação que eu tenho é que eu tive que aprender coisas que a maioria das pessoas já naturalmente sabem. Até os 22 anos, não fazia ideia de como pegar alguem. Hoje,não sou nenhum Casanova mas pelo menos tenho uma ideia melhor do que eu devo, ou não devo fazer. Mas no final das contas ainda não arranjei uma namorada depois de tudo isso hahahahahah
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2020.08.16 15:15 Postador Vamos eleger as mais gostosas do sub?

Eu já tentei isso antes mas o reddit baniu o bot que fazia a contagem. Então agora vou usar o sistema de polls que não existia na época. Pensei em dividir em três categorias: coroas, celebridades e musas.

  1. Coroas: mulheres acima de 36 anos (o dobro de 18), independente de serem celebridades ou não. Exemplos:
Adriana Lima
Alessandra Ambrosio
Alessandra Negrini
Bárbara Borges
Cacau Colucci
Carla Perez
Carol Castro
Carol Nakamura
Carolina Dieckmann
Cleo Pires
Cris Vianna
Dani Bolina
Danielle Winits
Danni Suzuki
Deborah Secco
Ellen Rocche
Fernanda Lima
Fernanda Paes Leme
Flavia Alessandra
Gisele Bündchen
Grazi Massafera
Ildi Silva
Juliana Alves
Juliana Paes
Kariane Barros
Karina Bacchi
Kelly Key
Letícia Spiller
Lívia Andrade
MariMoon
Marjorie Estiano
Paolla Oliveira
Pathy Dejesus
Pietra Principe
Sabrina Sato
Scheila Carvalho
Simaria (Simone & Simaria)
Simone (Simone & Simaria)
Sheron Menezzes
Tatá Werneck
Viviane Araújo

  1. Celebridades: mulheres que ficaram famosas por uma profissão que não seja apenas mostrar o corpo. Então inclui atrizes, cantoras, apresentadoras, atletas. E isso deve ser a principal fonte da fama delas. Não vale uma que ficou famosa posando para Playboy mas já fez ponta em novela ou apresenta um programa no canal dela no YouTube. Eu sei que vai dar discussão, mas a decisão final será minha. Exemplos:
Aghata Moreira
Anna Rita Cerqueira
Anitta
Bianca Bin
Bruna Griphao
Bruna Marquezine
Camila Queiroz
Débora Nascimento
Erika Januza
Fernanda Vasconcellos
Fiorella Mattheis
Giovanna Ewbank
Giovanna Lancellotti
Giovanna Pedroso
Ingrid Oliveira
Isis Valverde
Iza
Izabel Goulart
Jade Barbosa
Klara Castanho
Larissa Manoela
Letícia Bufoni
Letícia Colin
Luana Piovani
Luísa Sonza
Mari Paraíba
Mariana Rios
Marina Ruy Barbosa
Monique Alfradique
Paula Fernandes
Thaila Ayala
Vanessa da Mata

  1. Musas: mulheres que não ficaram conhecidas por terem um talento. Como participantes de reality shows, capas de Playboy, modelos de sites adultos, "musas fitness", estrelas do Instagram, etc. Exemplos:
Alessandra Batista
Alessandra Prado
Alice Matos
Aline Faria
Aline Franzoi
Aline Mineiro
Aline Riscado
Amanda Sagaz
Andressa Urach
Ani Rocha
Anna Livya Padilha
Aricia Silva
Aryane Steinkopf
Babi Rossi
Becca Pires
Bella Araujo
Bianca Anchieta
Bárbara Evans
Brenda Gondacki
Bruna Lima
Bruna Luccas
Carol Dias
Carol Narizinho
Carol Saraiva
Carolina Portaluppi
Caroline Belli
Clara Aguilar
Diana Zambrozuski
Emily Garcia
Erika Schneider
Fernanda D'avila
Fernanda Lacerda
Fiama Amorim
Gabi Martins
Gabriela Pugliesi
Gabrielle Araujo (Gemeas Araujo)
Giulia Seabra
Giuliana "Caju" Capitani
Grazi Mourão
Isa Casé
Ivi Pizzott
Jennifer Auada
Jessica Amaral
Jéssica Arboleya
Jessica Beppler
Juju Salimeni
Juliana Bonde
Katia Volkland
Katiely Kathissumi
Kiki Passo
Lai Sampietro
Letícia Longati
Liza Borges
Lorena Bueri
Luana Targino
Luiza Carvalho
Maikelly Muhl
Marcela Mc Gowan
Mari Gonzales
Maria Fernanda Galvão
Mariely Santos
Marjorie Bueno
Maru Karv
MC Mirella
Michellen Cristina
Mulher Melão (Renata Frisson)
Munik Nunes
Natália Casassola
Nicole Bahls
Nyvi Estephan
Pathy dos Reis
Priscilla d'Ávila Machado
Rafa Kalimann
Raissa de Albuquerque
Raquel Duarte
Ray Mattos
Renata D'Avila
Renata Longaray
Renata Matos
Sarah Caus
Sue Lasmar
Tati Zaqui
Tatiele Polyana
Taylane Guimarães
Thais Bianca
Thais Guisso
Thamires Pazz
Thays Vita
Vanessa Vailatti
Viih Tube
Valeska Araujo (Gemeas Araujo)
Virginia Fonseca
Wendy Tavares
Yasmin Macadar

Estas são apenas sugestões que peguei da lista anterior e dos 100 posts mais populares do sub, estou aberto a sugestões. Quem mais vocês acham que devia ser íncluida?
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2020.08.01 08:09 7asessao Precisamos Falar sobre o Kevin

Precisamos Falar sobre o Kevin

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Na primeira cena visualizamos o passado da protagonista na Tomatina, uma festa cultural espanhola, onde a tradição envolve uma guerra de tomates. A constar do festival, é evidente o contraste das cores nas cenas do filme, a qual a vermelha é presente constantemente. Então, já começamos a elaborar algum significado. O filme por ser um pouco mais parado, me gerou um pouco de medo da monotonia, todavia, as construções das emoções e dos pensamentos dos personagens são bem desenvolvidas a partir do silêncio e uma compreensão cresce em torno do contexto familiar de Kevin.
De acordo com a teoria psicanalítica do desenvolvimento, a infância se passa por estágios psicossexuais, das quais são utilizadas zonas erógenas para o autoerotismo, causando satisfação, bem-estar e as primeiras relações com o mundo com experiências de vínculos afetivos. A primeira fase, relacionada a fase oral, inicia-se do nascimento ao segundo ano de vida, onde a criança tem como principal satisfação o estímulo da via oral, como é no exemplo do filme Precisamos Conversar sobre Kevin, que traz a cena do menino brincando com um metalofone, e enquanto a sua mãe pede para o mesmo repetir as palavras ditas, Kevin se nega e coloca os baquetas do instrumento na boca de forma exploratória. A fase oral não fala exclusivamente da zona erógena em si, mas sobre a relação com o objeto. Dessa forma, fala-se sobre sobrevivência com a busca do alimento, mas também sobre o prazer, incorporações, construção de relações e o desenvolvimento do próprio ego, já que a criança inicia uma percepção de separação entre ele mesmo e a mãe.

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Dos dois aos quatro anos de idade, a zona erógena se desloca para o ânus, o qual coincide com as aprendizagens sobre higiene íntima e a autonomia sobre a retenção e a liberação das fezes e da urina. A satisfação passa a ser relacionada com o que o bebê consegue produzir e controlar. Porém, os pais demonstram entusiasmo e ao mesmo tempo nojo, problematizando a fase anal com repreensões relacionadas ao horário, ambiente e constrangimentos, gerando confusão na criança, a qual pode interpretar o seu ato como positivo ou negativo. Futuramente, a fase anal acaba possuindo uma relação com o controle, o dar e receber e gera uma personalidade passiva ou ativa. Em alguns momentos do filme, deixa-se nítido Kevin defecando na fralda e chamando os pais para limpá-lo, até que, pela alegria dos pais, Kevin consegue utilizar o banheiro de forma independente. Além disso, a mãe, que está projetando o seu escritório com mapas colados por toda a parede, se faz muito satisfeita com o seu ambiente e expressa o seu desejo de torná-lo especial de acordo com a sua personalidade. No instante em que Eva, interpretada por Tilda Swinton, volta para o quarto com a sensação de que o filho está aprontando alguma coisa, olha enraivecida para o cômodo sujo de tinta vermelha da parede ao chão, borrifado com a arma de brinquedo do filho, a quem se desculpa e justifica o seu ato com o argumento de que gostaria de deixá-lo mais especial. Ou seja, tem a ver com a capacidade de produção da criança como um presente de agrado para a mãe.
O Complexo de Édipo ocorre entre o ponto culminante e o declínio da fase fálica por volta dos quatro anos, tem as genitais como zona erógena e é caracterizada pela masturbação infantil – sem o instinto reprodutor – com carícias, exibições, apalpações e curiosidades sobre os órgãos genitais. É um início da descoberta e interesse das diferenças anatômicas entre os sexos, sobre a própria origem no mundo por meio de jogos e perguntas, iniciando uma construção conceptiva sobre a sexualidade. É na fase que a criança quer tocar no próprio corpo e querer ver a genitália do colega. Rock Duer, ator que interpreta Kevin nessa idade, tem um diálogo breve com a mãe sobre sexo, onde a mãe tenta explicar, por meio de teorias fantasiosas, como os bebês nascem e ele retruca agressivamente para desmenti-la e se mostrar conhecedor do assunto.
Após os estágios iniciais, a energia sexual e agressiva é redirecionada para o aumento do interesse pela aprendizagem, atividades e objetos socialmente aceitos, o que torna o investimento sexual disfarçado por esportes, brincadeiras, jogos e geração de novas amizades para reduzir a tensão por meio do mecanismo de defesa da sublimação. Como na fase de latência há uma socialização secundária, o superego age como limite das relações interpessoais e a construção da moral é iniciada. Apesar de Kevin não se interessar por fazer novos amigos e repudia a ideia de ter uma irmã, ele foca em jogos de vídeo game com o pai e expressa intensa alegria ao ser presenteado com um arco e flecha, o qual passa a ser o seu maior entretenimento.
Segundo a psicanálise, o último estágio do desenvolvimento sexual se inicia na puberdade com a fase genital. Enquanto há mudanças biológicas, o autoerotismo é redirecionado para o altruísmo quando o objeto de desejo deixa de ser o próprio corpo e passa a ser um externo para a busca da função reprodutiva. Toda via, as mudanças psicológicas também ocorrem, pois, a fase genital corresponde às relações interpessoais. O filme mostra um intervalo breve de quando, ao abrir a porta do banheiro, Eva flagra Kevin se masturbando, o que causa um constrangimento para a mãe, mas o filho prossegue o ato de forma provocatória.
Primeiramente, o Complexo de Édipo é um padrão universal, que acontece na fase fálica, como já foi mencionado anteriormente, onde também ocorre o fenômeno da castração. O desejo inconsciente da criança pela mãe e da rivalidade com o pai, por ser o seu objeto de desejo e o seu impedimento de acesso ao objeto, respectivamente, é inspirado por meio simbólico de uma lenda grega, por isso o nome. Ele percebe que a mãe tem desejos além dele próprio e começa um processo de identificação com o pai, escolhendo-o como modelo comportamental como reação à castração para ligar-se novamente a mesma e ser reconhecido. A partir desse processo, regras sociais, normas e leis são impostas pelo pai e internalizadas pela criança e um desenvolvimento de separação entre a criança e a mãe é manifestada pela função paterna para construir a estrutura da personalidade de acordo com a forma que a castração foi recebida. Não necessariamente a função materna é a mãe, assim como, a função paterna, o pai. Ambos são representados pelas funções, relações e como são construídas. A função materna normalmente é escolha da criança e é caracterizada pelos cuidados afetivos e atividades, como levar à escola, dar banho e alimentar. Já a função paterna tem a função de frustrar a criança para torná-la capaz de perceber-se como ser individual e separável da mãe.
As diferenças biológicas entre os sexos são percebidas como a presença ou a ausência do pênis, e de forma metafórica e inconsciente, amedronta o menino de perder o mesmo, enquanto a menina tem inveja do órgão genital masculino. Isso significa que o falo é uma representação psíquica relacionada ao poder, onde numa sociedade patriarcal, os homens são enaltecidos e as mulheres lutam por um reconhecimento existencial e buscam o seu lugar de poder.

Momento vitorioso de Kevin nas cenas finais.
A resolubilidade da obra cinematográfica, pelo ponto de vista do Complexo de Édipo, se dá pelas relações interpessoais de Kevin com a sua família. Desde o descobrimento da gravidez, Eva evidencia a quase todo o momento a sua infelicidade de gerar um filho e isso é levado ao telespectador uma interpretação de repúdio de Kevin pela mãe e de afeto pelo pai. Com o desenrolar, observa-se, que na verdade, Eva é o objeto de desejo da criança, a qual utiliza atitudes agressivas e provocatórias para chamar a atenção da mesma.
Quando Eva quebra o braço de Kevin acidentalmente, ambos voltam para casa do hospital com o braço do filho enfaixado e Kevin reage acobertando-a para a médica e para o pai. Em outro momento, Kevin fica doente se mostrando mais compassível ao afeto da mãe, enquanto ela lê um livro para ele, e quando o pai entra no quarto, é a primeira vez em que ele o rejeita pedindo para ele se retirar do cômodo. Na última cena, Kevin está preso e se mostra desesperado com o fato de que vai para o presídio para maiores penais. São momentos, nas quais Kevin se encontra vulnerável, e da para perceber com mais nitidez as suas verdadeiras afeições, principalmente na cena em que ele está estático no meio da rua, observando um cartaz da mãe.
Então, esclarece-se a sua relação com o pai, da qual é superficial e encenado como competição e garantia do afeto maternal. Porém, o pai não possui a função paterna, pois o mesmo encontra-se sempre ausente e passivo em todos os conflitos. Dessa forma, a função paterna é voltada para o descobrimento de uma nova gravidez, gerando uma irmã para Kevin, a personagem chamada Celia; o trabalho de Eva, na qual se debruça dedicadamente e os seus desejos relacionados às viagens internacionais. Basicamente, não há uma solução dos desdobramentos, já que a castração não acontece. Kevin nega e reage à castração a todo momento, incapaz de se ver inseparável da mãe, além de não redirecionar o seu desejo sexual para outras relações amorosas ou interesse em fazer novas amizades, gerando uma estrutura de personalidade perversa com características manipuladoras, sem envolvimentos emocionais e descumpridora das regras sociais sem culpa ou medo.
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2020.07.30 22:02 joiasemfocoseo Pulseira De Pérola: Preços, Modelos e Como Usar Joias em Foco

Pulseira De Pérola: Preços, Modelos e Como Usar Joias em Foco

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A pulseira de pérola é uma peça bastante versátil e pode ser incorporada em diversos visuais, seguindo tanto tendências clássicas quanto modernas!
Essa peça já consagrada nas passarelas recebe releituras de acordo com as novas modas. Já tendo sido utilizada de maneira trabalhada, demonstrando o poder de uma joia. Sendo vista até mesmo de forma simples através de pedras artificiais usadas no dia-a-dia.
A popularidade é tanta que o que não falta são bijuterias que tentam reproduzir seu estilo. Para muitas mulheres, a pulseira de pérola é sinal de romantismo, mas, tem até mesmo aquelas que adaptam seu uso ao estilo rock ‘n’ roll.
De todas as formas, esse é um tipo de acessório que pode ser utilizado de dia ou de noite, de forma casual ou elaborada, por mulheres adultas ou crianças. Quem determina seu sentido em um visual é unicamente quem a usa e, por isso, ela é tão adaptável!
Por exemplo, pulseiras de pérola para noivas, por ser delicadas e românticas, essa peça harmoniza muito bem com o vestido da noiva, principalmente por seguir o padrão de cores claras. Sendo assim, vista em diferentes modelos.
Mas em caminho contrário existem as pérola negras, outra versão dessa pedra clássica, a pérola negra é bem rara e pode ser utilizada para criar um estilo mais sóbrio, gótico, rock ‘n’ roll e até mesmo moderno. Em geral, o acabamento é feito com fechos ou correntes de prata, incluindo as versões artificiais.
Fizemos um post com muitas dicas e ideias de combinação e preço sobre a pulseira de pérola. Confira em: https://joiasemfoco.com.bblog/pulseira-de-perola-como-usa
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2020.07.24 22:22 IamnottheJoe Meu irmão é um inutil.

Galera, por favor, esse texto deve ter uma caralhada de gatilhos. Não leia se isso te afeta e talz. Falo de suicidio, fracassos e familia, então vai ler outra coisa.

eu tenho um irmão.
longa história.

Somos filho do segundo casamento. Ele é oito anos mais jovem do que eu, hj, tem 29 anos. Meu pai morreu quando ele tinha 7 anos.

Bom, aos 14~15 anos, ele começou a apresentar sinais de depressão, ou era só a puberdade, mas basicamente, começou a dar problemas, como grosseria dentro de casa e talz. Começou a se meter a artista, tem um certo talento, começou a escrever, ainda com uns 16 anos, ganhou concurso regional, seu poema foi publicado em um livro de compilações de estudantes da região. Depois se envolveu com musica, tocava baixo. Montou uma banda, foi só hobbie. Depois se meteu a desenhar, desenha bem até, mas não ganha um puto. Faz tatuagem tb. Não são tão ruins.

Bem, ele largou a escola aos 17 anos, no segundo ano. O problema dele é que ele quebra as coisas quando esta com raiva, não o julgo, semana passada mesmo, quebrei meu moto g5 ao meio. Mas eu trabalho e compro outro, sei quanto custa. Meu irmão, depende da minha mãe.

Ele é do tipo que vivia enfiado no quarto, minha mãe, casou novamente, meu irmão não tem boa relação com o marido dela. Porque ele é um cara simples, sem estudo, quase analfabeto, trabalha em roça, ja meu irmão se acha superior e quer humilhar o próximo por isso. Esse humilhar, inclui minha mãe. A mim não, pq ele tem medo.

Uma vez, quando ele tinha uns 20 anos, minha mãe chegou em casa e ele tinha amarrado uma corrente na arvore e tentado se enforcar. Ela chamou ajuda e o salvou, mas tenho pra mim que ele quis atenção. Tinha cordas adequadas e mesmo assim, escolheu a corrente. Os dias dele são entre maconha, joguinhos 8bits que rodam nos emuladores do pc dele, desenho e tocar uma daquelas flautas tipo inca (eu acho). Bem, 29 anos, uma vez teve um emprego, numa financeira, ele era meio que o faz tudo, varria ao abrir, arrumava as cadeiras, orientava os clientes, com uns 2 meses, o patrão o criticou por algo, meu irmão mandou tnc e saiu p da vida. Foi a unica tentativa de trabalho que ele ja teve na vida.

Meu irmão teve algumas namoradas, sei la mano, tem mulher pra todo tipo de cara mesmo. Mas obviamente, não durou. A ultima, era uma guria muito humilde, de familia muito pobre, ele a incentivou estudar para o enem e consegui uma bolsa do Prouni, a guria conseguiu Psicologia, achei demais. Ele ajudava ela com os trabalhos e parecia bem parceiro. Eu e minha mãe assistiamos e po, achava que ela poderia ser o remédio para ele. Logo, ela terminou. Não da para criticar. Eu sou pai de uma garota e não gostaria que ela se envolvesse com "aquilo".

Meu irmão nunca termina o que começa, o ano passado ele pediu para minha máe uma mesa de desenho (desenha nela e vai pro pc), minha mãe, pensionista, não tinha grana, estava iniciando o tratamento do cancer. Eu comprei, ele se propos a pagar, recusei e mandei pra ele, um modelo muito melhor do que a que ele queria. Parece que ele ganhou um dinheiro, fez desenho para empresas e tal. De repente, largou mão.

Tenham em mente que minha mãe mora no interior da Bahia. O tratamento psiquiátrico do SUS é ruim aqui em SP, vc não faz idéia como é la. Mesmo assim, minha mãe madruga em fila para conseguir vaga, chora pra prefeito e talz. Ele vai umas 3 vezes e para. Começa a tomar remédios e para. Minha mãe tenta convence-lo a retomar e ele falta bater nela. Eu tenho minhas duvidas se ele ja não bateu.
Eu ja trouxe ele para ca, interior de sp. Ele veio, se achou muito bom para trabalhar no telemarketing, não quis. Tentei colocar ele no judo, treinou comigo, treinou sem mim, uns 3 meses e parou. Ja propus abrir alguma negócio pra ele na bahia. Uma loja de alguma merda qualquer, tipo roupas ou cds pirata (ja faz um tempo). Não quis. Ja perguntei se gostaria de fazer algum curso la pela cidade, não quis. Acho que por orgulho.
Meu irmão é bem magro, talvez pela maconha, talvez por não se alimentar direito, talvez por ambos. E agora, esta doente, não se alimenta, não para nada no estomago, minha mãe, recém curada do câncer, com 60 anos, esta correndo atras de exames, tentando interna-lo. A mesma mãe que ele humilha, que ele trata como lixo.

Eu tenho uma tia que perdeu o filho quando ele tinha uns 20 anos. Isso ja tem mais de 10 anos, ela ainda vive triste, depressiva e pra baixo. Mesmo assim, com tudo isso, eu acho que a vida da minha mãe seria muito melhor sem ele.
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2020.07.23 00:58 Cellbitoves Me ajudem por favor, preciso de um conselho urgente!

Boa noite a todos, acabei de fazer meu cadastro nesse site, após lê sem querer, um post antigo de uma pessoa( não citarei nomes) que estava na dúvida se trocaria a carreira pública pela iniciativa privada. Após a leitura dessa discussão nesse forum, percebi que deveria fazer o mesmo questionamento, visto que me encontro indeciso profissionalmente e com tendencias de DEPRESSÃO, isso será quase o meu primeiro desabafo da vida, bem para começar irei falar um pouco de mim, e serei o mais breve possível.

Sou um jovem de 18 anos que mora no Norte do país, ps: odeio morar aqui, tive uma infância relativamente tranquila, estudei sempre em escola privada( não sou rico, aqui no norte a escola particular custa mesmo de 600 reais), bem fiz amizades desde cedo, no entanto, meu pai começou a não querer mais trabalhar para governo que é o órgão que mais emprega nesse estado miserável que moro, tornando a minha mãe a responsável pelas finanças por muitos anos. Quando completei o ensino fundamental troquei de escola para uma das escola mais caras(r$800 de mensalidade), pois no início pensava em fazer medicina, no entanto o meu problema começa aqui, não me adaptei ao ritmo intenso de estudos pra vestibulares, pois é um modelo de estudo voltado a aprender pra marca o , e não estudar algo que vc tem prazer, e isso começou a afetar a minha vida pessoal, primeiro pq chegava em casa e via meu pai assistindo tv enquanto minha mãe se matava de trabalhar, eu não conseguia entender nada de química, e com esse enjaulamento em casa deixei de ter tantas amizades, e as que tinha construído na infância não queriam mais sair comigo pq era outra fase da vida, novas relações e cada um estava se redescobrindo.

Bem avançando um pouco a história comecei a ficar triste( AQUI COMEÇAR), ainda no primeiro ano tentei reunir todos meus amigos do passado com os meus colegas do médio, e deu "certo" bem entre aspas, pois quando fiz essa comemoração de 15 anos, ja de cara os brothers que eu mais consideravam não puderam ir, ai blz, curtimos esse dia. em Julho fui para BSB onde ja havia passado varias vezes antes pq meus pais tinham um ap lá( depois tiveram que vender). E sério não digo que lá é perfeito, mas coisas como BK, Starbucks, Outback e lojas jamais havia visto na minha cidade natal, sinceramente nesse ponto notei que eu estava perdendo tempo de vida na minha cidade natal.

Bem voltei e um ano após, comecei meu 2 ano do EM( 2018), meu pai voltou a trabalhar, talvez isso tenha me ajudo, ja consegui entrozar mais com a galera da escola, fui pra uns jogos de futebol, conheci muita gente nova, mas nenhum virou meu amigo so colegas de escola do tipo que te esquecem no ano seguinte. Esse ano eu consegui algumas coisas do tipo perde o ficar com uma mina, que me difamou em toda escola, pq ela tinha acabo um relacionamento recente( não fiquem com alguém que terminou recentemente), na época eu tinha uns 3 contatinhos no esquema e ela conseguiu estragar todos depois que a gente ficou. Bem, nessa época retornei contato com dois amigos meus de infancia, so que um continua brother e o outro que conheço desde os 4 anos, simplesmente me ignora, meio que não vai nos roles que eu chamo, fura no meu niver, isso me deixou muito pra baixo. Cheguei ao ponto de ir a um psicologo quando desabafei o que sentia, ele me falou que em todos os anos de carreira nunca havia visto algo assim( isso posso relatar em um futuro post), então me enviou a um psiquiatra que me recomendou remédios para dormir, os mesmos remédios que usam para pessoas em MANICÔMIOS, ele disse que eu tinha algum TRANSTORNO/DEPRESSÃO, bem deixei tudo passar, e segui em frente.

Em 2019 foi a minha pior decisão resolvi ir para o colégio mais elitista da região. Nunca tinha estudando em um ambiente com tantos mauricinhos e patricinhas(odeio essa galera que se exibe, só pq tem dinheiro). Era ano de vestibular e eu ja não queria mais fazer medicina, estava com planos de ir apra economia e me especializar em mercado financeira( uma de minhas paixões), no entanto, percebi que a matriz curricular das federais e particulares de economia so tem matérias de economia voltado a GESTÃO PÚBLICA, e onde eu ainda moro, não tem quase emprego para esses profissionais. O tempo foi passando, estava em uma escola nova da qual eu não gostava, com apenas 3 amigos, pensei que se conseguisse uma namorada as coisas iriam melhorar e bem eu tentei, a mina era linda( eu tenho muita pira com esse negócio de beleza quando vou entrar em relacionamento amoroso), so que eu tava tão fodido da cabeça que mesmo ela se interessando por mim, eu travei e perdi ela pra um outro mlk lá. RESUMO, eu não gostava da escola, mas consegui terminar, terminei indo parar na área de TI, pq sempre gostei de tecnologia, inovação e é uma carreira que eu não precisava ter um pré-requisito para entrar, e *incrivelmente esse ano a Federal não abriu vaga para o meu curso*. Paguei uma fortuna de colégio para ir para uma faculdade privada, que é boa sim, mas não precisava ter passado 3 longos anos da minha vida fazendo simulados de ENEM.

( SE NÃO TIVER PACIÊNCIA COMECE DAQUI)
Agora em 2020, tentei fazer um encontro, tipo rolezão, com todos os meus brothers de infância, e aqui começou a cagada, dos 20 "amigos" que eu tinha, so 3 foram e todo o resto sumiu, me ignoraram totalmente, tive uma CRISE EMOCIONAL do kct, cara eu to numa cidade que odeio, sem amigos, e de novo vendo a cena da minha mãe saindo pra trabalhar e meu pai sentado no sofá vendo TV, pq cansou de trabalhar. Comecei a refletir sobre o que quero fazer da minha vida a partir de agora, pq caiu a ficha, quando completei 18 anos.

( AJUDA POR FAVOR)
Meu curso tem duração de 3 anos, e eu quero ser independente até lá, agora começam as minhas DÚVIDAS, sou muito jovem, e por não ser rico a ponto de viajar, so conheço minha cidade e BSB, bem outra PAIXÃO minha é morar fora do BR( por isso escolhi TI, me da uma chance maior), eu comecei a investir na bolsa esse ano, consegui juntar uma graninha legal, comprei um curso de como ganhar dinheiro como produtor de infoprodutos, adquiri um curso grátis muito bom sobre Day Trade, e também um curso preparatório para CONCURSO PÚBLICO. Ai vcs devem estar pensando, " ta mais como assim vc vai fazer concurso, quer trabalhar na bolsa e quer ser programador morando fora?", e ai está o X da questão, perdi as esperanças no BR, sempre fui ligado na politica, acreditei que esse país aqui poderia mudar( pelo visto estou errado). So que com esses curso ai que dizem ensinar como fazer dinheiro na net, investir uma grana, comecei a colocar em dúvida se valia a pena mesmo ir para fora( é meu sonho) ou se tentaria ficar rico aqui mesmo, ps: tenho familia fora e a que mora aqui não tem muito esse laço de fazer festa, comemorar juntos, então isso não seria uma falta para mim.

(PLANOS VIÁVEIS?)
Meu pai agora decidiu largar tudo e ir para o USA para trabalhar de peão junto com o resto da minha familia que mora lá, achei a ideia até boa, já eu tenho duas idéias em mente( É AGORA GALERA) * Não sei e * PLANO 1- Me especializar na minha área durante a facul e aprender ingles, e daqui a 3 anos tentar ir para europa, Australia ou Canada para trabalhar como programador lá e realizar meu sonho de ir embora dessa jocha. OU
PLANO 2- Me formo aqui, continuo operando na bolsa, crio meu canal no YT( uma de minha metas), faço um concurso público, pq quero ter algo para eu não morrer de fome, ( cara quem é jovem aqui não tem oportunidade nesse paí, bora garantir o nosso que é), enfim, faço mestrado e doutorado, me mudo dessa cidade que eu odeio, vou para o sul do BR, tipo inteiro de SC, não confio mais em mulher brasileira, então iria ser um solteirão convicto hehe. E serei concursado com doutorado pago pelo órgão, ( eles pagam kk), teria dinheiro investido na bolsa, uma renda extra com cursos na net e canal no YT, nesse tempo também estudaria inglês, e com toda essa bagagem acumulada tentaria o visto de trabalho no exterior para minha área, casando com uma estrangeira.OU tentarei esquecer das merdas que aconteceu aqui no BR e morarei vivendo no meu carguinho público, no interior do sul.
(THE END)
Manos foi um desabafo e tanto, não? Resumindo, eu fico no BR, concursado com doutorado, tocando minha vida que eu sou apaixonado, que vai ser quando chegar em casa, e trabalhar no meu canal do YT e meus investimentos. OU eu termino minha faculdade daqui a três anos e meto o pé dessa desgraça enquanto sou jovem? ( para trabalhar na minha área, ja tenho visto, não sei inglês ainda)
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2020.07.21 21:32 Perguntante Mulheres heterossexuais do sub - ignorando todas as outras variáveis, que tipo de preservativo (e de qual marca/modelo) vocês preferem pra penetração vaginal e por que?

Após vários anos de namoro e de sexo do jeito gostoso sem camisinha tô voltando à ativa, por isso eu pergunto - que tipo de preservativo vocês, mulheres heterossexuais, preferem pro sexo vaginal?
Infelizmente só consigo colocar 6 alternativas na pesquisa, então tive que juntar os saborizados com os que dão sensação de quente/frio, além de que pra comportar "outros" acabei não colocando o feminino.
Obs.: "mulheres heterossexuais" porque esse é o público que me interessa; "ignorando todas as outras variáveis" porque sei que tem muuuita coisa que interfere (portanto vamos admitir situações idênticas nas quais a única diferença é a camisinha usada); "que tipo de preservativo (e de qual marca/modelo)" porque infelizmente não dá pra abrir mão dessa proteção, e já que é pra usar vamos tentar usar isso da melhor maneira possível e a nosso favor; "pra penetração vaginal" porque certamente será o principal tipo de sexo que farei.
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